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AVIAÇÃO DO EXÉRCITO

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Pantera do EB

  Helicóptero Pantera do Exército Brasileiro  - AvEx.
(Foto do EB)



INTRODUÇÃO

HISTÓRIA DA AVEX


A VERSÃO DE ATAQUE DO PANTERA

FONTES & LINKS

VÍDEOS



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


As origens da Aviação Militar estão nos campos de batalha da Guerra do Paraguai. Ela nasceu ali por iniciativa do Duque de Caxias. Foi desativada com a criação da Força Aérea Brasileira em 1941 e recriada em 1986.


A Aviação do Exército (AvEx ) é o segmento aéreo do Exército Brasileiro que objetiva proporcionar aeromobilidade à Força Terrestre.



Em 2009, o Comando da Aviação do Exército (CAvEx) dispunha de somente 4 Batalhões de Aviação (BAvEx), sendo a necessidade do extenso país muito superior. São eles:


       g   1º Batalhão de Aviação (1º BAvEx) “Falcão”, em Taubaté, SP;

       g   2º Batalhão de Aviação (2º BAvEx) “Guerreiro”, em Taubaté, SP;

       g   3º Batalhão de Aviação (3º BAvEx) “Pantera”, em Campo Grande (BACG da FAB), MS; e

       g   4º Batalhão de Aviação (4º BAvEx) “Coronel Ricardo Pavanello”, em Manaus (BAMN da FAB), AM.



Apresentação Hangar



Trata-se do emprego de um vetor de modernidade inserido em um pólo dedicado à absorção, domínio e difusão de tecnologia e doutrina desse segmento da guerra moderna.



VÍDEO - 21 ANOS DA AVEX (03:48 MIN)



Entrada da tropa cantando o Hino dos Expedicionários,
no hangar do 3° BAvEx, durante as comemorações
pelos 21 anos da Aviação do Exército, em 2007.




HISTÓRIA DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO


A origem da Aviação do Exército tem como cenário os campos de batalha de Humaitá e Curupaiti, na Guerra da Tríplice Aliança. Ao Patrono do Exército, Duque de Caxias, coube o pioneirismo de empregar balões cativos em operações militares na América do Sul, com a finalidade de observar as linhas inimigas.



Origem

Origem da Aviação Militar na Guerra do Paraguai.
(Arte EB)



Após a Guerra, foi criado o Serviço de Aerostação Militar, cujas atividades balonísticas se desenvolveram por mais 47 anos. Em 1913, foi criada a Escola Brasileira de Aviação no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro - RJ, ocasião em que foram adquiridos os primeiros aviões do Exército de fabricação italiana.


Em 1915, esses aviões foram empregados sob o comando do General Setembrino, na Campanha do Contestado. O Então, Tenente Aviador Ricardo Kirk, Diretor da Escola de Aviação e Comandante do Destacamento de Aviação, faleceu nesta campanha em 1º de março de 1915 durante uma missão de reconhecimento aéreo onde hoje está localizado o município de General Carneiro, no Paraná.


Em reconhecimento pelo seu pioneirismo e inúmeros feitos, o Ten Kirk foi promovido "post mortem" ao posto de Capitão. Também por sua importância, é considerado, por todos os aviadores da Força Terrestre, como o maior herói da Aviação do Exército.


Em 1927, a Aviação Militar passou por uma fase de reorganização e desenvolvimento, criando-se a Arma de Aviação do Exército. Com aviões novos e a vinda da Missão Militar Francesa de Aviação, foi dado um grande impulso para a Escola de Aviação Militar e, consequentemente, para a nova Arma.


A primeira unidade aérea da Aviação Militar foi criada em maio de 1931, no Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro - RJ, e denominada Grupo Misto de Aviação. Este teve uma atuação destacada no combate aos revolucionários paulistas na Revolução de 1932.


Por decreto presidencial, em 20 de janeiro de 1941, foi criado o Ministério da Aeronáutica, atribuindo-se à Força Aérea Brasileira a exclusividade da realização de estudos, serviços ou trabalhos relativos à atividade aérea nacional, extingüindo-se o Corpo de Aviação da Marinha e a Aviação Militar, encerrando, assim, a fase inicial da Aviação do Exército.

 
O RENASCIMENTO DA AVIAÇÃO DO EXÉRCITO


As experiências e constatações colhidas dos conflitos bélicos, após a Segunda Grande Guerra mostraram a necessidade da força militar terrestre dominar e utilizar a faixa inferior do espaço aéreo, buscando mobilidade tática e o aumento do poder de combate.


Acompanhando a evolução de outros exércitos, o Exército Brasileiro conscientizou-se da necessidade de implantar uma aviação própria e, com isso, propiciar um maior poder, mobilidade e flexibilidade à Força Terrestre.




VÍDEO - ANIVERSÁRIO DA AVEX (04:39 MIN)






Buscando a modernização e a adequação da Força ao novo cenário, na década de 80, o Estado-Maior do Exército iniciou os estudos doutrinários do emprego de aeronaves de asas rotativas em proveito das forças de superfície, que culminaram na criação da Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx) e do 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º BAvEx), em 1986.


Fisicamente, a Aviação passou a tomar forma com a instalação do 1º BAvEx na cidade de Taubaté-SP, em janeiro de 1988. Esta localidade foi escolhida, dentre outras, por sua posição estratégica no eixo Rio - São Paulo e por sua proximidade aos importantes centros industriais e de pesquisa na área da aviação, como a Embraer, Helibras e Centro Técnico Aeroespacial.


Outro marco da implantação foi a concorrência realizada, em 1987, que culminou com a aquisição de 16 Helicópteros HB 350 L1 - Esquilo (HA-1) e 36 SA - 365 K Pantera (HM-1) do Consórcio Aeroespatiale/Helibras e com a entrega, em abril de 1989, do primeiro helicóptero Esquilo ao 1º BAvEx.


Após o recebimento das 52 aeronaves adquiridas e em face da reorganização da AvEx e da necessidade de mais helicópteros, por meio de um termo aditivo ao contrato com o consórcio Aeroespatiale/Helibras, foi comprado um lote de 20 AS 550 A2 FENNEC (versão da Anv HA-1).


Como conseqüência da participação do Exército Brasileiro na Missão de Observadores Militares Equador-Peru (MOMEP), foram adquiridas quatro aeronaves S70-A (Black Hawk) em 1997. Encerrada a missão, as aeronaves seguiram da Fronteira Peru-Equador para o Brasil e, em 1999, passaram a integrar o 4º Esquadrão de Aviação do Exército, sediado em Manaus-AM.



Black Hawk - MOMEP

O S70A - Black Hawk (HM-2) é um helicóptero de manobra básico.
(Foto AvEx)



Os pioneiros da aviação recente tiveram sua formação nas Forças irmãs e, após absorver, mesclar, adequar e aperfeiçoar os conhecimentos obtidos na Marinha e Aeronáutica, foi possível criar um pólo de difusão de tais conhecimentos na própria AvEx, que hoje, além de formular e estabelecer doutrinas inerentes à aviação, é capaz de formar seus próprios especialistas.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

Pantera

Um Pantera da AvEx na Operação Solimões - Julho de 2007.
(Foto EB)



Atualmente, centenas de alunos, oficiais e praças são possuidores de cursos ou estágios realizados na AvEx, muitos dos quais estão distribuídos pelo Brasil, levando consigo a semente dos ideais da aviação.


A cada dia a AvEx consolida-se como uma aviação capaz e exemplar, não somente no cenário nacional mas também no internacional.


São mais de 100.000 horas voadas, operando em regiões e climas diversificados, seja na caatinga ou nas imensidões amazônicas, nos pampas ou na cidade. Surpreende pela capacidade de operar em distâncias ditadas pelas dimensões continentais deste país.




VÍDEO - ASSALTO AEROMÓVEL NA
OPERAÇÃO PORAQUÊ 2008 (02:19 MIN)





Destaca-se pela versatilidade, pois, além de apoiar a força militar terrestre, auxilia a comunidade na execução de ações de cunho cívico-social, no resgate aeromédico, na busca e salvamento, no apoio em calamidades públicas e em tantas outras atividades que elevam o nome da instituição.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

Black Hawk


S70A - Black Hawk .
(Foto AvEx)



(Clique na foto abaixo para vídeo)


EC-725

O primeiro dos 18 futuros EC-725 do EB, em 2012.





A VERSÃO DE ATAQUE DO PANTERA


Em junho de 2009, o Comando da Aviação do Exercito  (CAvEx), anunciou testes com uma versão modificada de ataque do Eurocopter AS-365K Pantera através de acordos de cooperação firmado com a Helibras.


Os 32 Pantera remanescentes devem
receber um braço para carregar uma metralhadora calibre .50mm e alguns foguetes Avibras Sbat-60.


Atualmente, as aeronaves são utilizadas no transporte de tropas em operações aeromóveis. Os Pantera também podem atuar em missões secundárias, a exemplo de reconhecimento, apoio à guerra eletrônica, busca e salvamento, evacuação aérea e transporte de carga.



Operação Timbó II - AvEx

Dois Panteras da AvEx na Operação Timbó II - Julho de 2004.
(Foto EB)



A Aviação do Exército necessita de um helicóptero de ataque puro, dedicado. Modificar os 32 Panteras para missões de ataque é interessante, mais ainda é pouco, pois lhes faltam blindagem e inúmeros outros itens, como motores mais potentes, designadores laser e aviônica moderna.


Os Panteras estão sediados no CAvEx de Taubaté, sendo operados pelo 1º BAvEx “Falcão” e 2º BAvEx “Guerreiro”. Eles estão presentes também no 3º BAvEx “Pantera” de Campo Grande e no 4º BAvEx “Coronel Ricardo Pavanello” de Manaus.


Esses 4 Batalhões de Aviação em Taubaté (3), Campo Grande (1) e Manaus (1) ainda são poucos. Outros precisam ser ativados e espalhados pelo Brasil.


FONTES & LINKS


Aviação do Exército - AvEx


Vôo Tático :

       A Aviação do Exército Russo na Chechênia

       Concepção de Aeronave para o EB - Reconhecimento e Ataque

Blog Defesa BR :

       Aviação do Exército Testando Versão de Ataque do Pantera




VÍDEOS


Vídeos do You Tube




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