Força Aérea Brasileira – FAB

  1. INTRODUÇÃO
  2. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 1
  3. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 2 E 3
  4. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 4
  5. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 5
  6. INVESTIMENTOS DA FAB
  7. SIDM / ASAT




 

FORÇA AÉREA BRASILEIRA – FAB

Meios Disponíveis e Futuros

Santos Dumont em seu famoso 14-bis, no Campo de Bagatelle, Paris, em 12
de novembro de 1906, há um século, e tornando-se o Pai da Aviação por
ter sido o primeiro a voar com um aeroplano que, levantando-se por
seus próprios meios, cobrisse um percurso de 100 metros.

SANTOS DUMONT – O INVENTOR DO AVIÃO

(Clique na foto para conhecer mais detalhes sobre estes aviões)

Aeronaves do Século XXI para o SIVAM produzidas para a FAB pela EMBRAER. Em primeiro plano, 2 ALX A-29. Em segundo plano, 2 R 99 (A&B) de Reconhecimento. (Foto Divulgação da Embraer)

INTRODUÇÃO

A Força Aérea Brasileira – FAB, tem longa tradição e lhe é dado enorme valor por ter conseguido manter-se ativa após tanta carência de recursos, que lhe faltaram até mesmo para combustível e peças de reposição de seus quase 800 aviões, boa parte próxima do fim de vida útil.

Por isso, seu incipiente Plano de Reaparelhamento recebeu o nome de FÊNIX, a pomba que renasce das cinzas. Somente o Programa FX-2 para 36 caças levou quase 10 anos para chegar a uma conclusão. Certamente, esse triste quadro será ultrapassado em poucos anos, pois o seu papel no futuro já precisa começar a ser escrito com novos paradigmas.

A FAB será nossa principal garantia de Defesa do país e da AMAZÔNIA VERDE e precisará estar à altura de enfrentar, em quantidade e qualidade, quem tente alienar o “pulmão” e qualquer riqueza do território nacional, inclusive os da outra Amazônia, chamada de AMAZÔNIA AZUL, a Área Marítima Jurisdicional, com as vastas riquezas petrolíferas do Pré-Sal.

Deverá estar capacitada a defender as DUAS AMAZÔNIAS, simultaneamente. Precisará ainda estar preparada para enfrentar missões ultramar. Isso tudo pressupõe o emprego de aeronaves de grande alcance.

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe a  gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade (52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em azul claro e escuro no mapa acima. Os rios da AMAZÔNIA VERDE (região continental amazônica) também são indicados. (Arte da MB)

 VÍDEO – GUERREIROS DO BRASIL – 10/08/2009

JORNAL DA RECORD (07:28 MIN)

Matéria apresentada pela Rede Record em 10 de agosto de 2009.





Para início da urgente missão de reaparelhamento desta Força, com modernização e aquisição, foram tratados os ALX, F-5, AMX e seus aviões de patrulha marítima e transporte.

No todo, o Plano Fênix englobava todas as ações para diferentes tipos de aeronaves, e deveria ter tido investimentos de US$ 3,5 bilhões em 5 anos, o que ainda teria sido pouquíssimo frente ao longo e contínuo descaso de seguidos governos.

O aspecto mais conhecido no Plano Fênix foi o PROJETO FX BR, que visava adquirir pequeno número de caças de interceptação, mas com capacidade multimissão, para início de operações em 2006.

Essa aquisição inicial culminou em contemplar um contrato “meia-sola”, em 15 de julho de 2005, de compra de 12 caças Mirage 2000 B & C – de interceptação – usados da Armée de L’Air francesa.

Em uma nova seqüência, existiu o FX-2, que parecia concluído em 7 de Setembro de 2009 para o Rafale, mas que acabou postergado por Dilma para 2012.

A nova fase deveria significar um quantitativo de 120 a 150 caças multimissão de 4ª e 5ª Gerações aqui produzidos, que começaria com os 36 caças de 4ª Geração e podendo até culminar em um de 5ª.

Mesmo assim, esse quantitativo ainda é muito pouco para as dimensões continentais do Brasil, tendo em vista as extensões da Amazônia, do Litoral, dos Mares Jurisdicionais e até mesmo do Atlântico Sul (Aliança Estratégica com a África do Sul).

É muito pouco para um país que detém a 3ª maior frota aérea atual, contando com mais de 11.000 aeronaves e 32.000 pilotos em atividade.

VÍDEO – DEMONSTRAÇÃO DA FAB (05:16 MIN)

Tem ainda a 2ª maior frota de aeronaves executivas do mundo, com mais de 2.000 aeronaves, só perdendo para a dos EUA. Além disso, hoje São Paulo já possui a 2ª maior frota urbana de helicópteros do planeta, havendo uma frota de mais de 1.000 aparelhos em todo o país.

Em 31 de outubro de 1901, às 18 h, os canhões da Torre Eiffel anunciaram que o brasileiro Santos Dumont havia ganho um prêmio de 100 mil francos com seu dirigível N-6.

De acordo com nossa página de simulação referente ao Ministério da Defesa (MD), tendo-se um Planejamento a Longo Prazo, a FAB passará a ter disponíveis entre 2013 e 2027 os seguintes recursos, em Dólares (US$) médios anuais, visualizados no quadro abaixo :

FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
FAB
  1,1
8,1
1,3
10,5 

Serão US$ 1,1 bilhão para PD&I, US$ 8,1 bilhões para Construção de Meios e US$ 1,3 bilhão para todas as operações habituais da Força e sua manutenção, totalizando esplêndidos US$ 10,5 bilhões. As verbas atuais são muito, muito inferiores a esse patamar.

No período total de 15 anos entre 2013 e 2027, os investimentos somarão :

FORÇA 
PD&I 
CONS 
OP & MT
TOTAL 
FAB 
16,5 
121,5
19,5 
157,5
10,4%
77,2% 
12,4%
100 % 

 Continua…





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