Família Flanker voando junta, com os
Sukhoi Su-27 (esquerda),
Su-35 (alto) e Su-47
BERKUT de asas invertidas (baixo), um
demonstrado de tecnologia já desativado.
(Foto Foxbat)
O DEFESA BR
é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um
conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
A FAMÍLIA FLANKER
Os caças da FAMÍLIA
FLANKER, caças multimissão russos da Sukhoi,
todos em evolução da Família iniciada pelo Su-27,
seriam
a solução ideal e até perfeita para
as dimensões continentais
do Brasil, tendo em vista as extensões da
Amazônia, do Litoral, do Mar
Territorial e, até
mesmo, do Atlântico Sul, pois todos têm alcance impressionante de 4.000 km.
Tal
família possui,
reconhecidamente, o único caça
capaz de cobrir tais vastidões e
poderia ser um novo paradigma a ser alcançado
pela FAB, que deveria ter a
mais
completa liberdade de escolha, segundo seus critérios e
necessidades operacionais. Entretanto, o Su-35BM foi
desclassificado para o FX-2
em 1º de outubro de 2008.
O então ministro Jobim
participou do programa Bom
Dia Ministro, no dia 5 de fevereiro de 2009, quando lançou
duas novidades: a volta do Su-35 e do Eurofighter europeu ao FX-2.
Seu uso integrado com a Marinha
do Brasil (Su-33 Flanker Naval embarcado
em NAe) causaria grande sinergia à
nossa Defesa, desde por motivos de unidade de
peças, componentes, ferramentas e armamentos,
passando por treinamento conjunto de
mecânicos
e pilotos, por apoio, simuladores, doutrina e
filosofia operacional, e por motivos estratégicos.
Além das vantagens
descritas a seguir, as versões do FLANKER (na
Rússia chama-se GRULLA/
GARÇA) encaixam-se como uma luva para as necessidades
de Defesa do Brasil:
Versão
Baseada
Pode Defender
Su-35BM
Interior
Continente,
Amazônia e Litoral
Su-32
Litoral
Litoral,
Atlântico Sul e Esquadra
Su-33
Nae
Esquadra,
Litoral e Amazônia
Os FLANKERs
têm as seguintes capacidades :
Interceptação,
Defesa Aérea,
Superioridade Aérea,
Ataque de Superfície,
Ataque Naval,
Reconhecimento,
EW - Alerta Antecipado, e
REVO - Reabastecimento em Vôo.
REQUISITO DE LONGO
ALCANCE E PROJETO F-X BR
Os FLANKERs
eram os únicos caças que atendiam ao requisito mais importante
do Projeto F-X BR e do FX-2
da FAB,
o de longo alcance,
atingindo
4.000 Km
sem REVO
(procurar Unidades / Transporte / 2º/2º GT). Ele permitiria
que o País pudesse dispor de um número menor
de caças
a partir de bases aéreas dispersas pelo território
continental.
Utilizando-se de caças menores, como o Rafele ou o
Gripen NG, seria
necessário um número muito
maior de aviões de curto alcance, espalhados por diversas
bases
e altamente dependentes de REVO
-
Reabastecimento em Vôo.
Sua grande envergadura oferece
a maior vantagem de poder carregar elevada carga de mísseis e
bombas. Para uma concorrência como a do FX-2
brasileiro, teria
havido um vencedor que os próprios pilotos escolheram : O
SU-35 SUPER FLANKER acompanhado da mais
completa transferência tecnológica do que há de
mais avançado no mundo.
Como
seria o Su-35 Super Flanker da FAB.
Escolhendo-se
do Su-35 SUPER FLANKER ao T-50 PAK FA de
5ª geração (concorrente superior ao JSF) para o FX-2, o
Brasil poderia ter contado
também com o Su-32 FN PLATYPUS para a proteção de
seu litoral.
Caso o Su-33 não fosse adequado (tamanho e peso) para o NAe A-12, a MB
poderia escolher o MiG-35 (ex-MiG-29
OVT) com TVC ou, vindo a trazer o Su-33 ou sua
evolução para o futuro A-13.
O MiG-35 também teria sido perfeito em uma escolha mista do FX-2 para
uso da FAB em pistas curtas na
Amazônia em grande número com os conhecidos e
respeitáveis mísseis russos.
Todas
essas fantásticas aeronaves possuem os
inigualáveis e também mais avançados do mundo Mísseis
Russos. Entretanto, em 2008, o Brasil excluiu qualquer
opção russo para o futuro, obedientemente.
A) SU-30 FLANKER
O Su-30
é a versão da Família Flanker mais utilizada hoje. Equipa as forças
aéreas da Rússia, da
China (modelo MKK) e da Índia (MKI), todos com enormes extensões territoriais,
justamente como o
Brasil.
Um Grande Flanker (Su-30)
O sucesso do Su-30
é tão evidente que a
China passou em 2004 a ter com ele definitiva superioridade sobre
Taiwan e até sobre os EUA, caso venham a tentar defender a Ilha
no caso de uma invasão chinesa.
A China possui 78 Su-27SK/UBK,
mais 76 Su-30MKK, todos produzidos na Rússia, e
agora está produzindo sob licença mais 200 Su-30.
A Marinha chinesa (PLAN) acaba de receber em 2004 mais 24 Su-32 (ver
abaixo) para a sua PLA Naval Air Corps, Ala Aérea da Marinha.
Su-30 após decolagem.
São assim 378 aeronaves
bastante superiores aos F-15 Eagle de Taiwan e dos próprios EUA,
além de seus F/A-18 E/F embarcados.
Um
Su-30 MKK disparando mísseis.
B) SU-35BM - O SUPER
FLANKER
(Clique
na foto para imagem gigante do primeiro Su-35BM)
O modelo 901 é o primeiro
Su-35BM da história e realizou seu vôo inaugural em
21 de fevereiro de 2008. Notar a retirada
dos canards. Ele já tem as novas
turbinas 117C. BM = Bolshaya
Modernizatsiya – Grande Modernização.
(Foto Sukhoi Design Bureau - JSC)
VÍDEO
- PRIMEIRO VÔO DO SU-35BM (05:40 MIN)
O primeiro vôo do
Su-35BM
ocorreu
em 19 de fevereiro de 2008.
Trata-se
de um avião de
grande envergadura, pesado,
equipado com
2 potentes turbofans, primordialmente
biplace (o ideal para evitar desgaste),
e dispondo das mais formidáveis maravilhas
tecnológicas, sendo que muitas delas não
são disponíveis
sequer para os caças americanos
da atualidade.
O Sukhoi Su-35 (ainda com canards),
conhecido
como Super
Flanker, é um esplêndido caça.
O
Su-35BM SUPER FLANKER dispõe
de TVC como o Su-37, foi projetado
para cobrir
longas distâncias e para funcionar como nave-mãe para
Comando, com seu enlace de dados permitindo controlar e comandar outros
caças e fazer contato com
navios, radares, baterias e tropas.
Seu fantástico alcance com
REVO confere-lhe possibilidade de emprego em missões
subestratégicas (inter-continentais).
Tem capacidades swing-role (mudar
de missão a qualquer momento durante uma surtida) e de
auto-escolta. Pode penetrar em ambiente de defesa de alta intensidade,
de dia
ou noite e a qualquer tempo.
Possui um grande número de
cabides, que permitem levar 8 mísseis ar-ar de longa
distância (BVR) R-77M, atingindo alvos a 160 km. Dispõe de
2 potentes radares que detectam alvos terrestres / navais a 200 km e
caças inimigos a 400 km, permitindo disparar contra
vários, inclusive para trás.
Quadro com
características do Su-35BM SUPER FLANKER da Sukhoi.
Fonte: "Estadão" de 6 de junho de 2002.
Entretanto, o raio de ação do Su-35 é de 1.500 km.
Somente com o auxílio de REVO pode ser de até 3.000 km.
Sua autonomia é de até 4.000 km.
O Su-35BM pode
cobrir um raio de ação de 1.500 km e voar de volta
até com um só motor caso seja atingido, pois as 2
turbinas originais Saturn/Lyulka AL-31MF
são bem separadas e
protegidas, dispondo de alimentação individual de
combustível.
Em 2007, foram concluídos os
testes com o motor AL-31F-M1 modernizado com 13.400 kg de empuxo, ou
990 kg a mais que a turbina padrão AL-31F. Uma versão
mais potente, AL-31F-5M, já estava em teste em bancada, e
resta ainda planejado o AL-31F-M3, com 14.800 kg de potência.
O Su-35BM conta agora com as
novíssimas turbinas 117C
(ex-AL-41F1) da NPO-SATURN, de 117C de 14.500 kg, que foram
desenvolvidos e já testadas em
2007 para o advento do T-50
PAK FA.
Essa teoria foi provada com o vídeo abaixo.
VÍDEO
- O NOVO MOTOR DO SU-35BM (02:07 MIN)
O Su-35BM
também conta com dois novíssimos motores
117C de 14.500 kg da NPO Saturn,
com novo
sistema de controle digital, e passa a ser o
caça mais manobrável da atualidade.
O Su-35 que concorreu em nosso FX-1
teria sido apenas um upgrade do Su-27, mas o atual Su-35BM (Bolshaya
Modernizatsiya = Grande Modernização) seria um mix entre
aquele e uma versão totalmente reprojetada.
Uma nova versão Su-35BM
/ T-10BM (originada no Su-37)
visa preencher a lacuna entre a 4ª+ Geração do
Su-27SM em serviço hoje na Rússia e o PAK-FA, de 5ª
Geração em desenvolvimento. Assim, Su-35BM é
designado como caça de 4ª ++ Geração,
juntamente com a nova MiG-35.
O Su-35BM não
receberá
canards, mas terá asas com novas superfícies de
sustentação,
estabilizadores menores e será duas toneladas mais leve com o
uso de
materiais compostos na estrutura e aviônicos mais leves.
Diagrama do
Su-35BM (sem canards, em azul).
(Arte Sukhoi Design Bureau - JSC)
VÍDEO - SU-35BM -
TECNOLOGIA E
SISTEMA DE ARMAS (02:20 MIN)
Vídeo muito interessante com todas
as características do Su-35BM.
O uso
de 2 turbinas confere ao Flanker capacidade de sobrevivência
muito superior aos caças de apenas 1 motor, o que é muito
importante em qualquer força aérea que preze seus pilotos
e
seus caros investimentos.
Tem estrutura
robusta e perfeito sistema de controle de incêndio. Seu sistema
hidráulico é duplo e o elétrico é
redundante, prevenindo e evitando panes. Para a
manutenção do caça, o sistema de
informação integrado emite alerta sobre falhas com
mensagens escritas e por som, recomendando soluções aos
mecânicos.
Um protótipo antigo do Su-35 Super Flanker Taxiando.
Pode operar a partir de pistas de
dispersão localizadas em rodovias ou mesmo em uma
gigantesca floresta, o que teria sido ideal para a nossa AMAZÔNIA,
que tem 5,2 milhões
de km2. Tem até um dispositivo de pânico que nivela a
aeronave, caso o piloto não consiga perceber sua altitude,
perdendo referência.
Finalmente, seu quádruplo sistema Fly-By-Wire - FBW, e
sua extrema
manobrabilidade colocam o Flanker como a primeira escolha em qualquer
FX no mundo hoje.
Brochura Oficial
antiga do fabricante do Su-35 (ainda com canards).
VÍDEO - SU-35 SUPER
FLANKER (08:15 MIN)
C)
SU-32/34 FN PLATYPUS - PROTEÇÃO DE LITORAL -
BOMBARDEIRO ANTINAVIO
O
Su-32 FN ou Su-34 é a versão de ataque e reconhecimento naval
do Flanker. É o caça anti-navio ideal
para proteger
todo o litoral e o Atlântico Sul, principalmente
quando apoiado por REVO.
O Su-34 em REVO.
(ver detalhes do Bico de Pato e da
espaçosa cabine para 2 tripulantes).
Mesmo sem contar com
REVO, seu enorme raio de ação
de
até 1.500 km permite-lhe ser usado tanto para busca como
para ataque a Forças Tarefas em alto-mar.
Para essa missão, dispõe de mísseis
supersônicos anti-navio de longo alcance (veja
no Su-33).
É
perfeito para a necessidade
de defender todos os nossos interesses econômicos e nossa
esquadra
no extenso Litoral e no mais extenso ainda Atlântico Sul, desde
a costa do Rio Grande do Sul até a da Amazônia.
Sua
grande velocidade e o maior alcance de seus 2 radares também
são fundamentais para que o Su-34 possa desempenhar o papel de
reconhecimento em ambientes inóspitos para um P-3 ou um P-99 da
Embraer, pois é muito mais poderoso na hora de defender-se e
fugir para longas distâncias.
Alguns Su-34 saídos de terra, vindo de direções
diferentes e convergindo para o alvo podem, facilmente, obter sucesso
em destruir um
ou mais grandes Navios-Aeródromos atacantes e diversos alvos
secundários na escolta , disparando dezenas
de mísseis a longa distância, controlando-os e
redirigindo-os a cada momento, atendendo a mudanças de alvos (a
partir da confirmação do acerto dos alvos originais
maiores).
Além de poderem
carregar mísseis R-27,
R-73A, R-60, mais o
MOSKIT e o ZVEZDA (KRYPTON/ OTAN), essas aeronaves conseguem
levar ainda o extraordinário míssil
supersônico naval antinavio (e de ataque terrestre) de nova geração YAKHONT,
que atinge uma velocidade
de Mach 2.6. Pode carregar 460 libras de explosivo convencional
ou NUCLEAR.
Assim, é um predador natural para qualquer Força-Tarefa o
Su-34 Platypus (com bico de pato).
Somente em abril de
2007, os 2 primeiros bombardeiros Su-34 foram fornecidos à
Força Aérea da Rússia. O Su-34 substituirá
o bombardeiro de linha de frente Su-24 Fencer. Embora os russos
declarem precisar de 200 unidades, somente deverão
comprar 58 Su-34s até 2015.
D) SU-33 - O
FLANKER NAVAL - EMBARCADO EM NAE
Como nas demais versões,
um pequeno número de caças
navais Su-33 embarcados em um Navio-Aeródromo
pode fazer mais que muitos caças menores,
graças ao seu enorme alcance, potentes radares,
altíssima velocidade proporcionada por duas
turbinas e, principalmente, a mortal possibilidade
de carregar uma grande carga de mísseis e
bombas.
Su-33
com as Asas Dobradas no Convôo do
Kuznetsov.
Para um
Navio-Aeródromo Leve como o São Paulo,
seria o Caça de Defesa de Frota - CDF e
caça multimissão perfeito,
pois
somente 20 aparelhos
a bordo
trariam a confiança de enfrentar
qualquer situação em qualquer mar e a qualquer
tempo. A dificuldade de seu emprego no A-12 reside em seu
peso máximo de 30.000 kg.
Comparado com o F 14 Tomcat, o
Su-33 tem mais potência
na decolagem. Embora não seja amparado
por uma catapulta, ele tem uma razão aceleração-peso
superior,
graças a melhores aerodinâmicas,
gerando mais ascensão. Isso também
concede melhor controle a baixas velocidades,
importante para o momento do pouso a bordo
(opera em STOBAR, com ou sem
uma rampa ski jump a 14º).
Mais Su-33 no
Convôo do Kuznetsov.
O fato é que o Flanker sobe
imediatamente após decolar
sozinho, ao invés de ficar "pendurado" no
ar, como os aviões lançados
por catapulta.
Essa versão
naval embarcada do Flanker possibilita servir como aeronave de
reconhecimento e alerta antecipado. Pode servir
até mesmo de REVO, graças à
sua grande capacidade de combustível. Como o
Su-32FN, dispõe de mísseis hipersônicos
MOSKIT anti-navio de longo alcance e outros.
Brochura
de Fábrica do Su-33 em russo.
Existiriam somente 20
aparelhos em operação, prontos para embarque
no Kuznetsov.
VÍDEO - SU-33 IN ACTION
(03:10 MIN)
VÍDEO - SU-33 SUKHOI
FOREVER (03:44 MIN)
VÍDEO - SU-33 & ADMIRAL KUZNETSOV (02:46 MIN)
E) SU-37 TERMINATOR
O Su-37 (T-10M) seria
o
sucessor natural do Su-30, mas acabou sendo uma versão que levou
ao Su-35BM / T-10BM, para exportação.
Tinha a
mesma
aparência geral do Su-27 e sua série, mas
trazia
coisas como super manobrabilidade, TVC, FBW, novos turbofans
AL-41, novos radares NIIP NO-11M
(vigilância
simultânea do espaço aéreo e do
ambiente
terrestre) e NO-12 (traseiro), NO-14 (2 km), IRMS, HUD, MFD,
GPS, etc.
Su-37 Terminator.
Ele
era
capaz de realizar interceptação, dogfight (10 vezes mais efetiva que
aviões sem TVC), bombardeio, reconhecimento tático e EW,
além de poder comandar (como nave-mãe) grupo de
ação de combate com caças menores (como AMX, F-5BR
e outros futuros, sob barramento único MIL-STD-1553B).
VÍDEO - SU-37 INCREDIBLE
MANOUVERS (02:02 MIN)
F) SU-47 BERKUT - O ÁGUIA
DOURADA
O Su-47 BERKUT -
Águia Dourada, já é uma outra estória. Seu surgimento
causou um profundo impacto em todas as forças
aéreas e indústrias aeronáuticas do mundo
ocidental e, como demonstrador de tecnologia, foi considerado uma
superior resposta russa ao caça americano de 5ª
Geração JSF, o F-35
Lightning II.
O
Su-47 foi o futuro do Flanker em 2006, sonho dos pilotos militares de
todo o
mundo, mas acabou sendo apenas um demonstratdor de tecnologia e depois
desativado.
Já o T-50 PAK-FA
será o real e grande sucessor natural na FAMÍLIA
FLANKER.
Detalhes do Berkut / Águia Dourada Su-47, com
suas asas invertidas,
que não deverão ser mantidas no modelo em
produção.
Nada semelhante
existia antes
e assim permanecerá por um bom tempo. No
início, era tido como um demonstrador de
tecnologia e possuía a denominação de
S-37.
(Clique
na foto para ampliação)
Esquema do Berkut ainda
como S-37.
Sua tecnologia
será utilizada no T-50
PAK FA,
caça
médio de 20.000
kg e com raio de ação de 1.200 km, que poderá
ser produzido em série a partir de 2015.
(Clique
na foto para ampliação)
O Su-47 Berkut.
(Foto www.brazd.ru).
Sem
muitas palavras, basta ver a foto abaixo. Agora, as manobras que
o Berkut fazia ... Kulbit (cambalhota), Cobra e
Hook...