Caça
Avançado Hipersônico de Longo Alcance - F-1.
(Arte
Edilson Moura Pinto para o
DEFESA BR)
O DEFESA BR
é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um
conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
"O
conceito de Controle do Aeroespaço por
Forças Integradas
é o equivalente no Século XXI
aos conceitos de Controle do Mar
e Negação do
Mar utilizados pelos
estrategistas navais da Inglaterra,
França e EUA nos
anteriores Séculos XVIII ao XX."
MEIOS FUTUROS
CAÇAS AVANÇADOS
HIPERSÔNICOS
Para que
possam ser atendidas todas as necessidades presentes
e futuras, deverá construir-se no Brasil INOVADORES
meios de combate próprios do Século XXI para uma Força Aérea com
real capacidade de controlar e
defender o Aeroespaço do Território Continental,
de 8,5 milhões de km2, e da Área Marítima Jurisdicional de 4,5 milhões de km2,
até o ano de 2022.
Serão projetados e
construídos no País CAÇAS
AVANÇADOS HIPERSÔNICOS
MULTIFUNÇÃO BIPOSTOS com capacidade
de controle aeroespacial
continental e de atuação
flexível de ataque estratégico inter-continental para
pronta resposta, com as FORÇAS
INTEGRADAS
operando com enlace em redes.
Como não faz mais sentido
desenvolver-se aeronaves de
5ª Geração, como os NOVOS F/A-22 Raptor e F-35 Lightning II
(JSF) dos EUA, todos os esforços de PD&I
estarão voltados para a
revolucionária 6ª Geração,
que, certamente, representará o advento dos HIPERSÔNICOS (tripulados ou não), com materiais e
processos certamente
advindos da NANOTECNOLOGIA.
(Clique para
ampliação)
Elenco de projetos europeus de
demonstradores
de tecnologia de caças furtivos
e de UCAVs.
As aeronaves projetadas
serão de elevada potência, ultra-alta resistência e extrema
leveza, a ponto de terem capacidade V/STOL, alcançando ampla
redução de custos de construção e
operação, além de
potencial velocidade na construção
e reparação.
Serão
produzidas com os novos nano-materiais baseados na
revolucionária AGLOMERAÇÃO
DE NANOTUBOS DE CARBONO.
Os principais problemas a serem
enfrentados para atingir-se o
futuro Hipersônico serão :
os materiais,
motores e combustíveis;
os sistemas de gerenciamento de
proteção térmica;
o arrasto
aerodinâmico; e
os custos de construção,
operação e manutenção.
Mas o grande
desafio será conseguir isso com a aplicação
da NANOTECNOLOGIA. Materiais Nanoestruturados poderão ser 100
vezes
mais fortes, enquanto mais
leves,
e mais resistentes a altas temperaturas
que o aço e outros materiais conhecidos.
Em nossa simulação, os
materiais dos CAÇAS AVANÇADOS terão
sua força e
resistência aumentada em
3 vezes, do mesmo modo que seu Nano-Combustível.
Em dezembro de 2003, foi divulgado
que o Instituto de Estudos Avançados (IEAv),
pertencente ao CTA,
pela primeira vez no mundo, conseguiu colocar em prática a
teoria da redução do arrasto de um veículo
(avião ou foguete) hipersônico por radiação
eletromagnética, utilizando-se o LASER
como fonte de energia.
Tal avanço com
propulsão a laser foi
reconhecido pela USAF e foi obtido no TÚNEL DE VENTO HIPERSÔNICO (T2) do CTA.
Desde
então, a FAB e a USAF passaram a atuar em convênio neste
incrível projeto. Novos grandes avanços são
aguardados desde 2007, com o recém-inaugurado TÚNEL DE VENTO
HIPERSÔNICO PULSADO (T3).
(Clique
para ampliação)
Um esquadrão de
caças-bombardeiros furtivos F-117, os
famosos
Nighthawk, tidos como invisíveis aos radares
inimigos.
(Foto USAF)
A
nave brasileira com a tecnologia de propulsão com ar aspirado
já existe no papel. Batizada de 14-X, ela deve voar até o
ano 2010. Trata-se de óbvia referência ao 14-Bis, primeiro
avião da história.
O Brasil, através do CTA, da indústria nacional, poderá, antes disso e já a
partir de 2008, acompanhando e
perseguindo os desenvolvimentos científicos
e tecnológicos mundiais INOVADORES
da atualidade, dar
início ao Projeto Nacional de família de CAÇAS AVANÇADOS HIPERSÔNICOS de
6ª Geração.
Essa família será
desenvolvida em dois níveis
de alcance, longo e
médio, dentro do parâmetro básico de Hipersônico com RBCC Rocket-Base
Combined-Cycle), um SCRAMJET
(contração de Supersonic Combustion Ramjet) com foguetes encaixados.
O primeiro protótipo do motor SCRAMJET
brasileiro da FAB
já está pronto no CTA há tempos e vinha sendo
testado desde setembro
de 2006.
Um provável combustível
a ser utilizado será o metano líquido, ou a
propulsão a laser com grande redução de arrasto
proporcionando estruturas muito mais leves.
Terá desenho
aero-termodinâmico com gerenciamento térmico
e formato multifacetado curvo de estrutura
larga e leve, como no caso do
misterioso AURORA.
Toda a parte dianteira inferior
do aparelho aspira o ar enquanto a traseira inferior faz sua exaustão. Seu armamento
será todo interno, inclusive ASAT de alta energia. Enfim, serão
trabalhadas as principais tendências
futuras (pdf) em armamentos, sensores e sistemas.
Serão desenvolvidos
em 2 níveis de alcance :
LA - LONGO ALCANCE (F-1)
- Alcance de 10.000 km +. Velocidade máxima de Mach 10. Altitude
máxima de 45.000 m.
Emprego Estratégico / Tático.
MA - MÉDIO ALCANCE (F-2) - Alcance
de 5.000 km +. Velocidade
máxima de Mach 6. Altitude máxima
de 40.000 m. Emprego
Tático.
O CAÇA
AVANÇADO HIPERSÔNICO contará
com a tecnologia de FURTIVIDADE ATIVA
e de proteção por ESCUDO DE
PLASMA, que absorve
as ondas eletromagnéticas do radar
inimigo.
Sua altitude máxima entre 40.000 e 45.000 metros torna-o imune a qualquer sistema de
mísseis da atualidade,
pois o SAM
mais capaz atinge 35.000 m de altitude.
(Clique para
ampliação)
Um
Caça Avançado ?
F/A-37 Talon
Em junho de 2004, a Columbia
Tri-Star gravou no convôo do
CVN 72 USS Abraham Lincolm
cenas de seu filme de ficção
científica "Stealth"(Furtividade).
O F/A-37 Talon seria um
revolucionário
VANT-C,
atingiria a velocidade máxima de
Mach 4+ e possuiria um alcance de 4.000 mn.
(Fotos Columbia Tri-Star
Pictures)
Seu sistema de
armas integrado também terá características
letais com avanço coerente,
tanto quanto a mísseis
avançados quanto
a revolucionários
armamentos :
DEW à
velocidade da luz;
Um invasor aeroespacial a Mach 6
poderá ser interceptado a
média distância por um MA em igual velocidade, mas certamente alcançado
por um caçador LA Mach 10 a longa distância.
Você
sabia que uma bola de golfe é repleta de cavidades para
manter-se mais tempo no ar e atingir maiores distâncias ?
O mesmo aconteceria com a nave multifacetada acima.
Ambas as
versões do CAÇA
AVANÇADO operarão
revolucionariamente pelo
método V/STOL, podendo
ainda ser usados em ESTOL e STOVL em pistas de 140 metros - com
uso dos mais
avançados modelos de TVC, que
direciona o fluxo de exaustão dos motores. O ESTOL já foi
comprovado com o X-31 (abaixo).
A bordo de NAes, operarão em V/STOL e até usarão as regulares
catapultas para decolagem em pistas acima de 80 metros de comprimento,
em CATOBAR. Poderão ainda
usar STOVL.
Além do direcionamento
tradicional de TVC, outra inovação determinante para a
facilitação da decolagem e a redução da
velocidade de pouso será o SISTEMA
DE
SUSTENTAÇÃO A AR.
Com ele, diversos pequenos mecanismos baseado em TVC desviam o fluxo de
ar quente para as ASAS
AEROELÁSTICAS ATIVAS (AAW),
aumentando tremendamente sua capacidade de sustentação,
abreviando a decolagem ou proporcionando baixíssima velocidade
de pouso nas mais improváveis situações.
Asas Aeroelásticas
Ativas são asas flexíveis de menor
peso para sua melhor manobrabilidade.
Estão em teste na NASA
com um
F/A-18A. Tais asas possuem ângulo de incidência
variável.
Uma aeronave consegue pousar e
decolar em locais
inacessíveis com AAWs mais avançadas, multifacetadas,
tudo devido aos inéditos ângulos de
entrada e saída que, ao
máximo, permitem manter margem
de altura sobre obstáculos que impediriam o acesso de qualquer outro avião de
caça e
mesmo muitas pequenas aeronaves civis.
Estes sistemas
contarão com a
participação de controles de
vôo computadorizados digitais próprios e
seus respectivos códigos
de segurança.
Com tudo isso, o LA e
o MA terão
a revolucionária capacidade de pousar a
uma baixa velocidade de 80 nós, 148 km/h, ideal para a MB e as PISTAS DE DISPERSÃO,
como na Amazônia.
Com
o advento do Link-BR2 em 2009, a FAB passou a dispor de um protocolo de
enlace
de dados de alta qualidade, equiparável aos mais modernos
protocolos de
sistemas táticos de conexão em rede utilizados no mundo.
Desenvolvido pela Embraer, este protocolo permitiu a
viabilização de
um moderno sistema de intercâmbio de dados durante
operações da FAB, e
com a interoperabilidade junto à MB e o EB, em
operações conjuntas.
CAÇA
AVANÇADO DE LONGO ALCANCE (LA)
Para
chegar-se
ao CAÇA AVANÇADO
HIPERSÔNICO LA - F-1, próprio para
cenários de alta intensidade, e
com alcance acima de 10.000 km
(raio de ação de 4.750 km+), será muito mais interessante trabalhar-se conjuntamente
com Rússia, China e
Índia, dividindo-se custos e partilhando-se
novas tecnologias.
O avanço proporcionado pelo CAÇA AVANÇADO LA
será tão forte que
tornará obsoleto
até mesmo os atuais
AWACS, pois sua operação com data link trará enorme vantagem em qualquer frente por uma
força primária de
combate em rede (networked), tornando-a mais
empregável, letal e com maior
chance de sobrevivência.
Somente ele
terá uma inédita ARMA
DE PLASMA - PBW.
Sabe-se que um
hipersônico pode capturar o plasma que se forma naturalmente em
torno de sua fuselagem, quando voa a Mach 8. Este plasma será
então redirigido novamente por um sistema interno e será
usado como arma.
O LA será
o próprio C4SITAR.
Um avião hipersônico
voa a pelo
menos MACH 5 (6.130 km/h),
iniciando-se em Mach 4. O LA
voará a uma velocidade
máxima de Mach 10.
Até
2004 (ver abaixo o X-43
Hyper-X), o recorde de velocidade para uma aeronave a jato pertencia
ao avião espião Lockheed SR-71 Blackbird (long-range,
advanced, strategic reconnaissance aircraft), construído em
titânio nos anos 60.
O fantástico
Lockheed SR-71
Blackbird (Pássaro Negro).
O SR-71
cruzava a estratosfera em
Mach 3 (3.678 km/h), o triplo da Barreira
do
Som. O programa
SR-71 terminou em 1990, junto com a Guerra Fria. Mas 3 aeronaves foram
reativadas para testes e treinamento pela NASA até 1999.
Foi sucedido pelo misterioso e
fabuloso AURORA.
Modelo do Aurora.
Outra versão possível do Aurora.
Terceira
versão para o Aurora.
E mais um provável
desenho do Aurora.
Outra
seqüência do SR-71 bem
alienígena é o Exotic
Propulsion Aircraft. É
interessante conhecer as
outras Aeronaves
Misteriosas relacionadas
pela FAS.
Alguns projetos
atuais indicam como poderá ser o
CAÇA AVANÇADO
LA, o caça
hipersônico
do futuro. Como exemplos,
há
aeronaves civis e militares como
o HYPER
SOAR (EUA, Mach 10) o AVATAR
(Índia, Mach 8), o Tu-2000 (URSS,
Mach 6) e MiG-2000
(Rússia, Mach 5).
O Hyper Soar
voa a Mach 10 e a uma altitude de 60
km.
Já o X-43A
Hyper-X não-tripulado
da NASA (Agência Espacial
Americana) voou
em
16 de novembro de 2004 a 30 quilômetros
de altitude em Mach 10 (real a 9.6) - 12.260 km/h, um verdadeiro UAV hipersônico. Em dez
segundos de vôo experimental, conheceu-se a primeira
aeronave hipersônica do mundo.
Os 10 segundos de glória e
história do X-43A.
(Foto NASA)
A NASA
conseguiu com o Hyper-X vencer um grande desafio: a inspiração de ar dos motores
em um vôo hipersônico. Sua tecnologia
revolucionária promete
aumentar a capacidade de carga
e reduzir custos para os futuros veículos aéreos e espaciais.
Diferentemente
de um foguete, que necessita levar seu próprio oxigênio para combustão, um
motor com aspiração de ar pode sugar
o oxigênio da atmosfera. Assim,
pode transportar mais conteúdos
valiosos, como mísseis e superior eletrônica de bordo. Isso é o Scramjet.
O Hyper-X - X-43 - projeto vencedor da NASA.
(Arte NASA)
Dos anos 80
até 1993 a OKB MiG projetava um Interceptador
Distante, que seria um MDI - Multifunctional
Distant Interceptor -
denominado de PRODUCT
7.01 com 65 ton e alcance de
7 a 11 mil km,
intercontinental. Não há mais informações a
respeito.
Outro
conceito
importante diz respeito à fusão de asas e corpo de uma aeronave, como o que vem sendo
desenvolvido em parceria entre
a
NASA e a BOEING - PHANTOM WORKS com o BWB
(Blended Wing Body), que poderá concorrer
com o A-380-700 da AIRBUS,
avião para 600 passageiros.
A
maior versão do BWB transportará
800 passageiros (jogo de vida
ou morte para as 2 gigantes).
Arte do BWB Comercial para 800 passageiros.
O BWB
será, basicamente, uma "asa com barriga", com enorme vantagens no peso, em economia de
combustível e baixo
ruído. Terá versões militares, como as de
Transporte e REVO.
Um
BWB Militar da USAF como REVO.
A Phantom
Works também desenvolve o X-31 VECTOR (Vectoring ESTOL Control Tailless Operation Research), aeronave ESTOL com empuxo
vetorado. O
X-31 não tem cauda (tail-less).
Pode pousar com
40º de ângulo de ataque
automático e baixa velocidade de 100 nós
(185 km/h). O trem de pouso
frontal
é baixado logo após tocar o solo.
Trata-se de joint venture com a US
Navy, 2 Agências da República
Federal da Alemanha e outra gigante, a européia EADS
(European Aeronautic Defence and Space).
(Clique
na foto para
ver imagem gigante do Vector)
Teste de vôo do X-31 em
1º de março de 2003 com emprego
de ESTOL, ou Extremely Short Take-Off and Landing.
(Foto U.S. Navy
030301-M-9999A-001)
Um conceito futurístico e
revolucionário de aeronave é o do
HELIOS
(NASA), que voa com 66.000 células de energia
solar em uma asa maior que a do
Boeing 747 a até 100.000
pés (30.480 m), e com autonomia de até 6 meses.
A evolução
do Helios de 1975 (esquerda) a 2000 (direita).
CAÇA
AVANÇADO DE
MÉDIO ALCANCE (MA)
O CAÇA
AVANÇADO HIPERSÔNICO MA -
F-2, também é bastante útil para cenários de média e alta
intensidade (chegando antes
e operando sob o comando do LA), mas com alcance de 5.000 km (raio de ação de 2.300
km+). Também será
importante conseguir parceiros para o projeto.
O Brasil poderá
ainda escolher desenvolver sozinho
seus CAÇAS
AVANÇADOS LA e MA,
mas são projetos muito
caros e de difícil mercado para
um país de pouca tradição.
Com qualquer uma dessas
associações, o preço de cada aparelho (sem o desenvolvimento)
poderá ser muito menor
devido à escala, de US$ 50 milhões para o LA e US$ 30 milhões para o MA.
Desse modo, a encomenda de 650
aparelhos (250 LA e 400 MA para
FAB e MB) somente para o Brasil e mais a(s)
do(s) parceiro(s) já servirão para
garantir escala e a sua
continuidade no mercado internacional, demonstrando
total comprometimento com o sucesso do programa.
CAÇAS
DE 5ª GERAÇÃO
A extinta fantástica linha
de montagem do Furtivo F/A-22,
o único caça consideradode 5ª geração
do
mundo atual.
(Foto
Lockheed Martin)
MiG
MFI 1.42
Para a
necessidade de um caça de 5ª Geração com características STEALTH como o F-22 e com
capacidade de suplantar este, a MiG MAPO ainda
pode continuar
a desenvolver o MiG MFI
1.44, de Médio Alcance, e
que é STEALTHY, furtivo.
O 1.44 ora iria ser produzido,
ora não, ora serviria para demonstração de
tecnologia. MFI é a abreviatura de Front-Line Multirole Interceptor. A
OTAN o chama de Flatpack.
Existia ainda a possível denominação de MiG-35
para
ele, que acabou sendo usada para o MiG-29 OVT.
Visão frontal do protótipo do futuro MiG MAPO MFI 1.44.
(Arte Paralay.narod.ru)
Esquema do
futuro MiG MAPO MFI 1.42.
(Arte Paralay.narod.ru)
T-50 PAK FA
Mas o
caça de 5ª Geração que será realmente desenvolvido pela Rússia é o
T-50 PAK FA, para concorrer com
o JSF
americano e estando mais próximo do F/A-22. Sua produção deverá ter
início em 2010/12 e a Índia já associou-se ao projeto.
Deverão ser construídas 1.000 unidades pela Sukhoi e a
RAC MiG somente para a Rússia, a um preço estimado em US$
30 milhões cada. Construído com materiais compostos, o
PAK FA será furtivo e terá supercruzeiro.
Arte conceitual do PAK FA
baseada no Su-47 Berkut.
(Arte Bureau Sukhoi)
Será um
caça médio de 20.000 kg e com raio de ação de 1.200 km, capaz de decolar de
curtas distâncias, o que o faz ideal para
operar na AMAZÔNIA
e embarcado pela MB, utilizando
o método STOBAR com ou sem o uso de
rampa ski jump. Terá 2 motores Lyulka Al-41
de
17-18 ton de empuxe.
A mais recente
concepção artística do T-50 PAK FA.
O Brasil poderia e até
deveria participar no desenvolvimento do PAK FA
(Perspektivnyi Aviatsionnyi Kompleks
Frontovoy Aviatsii - Sistema
Aéreo Futuro para Forças Aéreas Táticas), como constava na proposta
russa
ao Projeto FX-2
da FAB.
Uma
interessante opção seria uma parceria com a China através da Embraer (com
fábrica na China em
associação local). Os chineses desenvolvem
um caça furtivo com
capacidade de supercruzeiro e
alcance de 3.500 km, conhecido como J-12 (para
concorrer com o F/A-22). Existe ainda o J-10
(contrapartida do F-35).
Protótipo do J-12.
Outra alternativa semelhante seria
o F-26 STALMA
(Short Takeoff Advanced
Light Multi-role Aircraft) da empresa americana Stavatti Corporation, que afirma
poder ter seus primeiros
protótipos voando em 2005.
Arte do F-26 STALMA, que lembra o
Berkut, e com características do F-22.
(Arte Stavatti Co.)
SU-47 BERKUT - O
ÁGUIA DOURADA
O Berkut /
Águia Dourada (Su-47).
(Arte Bureau Sukhoi)
O surgimento do Su-47 Berkut causou um profundo
impacto em todas
as
forças aéreas e indústrias aeronáuticas do
mundo ocidental.
Detalhes do Berkut / Águia Dourada Su-47.
(Arte Bureau
Sukhoi)
Nada semelhante
existia
antes e assim permanecerá por um bom tempo. No
início, possuía a denominação de S-37. Depois,
passou a atender
por Su-47.
Sua tecnologia era a de um demonstrador de
tecnologia e
foi utilizada no T-50 PAK FA.