O DEFESA BR
é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um
conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
INTRODUÇÃO
O Brasil tem
há muitos o
Programa FX-2, com o qual pretende reequipar
e renovar a
Aviação
de Caça da Força
Aérea Brasileira (FAB).
(Clique
na foto para imagem gigante do primeiro Su-35BM)
O modelo 901
é o primeiro Su-35BM da história e realizou seu vôo
inaugural em
21 de fevereiro de 2008. Notar a retirada
dos canards. Ele já tem as novas
turbinas 117C. BM = Bolshaya
Modernizatsiya – Grande Modernização.
(Foto Sukhoi Design Bureau - JSC)
Em uma primeira fase, ele deverai
selecionar e importar uma pequena
quantidade de um caça de Quarta Geração, havendo
no seu início cinco candidatos finalistas, tendo
os
russos e o consórcio europeu sido desclassificados no final de
2008 e voltado em fevereiro de 2009.
Desde o dia 4 de
fevereiro de 2009, havia 5 finalistas no FX-2:
Já a
versão Su-35BM
/ T-10BM
(originada no Su-37) do Flanker, visou preencher a lacuna entre a
4ª+
Geração do
Su-27SM em serviço hoje na Rússia e o PAK-FA, de 5ª
Geração em
final de desenvolvimento. Assim, Su-35BM é designado como
caça de
4ª ++ Geração,
juntamente com o novo MiG-35.
Já a chamada short list teve apenas
três candidatos:
O primeiro vôo do
Su-35BM
ocorreu
em 19 de fevereiro de 2008.
Já o T-50 PAK FA é o
furtivo caça furtivo de superioridade aérea de 5ª Geração do famoso
escritório russo de projetos aeronáuticos
Sukhoi.
Este teria sido o caça
ideal para a segunda fase do Projeto FX-2. Trata-se do sonho dos
pilotos militares de todo o mundo, pois é o sucessor natural da
poderosa FAMÍLIA
FLANKER, e concorrente direto do famoso caça furtivo F-22 americano. O primeiro voo de seu
protótipo ocorreu em 29 de janeiro de 2010.
VÍDEO
- PRIMEIRO VÔO DO T-50 PAK FA (01:15 MIN)
O primeiro vôo do
PAK FA ocorreu
em 29 de janeiro de 2010.
A primeira fase do FX-2
teria a previsão de compra de
somente 36 aeronaves. Já a segunda fase teria o objetivo de
montagem no Brasil sob licença, de mais
84 aeronaves, vindo a totalizar 120
aeronaves de interceptação. Este é um quantitativo
perseguido pela FAB desde os anos 90.
Uma
aquisição menor
que essa não ensejará montagem local nem poderá
contar com plena transferência de tecnologia. Mesmo um total de
120 unidades
produzidas aqui sob licença não garantirão
transferência de tecnologia atualizada, isso é muito
improvável de acontecer.
Nos
ensinava João
Verdi (presidente da
Avibrás, que desapareceu em
viagem de helicóptero em janeiro de 2008) que é preciso
evitar essas famosas aquisições condicionadas à
transferência de tecnologia, pois nenhuma empresa de Defesa do
mundo irá transferir tecnologia atualizada e de ponta para um
país dito emergente.
Um país que não investe em seu próprio PD&I
não vai a lugar algum. Já as
parcerias maduras de desenvolvimento são bem-vindas.
Os aviões de combate
de 5ª
Geração, além de invisíveis ao radar,
também são capazes de atingir velocidade
supersônica sem usar
pós-combustão
(usando então meia potência do motor), o que reduz o gasto
de combustível, amplia o raio de ação e diminui o
tempo de engajamento do inimigo.
Em abril de 2011, houve um encontro do
Grupo BRICS na China que marcou o início da busca por um
alinhamento estratégico e industrial-militar.
Ao mesmo tempo em que o Brasil precisava evitar construir maiores
laços industriais-militares com os países da aventureira
OTAN, também desejava estreitar os laços
estratégicos com os outros BRICSs, contraponto da primeira.
Nesse sentido, a presidente Dilma Rousseff passou a se interessar por
tomar uma decisão pelos caças russos (Su-35BM &
T-50), o que representaria o fim do FX-2 sem um FX-3.
(Clique na arte abaixo
para
ampliação)
Modelos do T-50 PAK FA e do Su-35BM, respectivamente.
(Arte Flankerman)
O ADVENTO DO PAK FA
O programa PAK FApartiu
da união de esforços de seu desenvolvedor, a
Rússia e mais a Índia. A
presença brasileira no programa levaria a uma versão
voltada ao
mercado internacional, com
suíte ocidental,
diferenciada da do modelo russo.
Mais uma
concepção artística do T-50 PAK
FA.
Em 12 de dezembro de 2007, a revista ASAS
publicou matéria afirmando que a
Rússia teria oferecido ao Brasil a possibilidade de tornar-se
parceiro do Programa PAK FA.
A oferta teria ocorrido durante a visita
de uma delegação governamental russa, ligada à
indústria de Defesa, ao Brasil, ocorrida 2 semanas antes.
Em 2007, a Índia
assinou um protocolo com a Rússia, tornando-se a primeira
parceira internacional desse programa avançado e dispendioso.
Em 15 de abril de 2008, os governos do
Brasil e da Rússia anunciaram terem assinado,
em Brasília, memorando de
entendimento de cooperação para o lançamento de
satélites, construção de foguetes e o
desenvolvimento conjunto do Caça Furtivo de
5ª
Geração T-50 PAK FA.
Com a derrocada do
Su-35BM no FX-2, na short
list divulgada em 1º de
outubro de 2008, essa
cooperação havia se tornado
inviável, mas o seu cancelamento nunca foi
oficialmente comunicado.
O ministro Jobim participou do programa
Bom Dia Ministro, no dia 5 de
fevereiro de 2009, quando anunciou duas novidades: a volta do Su-35 e
do Eurofighter europeu ao FX-2 e o interesse nacional pelo
desenvolvimento de um caça de 5ª Geração.
Este seria criado pela Embraer junto com a empresa vencedora do FX-2.
Isso comprovaria que o Brasil estava mesmo fora do PAK FA russo.
De acordo com Felipe Salles na
época, em
seu Base
Militar:
"para a indústria
aeroespacial
brasileira, que, por diversas razões perdeu o trem no caso dos
aviões de caça europeus, esta pode ser uma oportunidade
rara e muito interessante".
A tecnologia desenvolvida para o PAK FA será
no estado da arte, e poderia servir como alavanca para nos
capacitar nas
próximas décadas para mantermos a liderança
conquistada pelos eficientes EMB170/190 no mercado comercial civil, a
exemplo do AMX nos anos 80.
Caça Furtivo de 5ª
Geração T-50 PAK FA
A Embraer tem muitas habilidades
técnicas que a distinguem e
pavimentam seu caminho de sucesso até o ponto em que ela se
encontra hoje. Uma destas, é justamente seu know-how de vendas e
de suporte pós-vendas.
Imagine-se um caça de 5ª Geração nascendo com
encomendas de várias centenas de unidades já garantidas,
unindo:
a alta tecnologia dos
russos;
o domínio de software
indiano; com
a atenção a
clientes alinhada com
os melhores padrões de
serviço da indústria ocidental, amplamente dominados
pelos brasileiros.
Esta seria uma combinação inédita das
melhores características de parte de um grupo notável de
países chamados pelos analistas econômicos internacionais
como BRICS (Brasil-Russia-Índia-China-África do Sul).
Foi uma janela única se abrindo à frente do Brasil, que pode ter deixado de participar
do desenvolvimento
do PAK FA no acordo firmado com os russos, que
também
abrangia o desenvolvimento aeronáutico e
aeroespacial (veja em ALIANÇAS).
Com essa parceria, nosso PD&I só teria tido a ganhar.
O Brasil não
irá a lugar algum apenas pensando
em pequenas aquisições condicionadas à uma
improvável e fantasiosa transferência de
tecnologia. Somente alcançará seus
objetivos
se abrir os olhos para reais parcerias de
desenvolvimento, caminhando aí sim
para obter tecnologia própria no futuro.
Com a
adesão do Brasil em 2008,
Brasil, Índia e Rússia poderiam ter se unido
no
desenvolvimento conjunto do futuro Caça
Furtivo PAK FA BIR.
O caça de 5ª
Geração seria então
desenvolvido pelas empresas Sukhoi russa, Hindustan Aeronautics Limited
indiana e a Combaer brasileira.
A Combaer
vinha a ser um termo usado pelo governo na época para designar a
união das "Companhias Brasileiras de Aeronáutica" no
projeto, que
seriam a Embraer e
a Avibras.
O acordo com os russos previa que essas empresas se associassem como
as responsáveis pela montagem dos caças no Brasil.
Essa produção ocorreria em um
patamar muito superior ao do eterno paradigma de 120 aeronaves para a
FAB. Não há informações sobre a escala de
produção que o governo pretendia para o PAK FA no Brasil.
(Clique na arte abaixo
para
ampliação)
Divesos ângulos de um possível
T-50
PAK FA.
(Arte Rustam)
Todo
o processo
de desenvolvimento conduzido por
Rússia,
Índia e Brasil custaria algo como US$ 20
bilhões.
Caso o Brasil participasse com 20 % do programa, teria de dispor de
um
valor próximo a US$ 4 bilhões, mais o custo da
aquisição
das aeronaves. Tudo isso seria recuperado depois nas vendas externas.
O preço
unitário
ao mercado seria de US$ 80 milhões, aproximadamente. Uma
produção local de cada 100 aeronaves
custaria ao governo US$ 8 bilhões, no início. Quantidades
maiores aqui e nos parceiros gerariam maior escala e grande
redução de custos.
Caso um dia o contrato ainda venha a ser fechado, a discussão
passará a ser se haverá dois modelos diferentes do PAK FA
ou
apenas um. Especula-se que
possa haver 2 modelos de PAK FA, um pesado e
outro médio.
O primeiro modelo teria 2 turbinas e pesaria 30.000
kg,
para uso da Rússia, devido às suas elevadas
dimensões continentais, mesmo caso de Brasil e
Índia.
O segundo modelo contaria com somente 1 turbina e teria somente
20.000 kg, para exportação à maioria dos
países, todos de reduzidas dimensões geográficas.
Esse modelo menor poderia ter uma versão naval,
embarcável em NAes, o que seria bsatante útil à
Marinha do
Brasil.
A CAPACIDADE
DO PAK FA
O PAK FA
deverá entrar
em operação na Rússia em 2015, tendo o
seu protótipo feito o primeiro vôo em 2009.
Sucessor
natural da Família
Flanker,
o novo caça russo
poderá realizar missões tanto
táticas quanto estratégicas, percorrendo grandes
distâncias a velocidade supersônica, e recebendo
múltiplos REVOs em
qualquer ponto da Terra. Será
automatizado com novos sistemas inteligentes.
Concepção
artística do Caça
Furtivo de 5ª Geração T-50 PAK FA.
O projeto PAK
FA é a
iniciativa russa de
construir um caça de 5ª Geração que envolve
as
três maiores
fabricantes russas: Mikoyan, Yakovlev e Sukhoi. Ele vem
sendo desenvolvido desde 2002 pelo
escritório de projetos "Bureau
Sukhoi" com estreita participação indiana.
Sabe-se que o PAK
FA (Perspektivnyi Aviatsionnyi Kompleks Frontovoi Aviatsyi -
Future Air Complex for Tactical Air Forces - Complexo Aéreo Futuro para Forças
Aéreas Táticas
- contrapartida do JSF)
O PAK FA será um puro
caça furtivo multimissão de 5ª
Geração, que terá um
ação de 1.200 km.
Poderá
ser superior ao F-35
Lightning II americano, o JSF, e pretende ser
tão invisível quanto o F-22, com
baixíssima Assinatura Radar, ou RCS.
Além do mais, deverá operar um
potente radar AESA,
de escaneamento eletrônico.
Ainda haverá decisões
sobre
sistemas e armamentos, podendo-se contar com a incomparável
família de Mísseis
russos. Uma versão brasileira poderia contar com
sistemas
da ELBIT e ainda com o novo míssil ar-ar
de curto alcance (WVR)
A-Darter,
além de uma suíte ocidental,
diferenciada da do modelo russo.
O futuro caça PAK FA deveria usar 2
turbinas AL-41F, mas parece já
contar
com outro motor em avançado desenvolvimento, que é o
turbojato agora chamado de 117C
(ex-AL-41F1) também da NPO-SATURN.
Trata-se
de uma
modernização do motor AL-31F instalado nas versões
anteriores das aeronaves Sukhoi Su-27 e Su-30.
Turbina 117C da NPO Saturn.
(Foto Catyph)
O novo turbojato combina a
experiência com o AL-31F
com novas tecnologias obtidas durante anos no
desenvolvimento do motor AL-41F. Comparado com o AL-31F (de
12.410 kg de potência), o 117C
tem sua potência aumentada em
pouco
mais de 2 ton para 14.500 kg, e incorpora uma entrada de ar maior, um
sistema de vetoração de empuxo e um sistema de controle
de vôo digital.
O pesado
uso de compostos de carbono na estrutura do PAK FA permitirá
que tenha peso reduzido.
Espera-se
que ele tenha melhor desempenho, com melhor aceleração,
maior velocidade de cruzeiro e alcance. Os novos motores permitirão
ao T-50 operar em pistas
curtas, de 300 a 400 m de extensão.
Com o 117C, o PAK FA não precisará usar o
pós-combustor para decolar, acelerar, subir e fazer curva e
melhora a capacidade de supercruzeiro. Uma dupla de 117C
dará ao T-50 velocidade
supersônica de cruzeiro, sem uso de pós-combustão.
Os fabricantes já produziram cinco protótipos do 117C,
que foram testados com sucesso em caças Su-27LL
e Su-30. Baseado nos resultados desses testes, os projetistas
melhoraram o fluxo de ar no motor e o sistema de controle.
Acredita-se mesmo que o
Su-35BM
também contará agora com os novíssimos motores 117C de 14.500 kg, que foram
desenvolvidos e já foram
testados em 2007 para o advento do PAK FA.
Essa teoria foi provada com o vídeo abaixo.
VÍDEO
- O NOVO MOTOR DO SU-35BM (01:26 MIN)
O Su-35
também conta com dois novíssimos motores
117C de
14.500 kg da NPO Saturn, com novo
sistema de controle digital, e
passa a ser o
caça mais
manobrável da atualidade.
CARACTERÍSTICAS
ESTIMADAS DO PAKA FA
GERAIS
Tripulação: 1 (piloto)
Comprimento: 22.0 m (72 pés²,
2 dentro)
Envergadura: 14.2 m (46 pés, 7
dentro)
Altura: 6.05 m (19 pés, 10
dentro)
Área da asa: 78,8 m² (848
pés²)
Peso vazio: 18.500 kg (40.786 lb)
Peso carregado: 26.000 kg (57.320 lb)
Combustível: 10.000 kg (22.046
lb)
Carga útil: 7.500 kg (16.535 lb)
Peso máximo de decolagem: 37.000
kg (81.571 lb)
Motorização: 2 x
Turbofans Saturn-Lyulka AL-41F (ou 2 x 117C) Empuxo
seco: 9.800 kgf (21.605 lbf) cada Empuxo
com pós-combustão: 15.500 kgf (34.172 lbf) cada
DESEMPENHO
Velocidade máxima: Mach 2.5 na
altura (2.527 km/h, 1.586 mph)
Limites de carga G: +10 a +11
pés/s²
Velocidade do cruzeiro: 1.300 km/h
(807.8 mph)
Alcance: 4.000 a 5.500 km (2.485 a
3.418 mi)
Alcance Supersônico: 2.500 km
(1.553 mi)
Teto de serviço: 20.000 m
(65.617 pés)
Taxa da subida: 350 m/s (68.898
pés/min)
Carregamento da asa: 470 kg/m²
(96.3 lb/pé²)
Razão Máxima
de Aceleração/Peso: 0.84 (seco, sem afterburner)
Razão Mínima de
Aceleração/ Peso: 1.19 (com afterburner)
Exigência de comprimento da pista
de decolagem: 350 m (1.148
pés)
Resistência de vôo: 3,3
horas (198 minutos)
ARMAMENTO
2 canhões internos de 30
milímetros e 8 pontos duros sob as asas (sendo 4 em
cada lado do avião), mais dois pontos duros em baixo da
fuselagem entre as turbinas.
R-77 Adder
FAB500
AVIÔNICOS
Radar: N050(?)BRLS AFAR/AESA Freqüência:
3 mm (0,118 dentro) Diâmetro:
0,7 m (2 pés, 4 dentro) Alvos:
32 seguidos, 8 travados Alcance:
400 km (248 mi) EPR:
3 m² (32 pés²) a 160 km (99.4 mi) RCS:
0.01 m² a 90 km (55 mi) Azimuth:
+/-70°, +90/-50° Potência:
4.000 W Peso:
65 a 80 kg (143 a 176 lb)
(Clique
na arte abaixo para ampliação)
Uma recente
concepção artística do
T-50 PAK FA BIR.
(Arte Sukhoi Design
Bureau - JSC)
Uma
concepção artística do T-50 PAK
FA surgida em 2009.
(Clique nas artes abaixo
para
imagens gigantes do T-50)
Outra concepção
artística do T-50 PAK
FA em 5 artes
surgidas em 2009, da autoria de Aleksander Dultsev.
(Artes duler.ru)