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Força Aérea Brasileira  -  FAB

Meios Disponíveis e Futuros

    

QUADRO DE CAÇAS DE

SUPERIORIDADE AÉREA

DA FAB PARA 2027



FAB



T-50

T-50 PAK FA BIR



INTRODUÇÃO

NOVAS BASES NA AMAZÔNIA

QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2025

NÍVEIS DE PRONTIDÃO

PISTAS DE DISPERSÃO

SISTEMAS DE DESIGNAÇÃO - SUGESTÃO

FONTES & LINKS


O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


Em 2013, dos 122 (!) pretensos aviões de combate da FAB, em condição de voar, figuravam os 12 Mirage 2000, 57 F-5 sendo reformados os últimos 11, além de 53 AMX em serviço.


Essa frota rarefeita dava um aparelho para cada 70 mil km2 do território nacional, em relação a uma concentração 12 vezes maior no Peru e na Venezuela. Mas esse pesadelo terá que acabar um dia, se não for tarde demais.


Na simulação do DEFESA BR, a FAB disporá em 2027 de um quantitativo nada modesto de 1.200 CAÇAS de Novas Gerações para a Defesa Aérea do país.


Eles
atuarão com o fundamental apoio de Aeronaves de Inteligência de CombateOperarão centrados em rede, havendo enlace de dados (datalink), com transmissão e recepção de dados entre eles e as bases.


Quanto a uma comparação de quantitativo de caças com os EUA, somente a USAF costuma dispõe de aproximadamente 2.400 aeronaves de combate
, que estão sendo substituídas aos poucos pelos NOVOS F-35 Lightning II.


A isso acima, some-se ainda a U.S. Navy e a USMC, com milhares de outras aeronaves de combate de diversos tipos. Só a U. S. Navy conta com algo como 494 F/A-18 E/F em seus Navios-Aeródromos.


Em 2027, a função primordial da Força Aérea Brasileira será a de Defesa Aérea do país e terá deixado muitas outras, como a de administração de aeroportos civis, o conturbado controle aéreo e o transporte de autoridades que não somente o Presidente da República.


Será fundamental investir em aeronaves inteligentes de combate como os atuais R 99, foram criados com o objetivo de emprego em missões de inteligência ISR no SIPAM - Sistema de Proteção da Amazônia.


Seu principal equipamento é o radar Ericsson OS-890 ERIEYE, um compacto sistema de missão capaz de detectar um grande número de alvos a até 500 km de distância em uma abertura de 360º.




VÍDEO - R 99 A + R 99 B + A-29 (03:47 MIN)





Já o alcance dos radares das aeronaves de caça costuma ser bastante inferior, o que demonstra a importância vital de ter-se aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle no ambiente moderno de combate aéreo. O R 99 A é capaz de pode apoiar até 40 caças, simultaneamente.



ALCANCE DE RADAR
PARA RCS PADRÃO
DA FAB DE 5 M2 :



 AERONAVES
KM
R 99 A
360
F-5 M
74
Su-35
190
Rafale
130
F-16 C
120
F/A-18 E/F
210



EMB 145 AEW&C - Arte

R 99 A - o EMB 145 AEW&C da EMBRAER.
(Arte Divulgação da Embraer)



Na presente simulação, até 2027, haverá 60 unidades de novas aeronaves de inteligência de combate baseadas no EMBRAER 195 com C4ISR, sendo 40 para as fronteiras e 20 para o litoral. Cada R 195 poderia apoiar até 40 caças.


Porém, para maior eficácia, cada um deverá apoiar somente 20 da Força de 1.200 caças
de ALTA INTENSIDADE do quadro abaixo. Tal configuração poderá representar uma multiplicação de valores desta Força.



QUADRO PREVISTO DE
AERONAVES C4ISR

DA FAB EM 2027


AERONAVE 
FUNÇÕES
MISSÃO
QUANT
ACUM
R 195 da Embraer
RECONHECIMENTO AÉREO E SENSORIAMENTO REMOTO TERRESTRE
C4ISR
AMAZÔNIA
40
40
P 195 da Embraer RECONHECIMENTO
AÉREO E PATRULHAMENTO
MARÍTIMO
C4ISR
LITORAL
20
60



As plataformas dos EMBRAER 195, configurados para terem autonomia de 7.700 km (superior à extensão costeira do Brasil), já estão desde disponíveis em 2006. Assim, a autonomia da versão comercial, de 4.260 km, será expandida em 80 %, como no caso do P 99 (um ERJ 145).


Para uma ideal distribuição destes aviões pelo País, serão utilizadas 8 Bases Aéreas (Canoas, Santa Cruz, Fortaleza, Anápolis, Cuiabá, Belém, Manaus e Porto Velho).




QUADRO DE R E P 195 DA FAB PARA 2027

A) AMAZÔNIA - 3 BASES AÉREAS



COMANDOS AÉREOS
BASES
P 195
R 195
I COMAR


Belém (BABE-PA)
5
5
VII COMAR


Manaus
(BAMN-AM)
-
10
Porto Velho (BAPV-RN) -
5



TOTAL
5
20



QUADRO DE R 195 DA FAB PARA 2027

B) FORA DA AMAZÔNIA - 5 BASES AÉREAS
(ANÁPOLIS E CUIABÁ APÓIAM NORTE E SUL)



COMANDOS AÉREOS
BASES
P 195
R 195
II COMAR


Fortaleza (BAFZ-CE)  - LITORAL
5
-
III COMAR


Santa Cruz (BASC-RJ) - LITORAL 5
-
V COMAR


Canoas (BACO-RS) - LITORAL 5
-
VI COMAR


Anápolis (BAAN-GO)

10
Cuiabá (BACB-MT)

10



TOTAL
15
20
  
 



QUANTITATIVO DE CAÇAS
PARA SUPERIORIDADE
AÉREA DA FAB PARA 2027



CENÁRIO / AERONAVE

MISSÃO
QUANT
ACUM
CAÇA AVANÇADO LONGO ALCANCE (2019)
Multimisão em
Alta Intensidade
300
300
CAÇA RAFALE F3 (2015)
Multimisão em
Alta Intensidade
150
450
CAÇA AVANÇADO MÉDIO  ALCANCE (2019)  Multimisão em
Alta Intensidade
450
900
UCAV (2016) Multimisão em
Alta Intensidade
300
1.200





MAPA DO BRASIL



(Clique no mapa acima para ampliação)




NOVAS BASES NA AMAZÔNIA


Em maio de 2004, a FAB anunciou a construção de mais duas Bases Aéreas na região amazônica, em Eirunepé (AM) e Vilhena (RO).


Com mais essas duas Bases, a Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou o processo de fechamento do arco de proteção das fronteiras com a Colômbia, Peru e Bolívia, três grandes preocupações do Ministério da Defesa. 



As novas Bases Aéreas próximas às fronteiras também servirão como elemento de dissuasão contra as constantes invasões de aeronaves do tráfico de drogas.


O governo federal decidiu transformar a AMAZÔNIA em sua prioridade em termos de defesa e de segurança nacional. Para lá, estão sendo transferidas unidades militares que antes estavam localizadas no litoral ou no Cone Sul, traçando, assim, um novo planejamento estratégico, onde a atenção principal é a fronteira terrestre amazônica do Brasil.


O PROGRAMA CALHA NORTE (PCN), que começou a ser implantado nos anos 80, passou a ser expandido para novas regiões para formarem um cinturão nas fronteiras norte e noroeste do país.


PCN



A Amazônia já contava com as Bases Aéreas de Boa Vista (RR - BABV), Manaus (AM - BAMN), Porto Velho (RO - BAPV) e Belém (PA - BABE) e, por último, foi construída a Base Aérea de Uaupés, em São Gabriel da Cachoeira (AM).


Continuam sendo previstas ainda as Bases Aéreas de Cachimbo (PA), de Cuiabá (MT) e Macapá (AP). Cada uma tem custo estimado em R$ 150 milhões.




(Clique na imagem abaixo para ampliação)

Mapa-Mundi (1999)

Mapa-Mundi de 1999.




NOVAS BASES NA AMAZÔNIA


     g   São Gabriel da Cachoeira (AM - inaugurada em 23 de maio de 2005),

     g   Eirunepé (AM),

     g   Vilhena (RO),

     g   Cachimbo (PA - em construção / CPBV - Campo de Provas Brigadeiro Veloso),

     g   Cuiabá (MT), e

     g   Macapá (AP).


Todas essas cidades escolhidas pela FAB na Amazônia para a construção das novas unidades respondem a dois critérios básicos: a proximidade estratégica com a fronteira seca oeste e a existência de instalações do Sistema de Proteção da Amazônia (
SIPAM)



Amazônia - Pico da Neblina

Amazônia - Vista a partir do Pico da Neblina.
(Foto EB)



A estratégia da FAB é fazer um rodízio de aeronaves entre as bases, de forma que não se saberá que aviões e helicópteros estarão onde, em que data e executando que tipo de missão.


Dessa forma, em duas horas, qualquer aeronave chegará ao ponto devido, mesmo que esteja o mais longe possível daquela Base onde ela deverá operar, protegendo a fronteira, desde a Guiana Francesa até a Bolívia.



O que a FAB chama de “arrumação da fronteira” prosseguirá com a construção de novas Bases Aéreas em Cascavel (PR), Santa Vitória do Palmar, na ponta do Rio Grande do Sul, fronteira com o Uruguai e em Caravelas (BA). As Bases se juntarão às unidades de Santa Maria (RS) e Campo Grande (MS). 



T-50 PAK FA

Concepção artística do Caça Furtivo de 5ª Geração T-50 PAK FA.



Em outubro de 2007, foi noticiado que o governo brasileiro já estava delimitando uma área na região da tríplice fronteira de Brasil, Guiana e Venezuela, e já estaria operando de forma experimental uma pista de operações na Amazônia, na Aldeia Caramambataí, localizada em um planalto a 1,2 mil m de altitude, no norte de Rondônia.


A pista fica em área estratégica, distante 6 km do território venezuelano e, na direção oposta, a outros 6,5 km da fronteira com a Guiana. O ministro Jobim defendeu a tese de que a "blindagem da Amazônia é prioritária e deve ser feita a curto prazo".


Em maio de 2009, foi noticiado que o MD e a FAB instalariam em Cáceres (MT) uma Base Aérea, com apoio do governo de Mato Grosso, que era um dos únicos estados do Brasil a não dispor de uma. O estado tem 1,1 mil km de fronteira, sendo 700 em fronteira seca, e seu território equivale a mais de 10% do território nacional.


Cáceres tem uma posição estratégica privilegiada, à montante do Pantanal, próxima aos maiores núcleos urbanos do MT, assim como uma localização central em termos da fronteira a ser vigiada, dispondo de uma pista asfaltada de 1.850 x 30 metros, capaz de operar aeronaves do porte do Boeing 737, prontinho para uso imediato.





QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2027


A FAB será nossa principal garantia de Defesa do país e da AMAZÔNIA VERDE e precisará estar à altura de enfrentar quem tente alienar o "pulmão" e qualquer riqueza do território nacional, inclusive os da outra Amazônia, chamada de AMAZÔNIA AZUL, a Área Marítima Jurisdicional. Deverá estar capacitada a defender as  DUAS AMAZÔNIAS, simultaneamente.



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte da MB)



A FAB disporá seus Esquadrões de caça em pelo menos 18 Bases Aéreas estrategicamente dispersas pelo País, principalmente pela Amazônia. 


Tais bases não terão mais unidades baseadas em termos permanentes. A maioria operará como base de desdobramento, operando destacamentos de unidades da região, mesmo a nível de esquadrilha e, eventualmente, abrigando e apoiando aeronaves de outras unidades, durante seus deslocamentos na e para a Amazônia ou outras regiões.



R 99 A na Amazônia

Embraer EMB-145 SA R 99 A na Amazônia.
(Foto Embraer)



Em tempo de guerra, destas bases alcança-se um nível de dispersão muito maior, espalhando-se por dezenas de pistas escondidas e já sendo preparadas em todas as regiões do país, mas sempre com ênfase na Amazônia.


Cada esquadrão terá 16 aeronaves, dividindo-se em 4 esquadrilhas de 2 elementos com 2 aviões cada, e poderá operar em constante dispersão pelas diversas bases.


As diversas Bases Aéreas encontram-se agrupadas dentro dos Comandos Aéreos Regionais (COMAR), que respondem ao Comando Geral do Ar (COMGAR), o qual é o responsável pelo preparo e emprego da Força.


Ele detém os principais meios aéreos e, em conseqüência, responsabiliza-se pela execução das Ações Militares Aeroespaciais do Comando da Aeronáutica.


As sedes desses COMAR são, por ordem numérica:

     g   I COMAR - Belém (PA),

     g   II COMAR - Recife (PE),

     g  
III COMAR - Rio de Janeiro (RJ),

     g   IV COMAR - São Paulo (SP),

     g  
V COMAR - Porto Alegre (RS)
 
     g  
VI COMAR - Brasília (DF), e

     g  
VII COMAR - Manaus (AM).



(Clique na imagem abaixo para ampliação)


Mapa com a distribuição territorial dos sete Comandos Aéreos
Regionais da Força Aérea Brasileira e dos quatro CINDACTAs.
(Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo).
(Arte Leandro Maldonado, originalmente no site
MILAVIA. Publicado com autorização do autor)



QUANTITATIVO DE CAÇAS
PARA SUPERIORIDADE
AÉREA DA FAB PARA 2027



CENÁRIO / AERONAVE

MISSÃO
QUANT
ACUM
CAÇA AVANÇADO LONGO ALCANCE (2019)
Multimisão em
Alta Intensidade
300
300
CAÇA RAFALE F3 (2015)
Multimisão em
Alta Intensidade
150
450
CAÇA AVANÇADO MÉDIO  ALCANCE (2019)  Multimisão em
Alta Intensidade
450
900
UCAV (2016) Multimisão em
Alta Intensidade
300
1.200




FAB



QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2027

A) AMAZÔNIA - 9 BASES AÉREAS



COMANDOS AÉREOS
BASES
CAÇA
AVANÇADO
LA
CAÇA
AVANÇADO
MA
RAFALE
F3

UCAV 
TOTAL
I COMAR





Belém (BABE-PA)
20
30
10
10
70
Cachimbo
(BACH-PA)
10
10
5 20
45
Macapá
(BAMP-AP)
10
40
5
20
75
VII COMAR





Manaus
(BAMN-AM)
30
40
10
20
100
Porto Velho (BAPV-RN)
20
35
5
40
100
Boa Vista (BABV-RR)
10
30
5
20
65
São Gabriel da Cachoeira
(BASG-AM)

10

20

5

20

55
Eirunepé
(BASEI-AM)
10
25
-
10
45
Vilhena
(BAVI-RO)
10
20
5
10
45






TOTAL
130
250
50
170
600



QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2027

B) FORA DA AMAZÔNIA - 9 BASES AÉREAS



COMANDOS AÉREOS
BASES
CAÇA
AVANÇADO
LA
CAÇA
AVANÇADO
MA
RAFALE F3
UCAV  
TOTAL
II COMAR





Salvador (BASV-BA)
10
20
10
10
50
Fortaleza (BAFZ-CE)
10
20
10
10
50
III COMAR





Santa Cruz (BASC-RJ)
40
30
10
20
100
IV COMAR





Santos (BAST-SP)
10
10
10
10
40
Campo Grande (BACG-MS)
10
20
20
10
60
V COMAR





Canoas (BACO-RS)
20
20
10
10
60
Santa Maria (BASM-RS)
20
20
10
10
60
VI COMAR





Anápolis (BAAN-GO)
40
30
10
20
100
Cuiabá (BACB-MT)
10
30
10
30
80






TOTAL
170
200
100
130
600
  
 

As Bases Aéreas mais importantes serão as de Anápolis, Cuiabá, Santa Cruz, Belém, Manaus, Macapá e Porto Velho, não importando a distribuição quantitativa acima.


Na média, as 9 Bases Aéreas da Amazônia disporão de 600 aeronaves e as demais 9 Bases fora da Amazônia terão os outros 600 caças.



1º GDA



Incentivar-se-á bastante dispersão, evitando-se um quantitativo grande e variado para cada Base (que nunca será fixa dos Esquadrões), sendo que somente as 7 bases acima mencionadas poderão manter inventários de até 100 aeronaves.


Futuramente, para diluir ainda mais as concentrações, outras Bases poderão ser acrescentadas ao quadro acima, como as de Guarulhos (SP), Pirassununga (SP), Galeão (RJ), Afonsos (RJ), Belo Horizonte (MG), Barbacena (MG), Florianópolis (SC), Recife (PE) e Rio Branco (AC).


Também serão consideradas as futuras Bases Aéreas de Cascavel (PR), Santa Vitória do Palmar (RS) e Caravelas (BA). Seriam 18 +12 = 30 Bases Aéreas distribuídas pelo país. 




(Clique na figura abaixo para ampliação)


F-1

Caça Avançado Hipersônico de Longo Alcance - F-1.

(Arte Edilson Moura Pinto para o DEFESA BR)



QUADRO ESTRUTURAL DA FAB EM 2009


COMANDO
ALA
UNIDADE
CALLSIGN
BASE AÉREA
AERONAVES


I FAE

5º GAv

1º/5º GAv
Rumba
Fortaleza - CE
C-95
2º/5º GAv
Joker
Natal - RN
A-29 A/B
11º GAv
1º/11º GAv
Gavião
Santos - SP
UH-50









II FAE












7º GAv



1º/7º GAv
Orungan
Salvador - BA
P-95B
2º/7º GAv Phoenix Florianópolis -SC
P-95B
3º/7º GAv
Netuno
Belém - PA
P-95A
4º/7º GAv
Cardeal
Santa Cruz - RJ
P-95A




8º GAv




1º/8º GAv
Falcão
Belém - PA
UH-1H, CH-55
2º/8º GAv
Poti
Recife - PE
UH-50, T-25C
3º/8º GAv
Puma
Afonsos - RJ
CH-34, VH-34, L-42
5º/8º GAv
Pantera
Santa Maria - RS
UH-1H,  L-42
7º/8º GAv
Hárpia
Manaus - AM
UH-1H
10º GAv
2º/10º GAv
Pelicano
Campo Grande - MS
SC-95B, SH-1H














III FAE












1º GDA 1º GDA
Jaguar
Anápolis - GO
F-2000 C/B, AT-27


1ºGAvCa
1º/1º GAvCa
Senta a Pua !
Santa Cruz - RJ
F-5E, AT-27
2º/1º GAvCa
Rompe Mato
Santa Cruz - RJ
F-5E, AT-27


10º GAv


1º/10º GAv
Pôker
Santa Maria - RS
RA-1, RA-1B
3º/10º GAv
Centauro
Santa Maria - RS
A-1, A-1B
14º GAv
1º/14º GAv
Pampa
Canoas - RS
F-5E, F-5F, AT-27
16º GAv
1º/16º GAv
Adelphi
Santa Cruz - RJ
A-1, A-1B



3º GAv


1º/3º GAv
Escorpião
Boa Vista - RR
AT-27, C-98
2º/3º GAv
Grifo
Porto Velho - RO
AT-27, C-98
3º/3º GAv
Flecha
Campo Grande - MS
AT-27
4º GAv
1º/4º GAv
Pacau
Natal - RN
AT-26

6º GAv

1º/6º GAv
Carcará
Recife - PE
R-35A, R-95
2º/6º GAv
Guardião
Anápolis - GO
R-99A, R-99B, C-99A








V FAE







9º GAv

1º/9º GAv

Araras
Manaus - AM
C-105
15º GAv

1º/15º GAv

Onça
Campo Grande - MS
C-95B, C-95C,
C-105
1º GT

1º/1º GT

Gordo
Galeão - RJ
C-130E, C-130H, KC-130H


2º GT


1º/2º GT
Condor
Galeão - RJ
C-91
2º/2º GT
Corsário
Galeão - RJ KC-137


1º GTT

1º/1º GTT
Coral
Brasília - DF
VU-35A, VH-55C, VU-93
2º/1º GTT
Cascavel
Brasília - DF
VU-35A, VH-55C, VU-93
CECAN
CAN
CAN
Rio de Janeiro - DF
C-95B, C-95C, C-99





DEPENS








AFA



1º EIA
Antares, Castor, Sirius, Vega
Pirassununga - SP
T-27, T-25A, T-25C
2º EIA
Orion, Centaurus, Aquila, Leo
Pirassununga - SP
T-25A, T-25C
Clube de Võo a Vela
Pirassununga - SP
U-19, TZ-13, Z-15, Z-16, Z-20
Clube de Ultra-Leves
Pirassununga - SP
T-8A, T-8B








COMAR






I COMAR
1º ETA
Tracajá
Belém - PA
C-95B, C-98
II COMAR
2º ETA
Pastor
Recife - PE
C-95, C-95A
III COMAR
3º ETA
Pioneiro
Galeão - RJ
C-95, C-95B, C-97
IV COMAR
4º ETA
Carajá
São Paulo - SP
C-95, C-95A/B
V COMAR
5º ETA
Pégaso
Canoas - RS
C-95, C-95A
VI COMAR
6º ETA
Guará
Brasília - DF
VC-97, C-95C, VU-9
VII COMAR
7º ETA
Cobra
Manaus- AM
C-95, C-95B, C-98
DECEA
GEIV
GEIV
CEIV
Santos Dumont - RJ
EC-93, EC-95, EU-93A


DEPED

CTA
CTA
CTA
São José dos Campos
XC-95, XT-27, YT-27, YTA-1, XC-97, AT-26, XU-93, Aero Boero
CLA
CLA
CLA
Alcântara - MA
C-98, VH-4B


GABAER


GTE

1º/1º GTE

Brasília - DF
VC-96, VH-55, VC-1A
2º/1º GTE

Brasília - DF
VU-35A, VH-55C, VU-93
EDA
EDA
"Fumaça"
Pirassununga - SP
T-27

Quadro de Leandro Maldonado, originalmente no site
MILAVIA. Publicado com autorização do autor.
 
* - Ex-Armée de l'Air Mirage 2000C/Bs substituirão os
F-103E/Ds
desativados em dezembro de 2005.


SIGLAS DA FAB

AFA - Academia da Força Aérea (Air Force Academy)
CAN - Correio Aéreo Nacional (National Air Mail)
CECAN - Centro do CAN (CAN Centre)
CLA - Centro de Lançamento de Alcântara (Alcântara Launching Centre)
COMAR - Comando Aéreo Regional (Regional Air Command)
CTA - Centro Técnico da Aeronáutica (Air Force Technical Centre)
DECEA - Dep. De Controle do Espaço Aéreo (Air Space Control Department)
DEPED - Dep. De Pesquisa e Desenvolvimento (Research and Development Department)
DEPENS - Dep. De Ensino (Training Department)
EDA - Esquadrão de Demonstração Aérea (Air Demonstration Squadron)
EIA - Esquadrão de Instrução de Vôo (Flight Instruction Squadron)
ETA - Esquadrão de Transporte Aéreo (Air Transport Squadron)
FAE - Força Aérea (Air Force)
GABAER - Gabinete do Comandante da Aeronáutica (Air Force Commander Office)
GAv - Grupo de Aviação (Aviation Group - Wing); i.e: 1°/10°GAv significa primeiro esquadrão do décimo grupo de aviação.
GEIV - Grupo Especial de Inspeção em Vôo (In Flight Inspection Special Group)
GT - Grupo de Transporte (Transport Group)
GTE- Grupo de Transporte Especial (Special Transport Group)
GTT - Grupo de Transporte de Tropas (Troops Transport Group)
Clube de Vôo à Vela (Sailplane Flight Club)
Clube de Ultra-leves (Ultralight Club)

 



NÍVEIS DE PRONTIDÃO


1) FORÇAS DE DEFESA


A FAB estará dividida em níveis de prontidão. Haverá duas forças em ciclos de 4 X 4 meses (caso francês). Cada período é relativo a 1 = treino, 2 = treino e alerta limitado, 3 = alerta/operação/deslocamento, e 4 = descanso. Enquanto uma força encontra-se de prontidão, a outra estará na reserva.


2) FORÇAS EXPEDICIONÁRIAS


Haverá duas Forças Expedicionárias com todas as aeronaves necessárias : caças, ataque, REVO, AEW, GE, SEAD, Transporte, CSAR, etc.


No caso de uma expedição demorada, essas forças passarão por seus períodos de 8 X 8 meses, divididos em preparação e treino, operação/prontidão e descanso.


O período maior será o de operação e, ao seu final, caso seja necessária continuidade, uma força expedicionária será substituída por outra, entrando em descanso.




PISTAS DE DISPERSÃO


Em 2006, o Brasil possuía
4.276 aeroportos e vem tendo o maior crescimento em todo o mundo. Com os 1.200 caças de ALTA INTENSIDADE disponíveis em 2027, o país teria pelo menos 3,6 aeroportos como opções para esconder cada um deles.


Caso eles fossem divididos
em esquadrilhas de 4 aeronaves, elas necessitariam usar somente os melhores 300 desses aeroportos, ou apenas 7% deles.


Já as PISTAS DE DISPERSÃO espalhadas pela Amazônia
terão a missão de garantir a sobrevivência da Defesa Aérea na região, apoiadas ainda na extrema dificuldade de penetração enfrentada pelo inimigo, em situação de superioridade aérea na região.


Serão utilizadas pistas preparadas previamente, com depósitos de combustível e facilidades básicas para apoio à Aviação de Caça. Serão localizadas longe de cidades ou povoados, mas sempre junto a rios e seus afluentes.


Seu suprimento será feito por meios fluviais e com o uso de pequenas tubulações para que o combustível chegue mais fácil e rapidamente aos depósitos espalhados e interligados de cada pista escondida.


Tanto o Rafale F3 quanto o CAÇA AVANÇADO poderão operar nessas clareiras até mesmo (em casos extremos) com decolagem através de Rampas Ski-Jump, como nos NAes e navios da MB. Com isso, o Rafale M da MB também poderá participar deste Teatro de Operações, aumentando as chances de sucesso do país


O CAÇA AVANÇADO (LA e MA) operarará com o revolucionário método ESTOL com uso de TVC, como o Rafale F3, que direciona o fluxo de exaustão dos motores. Pousará a uma baixa e revolucionária velocidade de 100 nós, ideal para as pistas de dispersão na AMAZÔNIA e para serem embarcados na MB.



Brasil e Fronteiras

Área de fronteiras da Amazônia Brasileira com 7 Países.
(Arte Correio Braziliense)



Além do direcionamento tradicional de TVC, outra inovação determinante para a facilitação da decolagem e a redução da velocidade de pouso será o SISTEMA DE SUSTENTAÇÃO A AR.


Com ele, diversos pequenos mecanismos baseado em TVC desviam o fluxo de ar quente para as ASAS AEROELÁSTICAS ATIVAS (
AAW), aumentando tremendamente sua capacidade de sustentação, abreviando a decolagem ou proporcionando baixíssima velocidade de pouso nas mais improváveis situações.


Asas Aeroelásticas Ativas são asas flexíveis de menor peso para sua melhor manobrabilidade. Estão em teste na NASA com um F/A-18A. Tais asas possuem ângulo de incidência variável.


Uma aeronave consegue pousar e decolar em locais inacessíveis com AAWs mais avançadas, multifacetadas, tudo devido aos inéditos ângulos de entrada e saída que, ao máximo, permitem manter margem de altura sobre obstáculos que impediriam o acesso de qualquer outro avião de caça e mesmo muitas pequenas aeronaves civis.


Esses sistemas contarão com a participação de controles de vôo computadorizados digitais próprios e seus respectivos códigos de segurança.


Obviamente, os demais aviões do quadro acima sofrerão as adaptações necessárias para que também possam operar com o revolucionário método ESTOL.


Isso significa que todos os aviões somente utilizarão seus potentes motores para a decolagem de pista curtíssima, e com elevada taxa de ascensão do meio da clareira na floresta, com uma (ou mais) SKI-JUMP móvel de concreto a 14 º +.


A clareira também é vantajosa no caso de surgirem invasores, os quais serão atacados também com mísseis portáteis (MANPADS), como o IGLA e o FOG-MPM.




SISTEMA DE DESIGNAÇÃO - SUGESTÃO


Esta sugestão nos foi cedida gentilmente por Jesus Amancio Liguori e Denis Fonseca Liguori do excelente site AeroFans. Aos esquadrões seria dado simplesmente um número sem se importar com sua missão e muito menos com a sua sede.


O sistema de designação de unidades aéreas atualmente em uso pela FAB foi adotado em 24 de março de 1947, através do Decreto 22.802, e previa a existência de Grupos de Aviação com missão não especializada dotados de Esquadrões com missão especializada.
 

Nessa data foram criados 16 Grupos de Aviação:

1º com sede em Manaus, AM
2º com sede em Belém, PA
3º com sede em São Luís, MA
4º com sede em Fortaleza, CE
5º com sede em Natal, RN
6º com sede em Recife, PE
7º com sede em Salvador, BA
8º com sede no Rio de Janeiro, RJ
9º com sede no Rio de Janeiro, RJ
10º com sede em São Paulo, SP
11º com sede em Santos, SP
12º com sede em Curitiba, PR
13º com sede em Florianópolis, SC
14º com sede em Porto Alegre, RS
15º com sede em Campo Grande, MT
16º com sede em Belo Horizonte, MG
 

Nenhum desses grupos foi ativado a curto prazo, mas apenas esquadrões isolados, entre outros o 1º/2º GAv em Belém, 1º/5º GAv em Natal, 1º/9º GAv e 2º/9º GAv em Santa Cruz, 1º/10º GAv em São Paulo e o 1º/14º GAv em Canoas.


 

Em outubro de 1949, para preservar a denominação tornada famosa na Campanha da Itália, de 1º Grupo de Caça, o 9º Grupo de Aviação, Santa Cruz, com seus dois esquadrões que continuaram a atuar isoladamente, passou a denominar-se 1º Grupo de Aviação de Caça, e o 1º Grupo de Aviação, Manaus, passou a denominar-se 9º Grupo de Aviação. A ativação do 1º Grupo de Aviação de Caça apenas ocorreu em 1952.
 

Com a transferência, em 1954, do chamado 3º/1º Grupo de Aviação de Caça, que era na verdade o Estágio Avançado de Aviação de Caça, de Santa Cruz para Natal, criou-se o 2º/5º GAv com aviões P-47, fazendo dupla com o 1º/5º GAv, já existente no treinamento de bimotor e que usava aviões B-25. Mas esses dois esquadrões continuaram atuando isolados, sem a ativação do Comando do 5º Grupo de Aviação.

 

O 6º Grupo de Aviação, Recife - PE, foi ativado em 1957 com dois esquadrões de Boeing B-17 (o 1º/6º GAv já existente e o 2º/6º GAv também ativado em 1957) e desativado em 1960, quando todos os seus aviões foram reunidos no 1º/6º GAv.

 

Em dezembro de 1957 foi ativado o 2º/10º GAv em São Paulo, na missão de Busca e Salvamento com aviões SA-16A e helicópteros H-19D, fazendo par com o já existente 1º/10º GAv, missões de Reconhecimento Fotográfico e Meteorológico com aviões B-25. E mais uma vez, esses esquadrões atuando isoladamente, sem a ativação do 10º GAv.

 

O 5º Grupo de Aviação, Natal - RN, teve o seu comando ativado em 1958, com dois esquadrões de Douglas B-26 Invader (substituindo dois esquadrões de B-25 já existentes, o 1º/5º GAv e o 2º/5º GAv que operavam isoladamente) e desativado em 1969, quando foi ativado o CFPM - Centro de Formação de Pilotos Militares, mais tarde CATRE - Centro de Adestramento, Treinamento e Recompletamento de Equipagens, e ainda mais tarde CATRE - Comando Aéreo de Treinamento.

 

Com a transferência do 1º/10º GAv de São Paulo para Santa Maria, e mais tarde do 2º/10º GAv de São Paulo para Florianópolis e mais tarde para Campo Grande, o sistema que relacionava o número do Grupo à sua sede começou a ser não obedecido, pois o 10º Grupo de Aviação, não ativado, passava a ter os seus dois esquadrões com sede em bases diferentes.



A partir da ativação em 1980 do 1º/13º GAv, com sede em Santa Cruz, usando aviões Regente-ELO L-42 o sistema de denominação de Grupos foi mais um duro golpe nesse sistema, porque o 13º GAv e seus esquadrões deveriam ter sede em Florianópolis. Esse esquadrão poderia estar quando muito, dentro do 8º GAv pois estava baseado no Rio de Janeiro.

 

Ainda em 1980, a ativação de uma série de esquadrões alocados ao 8º GAv espalhados pelo Brasil, quando deveriam ter sua sede no Rio de Janeiro, acabou de vez com a referência do número do Grupo em relação à sua sede.

 
Exemplo dos mais recentes é o do 1º/16º GAv com sede em Santa Cruz usando a denominação do 16º Grupo de Aviação, que deveria ter sede em Belo Horizonte e dos dois esquadrões do 3º Grupo de Aviação, que deveriam ter sede em São Luís, com talvez mais um vindo por aí, o 3º/3º GAv em Campo Grande, nova designação e sede da 2ª ELO.
 

Em substituição ao sistema de número de Grupo por sede, passou a ser usado, não oficialmente, o agrupamento de esquadrões de mesma missão dentro de determinados Grupos, sem relação com suas sedes. Assim o 7º Grupo de Aviação ficou concentrando os esquadrões de patrulha, o 8º Grupo de Aviação os esquadrões de helicópteros e emprego geral, o 3º Grupo de Aviação os esquadrões chamados de ataque, agora de caça, e o 6º Grupo de Aviação os esquadrões de reconhecimento fotográfico, alerta aéreo e sensoriamento remoto, excluindo-se o 1º/10º GAv por ser de reconhecimento tático. Nenhum desses grupos foi ativado e portanto os seus esquadrões atuam todos de maneira isolada.

 

No nosso modo de ver as coisas, o atual sistema de designação de unidades aéreas da FAB não está mais atendendo à finalidade para a qual foi criado e seria interessante que o mesmo fosse alterado de forma a ser mais flexível e operacionalmente mais simples. Um sistema que sempre nos chamou a atenção de forma positiva é o da RAF - Royal Air Force, onde aos esquadrões é dado simplesmente um número sem se importar com sua missão e muito menos com a sua sede. Mudando o esquadrão de sede ou de missão, nada mais é alterado, não ficando em sua designação nada que provoque futuras confusões.

 



FONTES & LINKS


The Magazine of Future Warfare

The Magazine of Future Warfare - On to Iran ?




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