QUADRO DE CAÇAS DE
SUPERIORIDADE AÉREA
DA FAB PARA 2022
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T-50 PAK FA BIR
NÍVEIS DE PRONTIDÃO
PISTAS DE DISPERSÃO
SISTEMAS DE DESIGNAÇÃO - SUGESTÃO
FONTES & LINKS
O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
INTRODUÇÃO
Em 2008, dos 171 (!) pretensos aviões de combate da FAB, em condição de voar, figuravam os 12 Mirage 2000, 56 F-5 sendo reformados a conta-gotas, além de 53 AMX, e 50 Super Tucanos já em serviço. Essa frota rarefeita dava um aparelho para cada 50 mil km2 do território nacional, em relação a uma concentração 10 vezes maior no Peru e na Venezuela. Mas esse pesadelo terá que acabar um dia, se não for tarde demais.
Na simulação do DEFESA BR, a FAB disporá em 2022 de um quantitativo de 800 CAÇAS de Novas Gerações para a Defesa Aérea do País, que atuarão com o fundamental apoio de Aeronaves de Inteligência de Combate. Operarão centrados em rede, havendo enlace de dados (datalink), com transmissão e recepção de dados entre eles e as Bases.
Quanto a uma comparação de quantitativo de caças com os EUA, somente a USAF dispõe hoje de, aproximadamente, 2.400 aeronaves de combate, que estão sendo substituídas aos poucos pelos NOVOS F/A-22 Raptor e F-35 Lightning II.
A isso acima, some-se ainda a U.S. Navy e a USMC, com milhares de outras aeronaves de combate de diversos tipos. Só a U. S. Navy contará em breve com 494 F/A-18 E/F em seus Navios-Aeródromos.
Em 2022, a função primordial da Força Aérea Brasileira será a de Defesa Aérea do País e terá deixado muitas outras, como a de administração de aeroportos civis, o conturbado controle aéreo e o transporte de autoridades que não somente o Presidente da República.
Será fundamental investir em aeronaves inteligentes de combate como os atuais R 99, foram criados com o objetivo de emprego em missões de inteligência ISR no SIVAM / SIPAM - Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia.
Seu principal equipamento é o radar Ericsson OS-890 ERIEYE, um compacto sistema de missão no estado-da-arte, capaz de detectar um grande número de alvos a até 500 km de distância em uma abertura de 360º.
Já o alcance dos radares das aeronaves de caça costuma ser bastante inferior, o que demonstra a importância vital de ter-se aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle no ambiente moderno de combate aéreo. O R 99 A é capaz de pode apoiar até 40 caças, simultaneamente.
VÍDEO - R 99 A + R 99 B + A-29 (03:47 MIN)
ALCANCE DE RADARPARA RCS PADRÃO
DA FAB DE 5 M2 :
AERONAVES
KM
R 99 A
360
F-5 M
74
Su-35
190
Rafale
130
F-16 C
120
F/A-18 E/F
210
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R 99 A - o EMB 145 AEW&C da EMBRAER.
(Arte Divulgação da Embraer)
Na presente simulação, até 2022, haverá 80 unidades de novas aeronaves de inteligência de combate baseadas no EMBRAER 195 com C4ISR, sendo 50 para as fronteiras e 30 para o litoral. Cada R 195 poderia apoiar até 40 caças.
Porém, para maior eficácia, cada um deverá apoiar somente 10 da Força de 800 caças do quadro abaixo. Tal configuração poderá representar uma multiplicação de valores desta Força.
QUADRO PREVISTO DE
AERONAVES C4ISR
DA FAB EM 2022
AERONAVE
FUNÇÕES
MISSÃO
QUANT
ACUM
R 195 da EmbraerRECONHECIMENTO AÉREO E SENSORIAMENTO REMOTO TERRESTRE
C4ISR
AMAZÔNIA
50 50P 195 da Embraer RECONHECIMENTO
AÉREO E PATRULHAMENTO
MARÍTIMO
C4ISR
LITORAL
30 80
As plataformas dos EMBRAER 195, configurados para terem autonomia de 7.700 km (superior à extensão costeira do Brasil), já estão disponíveis em 2006. Assim, a autonomia da versão comercial, de 4.260 km, será expandida em 80 %, como no caso do P 99 (um ERJ 145).
Para uma ideal distribuição destes aviões pelo País, serão utilizadas 8 Bases Aéreas (Canoas, Santa Cruz, Fortaleza, Anápolis, Cuiabá, Belém, Manaus e Porto Velho).
QUADRO DE R E P 195 DA FAB PARA 2022
A) AMAZÔNIA - 3 BASES AÉREAS
COMANDOS AÉREOS
BASES
P 195
R 195
I COMAR
Belém (BABE-PA)
-
10
VII COMAR
Manaus
(BAMN-AM)
-
10
Porto Velho (BAPV-RN) -
10
TOTAL
-
30
QUADRO DE R 195 DA FAB PARA 2022
B) FORA DA AMAZÔNIA - 5 BASES AÉREAS
(ANÁPOLIS E CUIABÁ APÓIAM NORTE E SUL)
COMANDOS AÉREOS
BASES
P 195
R 195
II COMAR
Fortaleza (BAFZ-CE) - LITORAL
10
-III COMAR
Santa Cruz (BASC-RJ) - LITORAL 10
-
V COMAR
Canoas (BACO-RS) - LITORAL 10
-
VI COMAR
Anápolis (BAAN-GO)
10Cuiabá (BACB-MT)
10
TOTAL
30
20
QUANTITATIVO DE CAÇAS
PARA SUPERIORIDADE
AÉREA DA FAB PARA 2022
CAÇAS MULTIMISSÃO QUANT
CAÇA AVANÇADO LA (Longo Alcance) 200CAÇA AVANÇADO MA (Médio Alcance)
450T-50 PAK FA BIR de 5ª Geração
100 Su-32 FN Antinavio
50
TOTAL 800
MAPA DO BRASIL
(Clique no mapa acima para ampliação)
NOVAS BASES NA AMAZÔNIA
Em maio de 2004, a FAB anunciou a construção de mais duas Bases Aéreas na região amazônica, em Eirunepé (AM) e Vilhena (RO). Com mais essas duas Bases, a Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou o processo de fechamento do arco de proteção das fronteiras com a Colômbia, Peru e Bolívia, três grandes preocupações do Ministério da Defesa.
As novas Bases Aéreas próximas às fronteiras também servirão como elemento de dissuasão contra as constantes invasões de aeronaves do tráfico de drogas.
O Governo Federal decidiu transformar a AMAZÔNIA em sua prioridade em termos de defesa e de segurança nacional. Para lá, estão sendo transferidas unidades militares que antes estavam localizadas no litoral ou no Cone Sul, traçando, assim, um novo planejamento estratégico, onde a atenção principal é a fronteira terrestre amazônica do Brasil.
O PROGRAMA CALHA NORTE (PCN), que começou a ser implantado nos anos 80, passou a ser expandido para novas regiões para formarem um cinturão nas fronteiras norte e noroeste do País.
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A Amazônia já contava com as Bases Aéreas de Boa Vista (RR), Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Belém (PA) e, por último, foi construída a Base Aérea de Uaupés, em São Gabriel da Cachoeira (AM). Estão previstas ainda as Bases Aéreas de Cachimbo (PA), de Cuiabá (MT) e Macapá (AP). Cada uma tem custo estimado em R$ 150 milhões.
NOVAS BASES NA AMAZÔNIA
São Gabriel da Cachoeira (AM - inaugurada em
23 de maio de 2005),
Eirunepé (AM - em construção),
Vilhena (RO - em construção),
Cachimbo (PA - em construção / CPBV -
Campo de Provas Brigadeiro Veloso),
Cuiabá (MT - em construção), e
Macapá (AP - em construção).
Todas essas cidades escolhidas pela FAB na Amazônia para a construção das novas unidades respondem a dois critérios básicos: a proximidade estratégica com a fronteira seca oeste e a existência de instalações do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia ( SIVAM / SIPAM ).
A estratégia da FAB é fazer um rodízio de aeronaves entre as Bases, de forma que não se saberá que aviões e helicópteros estarão onde, em que data e executando que tipo de missão. Dessa forma, em duas horas, qualquer aeronave chegará ao ponto devido, mesmo que esteja o mais longe possível daquela Base onde ela deverá operar, protegendo a fronteira, desde a Guiana Francesa até a Bolívia.
(Clique na foto para ouvir "AMAZÔNIA", executada
pela Banda de Música da Base Aérea de Manaus)
O que a FAB chama de “arrumação da fronteira” prosseguirá com a construção de novas Bases Aéreas em Cascavel (PR), Santa Vitória do Palmar, na ponta do Rio Grande do Sul, fronteira com o Uruguai e em Caravelas (BA). As Bases se juntarão às unidades de Santa Maria (RS) e Campo Grande (MS).
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Concepção artística do Caça Furtivo de 5ª Geração T-50 PAK FA.
QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2022Em outubro de 2007, foi noticiado que o Governo brasileiro já estava delimitando uma área na região da tríplice fronteira de Brasil, Guiana e Venezuela, e já estaria operando de forma experimental uma pista de operações na Amazônia, na Aldeia Caramambataí, localizada em um planalto a 1,2 mil m de altitude, no norte de Rondônia.
A pista fica em área estratégica, distante 6 km do território venezuelano e, na direção oposta, a outros 6,5 km da fronteira com a Guiana. O Ministro Jobim defendeu a tese de que a "blindagem da Amazônia é prioritária e deve ser feita a curto prazo".
A FAB será nossa principal garantia de Defesa do País e da AMAZÔNIA VERDE e precisará estar à altura de enfrentar quem tente alienar o "pulmão" e qualquer riqueza do território nacional, inclusive os da outra Amazônia, chamada de AMAZÔNIA AZUL, a Área Marítima Jurisdicional. Deverá estar capacitada a defender as DUAS AMAZÔNIAS, simultaneamente.
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O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima. Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.
(Arte da MB)
A FAB disporá seus Esquadrões de caça em pelo menos 18 Bases Aéreas estrategicamente dispersas pelo País, principalmente pela Amazônia.
Tais Bases não terão mais unidades baseadas em termos permanentes. A maioria operará como base de desdobramento, operando destacamentos de unidades da região, mesmo a nível de esquadrilha e, eventualmente, abrigando e apoiando aeronaves de outras unidades, durante seus deslocamentos na e para a Amazônia ou outras regiões.
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Em tempo de guerra, destas Bases alcança-se um nível de dispersão muito maior, espalhando-se por dezenas de pistas escondidas e já sendo preparadas em todas as regiões do País, mas sempre com ênfase na Amazônia.
Embraer EMB-145 SA R 99 A na Amazônia.
(Foto Embraer)
Cada esquadrão terá 16 aeronaves, dividindo-se em 4 esquadrilhas de 2 elementos com 2 aviões cada, e poderá operar em constante dispersão pelas diversas Bases.
As diversas Bases Aéreas encontram-se agrupadas dentro dos Comandos Aéreos Regionais (COMAR), que respondem ao Comando Geral do Ar (COMGAR), o qual é o responsável pelo preparo e emprego da Força.
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Caça Furtivo de 5ª Geração
T-50 PAK FA BIR.
Ele detém os principais meios aéreos e, em conseqüência, responsabiliza-se pela execução das Ações Militares Aeroespaciais do Comando da Aeronáutica.
As sedes desses COMAR são, por ordem numérica:
I COMAR - Belém (PA),
II COMAR - Recife (PE),
III COMAR - Rio de Janeiro (RJ),
IV COMAR - São Paulo (SP),
V COMAR - Porto Alegre (RS)
VI COMAR - Brasília (DF), e
VII COMAR - Manaus (AM).
(Clique na imagem abaixo para ampliação)
Mapa com a distribuição territorial dos sete Comandos Aéreos
Regionais da Força Aérea Brasileira e dos quatro CINDACTAs.
(Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo).
(Arte Leandro Maldonado, originalmente no site
MILAVIA. Publicado com autorização do autor)
QUANTITATIVO DE CAÇAS
PARA SUPERIORIDADE
AÉREA DA FAB PARA 2022
CAÇAS MULTIMISSÃO QUANT
CAÇA AVANÇADO LA (Longo Alcance) 200CAÇA AVANÇADO MA (Médio Alcance)
450T-50 PAK FA de 5ª Geração
100 Su-32 FN Antinavio
50
TOTAL 800
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QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2022
A) AMAZÔNIA - 9 BASES AÉREAS
COMANDOS AÉREOS
BASES
CAÇA
AVANÇADO
LA CAÇA
AVANÇADO
MAPAK FA SU-32 TOTAL
I COMAR
Belém (BABE-PA)
16
32
4
8
60
Cachimbo
(BACH-PA)
8
32
8 -
48
Macapá
(BAMP-AP)
8
32
4
8
52
VII COMAR
Manaus
(BAMN-AM)
16
32
4 -
52
Porto Velho (BAPV-RN) 8
26
16 -
50
Boa Vista (BABV-RR) 8
16
10 - 34São Gabriel da Cachoeira
(BASG-AM)
6
16
6
-
28
Eirunepé
(BASEI-AM)
8
24
-
-
32
Vilhena
(BAVI-RO)
8
32
4
-
44
TOTAL
86
242
56
16
400
QUADRO DE CAÇAS DA FAB PARA 2022
B) FORA DA AMAZÔNIA - 9 BASES AÉREAS
COMANDOS AÉREOS
BASES
CAÇA
AVANÇADO
LA CAÇA
AVANÇADO
MAPAK FA SU-32 TOTAL
II COMAR
Salvador (BASV-BA) 4
16
4
4
28
Fortaleza (BAFZ-CE)
4
16
8
8
36 III COMAR
Santa Cruz (BASC-RJ) 16
44
4
8
72
IV COMAR
Santos (BAST-SP)
-
16
12
4
32Campo Grande (BACG-MS) 16
16
-
-
32
V COMAR
Canoas (BACO-RS) 16
16 -
6 38
Santa Maria (BASM-RS)
10
16
8
4
38
VI COMAR
Anápolis (BAAN-GO)
32
36
-
-
68Cuiabá (BACB-MT)
16
32
8
-
56
TOTAL
114
208
44
34
400
As Bases Aéreas mais importantes serão as de Anápolis, Cuiabá, Santa Cruz, Belém, Manaus, Macapá e Porto Velho, não importando a distribuição quantitativa acima.
Na média, as 9 Bases Aéreas da Amazônia disporão de 400 aeronaves e as demais 9 Bases fora da Amazônia terão os outros 400 caças.
Incentivar-se-á bastante dispersão, evitando-se um quantitativo grande e variado para cada Base (que nunca será fixa dos Esquadrões), sendo que somente as 7 Bases acima mencionadas poderão manter mais de 50 aeronaves.![]()
Futuramente, para diluir ainda mais as concentrações, outras Bases poderão ser acrescentadas ao quadro acima, como as de Guarulhos (SP), Pirassununga (SP), Galeão (RJ), Afonsos (RJ), Belo Horizonte (MG), Barbacena (MG), Florianópolis (SC), Recife (PE) e Rio Branco (AC).
Também serão consideradas as futuras Bases Aéreas de Cascavel (PR), Santa Vitória do Palmar (RS) e Caravelas (BA). Seriam 18 +12 = 30 Bases Aéreas distribuídas pelo País.
(Clique na figura abaixo para ampliação)
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Caça Avançado Hipersônico de Longo Alcance - F-1.
(Arte Edilson Moura Pinto para o DEFESA BR)
QUADRO ESTRUTURAL DA FAB EM 2007
COMANDO
ALA
UNIDADE
CALLSIGN
BASE AÉREA
AERONAVES
I FAE
5º GAv
1º/5º GAv
Rumba
Fortaleza - CE
C-95
2º/5º GAv
Joker
Natal - RN
A-29 A/B
11º GAv
1º/11º GAv
Gavião
Santos - SP
UH-50
II FAE
7º GAv
1º/7º GAv
Orungan
Salvador - BA
P-95B
2º/7º GAv Phoenix Florianópolis -SC
P-95B 3º/7º GAv
Netuno
Belém - PA
P-95A
4º/7º GAv
Cardeal
Santa Cruz - RJ
P-95A
8º GAv
1º/8º GAv
Falcão
Belém - PA
UH-1H, CH-55
2º/8º GAv
Poti
Recife - PE
UH-50, T-25C
3º/8º GAv
Puma
Afonsos - RJ
CH-34, VH-34, L-42
5º/8º GAv
Pantera
Santa Maria - RS
UH-1H, L-42
7º/8º GAv
Hárpia
Manaus - AM
UH-1H
10º GAv
2º/10º GAv
Pelicano
Campo Grande - MS
SC-95B, SH-1H
III FAE
1º GDA 1º GDA
Jaguar
Anápolis - GO
F-2000 C/B, AT-27
1ºGAvCa
1º/1º GAvCa
Senta a Pua !
Santa Cruz - RJ
F-5E, AT-27
2º/1º GAvCa
Rompe Mato
Santa Cruz - RJ
F-5E, AT-27
10º GAv
1º/10º GAv
Pôker
Santa Maria - RS
RA-1, RA-1B
3º/10º GAv
Centauro
Santa Maria - RS