AF-1A (2 assentos) na Base Aérea Naval de São
Pedro D´Aldeia - BAENSPA (RJ).
São 23 aparelhos A-4 Skyhawk, sendo 3 utilizados para
treinamento (AF-1A).
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha,
feita pelo Ten. Cláudio Mello).
ComForAerNav
AVIAÇÃO NAVAL
ESTÁ DIVIDIDO EM 2 PARTES :
PARTE 1
O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
AVIAÇÃO NAVAL - ASA FIXA
Em 1911, 5
anos anos
após a invenção do avião por Santos Dumont,
a
Marinha do Brasil já patrocinava o curso de seu primeiro piloto
na
França. E em 1916 criou a Escola de Aviação Naval,
que
foi a primeira escola de aviação militar do Brasil.
A Aviação de Asa Fixa da Marinha do Brasil está em
pleno renascimento desde 1998,
depois de décadas perdidas. Isso também
se deve à chegada do Navio-Aeródromo A-12 São Paulo em 2001.
Dupla de AF-1 no
convôo do A-12 São Paulo.
(Foto Serviço de Relações
Públicas da Marinha)
Para uma missão de introdução
doutrinária da aviação orgânica, foram
adquiridos do Kuwait 23 aparelhos
A-4 Skyhawk usados, em
perfeito
estado,
sendo 20 aeronaves tipo A-4KU monoplace
e 3 TA-4KU biplace para treinamento. Dos A-4KU, pelo menos 10 estariam em
condições de uso e ainda serão modernizados
após a aquisição de aeronaves AEW.
AF-1 A-4
Skyhawk preparando decolagem do A-12.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha).
Estão cumprindo o papel
esperado designados como AF-1 (Vídeos 2), formando o 1º Esquadrão de Aviões de
Interceptação e Ataque (VF-1) (2) (3), os "Falcões" (Álbum), no BAeNSPA (Base Aérea Naval de São
Pedro D'Aldeia - RJ) e no A-12.
O VF-1 foi criado
em 2 de outubro de 1998.
Revista
Para tornar-se membro dos "Falcões" do
VF-1, é necessário passar por um árduo e
difícil processo de qualificação por 3 anos. Os 2
primeiros anos são de curso básico e intermediário
na Academia da Força Aérea - AFA, em Pirassununga,
interior de São Paulo, e no CATRE de Natal.
No
primeiro ano, realizam o treinamento básico de
aviação nas aeronaves T-25 Universal, com 60 horas de
vôo. Depois, os selecionados fazem mais um ano de curso
intermediário no 2° Esquadrão de
Instrução Aérea (2º/5º GAv "Joker" - CATRE de Natal) onde
voam o T-27 Tucano em mais 120 horas.
AF-1 A-4
Skyhawk visto de baixo.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
Alguns AF-1
A-4 Skyhawk, no convôo do A-12.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
O terceiro e último ano
é dedicado somente a pousos em NAes - Curso Avançado (Advanced Jet Training Program), na
NAS Meridien, no Mississipi NAS, com T-45
Goshawk (A &
C). Mas não é
tão fácil assim.
(Clique na foto abaixo
para ampliação)
Três T-45-A Goshawk em convôo de NAe da US Navy.
(Foto Boeing)
Antes, fica-se 6
meses em San Antonio, no Texas, em um curso de inglês com
completa imersão, dividido em básico e técnico.
Depois, o candidato parte para
o curso avançado. Porém,
antes de voar faz um mês de “Ground
School” (que seria escola em terra) e duas semanas de simulador.
A seguir, começa mesmo a voar o T-45A e/ou o T-45C no
Esquadrão de Treinamento VT-7.
O T-45C tem cockpit digital e é uma versão mais moderna e
avançada que o T-45-A, com cockpit analógico, tendo sido
ambos adaptações para operações embarcadas
do famoso BAe Hawk.
(Clique na
foto abaixo para ver imagem gigante do T-45A)
Um T-45A Goshawk do
Carrier Training Wing One (CTW-1)
no convôo do CVN
72 USS Abraham Lincoln, em junho de 2004.
(Foto U.S. Navy)
Ao final do processo, para ser
qualificado o candidato precisa realizar em 2 dias 12 pousos e 2 toques
seguidos de arremetidas em um NAe americano designado. É o
momento mais aguardado e nervoso. Na volta ao Brasil, há
a qualificação para o AF-1 na MB, que precisa ser
constantemente renovado.
AF-1 pousando
no convôo do A-12.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha).
Nesta quarta
fase da Aviação Naval da MB, em que passou a operar aeronaves a reação de
asa fixa, é essencial decidir qual será o caça
multimissão que atuará
junto com os 12 AF-1 do Esquadrão VF-1, os quais serão
modenizados pela Embraer,
disponíveis para o NAe A-12 São Paulo em um futuro próximo.
Em meados de 2008, já deve haver algo próximo a 35 pilotos
qualificados para os
AF-1. Haveria sempre 2 indo para o Curso
Avançado da US Navy e outros cumprindo as várias
etapas de sua formação e qualificação.
Com todo esse esforço, em que cada piloto qualificado custa mais
de US$ 0,5 milhão (US$ 1 milhão seria por 3 anos na US
Navy), entende-se que a MB prepara-se para algum dia
complementar sua Aviação Naval com mais um
esquadrão
de interceptação e ataque, composto de 20 Caças
Multimissão de 4ª Geração.
O futuro caça deverá
desempenhar a contento missões de ataque no solo e no mar, apoio a tropas e, principalmente, interceptação como um Caça de Defesa
de Frota (CDF). Será o AF-2, de um
novo Esquadrão, o VF-2.
AVIAÇÃO NAVAL DA MB
ESQUADRÕES
INTERCEPTAÇÃO E ATAQUE
ESQUA
DRÃO
|
APELIDO
|
DESIG
NAÇÃO
|
CAÇA
|
AERO
NAVES
|
TREINA
MENTO
|
PILO
TOS
|
VF-1
|
FALCÕES
|
AF-1
|
A-4
Skyhawk
|
10
|
2
|
14
|
VF-2
|
(FUTURO)
|
AF-2
|
(FUTURO
CDF
MULTIMISSÃO)
|
15
|
3
|
21
|
|
|
|
|
25
|
5
|
35
|
Serão 12 A-4,
sendo 2 biplaces somente para treinamento.
Idem para o CDF, com 18 aeronaves, sendo 3 biplaces de treinamento.
O ideal será ter pelo menos 2 pilotos por aeronave monoplace
embarcada
(total de 50).
Essa decisão será
importante mesmo para os futuros NAes brasileiros. Uma escolha correta colocará a MB no
caminho certo
para estar entre as mais fortes e eficazes marinhas do mundo em um futuro próximo.
Somente uma Aviação
Naval Embarcada poderosa estará apta a enfrentar e vencer os imprevisíveis
desafios que estão por vir
com a crescente instabilidade internacional.
Dadas as características leves do A-12 e o enorme
potencial dos mísseis
russos, uma escolha ideal hoje seria a do MiG-29 K, versão
naval embarcável do famoso caça interceptador russo da MiG-MAPO, a serem adquiridas 20
aeronaves, sendo 2 de treinamento, perfeita opção para a transição
(doutrinária) para os futuros NAes modernos da Marinha do Brasil.
MiG-29
K2 Biposto.
(Foto MiG-MAPO)
A grande opção da MB
seria a do caça multimissão SU-33 FLANKER
NAVAL,
com os mesmos armamentos
do MiG-29
K (2
3). Ambos
carregam MÍSSEIS ultra-poderosos como o fantástico MOSKIT, o YAKHONT (ambos
antinavio), o ZVEZDA
(anti-radar) e os tradicionais R-73 e R-77.
É dito que o Su-33 é demasiadamente pesado para o A-12.
Entretanto, engenheiros russos visitaram o NAe, avaliaram os elevadores
e concluíram que seria possível operar o Flanker do
convôo do São Paulo. E em 2005, a MB recebeu uma proposta de venda de 14
aeronaves Su-33 novas por apenas
US$ 300 milhões.
Comenta-se que a atual modernização
do A-12 incluiria uma reforma das catapultas para uma capacidade de
fazer decolar aeronaves com até 25 mil kg.
(Clique
na foto abaixo para conhecer mais detalhes sobre o Flanker Naval)
O Flanker Naval Su-33 no Convôo do Kuznetsov com
flexionamento das asas.
Desde 1995, 20 aparelhos operam na Marinha Russa.
O projeto MiG-35 (ex-MiG-29 OVT)
ficou pronto em 2005, depois de anos de pesquisas, e foi oferecido ao
"Projeto
FX" da Índia, para a compra de 126 aeronaves de combate. Ele
seria ideal para uso em NAes e em pistas curtas na Amazônia em
grande
número, com os conhecidos e respeitáveis mísseis
russos.
MiG-35 com TVC.
(Foto
MiG-MAPO)
Entretanto, as únicas
opções que o Brasil estudaria são o
Rafale Marine e o F/A-18 E/F Super Hornet, pelo que aconteceu no FX-2 da FAB em 2008.
Rafale
Marine (M) pousando no R-99 Foch, hoje A-12 São Paulo.
(Foto Marine Nationale
Française)
VÍDEO -
DASSAULT
RAFALE (04:10 MIN)
A
princípio, a próxima geração mundial de
caças de alto desempenho
só deverá ter o F-35
(2) JSF, desenvolvido
pela Lockheed Martin e previsto
para operar a partir de 2012 (mas ainda
incerto), o F-22 Raptor e o T-50 PAK FA
russo, que poderá
operar em Navios-Aeródromos também a partir de 2012.
Sabe-se que os novos motores 117C
permitirão ao T-50
operar em pistas curtas, de 300 a 400 m de extensão. Adaptados
para o meio naval, poderão vir a ter excelente performance.
Outra perspectiva interessante para uso embarcado em
NAes com pistas menores - de 160 metros - será o X-31 Vector com já
comprovada capacidade ESTOL, além de empuxo vetorado.
Chegou a ser anunciado em 2008 que
o
Brasil participaria no desenvolvimento
do PAK FA
(Perspektivnyi Aviatsionnyi Kompleks
Frontovoy Aviatsii - Sistema Aéreo Futuro para Forças Aéreas Táticas -
contrapartida do JSF), devido ao acordo,
que também abrange o desenvolvimento aeronáutico e aeroespacial com a Rússia (veja em ALIANÇAS).
Mas com a saída do Su-35BM do FX-2, isso ficou muito distante.
O MiG - MFI 1.42 poderia ter sido
outro
magnífico avanço com
características STEALTH
(contrapartida do F-22), mas um
tanto improvável de vir a ser realidade, pois é apenas
demonstrador de tecnologia.
Com verbas adequadas para
Construção e PD&I da MB e da FAB, além da garantia de encomendas firmes para
os parceiros privados, o Brasil
poderá desenvolver o CAÇA AVANÇADO
(para uso embarcado tanto pela MB como pela FAB), junto com algum parceiro de
peso.
AEW PARA O A-12 DA MB
Um S-2 Turbo Tracker da Armada Argentina
pousando no A-12 durante a Operação ARAEX 2002.
Pode interessar à MB ter alguns S-2 Modernizados para AEW, REVO
e EG.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
A Marinha do
Brasil vem identificando opções de aviões AEW para atuarem embarcados no NAe A-12
São Paulo, também para Emprego Geral e REVO.
Ressalte-se
que tal
missão pode ser
compartilhada por aviões e helicópteros com vantagens mútuas, conforme o
artigo Programa AEW-N do site Sistemas de Armas.
A escolha mais sofisticada,
atualmente, é o E-2C
HAWKEYE,
largamente utilizado
pela US Navy em seus espaçosos NAes (CVNs). A versão mais moderna é a Hawkeye
2000 com o radar APS 145, mais
avançado.
(Clique na
foto abaixo para ver imagem gigante do E-2C)
Sensacional foto de um E-2C
Hawkeye decolando do NAe Nuclear
CVN 74 USS John C. Stennis, da
Classe Nimitz, no Mar do Sul
da China, em 6 de setembro
de 2004. Este pertence aos "Black
Eagles" do Carrier Airborne Early Warning Squadron One One
Three - VAW-113, do Carrier
Air Wing Fourteen
- CVW-14.
(Foto U.S. Navy
040906-N-6213R-011)
A França
recebeu 3 unidades de E-2C para seu NAe CDG.
É a plataforma ideal
para C4ISR. A princípio, seria interessante a MB possuir 2 E-2C para AEW no NAe A-12, mas essa
aeronave tem peso elevado demais para seus elevadores e as catapultas
são pequenas demais para lançá-la.
Um E-2C Hawkeye preparando-se
para decolar do CV Kitty Hawk.
(Foto U.S.
Navy)
E-2C
Hawkeye 2000 no Convôo do CVN 76 USS
Ronald Reagan, Rio de Janeiro, em junho de 2004.
(Foto Luiz
Padilha)
O E-2D Advanced
Hawkeye vem sendo desenvolvido pela Northrop Grumman para ser o sucessor do E-2C Hawkeye e tornar-se a última versão
embarcada da aeronave de alerta antecipado da US Navy. Há um contrato de US$ 2 bilhões, com sua entrada em
serviço prevista para 2011, e o rollout da primeira
unidade ocorreu em
abril de 2007.
Protótipo do novo E-2D.
(Foto Northrop Grumman)
Ele até parece com o E-2C,
porém a antena rotativa foi substituída pela nova L-3
Randtron
de escaneamento eletrônico e colocado um radar APY-9 com
cobertura
de 360º. Sua estrutura
foi reforçada para suportar os sucessivos pousos e decolagens
nos Navios-Aeródromos.
O E-2D possui toda uma nova estação digital de
operações, processadores de dados de missão,
medidas eletrônicas de
suporte e comunicação por satélite. Ele
será
movido por um par de
turbo-hélices Rolls-Royce T56-427A.
Esquema do E-2D.
(Arte Northrop Grumman)
A MB já operou há
tempos o
Grumman S-2T Tracker (dos anos
50), como avião
anti-submarino no NAe A-11 Minas Gerais, e se prepara agora para ter um Turbo Tracker modernizado. Os Trackers foram
fabricados para terem longa sobrevida e existem células
estocadas no deserto de Mojave
com muito menos tempo de mar que as aposentadas pela MB.
No final de 2008, ressurgiu a possibilidade de adaptar-se Trackers
com remotorização nos moldes dos seus pares em atividade
na Argentina. Essa
modernização dos sistemas propulsivos
será feita com a instalação de motores
turbo-hélice Honneywell TPE 331-14GR.
Serão 2 modelos diferentes, com um total de 6 aparelhos sendo
modernizados pela Embraer com entregas previstas em 2011 e 2012. O primeiro modelo a ser entregue
deverá vir em uma
configuração COD, de serviço de transporte de
tripulantes, cargas e correio entre terra e
NAe,
também com 3 aparelhos.
Ocorre que um destes CODs
será configurado como aeronave-tanque para a
realização da função de reabastecimento em
vôo (REVO). Os outros 2
CODs poderão um dia ser convertidos com certa facilidade para
REVO.
O segundo modelo
deverá ser dedicado a
AEW&C,
sendo encomendados 3 aparelhos, e sua entrega deverá levar
até 3 anos.
(Clique na
foto abaixo
para ampliação)
Outra foto de
S-2 Turbo Tracker da Armada Argentina
pousando no A-12 durante a Operação ARAEX 2002.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
A operação dos
aviões argentinos a bordo do A-12
já demonstrou a compatibilidade entre avião e navio e uma
empresa americana que ofereceu a modernização antes dava
garantia de 15 anos. Essa solução econômica poderia
acelerar o desenvolvimento de doutrinas desse tipo de
operação no Brasil.
Deve-se mencionar uma outra possibilidade, a do Beriev A-50
Mainstay russo,
atualmente baseado
na plataforma Ilyushin IL-76.
Clique na foto para saber mais detalhes
do Beriev
A-50
no site da FAS (Federation of American Scientists)
O Beriev A-50 Mainstay da Rússia é uma
aeronave SDRLO
(Long Range Detection
System) baseado no avião de transporte
Ilyushin IL-76. É um concorrente menos sofisticado do E-3 Sentry
americano. Vem sendo negociado para a Índia e
a China.
(Foto Beriev Aircraft Company
2)
Já
o S-3B
VIKING
(21.600 kg) foi projetado para caçar submarinos nucleares soviéticos (ASW). Com o fim
da Guerra Fria, passou a ter um
papel estratégico e versátil a bordo dos NAes Americanos, com gradual descomissionamento
na US Navy (pdf)
até 2009.
Como um multi-missão, pode
atuar como REVO, busca e
resgate, reconhecimento e análise eletrônica, AEW, comando
e controle, ataque de míssil de precisão, guerra aérea, de superfície,
submarina, anfíbia, OTHT, missões de suporte à frota,
etc.
(Clique na
foto abaixo para ver imagem gigante do Viking)
Um S-3B Viking do Esquadrão
VS-30, os "Diamond Cutters", durante REVO a
um F/A-18A dos "Blue Angels",
famoso grupo de demonstração da US Navy.
(Foto U.S.
Navy 050418-N-0000X-001)
O S-3B é
chamado de "canivete suíço da Aviação
Naval" na US Navy pelo motivo
acima. É empregado hoje o modelo
S-3B, tendo um longo alcance de 4.260 km (2.300 mn) e altitude máxima de 12.200
m. Seu tanque de enorme
capacidade
permite que permaneça em vôo por horas a fio.
Com somente 3 tripulantes (antes
4), o Viking "War Hoover" possui detetor de anomalia magnética, radar de alta
resolução, GPS, sistema
FLIR, ESM passiva, até 60 sonobóias, chaff, 2 mísseis anti-navio AGM-84D Harpoon e
2
ar-terra AGM-65 Maverick,
além de 4 torpedos Mk 46, cargas de profundidade Mk 54 e minas Mk 53.
O S-3B Viking do Esquadrão VS-21 da US Navy
disparando míssil
AGM-84 Harpoon.
(Foto US Navy)
Sabe-se
que a US Navy ofereceu durante a FIDAE 2006 do Chile 100
unidades de S-3B ao Brasil,
Argentina, Chile e Peru. Com 10 unidades sendo modernizadas e
até remotorizadas, o A-12 estaria muito bem equipado e muito
mais capacitado para a sua missão. Veja ALA AÉREA ALTERNATIVA.
Mais de 100 aeronaves dos 6 Esquadrões de S-3B da Naval Air
Station de Jacksonville, Florida, vêm sendo descomissionadas
desde 2007, sendo um último esquadrão desativado
somente em 2009.
Alguns
fatos :
Custo
: US$ 27 milhões;
Tripulação
: 2 a 4, dependendo da missão;
Entrada em
serviço : 1975 + Upgrade;
Baseados em
Jacksonville : 1997;
Esquadrões
ativos (5) : VS-22
'Checkmates', VS-24 'Scouts',
VS-30 'Diamondcutters', VS-31 'Topcats', e VS-32 'Maulers'; e
Missão: era
ASW até o fim da guerra fria. Hoje, é
proteção
à frota e REVO.
(Clique na
foto abaixo para ver imagem gigante)
S-3B Viking "NAVY ONE" do Esquadrão 35 (VS-35)
Blue
Wolves of Sea Control trazendo o Presidente Bush a bordo
do CVN 72 USS Abraham Lincolm em 1º de maio de 2003.
(Foto US Navy
030501-N-6020P-017)
AVIÕES
ANFÍBIOS MULTITAREFA
A
MB poderia vir a utilizar Barcos
Voadores (aviões anfíbios) leves capazes de realizarem variadas tarefas para emprego no Atlântico, na Amazônia e no Pantanal
Matogrossense.
O Anfíbio Leve Beriev
Be-103 poderia cumprir
missões de apoio à esquadra e à marinha mercante em áreas
costeiras, servindo como transporte
de pessoal e suprimentos, busca & resgate, salvamento e socorro médico urgente,
além de patrulhamento fluvial
contra tráfico, contrabando (madeireiras), queimadas, etc.
(Clique na foto abaixo para ver
página do
Be-103)
Beriev Be-103 Light Amphibious Aircraft.
(Foto Beriev
Aircraft Company)
Vídeo
do Beriev Be-103 (1,2 Mb)
O Brasil foi o 2º País
do mundo a homologar o Be-103, através do CTA, sendo os EUA o
1º. Atualmente, correm processos de homologação na
China e no Canadá.
O Be-103 é um bimotor capaz de voar entre 500
e 3 mil metros de altitude, a uma velocidade máxima de 250
km/hora. Esse Barco Voador tem autonomia de 1,2 mil km, com capacidade
para cinco passageiros ou 390 kg de carga, pesando apenas 1,9
ton. O preço de um Be-103 é estimado entre US$ 600 mil
e US$ 750 mil.
(Clique na foto abaixo para ver
página
do A-40)
Já
o Beriev A-40 Albatross é um Multiporpose Amphibious Aircraft.
Trata-se do maior avião anfíbio do mundo e tem alcance de
5.500 km.
(Foto Beriev Aircraft Company)
Outro sucesso é o pesado Beriev Be-200,
resultado de conhecimentos acumulados com os estudos dos Ekranoplanos,
que seriam quase navios com aspecto de
aviões deslizando sobre as águas. Trata-se de uma versão atual e muito
menor do famoso A-40.
O
Be-200 teria grande capacidade de
cumprir missões de apoio à MB, servindo como transporte de passageiros
e cargas,
busca
& resgate, salvamento e
socorro médico urgente, além de combate a
incêndios em eventualidades, tanto no Brasil como no exterior. Ele pode carregar
até 12 mil
litros de água.
(Clique na foto abaixo para ver imagem
gigante
do Be-200)
Beriev
Be-200 em combate a incêndio.
(Foto Beriev Aircraft Company)