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Marinha do Brasil  -  MB

Meios Disponíveis e Futuros


AMRJ


PARTE 2

SÉCULO XXI



(Clique na imagem abaixo para ampliação)

  Ilha das Cobras

Vista de satélite do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro - AMRJ, na Ilha das Cobras.
Destaque-se o Dique Almirante Régis, antes de receber o A-12 São Paulo, o
qual já estava ao seu lado. Os dois Diques antigos ficam à esquerda da foto.

(Imagem de satélite Google Earth)



AMRJ ESTÁ DIVIDIDO EM 2 PARTES:




PARTE
NOME
1
HISTÓRIA
2
SÉCULO XXI


PARTE 2



INTRODUÇÃO


O SÉCULO XXI

REFORMAS NA ILHA DAS COBRAS

FONTES & LINKS




INTRODUÇÃO


O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) foi fundado em 1763 e, em toda a sua história, alternou períodos de grande desenvolvimento e de fortes dificuldades, sempre com perda de tecnologias arduamente adquiridas, gerando elevado prejuízo à Nação.


O Século XXI parece ainda não ter começado no AMRJ pois, desde 2008, são aguardadas
importantes obras que poderão garantir novas empreitadas de construção naval em larga escala para a Marinha do Brasil e exportações, tudo chegando no bojo do Plano Estratégico de Defesa Nacional.



AMRJ

Vista aérea do complexo do Arsenal.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)




Dique Almirante Branco

Vista aérea do Dique Almirante Branco, em 15 de março de 2009, ocasião
da docagem do submarino S32 Timbira,  para reparos de rotina.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)




O SÉCULO XXI


As obras para a construção das docas na Ilha das Cobras deveriam ter começado em 2008, mas o espaço é insuficiente para a série de construções de navios de guerra e submarinos prevista para os próximos anos.


A Ilha das Cobras receberia largas reformas para a :

     g   Construção de 6 novas escoltas;

     g   Modernização das 4 corvetas da Classe Inhaúma; e

     g   Modernização das 3 fragatas restantes da Classe Greenhalg.


Existe ainda um programa de construção no Brasil de 27 Navios-Patrulha Oceânicos de 500 ton, os quais vêm sendo encomendados a estaleiros nacionais a um custo unitário próximo a R$ 80 milhões.


A MB  precisa deles para estar permanentemente junto às plataformas de petróleo, que estão cada vez mais distantes. A média de tempo para um navio-patrulha ficar pronto deverá ser de dois anos e meio.


Para a construção de submarinos, será sendo construído um novo estaleiro em Itaguaí, na Baía de Sepetiba, Estado do Rio de Janeiro.


Esse
Estaleiro de Submarinos pertencerá à Marinha do Brasil, que vai cedê-lo por 20 anos, período em que será construído e operado por uma joint-venture, com 50% das cotas sob controle da Odebrecht, 49% da DCNS francesa e 1% da MB.




REFORMAS NA ILHA DAS COBRAS


Há ainda a possibilidade de alargamento de seu maior dique,
Dique Almirante Régis, que hoje recebe na conta justa o A-12 São Paulo.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

Docagem do A-12

NAe A-12 São Paulo sendo docado no Dique Almirante Régis.
(Foto AMRJ)



Isso só não será possivel se não sobrar espaço lateral para manter as tubulações e conduítes utilizados para levar energia, agua doce e gás para os navios docados, além dos mecanismos de cabrestantes (usados para tracionar os navios para dentro do Dique).



VÍDEO - SEGUNDA DOCAGEM DO NAE
SÃO PAULO NO AMRJ (07:58 MIN)




Observar todo o trabalho para que o A-12, com 266 m de comprimento, pudesse
entrar pela segunda vez no Dique Almirante Régis do AMRJ, em 14 de janeiro
de 2008. Sua primeira docagem deu-se em 7 de julho de 2003.



Para o Arsenal construir navios do porte do São Paulo nesse Dique, os guindastes que o servem serão trocados por um do tipo “Transversal”, com capacidade de transportar algo em torno de 200 t (os mais possantes guindastes do AMRJ suportavam 30 ton). Por outro lado, um grande casco pode ser produzido fora, inclusive em módulos, e equipado no Arsenal.



AMRJ

Outra vista aérea do AMRJ pelo ângulo oposto à anterior.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



A Marinha sonha reformar e modernizar totalmente suas instalações industriais na Ilha das Cobras, mas pensa que não poderá fazer isso sozinha. Portanto, busca parceiros privados para a gigantesca empreitada.


Em novembro de 2008, o presidente da Coréia do Sul, Lee Myung-bak, veio ao Brasil com a Hyundai oferecer construir no AMRJ quatro destróieres da Classe KDX2.


A Hyundai oferecia assumir essas instalações da Marinha para modernizá-las, ampliá-las e empregá-las na construção dos KDX2, e também de petroleiros e plataformas, necessários à epopéia do Pré-Sal.


Tanto os coreanos quanto os franceses propunham reconstruir o
Dique Almirante Régis, além de reaparelhar todos os obsoletos galpões e oficinas do complexo.




FONTES & LINKS






PARTE
NOME
1
HISTÓRIA
2
SÉCULO XXI