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Marinha do Brasil  -  MB

Meios Disponíveis e Futuros



MEIOS FUTUROS PARA 

A MARINHA DO BRASIL


Trimaran - Logo


PARTE 5

NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO




Navio-Patrulha Trimaran Multifunção da MB



(Clique na arte abaixo para ampliação)

Navio-Patrulha Multifunção Trimaran da MB

Imagem frontal e ilustração simulando patrulhamento do P-48, futuro
NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN da MB.
(Artes DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



INTRODUÇÃO

NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN


LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN


FONTES E LINKS


VÍDEOS



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


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<>As atividades de patrulhamento da Marinha têm o propósito de fiscalizar as águas sob jurisdição brasileira, aí entendendo-se o mar, as águas interiores e as que banham as ilhas oceânicas e fluviais e os rios navegáveis, nacionais ou fronteiriços.
<>

Em 6 de julho de 2004, entrou em vigor o Decreto Nº 5.129, que mudou as regras de repressão a navios clandestinos, conhecida como Lei do Abate Naval. Decidiu-se por essa regulamentação para a Marinha porque as regras do patrulhamento costeiro eram muito antigas.
<>
<>



NA Pará

Navio-Auxiliar Pará (NA Pará), incorporado à MB em janeiro de 2005 é um Catamaran
que passou a desempenhar diversas tarefas em convênio com o Estado do Pará.
Um Navio-Patrulha TRIMARAN multifunção terá semelhança.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Com as novas regras, navios suspeitos passaram a ser ser interceptados pela Marinha. Ela hoje tem autorização para dar tiros de advertência quando eles não atenderem ao chamado das autoridades.


Depois da advertência, podem ser disparados tiros diretos com armamento fixo, com carga não explosiva, até que a ordem seja atendida. O decreto autorizou o uso de cargas explosivas se a embarcação clandestina responder com tiros. O objetivo não é afundar a embarcação, mas imobilizá-la para que seja inspecionada.


O novo decreto também mudou o nome da
Patrulha Costeira, que passou a ser chamada de Patrulha Naval.




NAVIOS-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO TRIMARAN



Na simulação do DEFESA BR, os futuros NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN, e seus meios aéreos orgânicos, todos meios de PATRULHA NAVAL dos Distritos Navais da Marinha do Brasil, deverão operar em 2 ambientes distintos:


     g   PATRULHAMENTO OCEÂNICO, e

     g   PATRULHAMENTO FLUVIAL.


Em ambas as situações, Patrulhamento significa
implementar e fiscalizar o cumprimento de leis e regulamentos, como coibir contrabando, tráfico de drogas e armas, terrorismo, pirataria, etc.


O Patrulhamento Oceânico envolve o controle e a proteção da área costeira (águas marrons), dos portos e de instalações especiais, como as plataformas petrolíferas da Bacia de Campos. Muito mais que isso, envolve a proteção da AMAZÔNIA AZUL, respeitando-se os tratados, convenções e atos internacionais ratificados pelo Brasil.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

Navio-Patrulha Multifunção Trimaran da MB

Vistas do P-48,  NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN projetado para a MB.
Com deslocamento de 1.000 ton (vazio), seu deque de vôo permitirá a operação
simultânea de 3 helicópetros médios, como o Cougar. Terá 60 m de comprimento e
20 m de boca. Sua velocidade máxima será de 50 nós e a de cruzeiro, 20 nós.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Já o Patrulhamento Fluvial envolve o controle e a proteção das áreas internas do País, em rios e afluentes, em todas as regiões, mas com muito maior atenção às áreas fronteiriças, como na Amazônia e no Pantanal Mato-Grossense.



9º DN

Cerimônia de ativação do Comando do 9º Distrito Naval
(Com9ºDN) em Manaus, no dia 03 de maio de 2005.

(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Tais áreas exigem atuação redobrada contra ameaças variadas, como as de guerrilhas e narcotráfico, grupos estranhos atuando em reservas indígenas, além de possíveis futuras invasões estrangeiras de origem ora indeterminada.


Provavelmente, o maior esforço para a MB deva ser direcionado à
construção específica e inovadora de NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO, e suas LANCHAS DE PATRULHA, partes essenciais dos Meios Distritais de sua Força de Superfície para PATRULHA NAVAL.



Navio-Patrulha Trimaran Multifunção da MB

Vista frontal do NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Também eles serão baseados no conceito do TRIMARAN, porém com dimensões mínimas se comparados aos NAes, NAMs e Escoltas, para que seja privilegiada a escala, ou seja, a existência e operação permanente de uma forte quantidade de meios dispersos pelo País.


Estes
NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN da nova PATRULHA NAVAL obedecerão aos mesmos padrões construtivos básicos de cascos, motores e sistemas, tendo peso máximo único de 1.000 toneladas, construídos com nano-materiais baseados na AGLOMERAÇÃO DE NANOTUBOS DE CARBONO, e serão designados para um desses dois distintos ambientes de navegação, como :


     g   NAVIO-PATRULHA OCEÂNICO (NPO) - NaPaOc, e

     g   NAVIO-PATRULHA FLUVIAL - NaPaFlu.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

Flotilha do Mato Grosso

Parada da Flotilha de Mato Grosso, do 6º Distrito Naval, com Navio Monitor Parnaíba,
Navio de Transporte  Fluvial Paraguassu, Navio de Apoio Logístico Fluvial Potengi,
Navio  Transporte Fluvial Piraim, Navio Patrulha Poti, Navio Patrulha Penedo,
Navio Patrulha Piratini, Navio Patrulha Pirajá, Grupo de Embarcações de
Patrulha e Desembarque, Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário,
4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral
(Foto MB - 6º DN)



Um aspecto fundamental e inovador da presente simulação é que tanto os NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN, NaPaOc e NaPaFlu - quanto as suas LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN terão como exigência de concepção - impensável com os meios e materiais atuais - a fácil capacidade (própria do TRIMARAN com seus Materiais Nanoestruturados) de intercambiarem esses ambientes de navegação - marítimo e fluvial, com básicas adaptações e de acordo com as necessidades e ameaças que se imponham ao País no futuro.



LSC-X (Trimaran) 

Uma arte conceitual do futuro Navio "Littoral Surface
Craft - Experimental" (LSC-X)
da US Navy.



LCS ou X-Craft

Ilustração do X-Craft desenhada pela Nigel Gee do Reino Unido,
posteriormente adquirida pela British Marine Technology (BMT).
Foi construído para a US Navy pelo Estaleiro Nichols Brothers Boat Builders.
(Arte Nigel Gee)

O LSC (2 ), ou X-Craft, é feito de alumínio, tem 1.000 ton e
capacidade para 2 helicópteros MH-60. Será capaz de atingir velocidades de
50 nós, para missões de guerra de minas costeira, guerra anti-submarina no
litoral e águas rasas, e guerra de superfície contra pequenas ameaças.



Além disso, a ênfase de tais embarcações estará na sua multifuncionalidade, na disponibilidade de lançadores de mísseis e na superestrutura proporcionada pela Nanotecnologia  para o emprego de meios aéreos variados.


Entre estes, contar-se-á com o emprego de helicópteros (AS, ASu, EG, do EB, do CFN, etc.), HELIPLANOS, LANCHAS VOADORAS HYDRO FOAM (vídeo) e aviões (da MB e da FAB) em VTOL, inclusive aeronaves TILTROTOR não-tripuladas VUAVs (Vídeo mudo), e os formidáveis DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO (também VTOL) Pesados e Médios da MB e do EB, com capacidade de carga de 300 e 100 ton, respectivamente.


Os
NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN poderão carregar em seu interior - em diferentes configurações, um avião anfíbio leve, botes motorizados, dois veículos anfíbios leves, e até 200 combatentes, e funcionando assim como BASE MÓVEL AVANÇADA.


     g   NAVIO-PATRULHA -  Deque para até 3 helis médios.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

Navio-Patrulha Multifunção Trimaran da MB

Vista superior do NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN
com 3 helicópteros médios no convôo (ou deque de vôo).
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Esses pequenos, porém ultra-espaçosos, econômicos, velozes e poderosos NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN operarão sempre em conjunto com seu grupo de 4 (QUATRO) LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN (e Hydro Foams) que, especialmente no caso fluvial, deverão avançar em dispersão, à frente de seu Navio-Base, e acompanhá-lo sempre e externamente, à média distância.


Para as populações ribeirinhas, a agradável característica desses
NAVIOS e LANCHAS TRIMARAN será a de não provocarem marolas destrutivas quando transitarem, já que os cascos (Vídeos da M SHIP Co. de seu M-Hull 1 2 3) fazem com que as ondas operem intra-cascos, uma também importante característica de discrição para o perigoso ambiente navegável amazônico em qualquer tempo.


Acima de tudo e de todos, persistindo por horas ou dias a fio, os DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO (Vídeo), Pesados e Médios, farão a vigilância mais completa e detalhada da região (TO), podendo pousar e permanecer na água atrás dos
NAVIOS, inclusive intercambiando pessoal, suprimentos, equipamentos e veículos pelas rampas elevadas interligadas de ambos, conforme seus PROJETOS CONJUNTOS. O mesmo tipo de apoio estende-se às LANCHAS, quando afastadas e isoladas.



Organic Air

Exemplo canadense de envolvimento orgânico
entre meios naval e aéreo, como o DHM.

(Arte Leadmark)



Os helicópteros não precisarão manter-se fixos, embarcados, mas ajudarão a fornecer com os dirigíveis uma inigualável COBERTURA AÉREA nos locais mais difíceis da Amazônia e suas conflituosas fronteiras.


Assim, de acordo com a simulação do DEFESA BR, o NaPaFlu, com suas Lanchas e Helicópteros, deverá operar em conjunto com o DIRIGÍVEL HÍBRIDO da MB e do EB, cuja missão vital será a de protegê-lo (como privilegiado AEW, etc), suprí-lo e interconectar as operações realizadas pelas 3 Forças Armadas na Amazônia, como verdadeiras FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS.



Defesa da Amazônia

FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia.



Eles permitirão às diferentes Unidades dessas Forças, aos dispersos Pelotões do EB e aos próprios NaPaFlu's da MB a fantástica interligação e SINERGIA que nenhum outro intermodal militar alcançará em tal região inóspita e extremamente difícil.


Como Base Móvel, o NaPaOc e o NaPaFlu servirão como Porta-Helicópteros, Plataforma de Assalto e Desembarque Anfíbio, Infiltração / Exfiltração, Socorro e Evacuação, etc.


Em tempos normais, os
NaPaFlu poderão operar como ASSHOP e com Serviços Estaduais e Federais em convênio. Fornecerão suprimentos e auxílio humanitário para áreas carentes ou devastadas por catástrofes e calamidades diversas. Este é o caso recente e atual do Catamaran NA Pará.



NA Pará

Cerimônia de Incorporação do Navio-Auxiliar Pará, Catamaran que passou
a fazer transporte e desembarque de tropas na Região Amazônica.

(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Graças aos materiais nano-estruturados, terão capacidade para transportar até 200 combatentes, podendo ter permanentemente um PELOTÃO MÓVEL (70 tropas), além de até 130 Fuzileiros Navais (2) (CFN) e/ou Comandos MECs. Sua tripulação será de 60 homens.


Os discretos e velozes
DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO não terão qualquer limitação de ambiente terrestre, marítimo ou fluvial, servirão também como BASES MÓVEIS AVANÇADAS e possuirão todas as capacidades acima descritas e muitas outras.


Obviamente, tais dirigíveis não permitirão pouso, mas poderão ser também grandes e inigualáveis Porta-Helicópteros em seus espaçosos interiores, permitindo até incríveis 300 ton de carga. Diversos helicópteros poderão ser facilmente transferidos de / para os
NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN através das rampas conjuntas, que formarão uma estratégica ponte entre as naves.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

Navio-Patrulha Multifunção Trimaran da MB

Vista lateral do NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Tais dirigíveis multimissão serão muito mais econômicos que os meios atuais e poderão atuar em busca e resgate, reconhecimento e análise eletrônica, AEW, comando e controle, ataque de míssil de precisão, guerra aérea, de superfície, submarina, anfíbia, OTHT para as embarcações de patrulha, missões de suporte às FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS e às Frotas da MB, etc.


Navios-Patrulha e Dirigíveis operando com enlace em redes terão a vantajosa capacidade interoperacional de
C4ISR, processando e coordenando inteligência (SIGINT) em toda a região fronteiriça e na Área Marítima, ou seja, nas 2 AMAZÔNIAS.


Os dirigíveis poderão estar vigiando e designando alvos a centenas de quilômetros a partir de altitudes acima de 20.000 metros, cobrindo tanto NAVIOS-PATRULHA como as 3 FROTAS da MB.



Fast Trimaran

Maquete do Fast Trimaran exposta no
Salão de Le Bourget 2007, em Paris.

(Foto Pierre Bayle)



Basicamente, para que possam ser atendidas todas as necessidades presentes e futuras, inclusive no apoio quantitativo às 3 FROTAS da MB, dever-se-á projetar, construir e operar no Brasil esses inovadores meios de combate e apoio da PATRULHA NAVAL dos Distritos Navais.


Serão os
NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN, próprios do Século XXI, suas imprescindíveis LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN, e os vitais DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS, operando juntos com o EB e a FAB para a DEFESA do BRASIL e de suas 2 AMAZÔNIAS.



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte MB)



Nodriza

Ilustração do navio de patrulha e apoio fluvial Nodriza VII
de terceira geração, fabricado pelo estaleiro Cotecmar para
assalto, vigilância, interdição e patrulha fluvial para apoiar a
Brigada Fluvial da Infantaria da Marinha da Colômbia.
(Arte Cotecmar)




US COAST GUARD - INTEGRATED DEEPWATER SYSTEM


Como forte exemplo da atualidade, utilidade e necessidade dos NAVIOS-PATRULHA TRIMARAN e de sistemas altamente integrados, verifica-se o prioritário Programa DEEPWATER 2 3 (IDS - Sistema Integrado Deepwater - Integrated Deepwater System) da Guarda Costeira Americana - US COAST GUARD, avaliado em US$ 17 bilhões.


Este Programa é a maior aquisição de todos os tempos da USCG e estará em breve substituindo todas as suas atuais e defasadas 5 classes dc embarcações por 3 modernas classes multimissão com o IDS (Vídeo). Todo o contrato será de uma joint-venture entre Lockheed Martin e
Northrop Grumman chamada de ICGS (Integrated Coast Guard Systems).


O sistema interoperacional IDS incluirá essas três classes
com 91 novos navios (e suas 124 lanchas associadas) e uma combinação de nova frota de aeronaves de asas fixas tripuladas, helicópteros novos e modernizados, e aeronaves TILTROTOR não-tripuladas VUAVs (Vídeo mudo) baseadas tanto em terra como nos navios. Será um total de 244 aeronaves.


Restarão ainda 49 Barcos de Patrulha da frota atual convertidos de 110 para 123 pés 2, as tradicionais MATAGORDAS (Vídeo).



(Clique no desenho abaixo para ampliação)


Bell Eagle Eye HV-911.
VUAV - Vertical Take-Off and Landing Unmanned Aerial Vehicle -
Veículo Aéreo Não-Tripulado de Decolagem e Pouso Verticais.
(Arte US Coast Guard)



Todos esses meios representarão um sistema de plataformas terrestres, marítimas e aéreas altamente interoperacionais como resultado de avançados sistemas com capacidade de C4ISR, e sendo suportados por um modelo de logística integrada.



(Clique no desenho abaixo para ver o esquema do C4ISR do IDS)

Deepwater - C4ISR

Esquema C4ISR do IDS - Sistema Integrado Deepwater.
(Arte US Coast Guard)


A fim de operarem aeronaves variadas nas duas primeiras classes (vide arte abaixo), a USCG requer projetos navais com hangares mais espaçosos, interiores reconfiguráveis e estabilidade superior, como SLICE, SWATH, catamaran ou TRIMARAN. Todas as embarcações deverão ser entregues durante 20 anos, sendo projetadas para um ciclo de vida de 40 anos.



USCG - Deepwater

Desenho com meios aéreos e navais do IDS - Sistema Integrado Deepwater.
(Arte US Coast Guard)



O maior navio será o Maritime Security Cutter, Large - WMSL (antes National Security Cutter - NSC - Vídeo). Ele pesará 4.112 ton com carga máxima, medirá 421 pés (128 m) e terá velocidade máxima de 28 nós (52 km/h). Seu alcance será de 12.000 mn e autonomia de 60 dias.



(Clique no desenho abaixo para ver detalhes da Ponte)

WMSL - Bridge

A Ponte do WMSL terá visão de 360º com
câmeras e monitores para melhor observação.
(Arte US Coast Guard)



(Clique no desenho abaixo para ver detalhes do Centro C4ISR)

WMSL - C4ISR

O WMSL terá moderno Centro C4ISR, proporcionando
ao IDS
vantajosa capacidade interoperacional.
(Arte US Coast Guard)



O detalhamento deste projeto vem sendo conduzido pelo Centro de Excelência em Engenharia da Northrop Grumman em New Orleans. A produção do primeiro WMSL, que será feito em 40 módulos estruturais, ocorrerá em Pascagoula, Mississipi, custará US$ 140 milhões e começará ainda em 2004, devendo estar operacional já em 2007.


O segundo maior será o Maritime Security Cutter, Medium - WMSM (antes Offshore Patrol Cutter - OPC). Ele pesará 3.000 ton com carga máxima, medirá 341 pés (104 m) e terá velocidade máxima de 22 nós (41 km/h). Seu alcance será de 9.000 mn e autonomia de 45 dias.


O terceiro e menor deles será o Maritime Patrol Coastal  - WPC (antes Fast Response Cutter - FRC). Ele pesará 500 ton, medirá 150 pés (46 m) e terá velocidade máxima de 30 nós (56 km/h). Seu alcance será de 5.000 mn e autonomia de 7 dias.


Em março de 2004, foi anunciado um acordo para que o Grupo alemão
HDW (Howaldtswerke Deutsche Werft AG) e sua afiliada sueca Cockums AB construíssem um navio para demonstração de tecnologia do futuro WPC.




LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN


Pressupõe-se que as LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN tenham uma autonomia de até 15 dias com relativo conforto, sejam cabinadas para operarem com 4 homens e conduzirem mais 20 tropas e tenham dimensão básica de 20 toneladas, estando aptas às condições de navegação fluvial e costeira.


Uma nova e revolucionária opção perfeita para emprego nas 2 AMAZÔNIAS - em toda a região fronteiriça amazônica e na Área Marítima - é a LANCHA VOADORA HYDRO FOAM (vídeo), que oferece a indiscutível vantagem de voar a baixas altitudes, pousando e decolando de rios e terra, em pistas curtas e inclusive VTOL.


Tais Lanchas Voadoras poderão vir a desempenhar uma formidável operação
a partir de NAes, NAMs, Família de Escoltas, Navios-Patrulha e inclusive Submarinos (pelos Comandos MECs).



(Cllique na foto abaixo para ampliação)

MECs

MECs em exercício.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



FLEXBOAT


Desde agosto de 2005, a Capitania dos Portos de São Paulo dispõe de uma lancha de projeto e construção brasileiros chamada de FLEXBOAT SR 760, que poderá atender tanto à navegação interior quanto às áreas costeiras.



Flexboat

A Flexboat em ação.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Trata-se de embarcação semi-rígida de 7,5 m de comprimento e 3,15 m de boca. Possui casco de fibra de vidro super reforçada, com câmaras de ar independentes.


A
FLEXBOAT é uma Lancha de Ação Rápida (LAR) que permite transportar 15 pessoas e carregar até 2.500 kg. Atingindo 45 nós, é adequada para fiscalizar o tráfego de embarcações de alta velocidade e apoiar operações de repressão a atividades ilegais. Para tal, está armada com uma metralhadora Browning .50, que permite inclusive emprego antiaéreo.



COMBAT BOAT



Como mero exemplo a ser transportado para o conceito TRIMARAN, a Combat Boat 90H da Dockstavarvet é construída em alumínio com casco reforçado, blindagem até nível 4 (munição de fuzis 7.62 mm), 16,1 m de comprimento, 3,8 m de boca e calado de 0,90 m, desloca 18 ton aliviada, e pode transportar até 21 soldados armados ou 4,5 ton de carga, além de 3 tripulantes.



CB 90H

Combat Boat 90H (CB 90H) da Dockstavarvet.
(Foto de divulgação)



Atua como lancha de patrulha, operações especiais e ataque rápido, com até 3 metralhadoras .50, estabilizadas, operadas por controle remoto com monitor pelo sistema Lemur, da Bofors Defense, para a direção de tiro, inclusive noturno. Leva dois botes infláveis Zodiac e duas calhas para lançamento de minas aquáticas, podendo receber lançadores de mísseis e morteiros de 120 mm.



CB 90H

Combat Boat 90H (CB 90H) da Dockstavarvet.
(Foto de divulgação)



Tem velocidade superior a 40 nós e alta manobrabilidade. A tripulação e os soldados transportados ficam totalmente isolados e protegidos em seu interior, em ambiente climatizado e, após a abicagem na margem do rio, os soldados podem sair em pouco mais de 15 segundos, por meio de uma abertura e uma rampa instalada sobre a proa, diretamente na praia ou margem de rio.



CB 90H  -  Operação Timbó II

Combat Boat 90H (CB 90H- à direita) na Operação
Timbó II na Amazônia, em julho de 2004,
sendo empregada pelo Exército Brasileiro.
(Foto do EB)




FOG-MPM


Tanto os NAVIOS, as LANCHAS, e os DIRIGÍVEIS  terão maior capacidade de combate com a variação naval do míssil de precisão FOG-MPM da AVIBRAS, que pesa 50 kg e atinge alvos a até 60 km de distância.



Míssel FOG-MPM  

FOG-MPM - Míssil Multipropósito Guiado por Fibra Ótica.
(Foto AVIBRAS)



Extremamente leves, vários deles podem ser carregados mesmo nas LANCHAS para a execução das mais diversas missões com múltiplos propósitos contra alvos dos mais leves até veículos e fortificações, sempre com grande precisão.


Sua enorme vantagem inovadora reside na capacidade de transmissão de dados para o operador que, protegido, pode guiá-lo para o alvo pelas imagens recebidas através de um cabo de fibra ótica nos mais adversos ambientes de combate.




FONTES & LINKS


Poder Naval : NA Pará

Sistemas de Armas
  (Ver todos os temas de Guerra Fluvial)

Patrol Boat

M-Hull da M SHIP Co. - Vídeos 1 2 3