(Clique na arte abaixo
para
ampliação)
Vista
Frontal do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB, de 50.000
ton.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
"No
Século XXI, somente Forças
de Superfície, Aeronavais e de
Submarinos inovadoras, capazes e
poderosas poderão garantir o Controle
e a Negação do Mar & Aeroespaço."
O DEFESA BR
é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um
conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
CAPACITAÇÃO
Tanto os
NAes,
NAMs e Escoltas serão projetados em
conjunto pela EMGEPRON,
com consultoria permanente da VOSPER
THORNYCROFT inglesa e da
DCN
francesa. Entretanto,
farão
parte de acordo de
desenvolvimento
de sistemas de armas da
indústria nacional com a ALIANÇA
DOS PAÍSES BALEIAS, como
no caso dos
submarinos.
Do grande NAe à menor
Escolta (E-6), e os submarinos, todos
serão fabricados no País desde a primeira unidade, em grande número
e em diversas instalações de estaleiros de capital majoritariamente nacional.
Demandarão um gigantesco
esforço para o sucesso do programa.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vistas
da ESCOLTA E-6 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA BR por Edilson
Moura Pinto)
Todos
os navios
terão construção modular, o que irá permitir a redução dos prazos
em 30 %, em média, fundamental
para as necessidades de Defesa do Brasil. O
prazo de construção de unidades NAes, NAMs e submarinos será de 18 meses, e de
Escoltas será de 12
meses. Isso é possível, visto que a Hyundai Shipbuilding constrói meganavios de 300.000 ton.
em apenas 8 meses.
Todas as plataformas citadas
terão capacidade de Lança-Mísseis
de Cruzeiro, sendo equipadas com Sistemas de Lançamento
Vertical -
VLS, em maior ou menor escala e poderio.
Incluem-se nessa lista os NAes e os NAMs. Todos
terão ainda mísseis com capacidade para
ASuW, ASW e AAW, além de
torpedos.
Todos esses navios TRIMARAN
atingirão velocidades contínuas
inéditas superiores
a
50 nós devido à leve nano-estrutura e à propulsão elétrica
com nano-baterias (ambas baseadas na NANOTECNOLOGIA).
Serão utilizadas novas
armas, inéditas no Ocidente, como o
SHKVAL,
torpedo supercavitante russo de altíssima velocidade,
capaz de atingir mais de 200
nós, mísseis antinavio
como
o
MOSKIT
hipersônico capaz de uma velocidade
de mergulho de Mach 4.5, o
YAKHONT com maior alcance e
o também hipersônico
KLUB com Mach 2.9.
Míssil hipersônico MOSKIT.
Haverá
ainda o
ZVEZDA
, importante míssil anti-radar desenvolvido
para destruir os sistemas de radar Patriot (terra)
e Aegis (frota) americanos, anti-aéreos
como o
SA-10 (um S-400 naval) e
SSM (para as plataformas maiores:
NAes, NAMs e Escoltas).
Todos os mísseis
serão desenvolvidos em novas versões, em extensa parceria. Serão ainda
desenvolvidos revolucionários
armamentos DEW,
à
velocidade da luz, KEW,
e MIRACL.
Todas as Escoltas possuirão
avançados e até revolucionários
sistemas de armas anti-superfícies e antinavios
(ASuW), anti-submarinos (ASW) e
antiaéreos (AAW). Com
design FURTIVO / STEALTH aliado ao
emprego dos novos motores com baterias
nano-elétricas, terão reduzidíssimos
ruído e assinatura radar.
As ESCOLTAS
E-6 terão capacidade máxima de
levar até 10 helicópteros variados
(sendo 4 de
Ataque / 2 ASW / 2 AEW / 2 EG). A
operação padrão será feita com somente 6
aparelhos em capacidade otimizada.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vista
Superior da ESCOLTA E-6 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
As Escoltas E-12 e E-18, os
NAMS e os NAes terão capacidade de operar aeronaves ESTOL, pois todos possuirão
comprimento igual ou superior a 140 metros, conforme quadro mais abaixo.
ESCOLTA E-12 de 12.000 ton :
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vista
Superior da ESCOLTA E-12 TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
ESCOLTA E-18 de 18.000 ton :
(Clique na arte para
ampliação)
Vista
Superior da ESCOLTA E-18 TRIMARAN da MB, de
18.000 ton.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
NAM de 30.000 ton :
(Clique na arte abaixo
para
ampliação)
Vista Superior do NAVIO DE ASSALTO
MULTIPROPÓSITO TRIMARAN da MB.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
NAE de 50.000 ton :
(Clique na
arte abaixo para
ampliação)
Vistas
Superior do NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN da MB.
Observar que a
proa (frente) da
embarcação fica à esquerda.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
Assim, poderão operar
confortavelmente com os CAÇAS
AVANÇADOS HIPERSÔNICOS,
que usarão catapultas eletromagnéticas em pistas de 80
metros.
(Clique para
ampliação)
O Caça
Avançado ?
As E-12 contarão com
até 11 helicópteros (sendo 5 de
Ataque / 1
ASW / 2 AEW / 3 EG) e
até mais 8 Caças
Avançados e 6 aeronaves diversas, totalizando 25 aparelhos, graças ao seu convôo mais largo. Porém, deverão operar com
até somente 16 em capacidade otimizada.
As E-18 contarão com
até 16 helicópteros (sendo 8 de Ataque / 2 ASW /
3 AEW / 3 EG) e até mais 12 Caças Avançados e 7
aeronaves diversas, totalizando 35 aparelhos. Porém,
deverão operar com até 25, normalmente.
Mas, suas operações
habituais serão otimizadas para emprego
padrão de quantidades bastante inferiores de aeronaves.
Veja o quadro abaixo com a
fantástica capacidade da Força
Aeronaval de todos os navios da Força
de Superfície conseguida
com
o conceito TRIMARAN :
FORÇA
DE SUPERFÍCIE
NANO-ESTRUTURADA
DIMENSÕES E
CAPACIDADE AÉREA
MÁXIMA
|
NAVIOS
|
NAE
|
NAM
|
E-18
|
E-12
|
E-6
|
|
TONELAGEM
|
50.000
|
30.000
|
18.000
|
12.000
|
6.000
|
|
TONELAGEM CASCO
PRINCIPAL
|
25.000
|
15.000
|
9.000
|
6.000
|
4.500
|
|
TONELAGEM CADA
CASCO LATERAL
|
12.500
|
7.500
|
4.500
|
3.000
|
750
|
|
COMPRIMENTO - M
|
|
180
|
155
|
140
|
130
|
|
LARGURA
MÁXIMA - M
|
160
|
115
|
80
|
60
|
60
|
|
ÁREA DE
CONVÔO
(LÍQUIDA) - M2
|
26.880
|
16.560
|
11.160
|
7.560
|
5.460
|
|
AERONAVES
ESTACIONADAS
NO CONVÔO
|
26
|
17
|
9
|
5
|
3
|
|
AERONAVES NO
HANGAR PRINCIPAL
|
54
|
33
|
26
|
20
|
7
|
|
CAPACIDADE DE
AERONAVES
|
|
50
|
35
|
25
|
10
|
CAPACIDADE
PADRÃO OTIMIZADA (A 65%)
|
60
|
35
|
25
|
16
|
6
|
FROTA DE SUPERFÍCIE
DISTRIBUIÇÃO
DA CAPACIDADE AÉREA MÁXIMA
|
FORÇA
AERONAVAL
|
NAE |
NAM
|
E-18
|
E-12
|
E-6
|
|
1) AVIÕES -
CAÇAS
|
|
|
|
|
|
CAÇAS SU-33 E
SU-47 (STOBAR) |
|
7
|
0
|
0
|
0
|
CAÇAS AVANÇADOS
(ESTOL)
|
35
|
8
|
12
|
8
|
0
|
|
2) AVIÕES
DIVERSOS (CTOL)
|
11
|
7
|
7
|
6
|
0
|
|
3)
HELICÓPTEROS DIVERSOS
|
|
28
|
16
|
11
|
10
|
|
TOTAL
|
80
|
50
|
35
|
25
|
10
|
Um
helicóptero multitarefa do porte de um EH-101 MERLIN Mk 1
(médio-pesado) da Agusta Westland, poderá tanto nas Escoltas, como nos NAes e NAMs. O MERLIN
poderá ter as
configurações de
AEW, ASW e ASuW, Transporte,
EG, SAR, C-SAR e REVO.
A sua grande vantagem como
sistema de armas é possuir altíssimo desempenho em diversas
configurações em torno de uma mesma
fuselagem. Seu excelente raio de
ação também faz
uma grande diferença. E ainda poderão ser armados com mísseis de precisão de
fibra ótica FOG-MPM da AVIBRAS.
O EH-101 Merlin e Radar.
A FORÇA AERONAVAL
da MB será
operada com um quantitativo
padrão otimizado médio de, aproximadamente, 70 % da
capacidade acima mostrada (60 a 75 %).
O Comando Conjunto de Aviação
poderá disponibilzar aeronaves suplementares dos outros 2 Comandos, especialmente nos
casos de CAÇAS AVANÇADOS da
FAB para
uso em ESTOL, além
de helicópteros de Ataque e de Emprego Geral (EG) do EB e da FAB.
FROTA DE SUPERFÍCIE
CAPACIDADE
PADRÃO OTIMIZADA
DE OPERAÇÃO AÉREA
|
ALA AÉREA
|
NAE
|
NAM
|
E-18
|
E-12
|
E-6
|
|
1) AVIÕES -
CAÇAS
|
(40)
|
(10)
|
(10) |
(4)
|
(0)
|
|
CAÇAS SU-33
E SU-47 (STOBAR)
|
|
6
|
0
|
0
|
0
|
|
CAÇAS
AVANÇADOS LA (ESTOL)
|
8
|
0
|
5
|
0
|
0
|
|
CAÇAS
AVANÇADOS MA (ESTOL)
|
16
|
4
|
5
|
4
|
0
|
|
2) AVIÕES
DIVERSOS (CTOL)
|
(8)
|
(5)
|
(6)
|
(5)
|
(0)
|
|
AEW
|
2
|
1
|
2
|
1
|
0
|
|
ASW
|
2
|
1
|
1
|
1
|
0
|
|
EG
|
2
|
2
|
2
|
2
|
0
|
|
REVO MÉDIO
|
2
|
1
|
1
|
1
|
0
|
|
3)
HELICÓPTEROS DIVERSOS
|
|
(20)
|
(9)
|
(7)
|
(6)
|
|
ATAQUE
|
3
|
15
|
5
|
3
|
2
|
|
AEW
|
2
|
1
|
1
|
1
|
1
|
|
ASW
|
2
|
1
|
1
|
1
|
2
|
|
EG
|
3
|
2
|
2
|
2
|
1
|
|
TRANSPORTE PESADO
|
2
|
1
|
0
|
0
|
0
|
|
TOTAL
|
60
|
35
|
25
|
16
|
6
|
PODERIO DIFERENCIADO
Tendo toda a FORÇA DE
SUPERFÍCIE,
sem exceção,
grande FORÇA
AERONAVAL com quadro aéreo
de asas fixas e rotativas
graças ao advento do Conceito TRIMARAN,
estabelece-se, pela primeira vez na
história,
uma Marinha de Guerra com real Poderio
Diferenciado, não em termos quantitativos, mas de qualidade e de total
adequação às ameaças e necessidades de projeção
estratégica da Guerra Naval do
Século XXI.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)

Ilustração
simulando o A-14,
futuro NAVIO-AERÓDROMO
TRIMARAN
da MB, de 50.000 ton, atracado ao cais do Arsenal de
Marinha do Rio de Janeiro, tendo ao seu
lado A-12.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
Essa nova Guerra passará a
enfatizar, cada vez mais, aviação
de interceptação, caça e ataque, mísseis e torpedos, sendo todos esses vetores de
grande velocidade, alcance e
autonomia. Some-se ainda a ameaça
submarina, com construções em elevadas quantidades em diversos países.
Com toda essa mudança
tecnológica, em grande parte advinda do
fabuloso avanço da NANOTECNOLOGIA, os navios de guerra tradicionais estarão obsoletos,
lentos e operando apenas 1 ou 2
helicópteros a bordo. Os grandes NAes atuais estarão cada vez mais expostos
às ameaças de toda ordem.
E a perda eventual de um deles porá, simplesmente,
toda uma campanha e até
a esquadra ou país em
xeque.
Nosso novo conceito distribui a FORÇA AERONAVAL por diversos meios navais, fazendo com
que apenas 3 escoltas possuam tanto ou
mais aeronaves do que um NAe
com 60. Somados, farão máxima projeção
de poder
possível, desejável e sequer imaginável hoje, em
um formidável processo logístico que os americanos chamam
de SEA BASING (ver em Links abaixo).
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Ilustração
simulando o NAM-16,
futuro NAVIO DE ASSALTO
MULTIPROPÓSITO TRIMARAN da MB, de
30.000 ton, em alto-mar.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura
Pinto)
Uma formação
com 1 NAe (80), 1 E-18 (35) e 2 E-12 (50)
poderá levar algo como 165 aeronaves em capacidade
máxima (ou 117 em
capacidade reduzida e otimizada) ao Teatro de
Operações para uso em AAW, ASW e ASuW com muito mais segurança e
com extrema capacidade operacional
simultânea e orgânica, saturando-se toda a região, inclusive com os seus mísseis
de cruzeiro e futuros UCAVs
hipersônicos.
Como exemplo, com o advento dos CAÇAS AVANÇADOS
HIPERSÔNICOS,
um ou dois NAes podem ficar a
mais de 1.000 km da costa, resguardando-se,
enquanto plataformas E18 e E12 aproximam-se
mais, atuando
em uma linha assimétrica em
direção ao litoral. As escoltas E6 e submarinos fazem a proteção individual
deles.
Há uma enorme interação,
flexibilidade operacional e minimização de riscos para o sucesso da comissão.
Na volta de missões
em terra, esquadrões de CAÇAS AVANÇADOS LA e MA dos
NAes podem inclusive utilizar as Escoltas como
base
temporária para vários reabastecimentos,
alavancando a capacidade de surtidas diárias
de todo o Grupo Tarefa.
PODERIO NECESSÁRIO -
PONTUAÇÃO
|
MEIOS NAVAIS
|
TON
|
QUANT
|
AAW
|
ASW
|
ASuW
|
PON
TOS
|
TO
TAL
|
|
NAE
|
50.000
|
3
|
90
|
70
|
70
|
230
|
690
|
|
NAM
|
|
5
|
40
|
60
|
70
|
170
|
850
|
|
ESCOLTA E-18
|
18.000
|
6
|
50
|
40
|
40
|
130
|
780
|
|
|
12.000
|
12
|
40
|
30
|
30
|
100
|
1.200
|
|
ESCOLTA E-6
|
|
15
|
20
|
25
|
25
|
70
|
1.050
|
|
TOTAL DE PONTOS
|
-
|
41
|
-
|
-
|
-
|
-
|
4.570
|
Com o simples
quadro acima, pode-se visualizar que o equilíbrio
de poder na Força de
Superfície encontra-se na FAMÍLIA DE
ESCOLTAS TRIMARAN E18 + E12 + E6, com uma excelente média de 1.010 pontos.
Obs: são considerados
capacidade de guerra eletrônica, mísseis
de todos os tipos e demais armamentos,
aviação embarcada,
poder de assalto anfíbio, etc. O poderio de cada configuração
(AAW/ASW/ASuW) varia de 0 a 100.
Este quadro objetiva somente demonstrar as comparações
de escalas entre os meios.
E os NAes não serão
mais os únicos comandos ideais. Com o
advento dos NAMs, das E-18 e das E-12, há sempre
a opção pelos GTs
gerais
e ainda pela formação
de GTs específicos a qualquer momento, comandados
por essas formidáveis
plataformas navais, ou o uso de
diversas em data link (em tempo real). Os NAes, NAMs e a
Família de Escoltas também serão excelentes Bases
Móveis.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Ilustração
simulando
futura ESCOLTA
E-18 TRIMARAN
da MB, de
18.000 ton, em alto-mar.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura
Pinto)
Ressalte-se novamente que a
nano-durabilidade desses Meios Navais com
projetos flexíveis, com maior capacidade de adaptação dos cascos de TRIMARAN, e
com emprego racional (sempre o otimizado),
enfatizada em manutenção
constante, deverá alcançar 90 anos,
sem os
tradicionais desgastes dos meios e materiais atuais.
A MB poderá executar
extensas modernizações a cada 15
anos, o que será facilitado pela modularidade das
nano-construções independentes e estanques. Pode-se mesmo trocar um a um dos 3 cascos de
cada embarcação,
mantendo-se sempre o conjunto e a
eficácia desejada.
LINKS
FAS -
Sealift
FAS
- Seabased Logistics
Air
Force Magazine - Sea Basing