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PLANO BRASIL

PROGRAMA MAR DE TITÃ

INDÚSTRIA NAVAL



NÍVEL  I - MAR PROFUNDO

FORÇA OCEÂNICA

PARTE III

PROJETO DRAKKAR

NAVIOS DE ASSALTO ANFÍBIO




(Clique na arte abaixo para ampliação)


Vistas lateral e superior do NAA do PROJETO DRAKKAR.
(Arte Edilson Moura Pinto)

 
3) PROJETO DRAKKAR

NÍVEL I - MAR PROFUNDO
NAVIOS DE ASSALTO ANFÍBIO PARA O BRASIL.


AUTOR : EDILSON MOURA PINTO




INTRODUÇÃO


O PROGRAMA MAR DE TITÃ
visa a recuperação e consolidação da indústria naval brasileira, parte inicial do Componente Naval do PLANO BRASIL.


A terceira parte de seu NÍVEL I - MAR PROFUNDO, é denominada PROJETO DRAKKAR, o qual apresenta a possibilidade de desenvolvimento nacional de Navios de Assalto Anfíbio - NAA, capacitados à guerra futura.


A partir do século VIII, os navegantes europeus passaram a temer os rumores do surgimento de uma nova e assustadora ameaça, que vindo do norte começou a povoar as águas, as mentes e as terras do seu continente.


Esta onda de terror, chegava pelos mares ao norte na forma de um Dragão, que em seu interior transportava uma considerável força de valentes e invencíveis guerreiros, cujos mitos assombravam e se espalhavam tal qual a expansão de suas fronteiras.


Estes demônios marinhos eram, na verdade, os fantásticos navios de guerra chamados DRAKKAR, ou Navio Dragão, e vinham da Escandinávia, lar dos seus criadores, os legendários VIKINGS.



(Clique na arte abaixo para ampliação)
 
DRAKKAR - Navio Dragão Viking

DRAKKAR, o Navio Dragão Viking.
(Arte Visual Paradox)




Estas embarcações eram famosas por permitirem aos seus tripulantes a possibilidade de navegarem a velocidades espantosas, e percorrerem longas distâncias, aproveitando a força motora dos ventos e dos músculos. Podiam também manobrar eficientemente, inclusive em águas rasas, permitindo aos vikings entrar em terra através de rios.


As vantagens táticas em batalhas alcançadas por esses guerreiros baseava-se em utilizar a seu favor todas as artimanhas possíveis e eles não vacilavam, pois apropriavam-se da capacidade desses navios em executar eficientes manobras de ataque e fuga.


Freqüentemente, seus ataques eram caracterizados por serem rápidos e inesperados, seguidos pelo total desaparecimento, impossibilitando ao inimigo lançar a contra-ofensiva, fosse onde fosse, estivesse onde estivesse.


No entanto, a força do mito que envolve os Navios Dragões não reside somente em suas performances e características náuticas, mas também em sua capacidade de transportar e desembarcar uma quantidade considerável desses temidos guerreiros, os quais, merecidamente, foram considerados como os mais bravos, temidos e fortes de sua época.


Os tempos passaram e a guerra naval evoluiu consoante a tecnologia e as táticas de guerra adotadas. Porém, ainda é possível identificar na guerra moderna e até mesmo projetar para a guerra do futuro algumas dessas características e ensinamentos do passado.


Alguns fatores da guerra moderna são determinantes e ainda permanecem como desafio para a conclusão satisfatória de uma operação militar bem sucedida.


As operações navais são consideradas fundamentais para o desfecho dos conflitos entre nações. Os bloqueios navais, as batalhas pelo controle dos mares e as operações de desembarque anfíbio, visam tomar o terreno do inimigo, controlar seu território e forçá-lo a por fim aos conflitos.


As operações anfíbias da guerra moderna se assemelham em certos aspectos às características das táticas e técnicas adotadas pelos antigos guerreiros.


No entanto, novos ensinamentos e tecnologias apresentam-se como desafios a serem superados, os quais devem ser considerados por influenciarem o desenvolvimento das doutrinas e, consequentemente, dos navios de guerra anfíbia do futuro.


Em particular, a nossa Futura Força Naval carecerá de meios adequados para as exigências do futuro teatro de operações. Nesse contexto, surgirá, inequivocamente, a necessidade de possuir Navios de Assalto Anfíbio -  NAA, projetados e adequados para o total cumprimento de suas atribuições, quer por participação em Forças de Paz, quer por necessidades estratégicas.




PROJETO DRAKKAR


Diante disso, neste projeto que intitulamos PROJETO DRAKKAR, (a analogia com o nome dos mitológicos navios dispensa explicações), consideramos o desenvolvimento nacional de um possível NAA, o qual acumularia as funções de Navio de Desembarque de Docas - NDD, Navio de Transporte de Tropas - NTT, e de Porta-Helicópteros - LDH.


Seu projeto seria desenvolvido pela EMGEPRON, em associação com nossos estaleiros e seria supervisionado pelo DENAPROM, o qual se encarregaria de introduzir as tecnologias e empresas necessárias para essa demanda.


Essa nova embarcação seria capacitada a transportar suprimentos, tropas, aeronaves e sistemas, os quais lhe permitiriam executar plena e isoladamente as operações de assalto anfíbio.


PROJETO DRAKKAR seria baseado em algumas premissas, as quais acreditamos serem necessárias aos NAA do futuro. Estas seriam:


     g A necessidade de uma força anfíbia se aproximar da costa
        ou litoral inimigo de forma silenciosa e imperceptível.



     g Os meios navais imperativamente necessitarão possuir a
         capacidade de manobrar, eficientemente, entre golfos, baías,
         falésias, rios e recifes, visto que as praias “paradisíacas” e
         planas, certamente estarão muito bem fortificadas e defendidas.



     g Esses navios deverão possuir capacidades de locomoção e
         evasão muito mais eficientes que as dos navios atuais, pois
         necessitarão “desovar” suas tropas e retirarem-se para regiões
         mais seguras o mais rápido possível.



     g Os navios do futuro necessitarão possuir a capacidade de infiltrar
         e recolher tropas sem o ônus da exposição perigosa às armas
         inimigas e, acima de tudo, serem capazes de transportar tropas,
         equipamentos e suprimentos necessários para a completa
         execução das operações de Guerra Anfíbia. Para tanto, deverão
         contar com meios aéreos e navais (docas e veículos de
         desembarque), os quais serão necessários para a execução de
         tais tipos de missões.



     g A auto-defesa também deverá ser considerada em um projeto
        desse tipo, pois os navios do futuro deverão ser capazes de se
        defender de ameaças de nível médio sem necessitarem da ajuda
        de outras embarcações.



Em suma, este projeto contemplaria o desenvolvimento nacional de um NAA, cujo conceito seria totalmente novo e que aproveitaria os avanços obtidos no desenvolvimento do PROJETO THOR
, agregando suas inovações tecnológicas, introduzindo novos e aperfeiçoando os conhecimentos já praticados por nossa indústria.


O casco seria do tipo TRIMARÃ, tal qual se propõem os demais projetos no
PROGRAMA MAR DE TITÃ, os quais envolvem as belonaves destinadas à Força Naval.


Em sua seção central, o NAA alocaria as partes vitais da nave, bem como a doca principal destinada ao embarque de veículos tipo Hovercraft, ficando os grupos propulsores, tanques de combustível, baterias elétricas, estoques de armamentos, camarotes da tripulação, entre outros, posicionados nos cascos secundários.
 


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Casco

Seção lateral do NAA do PROJETO DRAKKAR, apresentando a
linha abaixo d'água, em cuja estrutura destacam-se: o domo do sonar
principal, o casco central, o sistema propulsor
AZIMUTAL
e o casco lateral com as estruturas quebra-ondas.

(Arte Edilson Moura Pinto)



Em operações de combate, os cascos laterais abrigariam o excedente de efetivos do Corpo de Fuzileiros Navais; nesses cascos estariam ainda dispostos os refeitórios, salas de lazer, bem como dormitórios e estoques reservas.


O convés da nave estenderia-se sobre os três cascos do navio e seria composto do tipo liso, no qual se encontrariam as pistas de decolagem e pouso, bem como por dois elevadores magnéticos com capacidade máxima de peso de 36.000 kg.


Sobre o convés se encontraria o Hangar principal, o qual também teria acesso aos três cascos do navio.


As dimensões gerais da Nau seriam de 210 m de comprimento, 64 m de largura e 24 m de altura, porém o convés de vôo teria 180 m de comprimento.


Essas dimensões seriam possíveis devido ao uso do conceito de
TRIMARÃ, que distribui a massa total da belonave por uma área maior, tornando a nave mais “baixa”, piorando sua assinatura ao radar e infravermelho e aumentando a sua segurança contra ataques de mísseis.
 


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Vistas lateral e superior do NAA do PROJETO DRAKKAR.
(Arte Edilson Moura Pinto)



A ponte de comando da nave ficaria situada justamente à frente da nave, ficando responsável pela navegação do navio. Com a evolução dos sistemas de controle e comunicação, as operações de pouso e decolagem das aeronaves serão mais seguras. Com isso, a superestrutura do navio seria composta por uma torre muito pequena, a qual se destinaria somente ao controle dos pousos e decolagens executados no convés.


Esta torre abrigaria ainda os sistemas de radares e telecomunicações do navio e seria posicionada a 1/3 da Nau.


O navio seria dotado de uma sala composta de uma central de comando, a qual estaria posicionada no piso inferior central do navio logo abaixo do hangar; de lá, partiriam as ordens de comando e controle das operações de assalto.


Essa central estaria interligada via satélite aos Centros Integrados de Comando das Forças Armadas (CIC) e Centro de Coordenação de Operações das Forças Navais (CIC-NAE), os quais permitiriam aos NAA coordenarem grupos de anfíbios em ações de combate.


Teria uma central de controle para
VANT-C, que estaria interligada com as demais centrais de comando similares e aeronaves D-224.


As unidades aéreas embarcadas nos novos NAA poderiam assim operar mistos de aeronaves tripuladas e não-tripuladas.


Em deslocamento padrão, essas belonaves transportariam um total de 30 aeronaves de variados tipos, o que poderia ser aumentado em 40 % em situações de emergência.


Tais grupamentos seriam compostos por 6 helicópteros cargueiros
OSIRIS CH-72N, 12 helicópteros de assalto ISIS MH-24N, 6 helicópteros de ataque e escolta armada ANUBIS AH-20N e 6 helicópteros de ataque e escolta armada não-tripulados HORUS ARHD-09N.



CH-72N

OSIRIS CH-72N




Os DRAKKAR seriam ainda capacitados a operar as aeronaves de caça não-tripuladas ARD-12, bem como todas as aeronaves embarcadas adotadas pelas Forças Armadas.


Graças à automação dos sistemas, sua tripulação seria extremamente reduzida, sendo necessários somente 120 tripulantes para fazerem o navio operar plenamente. No entanto esses navios transportariam ainda outros 96 tripulantes dos grupamentos aéreos e levariam ainda 960 fuzileiros totalmente armados.


Em seus porões, tais navios transportariam um total de 12 mil ton de equipamentos variados, tais como, veículos blindados, caminhões baterias de mísseis e demais suprimentos destinados à infantaria.


Para desembarcá-las, os
DRAKKAR utilizariam os seus 2 veículos de desembarque similares aos LCAC norte-americanos, os DT-60 (tratados posteriormente nesse mesmo projeto).


A nave seria ainda dotada de uma doca e de um armazém de suprimentos capaz de transportar e receber veículos Hovercraft do tipo DT-60.


Isso capacitaria ao navio uma maior versatilidade e diversificação das operações, pois o embarque e desembarque de fuzileiros não dependeria puramente dos meios aéreos.
 


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DRAKKAR - Seção do Casco Central

Seção do casco central do NAA do PROJETO DRAKKAR.
Em verde, o espaço reservado para o Hangar das aeronaves,
a seção azul representa a área de estoque de veículos
e equipamentos, e a seção vermelha, a doca molhada.

(Arte Edilson Moura Pinto)



É importante salientar que, devido à sua largura, os NAA permitem um embarque simultâneo de dois DT-60, visto que eles podem ser acomodados lado a lado e não em fila, como nos LPD da nova Classe San Antonio (US NAVY). Essa disposição flexibiliza em muito as operações navais, pois os DT-60 podem ser carregados e descarregados, independentemente, sem terem que esperar o primeiro da fila.


Outro fator importante, as tropas ficam alocadas nos cascos laterais; com isso o casco central fica liberado quase que completamente, o que lhe confere um espaço e volume interno bem maiores.


É importante também notar que o Hangar das aeronaves atravessa o navio de ambos os lados e, com isso, a sua área efetiva pode alcançar 4.200 m2, aproximadamente iguais às dimensões do Hangar do NAE São Paulo.
 


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Casco Trimarã

Esquema representativo da seção do casco TRIMARÃ, representando
a região aérea do Hangar, com os elevadores baixados. Mesmo
descontando a área ocupada pelos helis, o hangar principal dos
NAA teria uma área equivalente ao Hangar do NAE São Paulo.

 
(Arte Edilson Moura Pinto)



Os sistemas de armas embarcados nos navios seriam compostos de 4 canhões hexacanos de 40 mm para defesa de ponto de 6 km de alcance, 4 lançadores quádruplos de mísseis MAAC-30R e 2 lançadores verticais triplos de mísseis de defesa Anti-Aérea de longo alcance, MDAL-600, e outros 2 reparos triplos para o míssil de defesa Anti-Aérea de médio alcance MDAM-120.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

MDAL-600

Míssil MDAL-600



A nave poderia ainda em específicas missões ser armada com mísseis de cruzeiro de longo alcance MCBL-3000.



(Clique na arte abaixo para ampliação)


Míssil de Cruzeiro MCBL-3000



Instalados na superestrutura estariam os dois sistemas de radares e sistemas de guerra eletrônica, sob o casco os sonares, similares aos instalados nos cruzadores do PROJETO THOR.


Os sistemas de comunicação incluiriam sistema de distribuição conjunta e transmissão de dados e informação, e Ennlace de Dados, igualmente encontrado no
PROJETO DRAKKAR.


Para contra-medidas, possuiria quatro sistemas de disparo de
Chaff-Flares, Infra-Vermelhos IV e Sistemas de Defesa Anti-Torpedo.


O sistema de guerra eletrônica instalado seria concebido a detectar emissões de radar hostis, determinando o tipo de ameaça e sua direção.


Seria equipada com o sistema de combate de controle integrado de armas para auto-defesa e ataque à superfície processado digitalmente, gerando imagens 3D em tempo real.


Sistemas virtuais de treinamento seriam desenvolvidos para melhor preparação e diminuição de custos no projeto. Através da DENAPROM, a empresa nacional NAVISOFT, cuja experiência nesse ramo já se destaca entre as demais concorrentes, desenvolveria os simuladores dedicados a tal função.


Assim, as tripulações poderiam treinar ainda em terra alguns procedimentos e estratégias de combate e manutenção, sem o ônus de terem que ocupar demasiado tempo de operações desses navios.


Obviamente, isso não dispensaria a necessidade de treinamentos reais a bordo dos navios, mas sim colaboraria para uma maior e efetiva fase de treinamento de suas tripulações.


Isso permitira um índice de operacionalidade maior para os navios, e maiores índices de segurança, pois os marinheiros não estariam sendo expostos, a princípio, a operações reais. De quebra, poderiam ainda melhorar a prontidão e a eficiência das tripulações, dadas as possibilidades geradas por esses sistemas.

 

  Simulador



Simulador - Máquinas

Sistema virtual de treinamento de tripulações produzido pela
empresa nacional NAVSOFT,  e que estaria disponível a todos
os projetos englobados no
PROGRAMA MAR DE TITÃ.
(Artes NAVSOFT)



A Nave seria concebida para deslocar 36 mil ton, a uma velocidade máxima de 75 km/h, e seu sistema de propulsão seria baseado no mesmo sistema proposto no PROJETO THOR. No entanto, neste projeto, a planta motriz seria baseada em quatro motores a gás do GEnx, da General Electric.


O
DRAKKAR se deslocaria a distâncias de 24.000 km, e seu alcance máximo se situaria na faixa de 36.000 km a velocidade reduzida.


Também aqui seriam introduzidos os sistemas de PROPULSÃO AZIMUTAL, os quais seriam montados nos cascos secundários do navio, visto que o casco central se destinaria à doca e à estocagem de equipamentos.


Para embarque de cargas e pessoal, quando atracado a portos, o navio poderia também utilizar as duas grandes portas laterais para embarque de suprimentos e equipamentos, posicionadas em ambos os lados do navio.


A principio, os custos de aquisição e manutenção de uma nave com essas caraterísticas e dimensões seriam muito altos.


No entanto, vale lembrar que os NAA DRAKKAR substituiriam de uma só vez os Porta-Helicópteros, Navios de Assalto Anfíbio e Navios de Transporte de Tropas, e ainda teriam capacidade defensiva, o que minimizaria a necessidade de deslocarem-se sob a escolta de outros vasos de guerra.


Assim, esses navios centrariam em uma única plataforma as capacidades e necessidades inerentes da projeção de poder em operações anfíbias.


A redução do número de navios necessários para isso, por si só, já garante muita economia, pelo fato de que se desloca um e não três navios, sem contar os fatores de logística e manutenção.


DT-60


O DT-60 seria a Embarcação Rápida de Desembarque de Suprimentos e Tropas. Seria capacitada a transportar até 96.000 kg a uma velocidade de 96 km/h, e seria capaz de manobrar em curvas muito fechadas, dada a necessidade de suas missões. Seu alcance máximo sem reabastecimento seria de 360 km.


Sua propulsão seria garantida pela utilização de 4 variantes a gás dos motores D-136 BR de 10.000 shp (PROJETO ATOM), versão nacionalizada da turbina utilizada pelos helicópteros
CH-72.


Adicionalmente, tais embarcações teriam sistema de motores hidrojato (tal qual os jet-ski), os quais seriam utilizados para manobras e deslocamentos, quando não fossem necessárias suas grandes velocidades.


No entanto, quando a missão a ser executada fosse, por exemplo, o desembarque de fuzileiros, este acionaria os seus “ventiladores”, inflando o colchão de ar e impulsionando-se pelas ventoinhas posicionados à ré da embarcação. A sustentação seria garantida por quatro fans responsáveis por inflar e manter o colchão de ar.


Os DT-60 teriam 28 m de comprimento por 14 m de largura e 6 m de altura; sua tripulação seria composta, normalmente, por 2 membros, o comandante e o operador de sistema, o qual também seria o responsável por operar o canhão automático de 20 mm, única arma de defesa utilizada por esses veículos.


Em situações extremas, eles poderiam ainda operar um reparo fixo de 2 lançadores para os mísseis Anti-Aéreos de curto alcance
MDACP-6.



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MDACP-6

Míssil MDACP-6




A força transportada por eles seria composta por até 120 Fuzileiros Navais (FN) totalmente armados, ou uma plêiade de cargas e veículos destinada às forças de infantaria da Força de Superfície Oceânica (FSO).



DT-60

Hovercraft de desembarque de suprimentos e tropas
DT-60 do PROJETO DRAKKAR, operado pelas
unidades encarregadas do transporte logístico.

(Arte Edilson Moura Pinto)


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