O PROGRAMA MAR DE TITÃ visa a recuperação e
consolidação da indústria naval brasileira, parte
inicial do Componente Naval do
PLANO BRASIL.
A terceira parte de seu NÍVEL I - MAR
PROFUNDO, é
denominada PROJETO DRAKKAR, o qual
apresenta a possibilidade de desenvolvimento nacional de Navios de Assalto Anfíbio - NAA, capacitados à guerra futura.
A partir do século VIII, os navegantes europeus passaram a temer
os rumores do surgimento de uma nova e assustadora ameaça, que
vindo do norte começou a povoar as águas, as mentes e as
terras do seu continente.
Esta onda de terror, chegava pelos mares ao norte
na forma de um Dragão, que em seu interior transportava
uma considerável força de valentes e invencíveis
guerreiros, cujos mitos assombravam e se espalhavam tal qual a
expansão de suas fronteiras.
Estes demônios marinhos eram, na verdade, os fantásticos
navios de guerra chamados DRAKKAR,
ou Navio Dragão, e vinham da Escandinávia, lar dos seus
criadores, os legendários VIKINGS.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Estas embarcações eram
famosas por permitirem aos seus tripulantes a possibilidade de
navegarem a velocidades espantosas, e percorrerem longas
distâncias, aproveitando a força motora dos ventos e dos
músculos. Podiam também manobrar eficientemente,
inclusive em águas rasas, permitindo aos vikings entrar em terra
através de rios.
As vantagens táticas em batalhas alcançadas por esses
guerreiros baseava-se em utilizar a seu favor todas
as artimanhas possíveis e eles não vacilavam, pois
apropriavam-se da capacidade desses navios em executar eficientes
manobras de ataque e fuga.
Freqüentemente, seus ataques eram caracterizados por serem
rápidos e inesperados, seguidos pelo total desaparecimento,
impossibilitando ao inimigo lançar a contra-ofensiva, fosse onde
fosse, estivesse onde estivesse.
No entanto, a força do mito que envolve os
Navios Dragões não reside somente em suas performances e
características náuticas, mas também em sua
capacidade de transportar e desembarcar uma quantidade
considerável desses temidos guerreiros, os quais, merecidamente,
foram considerados como os mais bravos, temidos e fortes de sua
época.
Os tempos passaram e a guerra naval evoluiu consoante a tecnologia e as
táticas de guerra adotadas. Porém, ainda é
possível identificar na guerra moderna e até mesmo
projetar para a guerra do futuro algumas dessas características
e ensinamentos do passado.
Alguns fatores da guerra moderna são determinantes e ainda
permanecem como desafio para a conclusão satisfatória de
uma operação militar bem sucedida.
As operações navais são consideradas fundamentais
para o desfecho dos conflitos entre nações. Os bloqueios
navais, as batalhas pelo controle dos mares e as
operações de desembarque anfíbio, visam tomar o
terreno do inimigo, controlar seu território e
forçá-lo a por fim aos conflitos.
As operações anfíbias da guerra moderna se
assemelham em certos aspectos às características das
táticas e técnicas adotadas pelos antigos guerreiros.
No entanto, novos ensinamentos e tecnologias apresentam-se como
desafios a serem superados, os quais devem ser considerados por
influenciarem o desenvolvimento das doutrinas e, consequentemente, dos
navios de guerra anfíbia do futuro.
Em particular, a nossa Futura Força Naval carecerá de
meios adequados para as exigências do futuro teatro de
operações. Nesse contexto, surgirá,
inequivocamente, a necessidade de possuir Navios de Assalto
Anfíbio - NAA,
projetados e adequados para o total cumprimento de suas
atribuições, quer por participação em
Forças de Paz, quer por necessidades estratégicas.
PROJETO DRAKKAR
Diante disso, neste projeto que intitulamos PROJETO
DRAKKAR, (a analogia com o nome dos mitológicos
navios dispensa explicações),
consideramos o desenvolvimento nacional de um possível NAA, o qual acumularia as
funções de Navio de Desembarque de Docas - NDD, Navio de
Transporte de
Tropas - NTT, e de Porta-Helicópteros - LDH.
Seu projeto seria desenvolvido pela EMGEPRON, em
associação com nossos estaleiros e seria supervisionado
pelo DENAPROM, o
qual se encarregaria de introduzir as tecnologias e empresas
necessárias para essa demanda.
Essa nova embarcação seria capacitada a transportar
suprimentos, tropas, aeronaves e sistemas, os quais lhe permitiriam
executar plena e isoladamente as operações de assalto
anfíbio.
O PROJETO
DRAKKAR seria
baseado em algumas premissas, as quais acreditamos serem
necessárias aos NAA do
futuro. Estas seriam:
A necessidade de uma força anfíbia
se aproximar da costa
ou litoral inimigo de
forma silenciosa e imperceptível.
Os meios navais imperativamente
necessitarão possuir a
capacidade de manobrar,
eficientemente, entre golfos, baías,
falésias, rios e recifes,
visto que as praias “paradisíacas” e
planas, certamente estarão
muito bem fortificadas e defendidas.
Esses navios deverão possuir capacidades
de locomoção e
evasão muito mais eficientes
que as dos navios atuais, pois
necessitarão “desovar” suas
tropas e retirarem-se para regiões
mais seguras o mais rápido
possível.
Os navios do futuro necessitarão possuir
a capacidade de infiltrar
e recolher tropas sem o ônus da
exposição perigosa às
armas
inimigas e, acima de tudo, serem
capazes de transportar tropas,
equipamentos e suprimentos
necessários para a completa
execução das
operações de Guerra Anfíbia. Para tanto,
deverão
contar com meios aéreos e
navais (docas e veículos de
desembarque), os quais serão
necessários para a execução de
tais tipos de missões.
A auto-defesa também deverá ser
considerada em um projeto
desse tipo, pois os navios do futuro
deverão ser capazes de se
defender de ameaças de
nível médio sem necessitarem da ajuda
de outras embarcações.
Em suma, este projeto contemplaria o desenvolvimento nacional de um NAA, cujo conceito seria totalmente novo e
que aproveitaria os avanços obtidos no desenvolvimento do PROJETO THOR, agregando suas inovações
tecnológicas, introduzindo novos e aperfeiçoando os
conhecimentos já praticados por nossa indústria.
O casco seria do tipo TRIMARÃ,
tal qual se propõem os demais projetos no PROGRAMA MAR DE
TITÃ, os
quais envolvem as belonaves destinadas à Força Naval.
Em sua seção central, o NAA
alocaria as partes vitais da nave, bem como a doca principal destinada
ao embarque de veículos tipo
Hovercraft, ficando os grupos propulsores, tanques de
combustível, baterias elétricas, estoques de armamentos,
camarotes da tripulação, entre outros, posicionados nos
cascos secundários.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Seção
lateral do NAA do PROJETO
DRAKKAR,
apresentando
a
linha abaixo d'água, em cuja estrutura destacam-se: o domo do
sonar
principal, o casco central, o sistema propulsor AZIMUTAL
e o casco lateral com as estruturas quebra-ondas.
(Arte Edilson Moura Pinto)
Em operações de combate,
os cascos laterais abrigariam o excedente de efetivos do Corpo de
Fuzileiros Navais; nesses cascos estariam ainda dispostos os
refeitórios, salas de lazer, bem como dormitórios e
estoques reservas.
O convés da nave estenderia-se sobre os três cascos do
navio e seria composto do tipo liso, no qual se encontrariam as pistas
de decolagem e pouso, bem como por dois elevadores magnéticos
com capacidade máxima de peso de 36.000 kg.
Sobre o convés se encontraria o Hangar principal, o qual
também teria acesso aos três cascos do navio.
As dimensões gerais da Nau seriam de 210 m
de comprimento, 64 m de largura e 24 m de altura, porém
o convés de vôo teria 180 m de comprimento.
Essas dimensões seriam possíveis devido ao uso do
conceito de TRIMARÃ, que distribui a massa total da belonave por uma
área maior, tornando a nave mais “baixa”, piorando sua
assinatura
ao radar e infravermelho e aumentando a sua segurança contra
ataques de mísseis.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Vistas
lateral e superior do NAA do PROJETO
DRAKKAR.
(Arte Edilson Moura Pinto)
A ponte de comando da nave ficaria
situada justamente à frente da nave, ficando responsável
pela navegação do navio. Com
a evolução dos sistemas de controle e
comunicação, as operações de pouso e
decolagem das aeronaves serão mais seguras. Com isso, a
superestrutura do navio seria composta
por uma torre muito pequena, a qual se destinaria somente ao controle
dos pousos e decolagens executados no convés.
Esta torre abrigaria ainda os sistemas de radares
e telecomunicações do navio e seria posicionada
a 1/3 da Nau.
O navio seria dotado de uma sala composta de uma central de comando, a
qual estaria posicionada no piso inferior central do navio logo abaixo
do hangar; de lá, partiriam as ordens de comando e controle das
operações de assalto.
Essa central estaria interligada via satélite aos Centros
Integrados de Comando das Forças Armadas (CIC) e Centro de
Coordenação de Operações das Forças
Navais (CIC-NAE), os quais permitiriam aos NAA
coordenarem grupos de anfíbios em ações de combate.
Teria uma central de controle para VANT-C, que estaria interligada com as demais centrais
de comando similares e aeronaves D-224.
As unidades aéreas embarcadas nos novos NAA
poderiam assim operar mistos de aeronaves tripuladas e
não-tripuladas.
Em deslocamento padrão, essas belonaves transportariam um total
de 30 aeronaves de variados tipos, o que poderia ser aumentado em 40 %
em situações de emergência.
Tais grupamentos seriam compostos por 6 helicópteros cargueiros OSIRIS
CH-72N, 12 helicópteros de
assalto ISIS
MH-24N, 6 helicópteros de
ataque e escolta armada ANUBIS
AH-20N e 6 helicópteros de
ataque e escolta armada não-tripulados HORUS
ARHD-09N.
OSIRIS CH-72N
Os DRAKKAR
seriam ainda capacitados a operar as aeronaves de
caça não-tripuladas ARD-12, bem como todas as aeronaves
embarcadas
adotadas pelas Forças Armadas.
Graças à automação dos sistemas, sua
tripulação seria extremamente reduzida, sendo
necessários somente 120 tripulantes para fazerem o navio operar
plenamente. No entanto esses navios transportariam ainda outros 96
tripulantes dos grupamentos aéreos e levariam ainda 960
fuzileiros totalmente armados.
Em seus porões, tais navios transportariam
um total de 12 mil ton de equipamentos variados, tais como,
veículos blindados, caminhões baterias de mísseis
e demais suprimentos destinados à infantaria.
Para desembarcá-las, os DRAKKAR
utilizariam os seus 2 veículos de desembarque similares aos LCAC
norte-americanos, os DT-60 (tratados
posteriormente nesse mesmo projeto).
A nave seria ainda dotada de uma doca e de um armazém de
suprimentos capaz de transportar e receber veículos Hovercraft
do tipo DT-60.
Isso capacitaria ao navio uma maior versatilidade
e diversificação das operações, pois o
embarque e desembarque de fuzileiros não dependeria puramente
dos meios aéreos.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Seção do casco
central do NAA do PROJETO
DRAKKAR.
Em verde, o
espaço reservado para o Hangar das aeronaves,
a seção azul representa a área de estoque de
veículos
e equipamentos, e a seção vermelha, a doca molhada.
(Arte Edilson
Moura
Pinto)
É importante salientar que,
devido à sua largura, os NAA
permitem um embarque simultâneo de dois DT-60, visto que eles
podem ser acomodados lado a lado
e não em fila, como nos LPD da nova Classe San Antonio (US
NAVY). Essa disposição flexibiliza em muito as
operações navais, pois os DT-60 podem ser carregados e
descarregados, independentemente, sem terem que esperar o primeiro da
fila.
Outro fator importante, as tropas ficam alocadas nos cascos laterais;
com isso o casco central fica liberado quase que completamente, o que
lhe confere um espaço e volume interno bem maiores.
É importante também notar que o Hangar das aeronaves
atravessa o navio de ambos os lados e, com isso, a sua área
efetiva pode alcançar 4.200 m2, aproximadamente iguais às
dimensões do Hangar do NAE São Paulo.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Esquema
representativo da seção do casco TRIMARÃ,
representando
a região aérea do Hangar, com os elevadores baixados.
Mesmo
descontando a área ocupada pelos helis, o hangar principal dos
NAA teria uma área equivalente ao Hangar do NAE São Paulo.
(Arte Edilson
Moura
Pinto)
Os sistemas de armas embarcados nos
navios seriam compostos de 4 canhões hexacanos de 40 mm para
defesa de ponto de 6 km de alcance, 4 lançadores
quádruplos de mísseis MAAC-30R e 2 lançadores verticais triplos de
mísseis de defesa Anti-Aérea de longo alcance, MDAL-600, e outros 2 reparos triplos para o míssil
de defesa Anti-Aérea de médio alcance MDAM-120.
(Clique na arte abaixo para ampliação)
Míssil MDAL-600
A nave poderia ainda em
específicas missões ser armada com mísseis de
cruzeiro de longo alcance MCBL-3000.
(Clique na
arte abaixo para ampliação)
Míssil de Cruzeiro
MCBL-3000
Instalados na superestrutura estariam
os dois sistemas de radares e sistemas de guerra eletrônica, sob
o casco os sonares, similares aos instalados nos cruzadores do PROJETO THOR.
Os sistemas de comunicação incluiriam sistema de
distribuição conjunta e transmissão de dados e
informação, e Ennlace de Dados, igualmente encontrado no PROJETO DRAKKAR.
Para contra-medidas, possuiria quatro sistemas de
disparo de Chaff-Flares,
Infra-Vermelhos IV e Sistemas de Defesa Anti-Torpedo.
O sistema de guerra eletrônica instalado seria concebido a
detectar emissões de radar hostis, determinando o tipo de
ameaça e sua direção.
Seria equipada com o sistema de combate de controle integrado de armas
para auto-defesa e ataque à superfície processado
digitalmente, gerando imagens 3D em tempo real.
Sistemas virtuais de treinamento seriam desenvolvidos para melhor
preparação e diminuição de custos no
projeto. Através da DENAPROM, a empresa nacional NAVISOFT, cuja
experiência nesse ramo já se destaca entre as demais
concorrentes, desenvolveria os simuladores dedicados a tal
função.
Assim, as tripulações poderiam treinar ainda em terra
alguns procedimentos e estratégias de combate e
manutenção, sem o ônus de terem que ocupar
demasiado tempo de operações desses navios.
Obviamente, isso não dispensaria a necessidade de treinamentos
reais a bordo dos navios, mas sim colaboraria
para uma maior e efetiva fase de treinamento de suas
tripulações.
Isso permitira um índice de operacionalidade maior para os
navios, e maiores índices de segurança, pois os
marinheiros não estariam sendo expostos, a princípio, a
operações reais. De quebra, poderiam ainda melhorar a
prontidão e a eficiência das tripulações,
dadas as possibilidades geradas por esses sistemas.
Sistema
virtual de treinamento de tripulações produzido pela
empresa nacional NAVSOFT, e que estaria disponível a todos
os projetos englobados no PROGRAMA MAR DE TITÃ.
A Nave seria concebida para deslocar 36
mil ton, a uma velocidade máxima de 75
km/h, e seu sistema de propulsão seria baseado no mesmo sistema
proposto no PROJETO THOR. No entanto,
neste projeto, a planta motriz seria baseada em quatro motores
a gás do GEnx, da General Electric.
O DRAKKAR se deslocaria a distâncias de 24.000 km, e
seu alcance máximo se situaria na faixa de 36.000 km a
velocidade reduzida.
Também aqui seriam introduzidos os sistemas de PROPULSÃO AZIMUTAL, os
quais seriam montados nos cascos secundários do navio, visto
que o casco central se destinaria à doca e à estocagem de
equipamentos.
Para embarque de cargas e pessoal, quando atracado a portos, o navio
poderia também utilizar as duas grandes portas laterais para
embarque de suprimentos e equipamentos, posicionadas em ambos os lados
do navio.
A principio, os custos de aquisição
e manutenção de uma nave com essas caraterísticas
e dimensões seriam muito altos.
No entanto, vale lembrar que os NAA DRAKKAR
substituiriam de uma só vez os Porta-Helicópteros, Navios
de Assalto Anfíbio e Navios de Transporte de Tropas, e ainda
teriam capacidade defensiva, o que minimizaria a necessidade de
deslocarem-se sob a escolta de outros vasos de guerra.
Assim, esses navios centrariam em uma única
plataforma as capacidades e necessidades inerentes da
projeção de poder em operações
anfíbias.
A redução do número de navios necessários
para isso, por si só, já garante muita economia, pelo
fato de que se desloca um e não três navios, sem contar os
fatores de logística e manutenção.
DT-60
O DT-60 seria
a Embarcação Rápida de Desembarque de Suprimentos
e Tropas. Seria capacitada a transportar até 96.000 kg a
uma velocidade de 96 km/h, e seria capaz de manobrar em curvas muito
fechadas, dada a necessidade de suas missões. Seu alcance
máximo sem reabastecimento seria de 360 km.
Sua propulsão seria garantida pela utilização de 4
variantes a gás dos motores D-136 BR de 10.000 shp (PROJETO ATOM), versão
nacionalizada da turbina utilizada pelos helicópteros CH-72.
Adicionalmente, tais embarcações teriam sistema de
motores hidrojato (tal qual os jet-ski), os quais seriam utilizados
para manobras e deslocamentos, quando não fossem
necessárias suas grandes velocidades.
No entanto, quando a missão a ser executada fosse, por exemplo,
o desembarque de fuzileiros, este acionaria os seus “ventiladores”,
inflando o colchão de ar e impulsionando-se pelas ventoinhas
posicionados à ré da embarcação. A
sustentação seria garantida por quatro fans
responsáveis por inflar e manter o colchão de ar.
Os DT-60 teriam 28 m de
comprimento por 14 m de largura e 6 m de altura; sua
tripulação seria composta, normalmente, por 2 membros, o
comandante e o operador de sistema, o qual também seria o
responsável por operar o canhão automático de 20
mm, única arma
de defesa utilizada por esses veículos.
Em situações extremas, eles poderiam ainda operar um
reparo fixo de 2 lançadores para os mísseis
Anti-Aéreos de curto alcance MDACP-6.
(Clique na
arte abaixo para ampliação)
Míssil MDACP-6
A força transportada por eles
seria composta por até 120 Fuzileiros Navais (FN) totalmente
armados, ou uma plêiade de cargas e veículos destinada
às forças de infantaria da Força de
Superfície Oceânica (FSO).
Hovercraft de desembarque de suprimentos e tropas
DT-60 do PROJETO
DRAKKAR,
operado pelas
unidades encarregadas do transporte logístico.
(Arte
Edilson Moura Pinto)