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PLANO BRASIL

PROGRAMA MAR DE TITÃ

INDÚSTRIA NAVAL



NÍVEL  I - MAR PROFUNDO

FORÇA OCEÂNICA

PARTE IV

PROJETO THOR

CRUZADORES OCEÂNICOS




(Clique na arte abaixo para ampliação)
 
THOR - Visão Lateral do Cruzador

Seção lateral do CRUZADOR OCEÂNICO do PROJETO THOR,
apresentando a linha abaixo d'água, em cuja estrutura destacam-se
o domo do sonar principal, o casco central, o sistema propulsor
AZIMUTAL e o casco lateral com as estruturas quebra-ondas.

(Arte Edilson Moura Pinto)

 
4) PROJETO THOR

NÍVEL I - MAR PROFUNDO
CRUZADORES OCEÂNICOS PARA O BRASIL.


AUTOR : EDILSON MOURA PINTO




INTRODUÇÃO


O PROGRAMA MAR DE TITÃ visa a recuperação e consolidação da indústria naval brasileira, parte inicial do Componente Naval do PLANO BRASIL.


A quarta parte de seu NÍVEL I - MAR PROFUNDO, é denominada PROJETO THOR, e apresenta o desenvolvimento nacional de um CRUZADOR OCEÂNICO, capacitado à guerra futura.


Em fins de 2006, foi noticiado pelos meios nacionais de comunicação um importante memorando envolvendo o governo brasileiro e o governo francês. Muitos detalhes e intenções tratados por ambas as partes envolveram assuntos que ainda permanecem em segredo.


Entre os protocolos de intenções estariam dispostas as intenções por parte da Marinha de Guerra do Brasil de colaborar juntamente coma França via DCN, para o desenvolvimento de um navio de guerra com características furtivas (stealth).


Até a finalização deste artigo, pouco foi divulgado a respeito desse possível contrato, no entanto algumas suposições apontam para o desenvolvimento de uma belonave cujas dimensões poderiam chegar a 150 m e que deslocariam algo perto de 6.000 ton. Aparentemente, tal programa seria baseado no
Projeto La Fayette, só que em uma escala maior.


Se tal projeto for concretizado, estaremos dando um passo muito importante para o desenvolvimento de nossa indústria e para o aumento da capacidade militar de nossa Força Naval.




PROJETO THOR


Neste artigo, apresentamos o PROJETO THOR, que é a possibilidade de desenvolvimento de um navio de conceito totalmente novo e que se destinaria a ser a futura escolta polivalente a serviço da Futura Força Naval Brasileira.


Este navio caracterizado aqui como CRUZADOR OCEÂNICO, possuiria características furtivas, sendo ainda dotado de sistemas de guerra eletrônica, opto-eletrônicos e de armas de última geração.


Seria desenvolvido para ser uma peça integrante de um complexo sistema de defesa, o qual tratamos em todo o PLANO BRASIL, e que se destinaria a substituir todas as atuais escoltas disponíveis em nossa atual Força Naval.


O navio desenvolvido seria capacitado a operar na guerra moderna em águas profundas (guerra oceânica). Seria concebido para operar em qualquer parte do globo terrestre, atuando independentemente de ajuda externa e sob quaisquer condições climáticas ou de guerra eletrônica.


Este programa seria direcionado para o desenvolvimento de uma nova família de navios de guerra, capacitados ao que, costumeiramente, nos demais artigos chamamos de “Guerra Naval”, a qual engloba as capacidades de Guerra Anti-Submarina, Anti-Superfície, Bombardeio, Eletrônica, Anti-Aérea e Operações Anfíbias (infiltração de
Forças Especiais  - GRUMEC).

O navio em questão teria 150 m de comprimento 40 de largura, e 26 de altura, deslocaria até 7.200 ton e atingiria uma velocidade máxima de 75 km/h.
 


(Clique na arte abaixo para ampliação)
Concepção artística do Cruzador Oceânico
proposto n
o PROJETO THOR.
(Arte Edilson Moura Pinto)



Seria baseado no conceito de casco TRIMARÃ, composto por uma seção central principal, a qual alocaria as partes vitais da nave, tais como motores, tanques de combustível, células a combustível, baterias, dormitórios, torre de comando e silos de mísseis.


Os cascos laterais seriam dispostos pelos sistemas secundários, de forma que as partes vitais estariam protegidas no centro da nave caso esta sofresse algum ataque proveniente de mísseis e/ou torpedos inimigos.


Seria construído em sistema modular, aplicando ao máximo os materiais compostos; sua estrutura e desenho seriam concebidos de forma a propiciar maiores confortos a tripulação, facilitar manutenções ou mesmo troca de módulos e ainda possuir as fundamentais características furtivas.


Para tanto, materiais como resinas poliuretanas, fibras de carbono, cerâmicas especiais e policarbonato, substituiriam as tradicionais peças de aço naval, reduzindo o peso da belonave, aumentando suas resistências mecânica e à corrosão, aumentando os intervalos necessários para as manutenções periódicas e diminuindo sua assinatura ao RADAR e a Infra-Vermelho IV.
 


(Clique na arte abaixo para ampliação)


O casco TRIMARÃ teria a seção central do navio como a
mais larga, possuindo cerca de 40 % da largura total do navio.

(Arte Edilson Moura Pinto)



Nos cascos laterais, estariam dispostos os refeitórios, salas de lazer, bem como dormitórios e reservas de combustível, entre outros. Também serviriam de acomodação para as unidades da infantaria dos Fuzileiros Navais (FN) quando em operação a bordo.


Devido ao uso do conceito de Trimarã, que distribui a massa total da belonave por uma área maior, torna-se possível baixar a altura das belonaves, o que melhora sua descrição por piorar sua assinatura ao radar e infravermelho e aumentar de sobra a segurança contra ataques de mísseis.


Outro fator importante é a minimização do ruído produzido pela belonave, visto que por ter maiores volumes disponíveis, a praça de máquinas pode ser posicionada na linha acima d'água, o que, por si só, já ajuda na baixa emissão de ruído da nave, tornando-a mais sigilosa.


A ponte de comando da nave ficaria situada justamente abaixo da vela ao centro, seria responsável pela navegação do navio juntamente com a torre de comando posicionada à meia nau, de onde se coordenariam as operações aéreas e de lançamento de armas. A vela posicionada no centro da belonave abrigaria os sistemas de radares e telecomunicações do navio.


O comando da nau estaria conectado via satélite aos Centros Integrados de Comando das Forças Armadas (CICFA), via centro de coordenação de operações das Forças Navais, o que permitiria a essas naves coordenarem operações de ataque de grupos de batalha, guerra e bloqueios navais.


A belonave teria ainda uma central de comando para aeronaves não-tripuladas de onde, a partir dos seus seis módulos de comando, poderiam ser coordenados os
VANT-C.


Esta central estaria ainda interligada com as demais centrais de comando dos VANT-C
e aeronaves D-224, o que conferiria uma operacionalidade ainda mais eficiente e multiplicada.



VANT-C NHD-12N

Aeronave VANT-C HORUS NDH-9N destacada para a guerra Anti-Minas,
armada com uma plêiade de mísseis
M-4 MPACA-9R; essas aeronaves
seriam empregadas a bordo dos Cruzadores Navais, atuando de forma
independente na chamada Força de Superfície Oceânica (FSO).

(Arte Edilson Moura Pinto)



(Clique na arte abaixo para ampliação)

MPACA-9R

Mísseis M-4 MPACA-9R



Devido à extensa automação dos sistemas aplicadas ao projeto, os Cruzadores Oceânicos do PROJETO THOR operariam com tripulações extremamente reduzidas.


Em condições padrão, estes navios operariam com uma tripulação composta por somente 72 tripulantes, e a estes adicionaria-se os 16 integrantes da componente aérea embarcada. Poderiam ainda receber um grupamento de até 36 fuzileiros totalmente armados ou ainda 48 resgatados.


Com a introdução desse conceito, a força naval conseguiria reduzir em muito os custos operacionais, visto que as despesas com treinamento, pagamento e manutenção de tripulações seriam muito reduzidos.


A nave seria concebida para deslocar 7.200 ton, a uma velocidade de 75 km/h. Para tanto, utilizaria um sistema híbrido de propulsão baseado em um sistema composto por turbinas navais de 96 MW.


Estas turbinas seriam desenvolvidas a partir de motores aeronáuticos modificados especificamente para propulsão de meios navais, cuja matriz seriam os formidáveis motores GEnx da General Electric adotados no PROJETO ATLAS para o C-224, modificados e produzidos nacionalmente. Este sistema operaria em conjunto com um grupo propulsor baseado em sistemas de AIP a célula combustível.

 

GENX

Propulsores GEnX, base do sistema de propulsão
dos C
ruzadores Oceânicos do PROJETO THOR.
(Arte General Electric Company)




Este navio se deslocaria a distâncias de 36.000 km, utilizando o motor a gás, quando em operações sigilosas ou mesmo na exaustão do combustível, a planta motora seria elétrica (tal qual se propõe o projeto DDX), o que minimizaria o uso de engrenagens e com isso os ruídos provenientes das casas de máquina.


A turbina a gás carregaria as baterias elétricas, as quais abasteceriam os motores do cruzador. Quando estas, por sua vez, se exaurissem, a belonave poderia acionar o sistema AIP. Isso reduziria sua velocidade, mas aumentaria seu alcance, por outro lado.


Dessa forma, a nave então poderia operar facilmente por distâncias próximas aos 36.000 km, o que lhes confeririam uma autonomia muito superior à dos seus adversários equivalentes.


Isso seria possível devido ao desenho do projeto e à escolha de um casco TRIMARÃ, cujas dimensões permitiriam um volume interno aproveitável muito maior que os volumes disponíveis em nave de cascos individuais.


Afora isso, a redução das tripulações possibilitariam maiores confortos e comodidades à reduzida tripulação operante e de quebra dispensaria ainda alguns metros cúbicos para a instalação de tanques e sistemas de baterias sobressalentes.


Outra novidade introduzida neste projeto seria a supressão do tradicional leme de direção encontrado em praticamente todas as embarcações. Em seu lugar adotaria-se o conceito de PROPULSÃO AZIMUTAL que, em outras palavras, nada mais é do que um sistema de propulsão direcionada.


Para tal, seria desenvolvido um sistema composto por duas hélices posicionadas em ambas as extremidades do eixo principal, o qual seria conectado a um módulo sustentador e que lhe permitiria girar a 360º, quando necessário.


 
Conjunto Propulsor Direcional

Conjunto Propulsor Direcional.
Observa-se aqui o conjunto de hélices contra-rotativas
dispostas opostamente e que aparecem montadas
sobre o eixo principal preso à coluna central.
(
Schottel Electric Propulsor)



Com essa propulsão, a nave poderia mudar de direção sempre que quisesse, bastando para tal rotacionar o eixo principal.
 


Conjunto II

Conjunto Propulsor Direcional.
Observa-se aqui o giro de 90º
efetuado pelo grupo propulsor.
(Schottel Electric Propulsor)



Essa tecnologia é hoje aplicada a grandes cargueiros e quebra-gelos que circulam no Mar do Norte, especialmente em portos extremamente congestionados, rios ou baías congeladas. O fato é que esse sistema tem se mostrado bastante promissor por permitir a tais navios a manobras com menores raios de curvatura.


Em nosso projeto, a adoção dessa tecnologia permitiria aos navios do PROJETO THOR efetuarem curvas mais fechadas, o que melhoraria em muito o desempenho dos navios de casco Trimarã que, por sua largura e geometria, perdem naturalmente a capacidade de manobra.


No entanto, no
PROJETO THOR o grupo propulsor seria composto por dois conjuntos de PROPULSORES AZIMUTAIS posicionados um em cada lado do navio. Esses conjuntos seriam posicionados nos vãos encontrados entre os cascos principal e secundário da belonave, presos à superestrutura do navio.


Porém, esse sistema diferiria dos demais por abrigar as hélices dentro de uma “Casca Protetora” (tal qual se encontram as hélices dos submarinos do PROJETO KRAKEN).



Casca Protetora

Conjunto Propulsor Direcional.
Observa-se aqui que uma das hélices aparece montada no
eixo principal e preparada para ser presa à coluna central;
no entanto, observa-se que a hélice encontra-se
envolta em uma "Casca Protetora". 
(Schottel Electric Propulsor)



Isso lhes permitiria maior segurança em operações em regiões rasas ou recheadas de detritos, gelo ou destroços de navios.



(Clique na arte abaixo para ampliação)
 
Visão Lateral do Cruzador

Seção lateral do CRUZADOR OCEÂNICO do PROJETO THOR,
apresentando a linha abaixo d'água, em cuja estrutura destacam-se
o domo do sonar principal, o casco central, o sistema propulsor
AZIMUTAL e o casco lateral com as estruturas quebra-ondas.

(Arte Edilson Moura Pinto)



Os sistemas de armas do navio seriam concebidos para operarem interligados aos sistemas de controle. Os sistemas de rearmamento e acionamento seriam totalmente automatizados, de forma a garantirem maior segurança e diluição de falhas.


Os Sistemas de Defesa Anti-Aérea do navio baseariam-se em defesa em diferentes níveis. Para isso, a nave operaria armada de uma plêiade de mísseis de longo, médio e curto alcance.


A defesa de longo alcance, que no futebol seria o "meio de campo", ficaria sob a responsabilidade dos mísseis
MDAL-600, cujas baterias transportariam até 16 silos lançadores verticais posicionados à frente do navio, eventualmente, alguns desses silos seriam ocupados por mísseis de médio alcance MDAM-120, os quais seriam os "zagueiros".



(Clique nas artes abaixo para ampliação)

MDAL-600

Míssil MDAL-600


MDAM-120

Míssil MDAM-120



A defesa de ponto seria efetuada pelo acionamento de 2 canhões de 6 canos 40 mm, postos um à frente e outro à ré da vela do navio que, juntamente com 2 lançadores óctuplos de mísseis MAAC-30R posicionados nas laterais da superestrutura do navio, operariam como um “goleiro”, fazendo a defesa à curta distância.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

MAAC-30

Mísseis MAAC-30



Munição de 40 mm
 
Diferentes tipos de munições empregadas pelos canhões de 40 mm
de defesa de ponto; essas munições seriam as mesmas empregadas
pelos destacamentos de artilharia Anti-Aérea, o que facilitaria a
logística e minimizaria os custos operacionais.

(Arte Edilson Moura Pinto)



Como se trata de um navio polivalente, a capacidade de lançar mísseis de cruzeiro seria adotada no projeto. Sendo assim, esses navios transportariam até 48 lançadores individuais verticais posicionados à ré da nave.


Nos silos, seriam acomodados até 12 mísseis Anti-Navio de longo alcance
MANL-360, 12 mísseis bombardeiros de cruzeiro de médio alcance MBM-360 e 24 mísseis de cruzeiro de longo alcance MCBL-3000.



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Míssil de Cruzeiro MCBL-3000



Para a Guerra Anti-Submarina, o navio seria capacitado a lançar minas e cargas de profundidade e transportaria ainda uma carga de até 12 torpedos leves do tipo TP-02, os quais seriam posicionados nas suas laterais.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

TP-02

Torpedo Leve TP-02



Fora isso, a belonave contaria ainda com um artilharia posicionada na proa (à frente) da Nau. Essa bateria seria composta por um canhão reparo 155 mm de disparo magnético que, em seu paiol de armas, acomodaria até 900 munições orientadas por GPS.


Diferentes tipos de munições poderiam ser disparadas a partir desse canhão e variariam de acordo com a missão. Entre as munições possíveis, a bateria poderia lançar desde petardos acionados autonomamente até ogivas de detonação programadas / por aproximação ou mesmo munições perfurantes.


Seria concebido de forma a lançar seus projéteis a distâncias de 90 km, o que o capacitariam à guerra naval de superfície, mantendo ao máximo sua discrição.



Munição de 155 mm  
Diferente tipos de munições assistidas, empregadas pelos
baterias de canhões magnéticos de 155 mm presentes nos
Cruzadores do PROJETO THOR; essas munições seriam
as mesmas empregadas pelos destacamentos de artilharia
da força terrestre, o que facilitaria a logística e
minimizaria os custos operacionais.

(Arte Edilson Moura Pinto)



Os sistemas de comunicação incluiriam sistema de distribuição conjunto, transmissão de dados e informação, e Enlace de Dados. Esses sistemas tornariam a escolta uma nave compatível com a doutrina de guerra centrada em redes.


Instalados na superestrutura estariam os dois sistemas de radares, um deles do tipo multifuncional de 480 km de alcance, e o segundo sendo do tipo radar de busca de 600 km de alcance. Contaria com um RADAR 3D integrado de busca aérea Multi-Pulso (C-F/ V e X).


O sistema de busca de superfície operaria da banda (G), seria empregado fazendo uso da varredura eletrônica ativa e seria projetado para preencher todas as exigências de controle de fogo e busca para a frota (similar ao sistema norte-americano AEGIS).


Esse sistema proporcionaria um aumento da capacidade de detecção e acompanhamento de alvos, dando-lhe maior precisão e melhores condições de controle do espaço aéreo.


A nave seria ainda dotada de sonar multifunção, integrado ao sistema de defesa e concebido a operar em duas freqüências (alta e média), o que lhe capacitaria a detectar desde submarinos até pequenas minas.


A nave operaria ainda dois sistemas de sonares, um de mergulho e outro rebocável, ambos dupla banda e também multifunção.


Os sistemas de defesa e contramedidas eletrônicas seriam compostos por Sistemas de
Chaff-Flares para Defesas Anti-Aéreas e Anti-Submarinas (ataques de torpedos), Sistemas RWR, Infra-Vermelho IV, bem como Sistemas de Defesa Anti-Torpedo.
 


Visão Tridimensional

A integração de todos os sensores e sistemas de armas dos Cruzadores
permitiria a eles “enxergarem”, tridimensionalmente, aumentando em
muito as capacidades de ataque e defesa de nossas Forças Navais.

(Arte Edilson Moura Pinto)



O Sistema de Guerra Eletrônica instalado seria concebido a detectar emissões de radar hostis, determinando o tipo de ameaça e sua direção.


Seria equipado com o sistema de combate de controle integrado de armas para auto-defesa e ataque à superfície processado digitalmente, gerando imagens 3D em tempo real.


A nave seria ainda dotada de sistema integrado de detecção passiva baseado no sistema israelense SPIDER.


O hangar disponível para as aeronaves teria um volume muito maior que os dos navios de sua categoria e neles transportar-se-iam mistos de aeronaves tripuladas e não-tripuladas.


Estes navios seriam concebidos a operarem quando em capacidade máxima, levando a bordo um total máximo de 4 aeronaves de variados tipos.


No entanto, em deslocamento padrão, as naves abarcariam uma aeronave
ISIS MH-24N e uma aeronave HORUS NDH-9N, o que poderia ser estendido para o dobro quando necessário, ou ainda, quando em operações de desembarque ou resgate de fuzileiros, outras aeronaves tais como os pesados OSIRIS CH-72N, poderiam utilizar o seu vasto heliponto para efetuarem transporte de tropas ou equipamentos.


 
NH-24 com Míssil MANM-120

Helicóptero de guerra naval ISIS NH-24N armado
com o míssil Anti-Navio
MANM-120.
(Arte Edilson Moura Pinto)



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MANM-120

Míssil MANM-120




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