Em dezembro
de 2005, o DEFESA
BR recebeu um trabalho de Edilson Moura Pinto, Engenheiro
e Mestre em Física, em que propunha que o Brasil deveria
investir em inéditos projetos de Defesa com extrema comunalidade
entre as 3 Forças Armadas.
O Ministério da Defesa (MD) poderia introduzir este conceito
econômico, eficaz, inovador e altamente SINÉRGICO visando o
emprego de meios pelas : Força Aérea Brasileira (FAB),
Marinha do Brasil (MB) e Exército Brasileiro (EB), como parte
vital do processo de um integração orgânica.
Inicialmente, ele elaborou projetos de aeronaves militares -
caças de 5ª geração e cargueiros com
várias versões e empregos, além de aviões
de guerra eletrônica. Posteriormente, foram acrescentadas
aeronaves de emprego VIP e de asas rotativas, os helicópteros.
Tal processo, no caso das aeronaves, conduziria à
inevitável formação de um Comando Conjunto de
Aviação. Só
assim, seria possível haver de fato um dia FORÇAS
INTEGRADAS ORGÂNICAS
operando com enlace em redes pela
Defesa da soberania do Brasil.
Naquele momento da proposta, final de 2005, finalmente o País
dava-se conta do extremo sucateamento de suas Forças Armadas e o
Senado Federal instalava um
subcomissão para estudar o assunto a fundo e invocar
soluções para resolver tal danoso problema
constitucional, ou seja, o de completa falta de estrutura e meios para
a mínima DEFESA da Nação.
Paralelamente, falava-se existir no Congresso Nacional um projeto de
lei com a proposta de aumentar as verbas de Defesa do Brasil de 1,5 %
para 2,5 % do PIB. Com tantas crises lá, não houve mais
notícias a esse respeito.
O DEFESA BR
acatou a proposta do Edilson, inclusive mantendo a sugestão
original de que fosse feita parceria com outros Países
interessados, inclusive da América do Sul, a fim de que esse
sonho pudesse um dia ser viabilizado em termos quantitativos e
qualitativos com completa LIBERDADE
TECNOLÓGICA e ampla INOVAÇÃO
CRIATIVA a partir do Brasil.
Todo esse conjunto de SIMULAÇÃO
tornou-se conhecido como
PLANO BRASIL
, pois segue
pela trilha do objetivo do trabalho até hoje executado pelo site
DEFESA BR
e abaixo transcrito :
Este site
SIMULA um Planejamento de Longo
Prazo de DEFESA e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E
SOCIAL no Brasil no período de 15 anos entre
2008 e 2022
com Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico
com
Inovação (PD&I), Integração Orgânica das
3
Forças e forte
Construção + Exportação de Meios de Combate
pelo
Brasil, contando com Orçamento
de Defesa Real de
1 % do PIB, com Alianças Estratégicas de Defesa
Conjunta, e visando a uma larga multiplicação
de efeitos sobre a economia e manutenção
da soberania sobre seu imenso território,
sobre as riquezas da Amazônia
e da Área Marítima
Jurisdicional.
Enfim,
o DEFESA BR e o PLANO BRASIL visam
contribuir para o desenvolvimento nacional de todos os tipos de meios
e sistemas e ainda para a consolidação das indústrias de Defesa.
COMPONENTES E PROGRAMAS
O DEFESA BR
nomeou todo o conjunto de Componentes, Programas e seus
subseqüentes Projetos de
PLANO BRASIL
.
Aqui, as
Forças Armadas passam a agir como FORÇAS
INTEGRADAS ORGÂNICAS,
operando meios comuns, assim divididos :
A partir de dezembro de 2005, Edilson Moura Pinto veio nos
apresentando 6 (seis) Projetos para o
LUA DE SATURNO, com famílias de aeronaves militares,
úteis para as mais variadas missões das Forças
Armadas, sempre em comunalidade. Este seria o primeiro passo do
Componente AÉREO do Plano.
Já em janeiro de 2007, surgiu o
aqui denominado PROGRAMA CAVERNA DE VULCANO,
que apresenta 3
(três) Projetos de armas, iniciando-se pelo desenvolvimento
conjunto de mísseis, a seguir de kits e bombas, e por fim, de
torpedos, operando-os em
extrema comunalidade, como sempre aqui previsto. Foi o primeiro
Programa do Componente de SISTEMAS
do Plano Brasil.
Ainda
em janeiro de 2007, foi criado o PROGRAMA MAR DE TITÃ, que visa a
recuperação e consolidação da
indústria naval brasileira, parte inicial do Componente NAVAL do Plano Brasil.
Ele iniciou-se com 2 (dois) Projetos, sendo o primeiro
de um Submarino Nuclear de
Ataque
- SNA, e o segundo de um Navio de Assalto Anfíbio - NAA. Em maio de 2007, foi adicionado o
Projeto de um Cruzador Oceânico. Todos são capacitados à guerra futura.
Posteriormente, o MAR DE TITÃ foi dividido em 3 Níveis, a
saber :
NÍVEL I -
MAR PROFUNDO - FORÇA OCEÂNICA
NÍVEL II -
PLATAFORMA CONTINENTAL - FORÇA
DE DEFESA COSTEIRA
NÍVEL III -
MANANCIAL - FORÇA
FLUVIAL
Novos
Componentes, Programas e Projetos continuarão sendo
incluídos aos poucos, dentro da concepção do Plano
Brasil :
| COMPONENTE
|
PROGRAMA
|
ATUALIZADO
|
1)
AÉREO
|
LUA DE SATURNO
|
2007
|
2)
SISTEMAS
|
CAVERNA DE VULCANO
|
2007
|
3)
NAVAL
|
MAR DE TITÃ
|
1º AGO 2008
|
4) TERRESTRE
|
-
|
BREVE
|
1) COMPONENTE AÉREO
2)
COMPONENTE DE SISTEMAS