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g PLANO BRASIL g



(Clique na arte abaixo para ampliação)

AF-50

Caça Multipropósito com características
de interceptação e ataque
- AF-50.
(Arte Edilson Moura Pinto)



1) COMPONENTE AÉREO


PROGRAMA LUA DE SATURNO
Programa Lua de Saturno
Projeto Aquiles - Caçadores e Treinadores
Projeto Atlas - Cargueiros Militares
Projeto Minerva - Aviões de Guerra Eletrônica
Projeto Prometeu - Frota de Treinadores
Projeto Olimpo - Atualização da Frota VIP
Projeto Atom - Asas Rotativas


2) COMPONENTE DE SISTEMAS


PROGRAMA CAVERNA DE VULCANO
Programa Caverna de Vulcano
Projeto Martelo de Thor - Mísseis
Projeto Punho de Hércules - Kits e Bombas
Projeto Tridente de Netuno - Torpedos


3) COMPONENTE NAVAL


PROGRAMA MAR DE TITÃ
Programa Mar de Titã

NÍVEL I - MAR PROFUNDO - FORÇA OCEÂNICA
Nível_I_- Mar Profundo
Projeto Kraken - Submarinos Caçadores
Projeto Posseidon - Navios-Aeródromos
Projeto Drakkar - Navios de Assalto Anfíbio
Projeto Thor - Cruzadores Oceânicos

NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL - FORÇA  DE DEFESA COSTEIRA
Nível_II - Plataforma Continental
Projeto Cila - Navios Cruzadores Costeiros
Projeto Caribde - Navios de Patrulha Costeira
Projeto Sereia - Embarcações Rápidas
de Patrulha




INTRODUÇÃO

COMPONENTES E PROGRAMAS



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


Em dezembro de 2005, o DEFESA BR recebeu um trabalho de Edilson Moura Pinto, Engenheiro e Mestre em Física, em que propunha que o Brasil deveria investir em inéditos projetos de Defesa com extrema comunalidade entre as 3 Forças Armadas. Até os dias atuais, o Plano Brasil continua como um clássico.


O Ministério da Defesa (MD) poderia introduzir este conceito econômico, eficaz, inovador e altamente SINÉRGICO visando o emprego de meios pelas : Força Aérea Brasileira (FAB), Marinha do Brasil (MB) e Exército Brasileiro (EB), como parte vital do processo de um integração orgânica.


Inicialmente, ele elaborou projetos de aeronaves militares - caças de 5ª geração e cargueiros com várias versões e empregos, além de aviões de guerra eletrônica. Posteriormente, foram acrescentadas aeronaves de emprego VIP e de asas rotativas, os helicópteros.


Tal processo, no caso das aeronaves, conduziria à inevitável formação de um Comando Conjunto de Aviação.
Só assim, seria possível haver de fato um dia FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS operando com enlace em redes pela Defesa da soberania do Brasil.


Naquele momento da proposta, final de 2005, finalmente o país dava-se conta do extremo sucateamento de suas Forças Armadas e o Senado Federal instalava um subcomissão para estudar o assunto a fundo e invocar soluções para resolver tal danoso problema constitucional, ou seja, o de completa falta de estrutura e meios para a mínima DEFESA da Nação.


Paralelamente, falava-se existir no Congresso Nacional um projeto de lei com a proposta de aumentar as verbas de Defesa do Brasil de 1,5 % para 2,5 % do PIB. Com tantas crises lá, não houve mais notícias a esse respeito.


O DEFESA BR acatou a proposta do Edilson, inclusive mantendo a sugestão original de que fosse feita parceria com outros países interessados, mesmo da América do Sul, a fim de que esse sonho pudesse um dia ser viabilizado em termos quantitativos e qualitativos com
completa LIBERDADE TECNOLÓGICA e ampla INOVAÇÃO CRIATIVA a partir do Brasil.


Todo esse conjunto de SIMULAÇÃO tornou-se conhecido como g  PLANO BRASIL g , pois segue pela trilha do objetivo do trabalho até hoje executado pelo site DEFESA BR e abaixo transcrito:


Este site SIMULA um Planejamento de Longo
Prazo
de DEFESA e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E
SOCIAL no Brasil no período de 15 anos entre 2013 e 2027
com Pesquisa
Científica e Desenvolvimento Tecnológico com
Inovação (PD&I), Integração
Orgânica das 3 Forças e forte Construção + Exportação de Meios de Combate pelo
Brasil, contando
com Orçamento de Defesa Real de
1 % do PIB, com
Alianças Estratégicas de Defesa
Conjunta, e visando a uma
larga multiplicação
de efeitos sobre a economia
e manutenção
da soberania sobre seu imenso
território,
sobre as riquezas da Amazônia

e da Área Marítima
Jurisdicional.



Enfim, o DEFESA BR e o PLANO BRASIL visam contribuir para o desenvolvimento nacional de todos os tipos de meios e sistemas e ainda para a consolidação das indústrias de Defesa.



COMPONENTES E PROGRAMAS


O DEFESA BR nomeou todo o conjunto de Componentes, Programas e seus subseqüentes Projetos de
g  PLANO BRASIL g .


Aqui, as Forças Armadas passam a agir como FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS, operando meios comuns, assim divididos :

g  1) Componente aéreo - engloba as aviações das 3 forças;

g  2) Componente de sistemas - engloba sistemas comuns, como
         armas,  radares, eletrônica, motores, etc;


g  3) Componente naval - engloba os meios disponíveis para as forças
         naval e terrestre; e


g  4) Componente terrestre - engloba os meios terrestres disponíveis
         para as 3 forças.



A partir de dezembro de 2005, Edilson Moura Pinto
veio nos apresentando 6 (seis) Projetos para o  LUA DE SATURNO, com famílias de aeronaves militares, úteis para as mais variadas missões das Forças Armadas, sempre em comunalidade. Este seria o primeiro passo do Componente AÉREO do Plano.


Já em janeiro de 2007, surgiu
o aqui denominado PROGRAMA CAVERNA DE VULCANO, que apresenta 3 (três) Projetos de armas, iniciando-se pelo desenvolvimento conjunto de mísseis, a seguir de kits e bombas, e por fim, de torpedos, operando-os em extrema comunalidade, como sempre aqui previsto. Foi o primeiro Programa do Componente de SISTEMAS do Plano Brasil.


Ainda em janeiro de 2007, foi criado o PROGRAMA MAR DE TITÃ, que visa a recuperação e consolidação da indústria naval brasileira, parte inicial do Componente NAVAL do Plano Brasil.


Ele iniciou-se com 2 (dois) Projetos, sendo o primeiro de um
Submarino Nuclear de Ataque - SNA, e o segundo de um Navio de Assalto Anfíbio - NAA. Em maio de 2007, foi adicionado o Projeto de um Cruzador Oceânico. Todos são capacitados à guerra futura.


Posteriormente, o MAR DE TITÃ foi dividido em 3 Níveis, a saber :

     g  NÍVEL I - MAR PROFUNDO - FORÇA OCEÂNICA

     g  NÍVEL II - PLATAFORMA CONTINENTAL - FORÇA DE
          DEFESA COSTEIRA


     g  NÍVEL III - MANANCIAL  - FORÇA  FLUVIAL


Novos Componentes, Programas e Projetos continuarão sendo incluídos aos poucos, dentro da concepção do Plano Brasil:



COMPONENTE PROGRAMA
1) AÉREO

LUA DE SATURNO

2) SISTEMAS

CAVERNA DE VULCANO

3) NAVAL

MAR DE TITÃ






1) COMPONENTE AÉREO




AF-50



2) COMPONENTE DE SISTEMAS




VULCANO



3) COMPONENTE NAVAL


PROGRAMA MAR DE TITÃ


SNA





AUTOR : EDILSON MOURA PINTO





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