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Ministério da Defesa - MD

Integração e Sinergia de Esforços


DEFESA

PARTE 3


  Monumento aos Pracinhas Mortos na 2GM - Rio de Janeiro

     Esta monumental escultura pode perfeitamente representar o que se espera  
do Ministério da Defesa do Brasil, a união de esforços de nossas
  3 Armas pela paz, integridade  e soberania do território nacional.


DEFESA ESTÁ
DIVIDIDO EM 3 PARTES:



PARTE
1
2
3


PARTE 3


O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




ORÇAMENTO DE DEFESA


O ilusório Orçamento de Defesa do Brasil em 2006 poderia significar já baixos 1,6 % de seu PIB de R$ 2,322.818 trilhões no mesmo ano, com R$ 37,25 bilhões, ou US$ 17,1 bilhões a um câmbio de R$ 2,1776 por cada Dólar. Porém, era despendido apenas 0,3 % do PIB com Custeio e Investimentos. Em 2009, nada havia mudado.


ORÇAMENTO DE DEFESA
CUSTEIO E INVESTIMENTOS
EM DÓLARES



VALORES EM US$ 2006
2007
2008
2009
PIB NOMINAL (TRILHÕES) 1,066
1,333
1,578
1,619
CUSTEIO + INVEST (BILHÕES) -
2,4 4,6
4,6
% DO PIB DO ANO ANTERIOR
-
0,2 %
0,3 %
0,4 %

Quadro projetado por DEFESA BR.



O PIB REAL do Brasil em 2006 - para comparação com outras nações, pelo PPP foi de quase US$ 1,880 trilhão. Entretanto, adotou-se aqui a metodologia de PIB NOMINAL calculado pelo câmbio oficial em US$ 1,067 trilhão, porque é necessário calcular a dimensão do Orçamento de Defesa em relação ao PIB.


Tal Orçamento de Defesa teórico somente refletia um grave e histórico problema de Recursos Humanos, o PREVIDENCIÁRIO. Sua folha de pagamentos tem 600 mil pessoas, sendo que apenas 358 MIL encontram-se em atividade.



EFETIVOS DAS
FORÇAS ARMADAS
EM 2007


FORÇA
  EFETIVOS
  %
MB
56.000
16
FAB
69.000
19
EB
233.000
65
TOTAL
358.000
100

Do total, 90,5 % são praças (soldados
a suboficiais) e 9,5 % são oficiais.




Despende-se incríveis 75 % do Orçamento de Defesa somente com a Folha de Pagamentos, sendo grande parte relativo ao déficit previdenciário, que não tem nada a ver com a Defesa da Nação. Outra parcela significativa é simplesmente contingenciada pelo Tesouro Nacional e, possivelmente, utilizados para o pagamento da dívida pública federal.



Nesse ponto, torna-se premente a participação de um LEGISLATIVO esclarecido em todo o Processo Orçamentário e de Planejamento. Com isso, será possível obter-se fixas e NOVAS ORIGENS DE RECURSOS, as quais vêm moldar e embasar todo o presente trabalho de simulação.


Impõe-se uma Emenda Constitucional para desvincular PREVIDÊNCIA do Orçamento do Ministério da Defesa (e outros). Impõe-se ainda transformar o Orçamento Federal em IMPOSITIVO, de exercício obrigatório.




Congresso Nacional

Vista do Congresso Nacional à Noite.
(Foto da Agência Câmara)



Em nossa simulação, o Planejamento a Longo Prazo será realizado com essas NOVAS ORIGENS DE RECURSOS ainda mais fortes.


Elas garantirão que o Brasil passe a ter uma DEFESA
DE VERDADE com o equivalente a somente 1 % do PIB até 2025 (15 anos) para Operação - Custeio e Investimentos. O Orçamento Federal responderá somente pelo gasto previdenciário de Defesa.


A base da simulação do DEFESA BR parte de um PIB NOMINAL do Brasil em 2010 a US$ 2 trilhões, dentro da previsão mantida pelo ECONOMIA BR.


A média do ORÇAMENTO DE DEFESA ANUAL em 15 anos será de US$ 32 bilhões, com um valor inicial de US$ 20 bilhões em 2011 e final de US$ 50,58 bilhões em 2025, em valores atuais.


Haverá forte mudança na relação entre as 3 Forças, dadas as necessidades e prioridades de novos tempos. A distribuição média será :


FORÇA
  % 
US$ BILHÕES
MB
47,5
15,2
FAB
32,2
10,3
EB
20,3
6,5
TOTAL
100,0
32,0


Com esta evolução no Orçamento Anual de Defesa,

 baseada em NOVAS ORIGENS DE RECURSOS

para uma média de US$ 32 bilhões em 15 anos, 

o país estará apto a iniciar seu caminho para 

2025, com desenvolvimento econômico e social, 

grande incremento científico, desenvolvimento 

tecnológico nacional, ativação de diversas 

indústrias e estaleiros, geração de dezenas

de milhares de empregos, elevada expansão nas

exportações de produtos e sistemas de Defesa 

e, acima de tudo, a dissuasão de ameaças à 

soberania e à liberdade do povo brasileiro.

      
      
Para tudo isso, a partir de 2011 e até 2025, o Orçamento de Defesa do Brasil com Custeio e Investimentos será de apenas :     



1 % DO PIB



INVESTIMENTOS


Resolvido o problema referente às NOVAS ORIGENS DE RECURSOS necessários e tendo-se o Planejamento Estratégico com objetivos de Longo Prazo, pode-se determinar quais serão os investimentos necessários a cada Força e tudo o que poderá ser desenvolvido e construído aqui.



QUADRO MÉDIO ANUAL DE
INVESTIMENTOS EM DEFESA

(US$ bilhões - Período de 2011 a 2025)


FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
%
MB 2,0
9,6
3,6 15,2
47,5
FAB
1,8
7,0
1,5
10,3
32,2
EB
1,2
2,8
2,5
6,5
20,3
TOTAL
5,0
19,4
7,6 32,0
100,0
%
15,6
60,6 23,8
100,0
-



De acordo com o quadro acima, as 3 Forças gastarão na média dos 15 anos, anualmente, 23,8% das verbas disponíveis com suas OPERAÇÕES e MANUTENÇÃO (englobando administração, folha de pessoal ativo e civil, manutenção de meios, instalações, etc.), ou seja, US$ 7,6 bilhões médios anuais.     


Às CONSTRUÇÕES de MEIOS e à PESQUISA e DESENVOLVIMENTO COM INOVAÇÃO (PD&I), serão atribuídos 76,2% das verbas, ou US$ 24,4 bilhões médios ao ano, valores seguramente revolucionários para o Brasil, mas que trarão ENORME DESENVOLVIMENTO E RETORNO ECONÔMICO E SOCIAL. A principal razão disso será o pesado investimento de 15% do total do quadro acima somente em PD&I.



(Clique na arte para ampliação)

C-390

Primeiro conceito do futuro C-390 da Embraer.
(Arte Embraer)



Como já mencionado na ABERTURA do DEFESA BR, pode-se ter um retorno básico de DOZE REAIS no PIB a longo prazo para CADA REAL investido.


Note-se a Divisão dos Recursos dentro de cada Força, de acordo com suas características e necessidades próprias, de maior ou menor emprego de equipamentos sofisticados, estando a Marinha em um extremo superior (47,5 %) com necessidade de dissuasão e projeção de poder, que será orgânica, das 3 Forças em conjunto.


Ela será suportada pelos NAes, NAMs, nova família de Escoltas, e toda a sua grande FORÇA AERONAVAL dispersa em todos esses meios, e por submarinos nucleares e convencionais. Todos os Meios Navais terão capacidade Lança-Mísseis de Cruzeiro com VLS. A Marinha passará a contar com 4 FROTAS.


Destaque-se ainda o forte implemento dos novos Meios Distritais, Navios de Patrulha e suas Lanchas, com o apoio
de DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO, juntamente com o EB.



Seminário

Ministro José Alencar (sentado) no Seminário sobre Defesa Nacional na
Amazônia, em 30 de novembro de 2005, que teve o objetivo de informar
o público sobre os aspectos políticos, econômicos e sociais da região.
(Foto Marcello Casal Jr - ABr - 137032)



Em seguida, virá a Força Aérea com os CAÇAS AVANÇADOS HIPERSÔNICOS LA (Longo Alcance) e MA (Médio Alcance), além de Rafales F3 e Super Tucanos em grande quantidade.


O Exército deverá estar em degrau tecnológico pouco abaixo, mas sem perda de importância, pois terá a cargo a busca pela excelência dos 4 Campos da Força de Ação Rápida Estratégica Integrada - FAREI, além de Dirigíveis Híbridos e Pelotões Móveis na Amazônia, em um enorme trabalho de integração.


Ressalte-se que a MB, a FAB e o EB disporão, respectivamente, de US$ 9,6 / 7,0 / 2,8 bilhões para a Construção de Meios em média, anualmente, somando impressionantes US$ 19,4 bilhões, e as 3 Forças não terão mais problemas de contingência, podendo realizar os exercícios, treinamentos e operações conjuntas que lhes aprouverem, com o objetivo de atingirem uma FORÇA DE DEFESA ÚNICA e próxima ao ideal. Tudo isso será possível com apenas 1% do PIB.


De acordo com as necessidades individuais que são detalhadas em cada Força neste site, vê-se o enorme potencial de SINERGIA e EXCELÊNCIA que uma INTEGRAÇÃO ORGÂNICA com demanda agregada das 3 operando sempre com enlace em redes pode significar, entre outros, em termos de volume de encomendas, para investimentos em P&D Inovador e para o Parque Industrial Brasileiro, com redução de custos e forte competitividade internacional para os Exportadores Brasileiros de Defesa.    


A simulação do DEFESA BR atribui exatamente 15,6% das verbas do plano para investimentos em PD&I, um escândalo para o Brasil de todos os tempos.


O normal no meio militar e em boas empresas seria entre 3 % e 5 %, no máximo, mas como o Brasil terá de inovar mais, partindo muito de trás, todo o esforço se pagará em muitas e muitas vezes, pois gerará conhecimento e tecnologias duais inéditas no mundo, militares e civis, como ocorreu com a internet e o celular. Nesse campo, o Brasil estará apenas seguindo o exemplo dos EUA.


Ressalte-se que o Orçamento de Defesa dos EUA funciona como o maior programa de política industrial do mundo. Sabe-se que 15 % dele, ou mais de US$ 70 bilhões ao ano, é aplicado em PD&I com fins militares. Porém, grande parte das invenções tenderá a ser de uso DUAL, em que enormes benefícios das novas tecnologias também alcançarão o setor privado e o cidadão comum.


Toda atenção nesse campo é pouca para evitar-se ao máximo a presença de capital estrangeiro nas empresas locais, pois isso desestimularia totalmente o desenvolvimento e o emprego de tecnologia nacional, em ardiloso proveito da tecnologia das matrizes de multinacionais obviamente orientadas por seus e mesmo outros governos. 



QUADRO AGREGADO DE MEIOS
CONSTRUÍDOS DE 2015 ATÉ 2025
  
                 
MEIOS

QUANT
ACUM
1) NAVAL = 600


NAVIO-AERÓDROMO (NAe) MULTIFUNÇÃO 
4
4
NAVIO DE ASSALTO MULTIPROPÓSITO (NAM)
8
12 
ESCOLTA DE 18.000 TON
10
22
ESCOLTA DE 12.000 TON
18
40
ESCOLTA DE 6.000 TON
30
70
SNBR (SUBMARINO NUCLEAR BRASILEIRO)
5
75
SBR (SUB MÉDIO)
25
100
NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO
100
200
LANCHAS DE PATRULHA
300
500
NAVIOS DIVERSOS (> 500 TON AUX)    
100
600






2) AÉREO = 4.000


CAÇA AVANÇADO LONGO ALCANCE (FAB + MB / 2019)
400
400
CAÇA RAFALE F3 E M (FAB + MB / 2014)
210
610
CAÇA AVANÇADO MÉDIO  ALCANCE (FAB + MB / 2019) 
650
1.260
UCAV (FAB + MB / 2016) 400
1.660
SUPER TUCANO  I E  II  (FAB + MB / 2012)             
400
2.060



AEW E ASW  (FAB + MB)
180
2.240
TRANSPORTE PESADO (FAB + MB + EB)
80
2.320
TRANSPORTE MÉDIO                            "    
225
2.545
HELICÓPTERO DE ATAQUE                 "
590
3.135
HELICÓPTERO PESADO                        "
120
3.255
HELICÓPTERO EMPREGO GERAL     "
420
3.675
HELICÓPTERO AEW E ASW             (MB)
225
3.900
DIRIGÍVEIS DHM PESADOS (MB + EB) 40
3.940
DIRIGÍVEIS DHM MÉDIOS (MB + EB) 60
4.000




Esses números de uma completa reestruturação das Forças Armadas na simulação do DEFESA BR podem parecer bastante exagerados perto do que existe hoje.


Porém, são necessários frente ao abismo material e tecnológico atual, além das possíveis e previsíveis ameaças, e até mesmo realistas quanto ao potencial
Orçamento de Defesa para 2011 / 2025, baseado em NOVAS ORIGENS DE RECURSOS, e acompanham o mesmo percentual do PIB projetado para o período. Poderão fazer parte da END.



(Clique na foto abaixo para imagem gigante do A-12)

A-12 com 6 A4K

O NAe A-12 São Paulo da Marinha do Brasil,
com 6 caças AF-1 A-4 Skyhawk no convôo.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)


Ademais, repetindo, estão na medida certa do esforço necessário para :


     g  Defesa dissuasória contra novos potenciais atores agressivos na Área Marítima Jurisdicional,
a AMAZÔNIA AZUL, e na AMAZÔNIA VERDE, importando em 2 AMAZÔNIAS a serem defendidas, simultaneamente;


     g  Projeção de poder em qualquer lugar do mundo para a defesa de crescentes interesses, de aliados e da paz com pronta ação (através da ONU, até como futuro membro de um futuro Conselho de Segurança Ampliado);


     g  Desenvolvimento científico, tecnológico e industrial com escala, timing e criatividade inovadora suficientes aos diversos projetos atuais e futuros (observando-se diversas evoluções como as NANO-INOVAÇÕES em ritmo cada vez mais acelerado no mundo e em ciclos sempre menores); e     


     g  Multiplicação de efeitos por toda a economia brasileira, ajudando a colocá-la em novo e superior patamar de desenvolvimento social e de significativa projeção econômica na comunidade internacional.



Veja na página referente a cada Força, como será o emprego das verbas, de acordo com as suas necessidades dentro do Plano do DEFESA BR.




FONTES & LINKS





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