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AMAZÔNIA AZUL 

AMEAÇADA



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte MB)


INTRODUÇÃO

A AMEAÇA

AMAZÔNIA AZUL

FONTES & LINKS




O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


Em abril de 2008, a US Navy anunciou que estava recriando a sua Quarta Frota, a qual será comandada da Flórida, contemplando o patrulhamento da América do Sul, América Central e Caribe, tanto pelo Oceanos Atlântico quanto pelo Pacífico.


Ela
terá sua base na cidade de Mayport, no Estado da Flórida. Responderá ao Comando Sul dos EUA, que está na cidade de Miami e dirige todas as forças militares americanas na América Latina. A Quarta Frota dos EUA atuou entre os anos de 1943 e 1950 e será reativada depois de 58 anos, exatamente em 1º de julho de 2008.



(Clique na foto para ver imagem gigante do CVN 68)

CVN 68 - USS Nimitz

Em 14 de março de 2005, 4 caças F/A-18 F Super Hornets sobrevoam o
CVN 68 USS Nimitz e seu Grupo de Batalha na Costa Sul da Califórnia.
(Foto U.S. Navy 050314-N-0413R-004)



O Brasil é como um banco cujo cofre forte
está do lado de fora do prédio, e sem ter
sequer noção da situação de risco !




O interessante é que, na 2º Guerra Mundial, também existiu a Força Naval do Nordeste (FNNE), da Marinha do Brasil, que esteve subordinada exatamente à IV Frota da US Navy. Coincidentemente, a brasileira também estaria voltando à atividade.




A AMEAÇA


Teoricamente, a recriação formal da IV Frota foi apenas um avanço organizacional do Comando Sul e na sua capacidade de acompanhamento, avaliação e planejamento no que tange ao mar. A princípio, não se trata da constituição de uma força estável, mas de algo moldável, que pode ser dimensionado e formado rapidamente.


O Comando Sul passou a ter uma estrutura naval apta a acompanhar os acontecimentos regionais que digam respeito ao mar, a planejar e conduzir o relacionamento com as Marinhas regionais.


O fato é que a recriação da Quarta Frota demonstra a preocupação estratégico-militar de Washington para com a América do Sul e África Ocidental, e como os interesses americanos tendem a se fazerem ainda mais presentes nessas regiões em futuro próximo.



E isso é visto por muitos como uma ameaça
à segurança na América do Sul e à soberania brasileira, especialmente, em respeito à preservação da AMAZÔNIA AZUL BRASILEIRA, com todas as gigantescas reservas de petróleo que estão sendo anunciadas nesses tempos. A cobiça americana estaria de olhos bem abertos e o velho porrete estaria voltando para ficar.



VÍDEO - A FROTA DOS EUA NOS MARES DO SUL





Os objetivos da Quarta Frota seriam combater o narcotráfico, lidar
com desastres naturais e estabelecer trabalhos de cooperação, mas
eles não estariam convencendo os países da América do Sul.
(Vídeo TV Brasil)



A decisão claramente coincidiu com os anúncios das descobertas de enormes campos de petróleo na plataforma continental brasileira, inicialmente em 8 campos como o de Tupi, apenas a "ponta do iceberg" do que será uma gigantesca mega-província petrolífera em toda a camada de Pré-Sal, com 800 km de extensão e 200 km de largura, uma área de 1,6 milhão de km2, que vai do Espírito Santo a Santa Catarina.


Ela poderá fazer o Brasil superar a marca de 100 bilhões de barris em reservas, abrindo um novo paradigma econômico.



Battle Island - Arte

Arte da JMOB (Joint Mobile Offshore Base - Base Offshore Móvel
Conjunta), ou
Battle Island (Ilha de Batalha), projeto gigantesco que
os EUA podem utilizar para dominar um T.O. como o da ZEE.




Muitos já temem pelo pior, visto que, frente a uma aventura estrangeira de grande porte, não existe por parte do Brasil qualquer condição palpável de resistência à tomada de todo o petróleo de sua plataforma continental.


Convém esclarecer que os EUA não são signatários da Convenção da ONU sobre o Direito do Mar, um acordo internacional que estabelece o limite dos mares territoriais de cada nação costeira, do qual o Brasil é signatário desde 1982.


Eles também nunca reconheceram as 200 milhas brasileiras e muito menos qualquer extensão desse limite. Para os EUA, toda
essa mega-província do pré-sal encontrada pela Petrobrasas estaria em águas internacionais, pois ela encosta no limite de 200 milhas náuticas que o Brasil considera como sendo de sua exploração exclusiva, de acordo com a Lei do Mar, de 1994. O problema começa por aí.



VÍDEO - AMAZÔNIA AZUL -
DEBATE BRASIL 1 (06:59 MIN)
 



VÍDEO - AMAZÔNIA AZUL -
DEBATE BRASIL 2 (03:48 MIN)




VÍDEO - AMAZÔNIA AZUL -
DEBATE BRASIL 3 (05:48 MIN)



Valiosa entrevista com o Almirante Marcílio Boa Vista no
programa "Debate Brasil", produzido pela AEPET em 2007.



Isso faz mais uma vez relembrar que a real ameaça à paz vem do contínuo descaso governamental para com a Defesa do Brasil, com a presente inexistência de defesa costeira, e de meios aéreos e navais modernos e em quantidade para enfrentarem reais ameaças como uma frota desse calibre, nucleada em poderoso NAe Nuclear da US Navy.


Os NAes Nucleares serão deslocados para a
4ª Frota em quantidade variável, sempre de acordo com a tarefa, não havendo um único NAe fixo.


Composição provável da
Quarta Frota, com até 24 navios, muitos eventualmente vindos de outras esquadras, como a II Frota (Atlântico) e a III Frota (Pacífico) :

     g  Fixos : 02 Navios de Assalto Anfíbio da Classe WASP;

     g  Fixos : 01 Navio-Hospital; e

     g  Realocáveis : 04 Cruzadores, 04 Destróieres, e 13 Fragatas.


Nunca é demais lembrar que, para os americanos, garantir novas fontes de fornecimento exclusivo de petróleo podem ser facilmente tratadas como uma simples questão de segurança nacional e, portanto, valeria a pena repetir e ampliar o que fizeram no Iraque a qualquer custo. Para tal, bastaria haver um governo como o de George Bush.



(Clique na foto para ver imagem gigante do DDG 92)

CG 92 USS Momsen

Destroyer Classe Arleigh Burke DDG 92 USS Momsen sendo escoltado em sua chegada
à Cidade do Panamá, Flórida, para ser comissionado em 28 de agosto de 2004.
(Foto U.S. Navy 040820-N-2354M-005)



Segundo seu primeiro comandante, o almirante James Stavridis, a nova 4ª Frota terá objetivos pacíficos, sendo intenção de seu País respeitar as reivindicações marítimas do Brasil, inclusive nas reservas petrolíferas de alto-mar.


Outra informação interessante dele é de que o maior navio da frota seria um Navio-Hospital, esquecendo ou tentando fazer os demais esquecerem dos outros 23 navios munidos de mísseis de cruzeiro, lanchas de desembarque e aeronaves de toda ordem acima relacionados, além dos NAes Nucleares espalhados pelo mundo e facilmente deslocáveis.


Essa menção às reservas petrolíferas simplesmente fez soar o alarme e os tambores não só nas esferas militares como em toda a sociedade brasileira.
Segundo uma alta fonte da Marinha do Brasil, essa mensagem teria sido totalmente  descabida :


- Que os EUA precisam respeitar o limite das 200 milhas soberanas do Brasil é parte dos direitos brasileiros, segundo a legislação internacional, que não precisam ser ratificados pelo comandante da 4ª Frota ou de qualquer outra frota no mundo. Invadir as águas nacionais brasileiras seria um ato hostil e sem sentido, diante da série de acordos que o Brasil mantém com os EUA, o que torna ainda mais descabida a declaração do almirante - afirmou.


O presidente da Agência Nacional do Petróleo, Haroldo Lima, no entanto, externou sua preocupação com a possibilidade de os EUA contestarem a posse brasileira sobre as enormes reservas petrolíferas na chamada ZEE -  Zona Econômica Exclusiva. Segundo a Convenção da ONU sobre a Lei do Mar, de 1994, os Estados litorâneos têm direitos exclusivos sobre todos os recursos naturais do seu litoral numa faixa de até 200 milhas náuticas (370 km).


Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia, no entanto, de acordo com a ata da XIV Reunião Ordinária do Fundo Verde Amarelo, de 15 de dezembro de 2004, realizada no Rio de Janeiro, o limite das águas continentais brasileiras pode se estender além das 200 milhas convencionadas pela ONU.



VÍDEO - MB - AMAZÔNIA AZUL (00:32 MIN)






A Marinha do Brasil poderá apoiar quaisquer pesquisas que visem ao aproveitamento dos bens econômicos existentes na ZEE (massa líquida e subsolo marinho) do Brasil, diz o documento.


Ainda segundo a ata, "acrescenta-se à ZEE a extensão da Plataforma Continental que ultrapassa o limite das 200 milhas marítimas onde o País possui os direitos soberanos, desde que mantenha pesquisa na região.


Tal região dá ao País um domínio de 4.451.766 Km2 (52 % do
território nacional). Além disso, a presença de pesquisadores nos rochedos de São Pedro e São Paulo garante a soberania do Brasil das 200 milhas marítimas ao seu redor, acrescentando a nossa AMAZÔNIA AZUL uma área de 450 mil km2".


Em 9 de maio de 2008, o então Ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que o
governo brasileiro não iria permitir que a Quarta Frota navegasse sem autorização pelas águas territoriais brasileiras. Afirmou ainda : "a Quarta Frota poderá atuar em áreas não jurisdicionais brasileiras, aqui não entra. Ela só entrará autorizada por nós e para visitas cordiais, mas absolutamente não vai fiscalizar a área brasileira. Quem fiscaliza somos nós".


Jobim disse ainda não acreditar que o Irã estaria tentando influenciar a América Latina. A acusação foi feita pelo subsecretário para o hemisfério ocidental do Departamento de Estado dos EUA, Thomas Shannon, referindo-se às estranhas ligações da Venezuela.



(Clique na arte para ampliação)

US Navy Fleets

(Arte Navysite)



Alejandro Sánchez, analista associado ao Conselho para Assuntos Hemisféricos, um organismo de investigação americano, afirmou que a reativação da 4ª Frota é uma decisão mais política do que militar: "nos últimos anos, os EUA se concentraram no Iraque e Afeganistão; agora, estão tentando voltar para a América Latina".


Para Sanchez, ainda que a Venezuela adquirisse submarinos russos ou que o Brasil quisesse desenvolver um submarino nuclear, nenhum desses países poderia representar uma ameaça militar aos Estados Unidos.




AMAZÔNIA AZUL


O OCEANO ATLÂNTICO é uma fantástica fonte de riquezas do Brasil. Sua costa de 7.491 km e sua gigantesca Área Marítima Jurisdicional de 4.451.766 km2, a AMAZÔNIA AZUL, também de valores incalculáveis, serão fundamentais para o futuro do País. Por sua causa, o Brasil já é auto-suficiente em petróleo.



P-43

A Plataforma Marítima P-43 da PETROBRAS produz 150.000
barris de óleo por dia, sendo uma das maiores do mundo.
(Foto Petrobras).




Novas tecnologias permitirão mais e vultosas explorações minerais de toda ordem, junto com as biológicas. E as rotas comerciais no Atlântico Sul serão cada vez mais importantes para o mundo.


Desde novembro de 2007, vêm sendo anunciadas as descobertas de novos campos no Pré-Sal, como Tupi, Iara e Júpter. Só esses 3 poderão ter até 16 bilhões de barris de petróleo e gás - o bastante para mais que dobrar as reservas brasileiras, então calculadas em 14 bilhões.


Nas estimativas da Petrobras, 
existe uma gigantesca província petrolífera em toda a camada de pré-sal, com 800 km de extensão e 200 km de largura, e que vai do Espírito Santo a Santa Catarina. Ela poderá fazer o Brasil superar a marca de 100 bilhões de barris em reservas, um crescimento de 7 vezes e abrindo um novo paradigma.


Com as melhores perspectivas possíveis de futuro, o Brasil estaria produzindo em 2022 algo como 12 milhões de barris diários de petróleo.


O Brasil passará a ser grande Player mundial a partir de 2008 com mais de US$ 8 bilhões de vendas líquidas mundiais anuais, por volta de US$ 110 bilhões em 2015, e acima de US$ 300 bilhões em 2020, a preços (moeda de hoje) sempre crescentes, por haver demanda em alta e produção mundial em baixa (ver quadro abaixo e Energia).



PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PETRÓLEO
EM MILHÕES DE BARRIS / DIA
COTAÇÃO MÉDIA ENTRE US$ 50 E US$ 250


ANO
PROD.
DIÁRIA
EXP.
DIÁRIA
EXP.
ANUAL
US$ BI/ANO A US$ 50
US$ BI/ANO A US$ 100
US$ BI/ANO A US$ 150 US$ BI/ANO A US$ 200
US$ BI/ANO A US$ 250
2010
2,4
0,5 182,5
9,13 18,25
- -
-
2015
4,5
2,5
912,5
-
91,25
136,88 -
-
2020
10,0
8,5
3.102,5
-
-
465,38
620,50 -
2022
12,0
11,0
4.015,0
-
-
-
803,00
1.003,75
2025
13,0
12,0
4.380,0
-
-
-
-
1.095,00

Projeção de ECONOMIA BR com 12 mb diários exportados em 2025, considerando-se baixa
demanda interna devido ao uso intensivo de combustíveis limpos. Não está sendo
considerado aqui o aproveitamento do petróleo do Pré-Sal em forma de
derivados, que multiplicará os valores acima por até 40 vezes.
Atualizado em junho de 2009 com cotações do
petróleo a US$ 70 por barril de 159 litros.



No conservador plano de negócios da Petrobras em 2006, a estimativa antes do Pré-Sal era de que a produção total da companhia no Brasil e no exterior chegasse antes de 2015 na casa dos 4,5 milhões de barris diários de petróleo. Porém, há outras companhias produzindo petróleo no Brasil, e com números crescentes. A nova e gigantesca província petrolífera, tendo Tupi e Carioca apenas como a "ponta do iceberg", mudou tudo.


Entretanto, grande parte das riquezas brasileiras, como a produção de petróleo e o comércio externo, está numa situação semelhante a um banco cujo cofre forte está do lado de fora do prédio, e sem ter sequer noção da situação de risco.


O Brasil tem 85 % de sua produção de gás e petróleo baseada no Oceano Atlântico, através dessas grandes plataformas. São transportadas por via marítima 80 % das exportações brasileiras, que remontam a US$ 200 bilhões em 2008. Isso significa expressivos 550 milhões de toneladas de mercadorias.


Das importações, já em US$ 180 bilhões ao ano, 75 % também são transportadas por navios. O comércio total pelo Atlântico Sul representa hoje
1 bilhão de toneladas em mercadorias preciosas, volume em grande crescimento.



Campo de Namorado

Plataformas no Campo Gigante de Namorado
da Bacia de Campo, litoral do Rio de Janeiro.




Se algum País hostil pretender bloquear o Brasil hoje, terá ainda mais facilidade, através da interrupção desse fluxo, do que os bandos criminosos tiveram ao bloquear São Paulo em maio de 2006.


E tal bloquieo poderá perdurarar por mais de uma década, pelo simples fato de que leva-se mais de 4 anos para se construir um único navio de guerra, e não será possível fazer tudo ao mesmo tempo. E ainda vê-se o Brasil planejar levar 12 anos para construir um SNA. Todo esse entrave pode parecer bastante óbvio, mas as chamadas elites locais não enxergam à frente do nariz.



VÍDEO -  ALEXANDRE GARCIA FALA
SOBRE CONSTRUÇÃO DE
SUBMARINO NUCLEAR (01:59 MIN)




Alexandre Garcia, no Bom Dia Brasil de 29 de setembro de
2008, falando sobre Ciro, Rei da Pérsia, e o SNA brasileiro.
(Vídeo Globo Vídeo)



Isso tudo deve ser inserido em um impressionante quadro mundial de crescente escassez em contraposição ao explosivo excesso populacional e brutal acúmulo de riqueza do decadente Hemisfério Norte (EUA, UE e Japão).


A década de 10 será aquela em que o Brasil terá alimento e energia para distribuir ao mundo. E as rotas marítimas precisarão estar muito bem cobertas pela Marinha do Brasil, não somente a costa, como a grande maioria ainda pensa.


Construir frotas inteiras para proteger seu comércio pelo Oceano Atlântico e mesmo o Pacífico não será tarefa simples nem imediatista, será grandioso e de longo prazo. Mas os interesses comerciais envolvidos serão substanciosos a ponto de financiarem com folga a empreitada protetora.


Essas serão as rotas ameaçadas no Oceano Atlântico :


    g  Rota Nordeste para a Europa, até a entrada do Mediterrâneo;

    g  Rota Norte para o Caribe e a América do Norte, abrangendo aí, México, EUA e Canadá;


    g  Rota Leste / Sudeste para a África e a Ásia;

    g  Rota do Sul para a Argentina, costa oeste da América do Sul e a Ásia.


O Brasil deverá ter 1 ou 2 saídas no Pacífico, em países como o Chile, com destino à costa oeste das Américas e, principalmente, à Ásia. Essas serão as rotas ameaçadas no Oceano Pacífico :


    g  Rota Oeste para a Ásia; e

    g  Rota do Norte para a costa pacífica das América do Sul, Central e Norte.



(Clique na foto abaixo para imagem gigante do A-12)

A-12 com 6 A4K

O NAe A-12 São Paulo da Marinha do Brasil,
com 6 caças AF-1 A-4 Skyhawk no convôo.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)


Se demonstras força, todos
querem ser teus aliados.

Ao contrário, se mostras fraqueza,
ninguém te dará importância.

E, se tendo riquezas, não demonstras
força, atrairás sobre tua cabeça
todas as ambições do mundo.
(Ciro, Rei da Pérsia)




VÍDEO - 62º FPB - TECNOLOGIA MILITAR (43:44 MIN)



62º FPB - Tecnologia Militar - A Defesa e o Novo
Plano da Política Industrial - 17/12/2008. Relato
da infinita série de embargos americanos ao Brasil.




FONTES & LINKS


Navysite - US Navy Fleets
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