Home


AMEAÇA VENEZUELANA

NOVOS PLANOS



(Clique na arte abaixo para ampliação)

Os 5000 de Chávez

Sátira sobre os 5.000 Caçadores das Milícias Populares Bolivarianas
de Chávez portando suas Dragunovs com mira telescópica, a partir de
arte usada na divulgação do filme "Os 300 de Esparta",
(Arte Gustavo Jardim) 


INTRODUÇÃO

NOVOS PLANOS

FONTES & LINKS



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


Além das compras iniciais, a Venezuela Bolivariana do falecido Chávez sonhava ir muito mais longe. Tratava-se de um processo em que todo mês surgia uma novidade.


De pronto, ficaram evidentes os planos de se construir Forças Armadas de primeiro mundo e, aos poucos, importantes decisões vinham sendo tomadas.


Segundo matéria do Estadão, até 2010, Chávez pretendia adquirir outros 120 aviões de combate, 15 submarinos lançadores de mísseis, 138 navios, 25 radares tridimensionais e fábricas inteiras para produção de sistemas de Defesa. Certamente, deveria querer acrescentar capacidade nuclear à sua lista de compras, a qual viria de seus aliados Irã e a própria Rússia.


Isso tudo servia para o curto prazo, até 2012. O que poderá vir no longo prazo, como 2020 ?


O presidente Chávez esteve em Moscou em 30 de junho de 2007 para negociar uma grande compra de submarinos. Em um longo discurso, citou as obras do revolucionário bolchevique Vladimir Lênin, lamentou o fim da União Soviética e agradeceu Putin por demonstrar solidariedade com a Venezuela em seus atritos com os EUA, evidenciando o estranho alinhamento Venezuela-Rússia na América Latina.


Chávez esteve de novo em Moscou em setembro de 2008, época em que dois bombardeiros estratégicos Tu-160 russos tinham acabado de visitar a Venezuela, e o Cruzador Nuclear Pedro o Grande já tinha zarpado com uma pequena frota com o mesmo destino para exercícios navais. Algumas grandes compras, certamente, foram fechadas.


Em maio de 2009, foi noticiado que a o governo venezuelano teria fechado compras de US$ 3 bilhões na Rússia. Foi negociada uma extensa lista, que incluiria caças Su-35BM, mais um lote de Su-30MK2, helicópteros de ataque Mi-28N, aeronaves de transporte estatégico Il-76, 92 tanques T-72M, veículos blindados BMP-3, sistemas de mísseis antiaéreos, e artilharia de campanha. Era especulada a compra de submarinos Projeto 636 / Classe Varshavyanka (um Kilo improved).


Uma nova Aliança Militar foi assinada em 15 de agosto de 2009 na Rússia pelo subdiretor do Serviço Federal de Segurança russo, Vyacheslav Ushakov, e pelo vice-presidente e ministro da Defesa da Venezuela, Ramón Carrizález, em uma visita anterior à realizada por Chávez em setembro de 2009.


Em seu retorno da Rússia, Chávez anunciou que o governo russo tinha liberado um crédito de US$ 2,2 bilhões para a compra de armamento de empresas russas.
Nos últimos anos, Chávez já efetuara grandes compras de equipamento militar russo, por mais de US$ 3 bilhões.


Em 27 de setembro de 2009, foi divulgado que o parlamento da Venezuela decidira que essa nova
Aliança Militar com a Rússia seria mantida em absoluto segredo.


Chávez faleceu m 2013, mas a Revolução Bolivariana continuava forte na Venezuela junto com seus ideais e suas compras bélicas.




NOVOS PLANOS


SUBMARINOS


A Marinha da Venezuela já teria encomendado em 2007 por volta de 5 novos submarinos diesel-elétricos de 4ª geração com AIP. Entretanto, seu programa inicial previa uma aquisição total de 9 submarinos até 2020, quando passaria a contar com 11 unidades, certamente o dobro da frota brasileira.



E já há quem fale de 15 submarinos lançadores de mísseis muito mais perigosos e ameaçadores às nossas costas e seus alvos fixos em terra, certamente o triplo da acanhada frota brasileira, a qual mal dispõe de torpedos suficientes para atender a todos os seus 5 submarinos.


Isso é verídico, pois foi dito pela próprio Comandante Moura Neto na CRE: "...a redução de estoques estratégicos de munição convencional sobressalente e combustível; a indisponibilidade de torpedos para os nossos submarinos; esgotamento da vida útil de mísseis; e dificuldades na manutenção e funcionamento das organizações militares...".


Por causa do embargo americano contra a Venezuela, que prejudicaria possíveis vendas alemãs, francesas e espanholas, a encomenda deverá vir da Rússia, a qual dispõe no mercado de submarinos lançadores de mísseis da sofisticada Classe Amur (Projeto 1650), de 4ª geração e com AIP, que é a variante de exportação da Classe Lada. São aqueles mesmos que a MB desprezou, solenemente, em uma concorrência.


O jornal russo Kommersant revelou em junho de 2007 que a Rússia estaria vendendo para a Venezuela 5 submarinos da Nova Classe Kilo, Projeto 636, o que "tornaria a Marinha venezuelana a mais poderosa da região". A China tinha um contrato de US$ 1,6 bilhão com a Rússia desde 2002 para o fornecimento de 8 deles.


Outras fontes da Rússia (
RIA Novosti) falavam de uma grande encomenda de 5 a 6 Classe Kilo e de mais 4 Classe Amur, em um total de até 10 submarinos russos. Também poderiam ser até 10 unidades da Classe Kilo. Em maio de 2009, a Rússia alegou ter cancelado tal encomenda, mas pode ter sido para despistar a mídia.



 (Clique na foto para ver imagem maior do esquema)

Nova Classe Kilo - Projeto 636

Visão seccional do largo casco do Projeto 636, a nova Classe Kilo.
(Arte Rubin)



MÍSSEIS SAM


Em julho de 2008, foi feita a aquisição de mais 10 sistemas Tor-M1 russo com 16 mísseis SAM cada, ao preço de US$ 100 milhões. A Venezuela passou acontar com 11 sistemas Tor-M1 (há versões de que já teriam um estoque de 30 sistemas em 2009). Em novembro de 2009, o Exército Brasileiro parecia que iniciava negociações para adquirir aúltima variante, o TOR-M2E, sem qualquer conclusão.


Na mesma ocasião, foi adquirido ainda um número não determinado de mísseis antiaéreos portáteis Igla-S (lançáveis do ombro) que o mercado acreditava que remontasse a centenas de unidades.


Tais Iglas foram sucesso em desfile militar na capital Caracas em 19 de abril de 2009, quando Chávez apresentou a Bateria Antiaérea Igla-S, com 70 mísseis, aproximadamente. Trata-se do modelo SA-24 Grinch / 9K338 9M342 Igla-S.



VÍDEO - IGLA-S / SA-24 GRINCH - MANPADS
EN VENEZUELA (05:54 MIN)



Desfile militar na capital Caracas em 19 de abril de 2009. É possível contar,
aproximadamente, 70 mísseis manpads Igla-S na nova bateria de
Chávez. Mas as compras teriam sido de centenas deles.



Em julho de 2008, a Venezuela contratou com a Bielorrússia um pacote de US$ 1 bilhão para a construção de um sistema de defesa e controle do espaço aéreo, com radares de última geração.


NAVIOS ANFÍBIOS


Outra compra que vinha sendo anunciada em 2007 era a de 3 navios de assalto anfíbio, existindo conversações com o estaleiro italiano Fincantieri, fabricante do CAVOUR, a respeito dos LPD da Classe San Giusto de Navios Anfíbios de Transporte de Doca (7.650 ton).



Arte do Próximo NAe Italiano

Arte do Próximo NAe Multipropósito italiano, o CAVOUR.
(Arte Marinha Militare Italiana)



VEÍCULOS BLINDADOS BMP-3


Desde 2007, a Venezuela vinha decidindo sobre a aquisição de 600 blindados de transporte de tropas para entregas nos 5 anos seguintes. Com esta aquisição, as unidades blindadas do exército venezuelano chegariam a 950 viaturas.



Em outubro de 2008, foi noticiado que a Venezuela estaria quase fechando a compra de uma grande quantidade de veículos de infantaria BMP-3 russos.


No sábado, dia 21 de novembro de 2009, Chávez anunciou na televisão a chegada em breve de 300 viaturas blindadas, entre tanques T-72 e T-90, além dos BMP-3.


O BMP-3, apelidado de Troyka, é um veículo blindado de 18 toneladas usado para o transporte de tropas
e com mais de uma dezena de variantes.
O BMP-3 é pesadamente armado e inteiramente anfíbio, sendo propelido na água por dois motores de jato d'água montados na parte traseira do veículo.


O BMP-3 (Boyevaya Mashina Pyekhota - Viatura de Combate de Infantaria) é construído pela Kurganmashzavod. É um carro de combate leve que pode levar um pelotão de infantaria, sendo 3 tripulantes e 7 passageiros.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

BMP-3

Blindado russo BMP-3.



Seu canhão 2A70 de 100 mm dispara projéteis Arkan (9M117M1) guiados a laser, com explosivos de alta fragmentação (HEF), a nível de demolição de edifícios. Possui um tambor que dispara mísseis ATGM (Anti-Tank Guided Missile - Míssil Anti-Tanque Teleguiado - MAT) de longo alcance (até 6.000 m).


O BMP-3 possui um canhão rápido 2A72 de 30 mm coaxial, pois é acoplado ao canhão principal, e dispõe de uma metralhadora de 7.62 mm localizada na torreta.


Esse canhão de 30 mm coaxial é montado paralelamente ao canhão principal e move-se junto a ele, ou seja, quando apontado o canhão de 100 mm, o canhão de 30 mm coaxial também é apontado para o mesmo alvo. Escolhe-se então a arma de acordo com o tipo de alvo.




VÍDEO - BMP-3 GREGO DISPARANDO
CANHÃO DE 30 MM (01:18 MIN)






O veículo ainda carrega um RPG-7, 5 RPG-18, 2 lançadores MANPADs (Strela-3 ou Igla) e 10 granadas de mão F-1. Como opcionais, ele pode vir com um lançador automático de granadas de 30 mm AG-17 e dispositivo de visão noturna, entre outros.



VÍDEO - BLINDADO BMP-3 (10:12 MIN)





O desempenho obtido com o motor de 500 hp para suas 18 ton lhe confere uma vantagem logística sobre o Bradley americano, que tem um motor de potência similar para as suas 33 ton.


O casco do BMP-3 assemelha-se à também anfíbia viatura de combate da infantaria aerotransportada BMD, com uma torreta nova no centro do veículo. O compartimento da tropa na parte traseira é alcançado através de um par de portas na parte traseira de seu casco.


Ainda é possível que a Venezuela venha a adquirir também os veículos blindados sobre rodas Iguanas belgas da Sabiex para emprego em centros urbanos.



Iguana

Propaganda do Iguana da Sabiex.
(Arte Divulgação Sabiex)



CARROS DE COMBATE MBT T-72 E T-90


No sábado, dia 21 de novembro de 2009, Chávez anunciou na televisão a chegada em breve de 300 viaturas blindadas, entre tanques T-72 e T-90, além de outras viaturas blindadas russas.


Chavez afirmou então que os carros T-72, viaturas blindadas de transporte de pessoal BTR e viaturas de combate de infantaria do tipo BMP-3, deveriam começar a substituir as viaturas obsoletas do exército venezuelano.


Os carros de combate T-72, adquiridos em segunda mão, juntamente com algumas unidades do T-90 (idêntico ao T-72 mas equipado com sistemas electrónicos mais recentes) deveriam ser utilizados nas principais unidades venezuelanas, mas era avisado que o período de transição deveria ser longo.


Esses tanques não terão grande utilidade em cenários
como os da selva amazónica, onde esse tipo de viatura é tido como inútil e promete apresentar mais problemas que vantagens.


OS DRAGUNOVS


A Venezuela comprou da Rosoboronexport 5 mil rifles de precisão Dragunov
SVD (Snaiperskaya Vintovka Dragunova), fabricadas pela empresa russa Izhmash. O anúncio foi feito pelo próprio Presidente Chávez em 19 de agosto de 2007.


Os fuzis são a mais recente variedade do Dragunov, uma arma semi-automática de cano longo com mira telescópica
com sensor infravermelho, que deriva em parte do muito mais amplamente conhecido rifle de assalto Kalashnikov. Trata-se de uma arma de alta precisão utilizada por atiradores de elite, os snipers, de tropas especiais.



Dragunov

Kit da Dragunov.
(Foto Divulgação Izhmash)



Como a Venezuela possui somente 34 mil soldados em seu exército e 23 mil em sua guarda nacional, vê-se que tal fartura quantitativa dessa arma especial era dirigida a possíveis novas unidades de elite das confiáveis forças civis de reserva paralelas à hierarquia de comando militar, as Milícias Populares Bolivarianas, que se reportavam diretamente a Chávez, já que são povoadas por seus militantes.


Ele mesmo afirmou que as armas seriam para atiradores que atuariam em uma “guerra de guerrilha” no caso de um eventual ataque dos EUA à Venezuela. Para Chávez, o fortalecimento do poder popular seria “a única maneira de o império não tornar concreta sua ameaça contra seu país”.


Enquanto a Venezuela se armava até os dentes para se defender de algo que seria indefensável, seus vizinhos ficavam cada dia mais preocupados com as reais intenções dessa obscura "democracia", que pretende e caminha para se eternizar no poder, agora com novos mandatários.



AERONAVES ILYUSHIN IL-114


No final de agosto de 2007, o site russo de notícias Izvestia informou que o Governo da Venezuela teria adquirido 98 aviões Ilyushin Il-114, o que foi prontamente negado pela Rosoboronexport, empresa estatal responsável por essa grande venda. Isso pareceu muito estranho, por deixar evidente que a notícia vazara, já que o site também pertence ao governo da Rússia.



Ilyushin Il-114-100

Variante Ilyushin Il-114-100.
(Foto Divulgação Ilyushin)



Sabe-se que, durante a Feira Maks-2007, observadores venezuelanos mostravam-se muito interessados no Il-114 e ainda que houve demonstrações dele em céus venezuelanos.


Mas o que importa mesmo é que esse tipo de aeronave poderá ser utilizado em diversas aplicações militares de diferentes versões, já que a compra é estatal e nada resta esclarecido ainda.



APLICAÇÕES CIVIS E MILITARES

DO ILYUSHIN IL-114


     g  Il-114 - O primeiro modelo produzido.

     g  
Il-114-100 - Primeiro vôo em 26/01/99 em Tashkent. Dois turbo-propulsores PW-127 da Pratt and Whitney, do Canadá. Uso comercial para até 64 passageiros.

     g  
Il-114-120 - Dois turbo-propulsores PW-127H da Pratt and Whitney, do Canadá. 64 passageiros.

     g  
Il-114T - Versão Cargueira. Duas aeronaves foram construídas até april de 2001.



Il-114T

Variante Ilyushin Il-114T, Versão Cargueira.
(Foto Divulgação Ilyushin)



     g  Il-114P - Versão de Patrulha Marítima.

     g  
Il-114MP - Versão de Patrulha Marítima e Ataque.

     g  
Il-114FK - Versão de Reconhecimento Militar, ELINT, Fotográfico ou Cartográfico.

     g  
Il-114PR - SIGINT / AEW.

     g  
Il-140 - AWACS.

     g  
Il-140M - Versão de Patrulha Marítima, Monitoração Ecológica e SAR.


AERONAVES DE TRANSPORTE ILYUSHIN E ANTONOV


Em fevereiro de 2008, especulou-se que o Ministério da Defesa da Venezuela estaria negociando com a Rosoboronexport a compra de 11 novos jatos militares de transporte Ilyushin Il-76MD Candid e de 40 novos aviões de transporte tático Antonov An-74 Coaler e An-140.



Il-76

Um Il-76 soltando pára-quedistas.
(Foto Air Force Technology)



Em maio de 2008, A Força Aérea da Venezuela concluiu com êxito testes com 2 transportes Il-76MD Candid, abrindo caminho para um futuro contrato para a compra de 10 Candids e 2 Il-78MK Midas de reabastecimento. Eles iriam substituir 6 antigos C-130 e dois Boeing 707 em uso pelo país. Esse pacote custou US$ 600 milhões.


CAÇAS SU-35 SUPER FLANKER


De início, a Venezuela adquiriu 24 caças Sukhoi Su-30 russos. E existiam planos da FAV comprar mais 24 a 36 Su-35BM. As encomendas totais poderiam chegar a 150 Flankers de diferentes modelos.


O governo venezuelano já declarou estar satisfeito com a incorporação dos Su-30. Se a compra dos Su-35BM for confirmada, a Venezuela será o cliente mundial de lançamento dessa aeronave, a qual foi sumariamente descartada pelo Brasil no programa de reaparelhamento denominado FX-2, da Força Aérea Brasileira.



(Clique na foto abaixo para imagem gigante)

  Su-35BM

A mais recente concepção artística do Su-35 Super Flanker, o Su-35BM.
(Foto Sukhoi Design Bureau - JSC)



HELICÓPETROS DE ATAQUE MIL MI-28N


De início, a Venezuela adquiriu 10 helicópteros de ataque Mil Mi-35M2 Hind Piranha, chamados lá de Caribe.


Em julho de 2008, foi confirmado um pedido oficial de compra pela Venezuela do novíssimo helicóptero de ataque Mil Mi-28N Night Hunter (Caçador Noturno), de mais 10 unidades, a um custo de US$ 200 milhões. A compra só foi concretizada no final de 2008.


Em meados de 2006, o Mi-28N (última versão do Mi-28) foi escolhido como helicóptero padrão de ataque das forças armadas russas. O helicóptero era tão novo que as entregas lá começaram em janeiro de 2008.


Ele foi projetado para missões de caçada e eliminação, sob qualquer tempo à noite ou de dia, de MBTs, helicópteros, forças terrestres e equipamentos blindados inimigos.



AERONAVES CHINESAS DE TREINAMENTO K-8


Chávez disse em discurso no domingo, 11 de maio de 2008, que que estava comprando 24 aviões militares de treinamento avançado K-8, de origem sino-paquistanesa, por US$ 120 milhões. Ele tentou antes adquirir aviões de treinamento da Embraer, mas seus planos foram vetados pelo governo americano.



K-8 Karakorum

K-8 Karakorum sino-paquistanês.
(Foto FAS.)



Venezuela e China assinaram em 9 de maio de 2008 um acordo para a construção de uma refinaria em solo chinês como parte de um plano mais amplo para reduzir a dependência da Venezuela de exportar o seu petróleo para os EUA. Em troca, em breve poderão chegar os K-8 chineses. Chávez esteve na China em setembro de 2008 para tratar do assunto.


O
K-8 Karakorum é um treinador a jato desenvolvido conjuntamente por China e Paquistão desde os anos 80 pelas empresas estatais China Nanchang Aircraft Manufacturing Company (CNAMC) e Pakistan Aeronautical Complex (PAC). O primeiro vôo de teste data de 1990.


É dito que, enquanto os paquistaneses construíram entre 75 e 100 unidades, os chineses estariam construindo várias centenas deles.




FONTES & LINKS
Volta ao Ministério da Defesa




Home