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OPERAÇÕES COMBINADAS

DE DEFESA



  MD

Operações Combinadas do MD.


INTRODUÇÃO

OPERAÇÃO ATLÂNTICO I

OUTRAS OPERAÇÕES

OPERÇAÇÃO ÁGATA 7



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


Operações Combinadas são um conceito moderno de aplicação de forças militares de mar, terra e ar, de forma coordenada, para atingir um objetivo que seja de interesse para o país.


O Ministério da Defesa vem praticando essas operações todos esses anos como parte de um projeto de proteção de instalações de interesse estratégico do Brasil.


O exemplo em moda hoje no Brasil é a defesa da área da Bacia de Campos e da infra-estrutura de petróleo e gás da região Sudeste, graças à nova era do Pré-Sal,
mas o conceito vale para a defesa de áreas de grande atividade econômica e interesse estratégico.


As áreas mais visadas em um primeiro momento de ataque estrangeiro seriam as usinas de energia (hidrelétricas e nucleares), siderúrgicas, minas, estradas, aeroportos, portos, plataformas, gasodutos, pontes, e navios cargueiros com suas rotas, entre muitos outros.



Vizinhos Irrequietos

Diagrama da situação do Brasil frente a seus vizinhos de língua espanhola.
(Arte Revista Época)




OPERAÇÃO ATLÂNTICO I




Operação Atlântico



A Marinha, o Exército e a Força Aérea realizaram pela primeira vez, no período de 12 a 26 de setembro de 2008, a Operação Combinada Atlântico, no litoral dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo e no Atlântico Sul, coordenada pelo Ministério da Defesa e comandada pelo Comandante de Operações Navais


Sua principal motivação foi o treinamento das Forças Armadas para um eventual emprego em defesa da soberania do Brasil.


Estiveram envolvidos nesta operação cerca de 9.000 militares e meios da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira.


Na região Sul, houve treinamento de comandos e estados-maiores, treinamento visando operações integradas das 3 Forças, e ações que envolveram o combate convencional em áreas marítimas e litorâneas.




VÍDEO - OPERAÇÃO ATLÂNTICO 2008 (00:30 MIN)





O custo da "Operação Atlântico" foi de R$ 20 milhões, regularmente prevista no Orçamento da União de 2008, elaborado no ano anterior pelo Planejamento. Foram empregados 20 navios, 40 aeronaves e 250 outros veículos militares.



VÍDEO - OPERAÇÃO ATLÂNTICO 2008 -
CARROS ANFÍBIOS DA MARINHA (01:44 MIN)







OUTRAS OPERAÇÕES


Desde 2005, quando realizou a Timbó 3, uma das sete operações combinadas desencadeadas na Amazônia desde 2002, o foco das Forças Armadas tem sido cada vez maior em áreas com obras de infra-estrutura estratégicas.


No caso, Timbó 3 se destinava à proteção de áreas críticas, particularmente a usina hidrelétrica de Samuel e os aeroportos de Tabatinga, Porto Velho, Cruzeiro do Sul, Rio Branco e Porto de Tabatinga.


Ainda em 2005, foi realizada a Operação Leão, no litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, a fim de salvaguardar as pessoas, os bens e os recursos brasileiros ou sob jurisdição brasileira.




Operação Solimões



Dois anos depois, no período de 28 de maio a 6 de junho de 2007, as Forças Armadas realizaram a Operação Solimões, no jargão militar para "garantia da soberania nacional e manutenção de patrimônio petrolífero da região" - na prática, defesa da área onde a Petrobras explora petróleo e gás em Urucu.


Segundo o Comando Militar da Amazônia, tratou-se de uma operação combinada na Amazônia Ocidental, planejada para adestrar os estados-maiores combinados e as tropas em combates convencionais em área de selva.

 


Timbó IV



Já a Operação Timbó IV empregou, no período de 17 a 26 de julho de 2007, cerca de 3.500 homens na vigilância das fronteiras, no patrulhamento dos rios, no combate aos delitos transfronteiriços, nos crimes ambientais e na segurança dos empreendimentos estratégicos para o país, como o complexo de extração de petróleo em Coari/Urucu.


Outra operação em 2007 foi a Operação Albacora, na mesma região do litoral entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, a fim de garantir a soberania nacional, com a preservação da integridade territorial e manutenção do patrimônio petrolífero da região.




VÍDEO - OPERAÇÃO ALBACORA 2007
 - 1ª VAGA (03:33 MIN)



1ª Vaga de Assalto Aeroterrestre realizado na
Zona de Lançamento
(ZL) de Iconha - Espírito Santo, pela Brigada de Infantaria Pára-
Quedista do Exército na Operação Conjunta Albacora 15/09/2007.




VÍDEO - OPERAÇÃO ALBACORA 2007
 - 2ª VAGA (02:34 MIN)



2ª Vaga de Assalto Aeroterrestre realizado na Zona de Lançamento
(ZL) de Iconha - Espírito Santo, pela Brigada de Infantaria Pára-
Quedista do Exército na Operação Conjunta Albacora 15/09/2007.




VÍDEO - OPERAÇÃO ALBACORA 2007
 - 2ª VAGA (02:34 MIN)




3ª Vaga de Assalto Aeroterrestre realizado na Zona de Lançamento
(ZL) de Iconha - Espírito Santo, pela Brigada de Infantaria Pára-
Quedista do Exército na Operação Conjunta Albacora 15/09/2007.




No período de 4 a 15 de agosto de 2008, houve a Operação Poraquê, mais um exercício de simulação de uma guerra convencional. Tratava-se de uma referência às hidrelétricas amazônicas, pois o poraquê é um peixe que dá descargas elétricas. Ela mobilizou um pouco mais da metade dos homens  Operação Combinada Atlântico - 5 mil militares - custando cerca de R$ 10 milhões.



VÍDEO - ASSALTO AEROMÓVEL NA
OPERAÇÃO PORAQUÊ 2008 (02:19 MIN)





Cerca de 5.300 militares da Marinha, do Exército e da Força Aérea estiveram participando da Operação nos municípios de Manaus, Presidente Figueiredo, Velho Airão, Barcelos, Novo Airão e São Gabriel da Cachoeira, no Estado do Amazonas; e Caracaraí e Rorainópolis, no Estado de Roraima.



Operação Atlântico



Entre 19 e 30 de julho de 2010, o Comando de Operações Navais da Marinha realizou a Operação Atlântico II.


O exercício de treinamento teve planejamento conjunto das Forças Armadas e coordenação do Ministério da Defesa. Simulou uma guerra moderna em defesa dos interesses nacionais contra a possibilidade de confronto na defesa dos recursos econômicos e naturais do Brasil.


Foram envolvidos na operação 22 navios, 17 aeronaves, 18 tanques de combate e cerca de 10 mil militares. Esta operação foi bem mais complexa que a “Atlântico I”, ocorrida em 2008.



Agata V

Tropas do Exército na Operação Agata 5 (Foto EB)



Já em agosto de 2012, aconteceu a Operação Ágata 5 em uma área de 3,9 mil quilômetros de fronteiras do país com o Paraguai, a Argentina e o Uruguai.


Cerca de 17 mil militares participam da operação, que se estendeu pelos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná e de Mato Grosso do Sul.


Nas quatro edições anteriores da Operação Ágata, foram apreendidas mais de 2,3 toneladas de drogas, 302 embarcações irregulares e 59 armas. As Forças Armadas também dinamitaram, ao longo dessas edições, quatro pistas de pouso clandestinas e fecharam oito garimpos e cinco madeireiras ilegais.


Trata-se de uma operação de fronteira que tem por objetivo a repressão à criminalidade. A área crítica de patrulhamento ocorreu entre as cidades de Foz do Iguaçu, no Paraná, e Corumbá, no Mato Grosso do Sul - onde existe a maior incidência de tráfico de drogas e contrabando.


Muitas outras operações vêm sendo realizadas ao longo deste período. O importante é que a comunicação entre as forças seja sempre eficaz para um melhor resultado global e o aperfeiçoamento de nosso nível de adestramento e prontidão.




OPERAÇÃO ÁGATA 7


Em maio de 2013, o Ministério da Defesa montaria um grande evento logístico aoenviar 25 mil militares do Exército, Marinha e Aeronáutica para patrulhar toda a fronteira terrestre do país simultaneamente em uma operação inédita, chamada de Ágata 7, e relacionada à segurança do evento da Copa das Confederações.


Essa seria a maior ação militar voltada à segurança pública realizada no governo Dilma Rousseff em número de participantes, equipamentos e abrangência.



Lancha
Militares durante patrulhas da operação Ágata, que atua na região de fronteira do país.



A ação afetaria diretamente cerca de seis milhões de brasileiros que vivem próximo às fronteiras.  As dimensões da ação também superariam todas as operações do gênero realizadas desde a criação, em 2009, do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, o órgão que tem a missão de integrar e coordenar as ações das 3 Forças Armadas.


Seriam cobertos 16.886 km de fronteira com dez países, sendo a maior operação já feita no Brasil. Operações do gênero realizadas no passado eram capazes de cobrir apenas pedaços da fronteira.


Os locais específicos não foram revelados, mas as maiores concentrações de tropas aconteceriam nas regiões de Tabatinga (AM), Assis Brasil (AC), Ponta Porã (MS) e Foz do Iguaçu (PR), entre outras.


O objetivo da ação sempre é combater diversos tipos de atividades criminosas. Alguns exemplos são os garimpos irregulares na fronteira com as Guianas, pistas de pouso irregulares e tráfico de drogas na região amazônica, contrabando de armas e mercadorias ilícitas no oeste e sul da fronteira e a entrada de explosivos pelo sul, entre outras.


Essa seria a sétima edição da operação Ágata, um esforço militar iniciado em 2011 para patrulhar a fronteira brasileira com ações militares massivas.


As operações anteriores aconteceram em regiões específicas do país. A anterior levara mais de 12 mil militares para os Estados de Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Acre no fim de 2012.


Nas seis edições anteriores foram apreendidos mais de 750 veículos e embarcações e 12 toneladas de drogas. Os militares aproveitam a presença na região para oferecer tratamento médico e odontológico em povoados e cidades isoladas. Cerca de 63 mil pessoas foram atendidas.