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NOVAS ORIGENS DE

RECURSOS PARA DEFESA


(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante de Brucutu)

Complexo de Brucutu

Vista do Complexo de Brucutu, em Minas Gerais,
com a maior usina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa CVRD - 405)





O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO

      
      
Faz-se necessário um urgente Planejamento Estratégico de Defesa com Desenvolvimento e Construção de Inovadores Meios de Combate no próprio País, com elevados esforços e investimentos em PD&I, para reduzir-se a abissal distância do País frente às Forças de outras Nações modernas.


Parte dos recursos que garantem a simulação feita pelo DEFESA BR refere-se
a um possível aumento percentual de Operações e Manutenção de Defesa, o que costuma ser chamado de Custeio, reservado no Orçamento Federal.


Porém, a enorme parcela necessária à PD&I e à Construção de Meios da 3 Forças 
deverá, obrigatoriamente, vir de NOVAS ORIGENS, e daquelas que já existem mas nunca chegam, aquelas que têm sido irresponsavelmente desviadas pela área econômica do Governo Lula, do mesmo jeito que ocorreram os desvios de verbas que levaram o Brasil inteiro ao Caos Aéreo de 2006/2007.


Na presente simulação, todos os Investimentos e Custeio da 3 Forças Armadas poderão ser custeados por impostos aqui definidos.
Ressalte-se que a Lei Orçamentária indica que qualquer nova despesa precisa ser acompanhada da fonte de recursos.
 
 
O LEGISLATIVO poderia
ajudar bastante nesse processo, vindo a compreender e demonstrar muito mais interessasse pelo assunto, como vem ocorrendo aos poucos, embora com demasiada lentidão.
      
      
O Orçamento Federal tem hoje uma destinação de 35 % de suas verbas para atender ao déficit da Previdência Social (basicamente do setor público, civil e militar) e mais de 20 % para pagamentos de juros internos e externos. São mais de 55 %, se somados.


Enquanto isso, para a
soma de atividades econômicas, saúde, educação, defesa nacional e proteção social, há disponíveis somente 36 % das verbas federais.


Depreende-se a necessidade de reversão deste quadro, reduzindo-se bastante a concentração em previdência e juros. Quanto à previdência, procurou-se caminhar para um modelo único (público e privado) com a Reforma aprovada no Congresso Nacional e as contas atuariais deverão passar a fechar sempre, o que ainda não acontece hoje, politicamente.


Quanto às ainda altas taxas básicas de juros, trata-se de modo de atuação macroeconômica já esgotado, enquanto principal instrumento de controle da economia, ainda insistido pelo atual Governo mês após mês, ano após ano.


Para um elevado crescimento da economia,
a partir de 2009 impõe-se taxa de juros real básica de UM DÍGITO, o que, por si só, já representaria uma economia para o País, anualmente, superior a : 


US$ 40 bilhões


A redução desses custos trará fortes reflexos para o Orçamento Federal e deverá ser bem aproveitado para as necessidades de Defesa Nacional, entre outros de grande significado (Saúde, Educação, Segurança Pública e os inadiáveis Programas Sociais).


No aspecto de possíveis novas fontes de receita, destaca-se o Comércio Exterior Brasileiro, com suas importações que deverão ultrapassar US$ 150 bilhões em 2008 (ainda muito baixo frente ao potencial). Sabe-se que 95 % do transporte desse comércio é feito hoje por via marítima.


Destaca-se ainda a
prospecção e a exploração de petróleo e gás em terra e em águas profundas realizadas pela Petrobras e por dezenas de outras companhias, além de outras commodities como minério ferrosos (minério de ferro e suas pelotas, e manganês, entre outros), e minérios não-ferrosos (níquel e cobre, entre outros) demandarão mais e mais significativa proteção da Nação.

      
Somente a Petrobras deverá obter um faturamento superior a US$ 100 bilhões em 2008. As demais 38 companhias juntas já a ultrapassam em prospecção, a refletir-se em mais e mais produção em breve.


Ela pertence ao clube seleto das companhias de petróleo de capital aberto produtoras acima de 2 milhões de barris de óleo equivalente/dia, somando-se petróleo e gás. Tratava-se da 65ª maior empresa do mundo em 2007, segundo a revista americana Fortune.


Novas reservas gigantescas a 5.000 m foram anunciadas em novembro de 2007. A Petrobras tornou-se a 6ª maior empresa do mundo, logo após o anúncio do Campo de Tupi, ponta do iceberg de enorme mega-província no pré-sal, que elevará as reservas brasileiras de petróleo de 14 para um patamar de 100 bilhões de barris em poucos anos. Em maio de 2008, teve seu valor de mercado reconhecido como sendo o da 4ª maior petrolífera do mundo.



Campo de Namorado

Plataformas no Campo Gigante de Namorado
da Bacia de Campo, litoral do Rio de Janeiro.
(Foto Petrobras)




A cadeia produtiva do petróleo e gás é uma das melhores apostas estratégicas na política industrial do atual Governo. O Brasil tem vocação petrolífera, que demanda muita tecnologia, e isso oferece alta alavancagem para a economia.


A aposta do Brasil é de exportar somente derivados advindos do petróleo do pré-sal e processados no País. A gasolina será exportada já com até 25 % de etanol incluído. Este será um grande passo para o Brasil. 



Foi alcançada a auto-suficiência do País em 21 de abril de 2006
, com o início de operação da plataforma P-50, a qual processa 180 mil barris diários de petróleo, quando o processamento doméstico atingiu mais de 2 milhões de barris de petróleo/dia, a partir das recentes descobertas e início de sua exploração.



P-50

Inauguração da plataforma marítima
P-50 em 21 de abril de 2006.
(Foto Ricardo Stuckert - PR -150.486)




A partir daí, o País deverá passar a ser grande exportador, com reservas estimadas saindo de 14 e indo a possíveis 100 bilhões de barris. Isso irá refletir em mais e mais transporte marítimo, aumentando cada dia mais a necessidade de Defesa em todos os níveis, táticos e estratégicos, indo desde uma lancha com terroristas em uma plataforma até poderosas frotas subjugadoras visando dominar todo esse patrimônio.


Nas estimativas iniciais da Petrobras, existiria uma gigantesca mega-província petrolífera em toda a camada de pré-sal, com 800 km de extensão e 200 km de largura, de 160 mil km2, e que vai do Espírito Santo a Santa Catarina. Ela poderá fazer o Brasil superar a marca de 70 bilhões de barris em reservas, um crescimento de 5 vezes e abrindo um novo paradigma.


n


Ressalte-se que o País estará criando uma empresa estatal em 2009 para administrar toda a grande aventura do pré-sal, saindo os grandes investidores internacionais da jogada e dos grandes lucros, e que a mega-província pode mesmo estar vindo desde as Guianas e descendo por toda a costa brasileira até a Patagônia argentina.


Com as melhores perspectivas possíveis de futuro, o Brasil estaria produzindo em 2022 algo como 12 milhões de barris diários de petróleo.



Além disso, em toda a gigantesca Área Marítima brasileira de 4,5 milhões de km2, a chamada AMAZÔNIA AZUL, a prospecção e exploração de recursos minerais em geral tende a crescer geometricamente nos próximos anos, a profundidades já planejadas pela PETROBRAS de 4.000 a 5.000 metros.


Entretanto, nosso déficit atual em poços é grande. Enquanto os EUA têm mais de 4 milhões de poços perfurados, em uma área sedimentar mais ou menos igual à brasileira, temos 22 mil poços, quantidade que Canadá ou os EUA perfuram em apenas um ano.


Outro aspecto importante em todo esse quadro é que as ocorrências de petróleo e gás na Plataforma Continental desconhecem a fronteira de 200 milhas. Em alguns anos, o Brasil precisará prospectar e explorar enormes áreas além deste limite e outros Países cientes de tal potencial estratégico poderão ameaçar o Brasil e até dizerem-se "donos" de áreas gigantescas como todo o pré-sal.


Essa previsível e evidente situação, certamente, irá requerer uma Marinha do Brasil mais forte para a Defesa de nossos interesses. E uma Marinha não se constrói em 2 meses de uma crise externa, mas em 15 anos de investimentos ininterruptos, sem a mínima possibilidade de haver contingenciamentos irresponsáveis de terceiros.  


A MB terá de possuir completa soberania sobre seu planejamento e
empreendimentos construtivos de longo prazo, de modo a não vir a tê-los, como tem sido com o SNB, quase que irremediavelmente prejudicado ao longo de tanto tempo perdido.


Em 27 de junho de 2007, foi noticiado que o Senador Fernando Collor iria apresentar um projeto de lei, estabelecendo um percentual sobre as exportações de minérios do Brasil, destinado a um fundo para auxiliar a remodelação e modernização do Exército Brasileiro.


Em outubro de 2007, passou a ser divulgado que o Ministério da Defesa pretende cobrar Royalties de todas as empresas que atuam em infra-estrutura estratégica e são passíveis de serem atingidas em caso de guerra, como a Petrobras, a Vale, a Eletrobras. Mais o rol é vasto e pode chegar a centenas de grandes empresas.


Vale  lembrar sempre que, no Chile, 10 % da receita do cobre estão vinculados à Defesa há anos. E o Chile tem hoje uma Defesa profissional com "D" maiúsculo, o que não ocorre aqui, até pela eterna falta de verbas.



Com a descoberta do Campo de Tupi e toda a enorme mega-província do pré-sal, o Governo pretende aumentar por simples decreto o percentual dos royalties pagos à União pelo petróleo. O diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, defendeu uma taxação ao redor de 50 %, mas ela poderá atingir 80 %, como ocorre em outros Países.



(Clique na foto abaixo para imagem gigante do A-12)

A-12 com 6 A4K

O NAe A-12 São Paulo da Marinha do Brasil,
com 6 caças AF-1 A-4 Skyhawk no convôo
.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)




NOVAS ORIGENS

      
Portanto, uma das melhores fontes de recursos para a área de Defesa deveria ser a de ROYALTIES sobre a exploração das jazidas de petróleo, gás e minérios, tanto em Terra (EB/FAB) quanto na Plataforma Continental (MB).


Neste sentido,
desde 2004 vinha tramitando no Congresso Nacional uma Lei aumentando em até 250 % os Royalties recolhidos pelas mineradoras instaladas no País.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante de Carajás)


Vista completa da Mina de Carajás, no Estado do Pará,
considerada a maior mina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa CVRD - 81)




Entretanto, para efeito da simulação empreendida pelo DEFESA BR, haverá apenas DUAS NOVAS ORIGENS DE RECURSOS para as 3 Forças Armadas, além da parcela vinda do Orçamento Federal, que passará a cobrir apenas os gastos previdenciários atuais e futuros.


As
NOVAS ORIGENS serão obrigatoriamente administradas pelo Ministério da Defesa, único responsável pelo perfeito andamento do planejamento conjunto das 3 Forças Armadas, a fim de seguir novos caminhos de INTEGRAÇÃO ORGÂNICA e gerando SINERGIA multiplicadora de esforços.


No caso do Comando da Marinha, será ao pé da letra :
NOVAS ORIGENS QUE JÁ EXISTEM MAS NUNCA CHEGAM !


Trata-se dos Royalties advindos da produção de petróleo e gás na Plataforma Continental destinados por Lei à MB. Em nosso planejamento, serão os mesmos atuais 15 %, só que efetivamente repassados à Força ou mesmo ao MD, fato que não ocorreu em momento algum do presente Governo Lula.


No caso dos Comandos do Exército e da Aeronáutica, será instituído um
Royalty especial com alíquota de 4 % sobre as exportações de minérios (incluindo pelotas), os quais são extraídos por empresas, mas pertencem sobretudo à Nação.



ORIGENS DOS RECURSOS
PARA A SIMULAÇÃO DO DEFESA BR



FORÇA
RECURSOS
%
MB
PARTE DOS ROYALTIES SOBRE
RECURSOS MINERAIS EXTRAÍDOS DA PLATAFORMA CONTINENTAL
15,0
FAB E EB
ROYALTY ESPECIAL SOBRE
EXPORTAÇÃO DE MINÉRIOS
4,0



Na simulação de Planejamento do DEFESA BR, procura-se defender as 2 AMAZÔNIAS da cobiça mundial, simultaneamente. Para tal, as 3 Forças Armadas estarão com seus esforços direcionados tanto à AMAZÔNIA AZUL, quanto à AMAZÔNIA VERDE.


Coerentemente, os Royalties da MB advêm da primeira fonte acima, enquanto o futuro
Royalty especial para a FAB e o EB, virá da segunda, basicamente.



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca
Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma
Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766
km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de
8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte MB)



Um avanço nesse ponto será a base fundamental para a necessária alavancagem da economia e de todo o esforço exportador, cujos benefícios se estenderão por todas as áreas, gerando centenas de milhares de empregos, renda e poupança.


Determinará o futuro da Pesquisa Científica e do Desenvolvimento Tecnológico com Inovação (
PD&I) no País e, por conseqüência, de sua por enquanto insubstituível SOBERANIA.


Será a permissão para o início da construção de uma verdadeira rede protetora e dissuasiva do País contra especuladores de imensuráveis riquezas por todo o território e nas DUAS AMAZÔNIAS, a serem defendidas prioritária e simultaneamente.


Essas 2 opções de recursos acima precisarão do apoio
do Congresso Nacional, o qual deverá lutar para que, efetivamente, cheguem de vez ao Ministério da Defesa já a partir de 2008.


No primeiro caso, bastará o esforço para a real destinação dos Royalties à MB. No segundo caso, a batalha será também pela criação da lei instituindo o novo
Royalty especial que beneficie a FAB e o EB.


As vantagens dessa abordagem são muitas, mas a principal será a mais completa, certa, rasa, geral e transparente independência do Ministério da Defesa e seus 3 Comandos para planejarem - com o Executivo e o Legislativo - e cumprirem seus objetivos constitucionais em um inédito e bem-vindo processo de planejamento de longo prazo.


Será fundamental atingir-se uma única e sólida solução para o atual problema e desafio do País em Defesa, com a aprovação conjunta das leis propostas no formato [MB+(FAB+EB)].




COMANDO DA MARINHA



ROYALTIES são uma das formas mais antigas de pagamentos de direitos. A palavra royalty vem do inglês royal, que significa "relativo ao rei". No Brasil, são compensações financeiras devidas ao Estado pelas empresas que possuem concessão para exploração de petróleo e gás natural em terra ou no mar.


A legislação prevê formas diferentes para distribuição dos Royalties à União e aos Estados e Municípios da parcela de 5 % e da parcela acima de 5 %. Tanto para os primeiros 5%, quanto para a parcela acima de 5%, a legislação também prevê formas diferentes de distribuição, quando a lavra ocorre em terra (ou lagos, rios, ilhas fluviais elacustres) e quando a lavra ocorre na plataforma continental.


n


VÍDEO - MB - ENTREVISTA COM
O COMANDANTE (09:56 MIN)




Entrevista com o comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra
Julio Soares de Moura Neto, no dia 28 de abril de 2008,
no programa "Cidadania Entrevista" da TV Senado.



Na distribuição da parcela de 5 %, o Comando da Marinha recebe 20 % do total de Royalties referentes à lavra na plataforma continental, e na parcela acima de 5 % são distribuídos à Marinha 15 % também da lavra na plataforma continental. Tanto num caso, como no outro, a Marinha não participa dos valores provenientes da lavra em terra.



DISTRIBUIÇÃO DOS ROYALTIES
DO PETRÓLEO PARA
A MARINHA DO BRASIL



PARCELA
MB
LEGISLAÇÃO
DE 5 %
20 %
Lei nº 7990/89, art. 27, § 4º, regulamentada pelo Decreto nº 01/91
ACIMA DE 5 %
15 %
Lei 9.478/97, art. 49, inciso II, letra c, em consonância com o Decreto nº 2.705/98



Então, uma média entre 15 % e 20 % dos Royalties incidentes em até 10 % da produção de petróleo e gás são obrigatoriamente destinados à Marinha do Brasil (Guia dos Royalties da ANP - em pdf). Para efeitos práticos, trataremos aqui o percentual tributado como sendo de 15 %.


Essa destinação à MB existe para que ela possa, condignamente,
atender aos encargos de fiscalização e proteção das atividades econômicas nas áreas marítimas produtoras. Tem como destino prioritário a proteção das plataformas de petróleo e dos 4,5 milhões de km² de mar territorial, bem como o desenvolvimento do programa nuclear brasileiro.


Esses 15 % referentes à MB representaram uma
arrecadação próxima a US$ 130 milhões em 2001 (a R$ 2,50), US$ 268 milhões em 2003, e US$ 304 milhões em 2004.


Registre-se o aumento explosivo dos números, visto que, e
m 1994, tal imposto representava somente US$ 11 milhões para a MB. E a cadência de aumentos futuros será ainda mais assustadora, com à frente se verá. Somente no ano de 2005 já atingiu R$ 1,26 bilhão, ou a impressionante marca de US$ 519 milhões ao então elevado câmbio médio de R$ 2,43.


Desde 6 de agosto de 1998, o pagamento dos Royalties, que até então era feito diretamente aos beneficiários, passou a ser efetuado junto à Secretaria do Tesouro Nacional, que repassa aos beneficiários através do Banco do Brasil. Esta, por ordem do Ministério da Fazenda, tem efetuado seguidos e incompreensíveis contingenciamentos e utilizado essas verbas para outros fins que não os estabelecidos em Lei.



HISTÓRICO DE
ROYALTIES PARA A MB

 

ANO
R$ MIL
VAR.  %
1994
10.987
-
1995
17.146
+ 56 %
1996
22.077
+ 29 %
1997
28.554
+ 29 %
1998
40.944
+ 43 %
1999 137.007
+ 235 %
2000 262.117
+ 91 %
2001
326.071
+ 24 %
2002
518.090
+ 59 %
2003
735.900
+ 42 %
2004
971.400
+ 30 %
2005
1.260.000
+ 30 %
2006 *
1.642.000
+ 30 %

Fonte : ANP (Agência Nacional de Petróleo)
* Previsão ilustrativa com R$ 1,482 bilhão e mais
R$ 160 milhões graças à entrada da nova P-50.




Evolução dos Royalties  

Gráfico com a impressionante evolução desde 1994
dos Royalties devidos ao Comando da Marinha.
(Gráfico DEFESA BR)




Na presente simulação, realmente destinando-se à MB os atuais 15 % de Royalties de produção que lhe pertencem de direito, já em 2008 será aplicado quase US$ 1,2 bilhão e acima de US$ 1,8 bilhão já a partir de 2010.


Que
tais valores sejam destinados a todo o PD&I, à CONSTRUÇÃO DE MEIOS NAVAIS, e às OPERAÇÕES & MANUTENÇÃO da MB, com geração de negócios e centenas de milhares de empregos no Brasil, conforme nosso Plano de Longo Prazo.



PROJEÇÃO DE ROYALTIES
A 15 % PARA A MB
EM MILHÕES DE R$ e US$

 
 

ANO
R$
MILHÕES
US$
MILHÕES
2006
1.642,00
746
2007 2.068,92 940



2008 2.606,84
1.185
2009
3.284,62
1.493
2010
4.138,62
1.881
2011
5.214,66 2.370
2012
6.570,47
2.987



2013
8.015,97
3.644
2014
9.779,49
4.445
2015
11.930,97 5.423
2016
14.555,79
6.616
2017
17.758,06 8.072



2018
21.664,84
9.848
2019
26.431,10
12.014
2020
32.245,94
14.657
2021 39.340,05
17.882
2022
47.994,86
21.816
2008
a
2022


251.532,28


114.333


Supondo incrementos mais conservadores a
26 % ao ano entre 2008 e 2012, e de 22 % entre
2013 e 2022.  Câmbio a R$ 2,43 por Dólar
em 2005 e a R$ 2,20 nos anos seguintes,
já bastante defasado em 2008.




Embora não pareçam à primeira vista, os cálculos acima são um tanto conservadores e consideram apenas em uma pequena parcela que o Brasil passará a ser grande produtor e Player mundial a partir de 2010. E mesmo assim, os números aqui sugeridos crescerão com força.


Mas as próprias previsões de mercado são muito mais fortes que em nossa simulação. A partir de 2008, o Brasil
passará a ser grande Player mundial com mais de US$ 10 bilhões de vendas líquidas mundiais anuais, acima de US$ 180 bilhões em 2015, e acima de US$ 600 bilhões em 2020, a preços (moeda de hoje) sempre explosivamente crescentes, por haver demanda em alta e produção mundial em baixa (ver quadro abaixo e Energia).


Com as melhores perspectivas possíveis de futuro, o Brasil estaria produzindo em 2022 algo como 12 milhões de barris diários de petróleo.



PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PETRÓLEO
EM MILHÕES DE BARRIS / DIA
COTAÇÃO MÉDIA ENTRE US$ 80 E US$ 400


ANO
PROD.
DIÁRIA
EXP.
DIÁRIA
EXP.
ANUAL
US$ BI/ANO A US$ 100
US$ BI/ANO A US$ 150
US$ BI/ANO A US$ 200 US$ BI/ANO A US$ 300
US$ BI/ANO A US$ 400
2008
1,9
0,3
109,5
10,95
16,43
21,90 -
-
2009
2,2
0,3
109,5
-
16,43
21,90 -
-
2010
2,5
0,5
182,5
-
-
36,50
-
-
2015
5,0
2,5
912,5
-
-
182,50
237,75 -
2020
9,0
6,0
2.190,0
-
-
-
657,00
-
2022
12,0
8,0
2.920,0
-
-
-
876,00
1.168,00

Projeção de ECONOMIA BR com 12 mb diários em 2022, considerando-se
baixa demanda interna devido ao uso intensivo de combustíveis limpos.
Atualizado em junho de 2008 com cotações a US$ 140 por barril.



Pela simulação do DEFESA BR, entre 2008 e 2022, a MB demandará investimentos de US$ 10,5 bilhões em PD&I, US$ 63 bilhões em Construção de Meios, e US$ 39 bilhões em Operações & Manutenção, totalizando US$ 112,5 bilhões nos 15 anos do Plano.



FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
MB
10,5
63,0
39,0
112,5
%
9,3 %
56,0 %
34,7 %
100 %



Com os Royalties a 15 %,
a MB poderá vir a obter US$ 114,333 bilhões no período (US$ 7,622 bilhões médios ao ano), garantindo assim fantásticos 102 % de todas as verbas necessárias. Para o Orçamento Federal, o Tesouro Nacional somente terá de preocupar-se com os recursos necessários ao problema previdenciário da MB.



AMRJ

Vista aérea do Arsenal de Marinha do Rio de
Janeiro -
AMRJ, na Baía de Guanabara.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)
 


Caso as outras 2 Forças não venham a conseguir aprovar um imposto próprio para seus programas, uma projeção de 31,5 % desses Royalties da MB atingirá o saldo de US$ 240 bilhões, o que poderia cobrir fantásticos 100 % de todo o PD&I, Construção de Meios e Operações & Manutenção de todas as 3 Forças Armadas, ou seja, dos mesmos US$ 240 bilhões em 15 anos.


O LEGISLATIVO poderá facilmente instituir uma nova regra na Lei Nº 9.478/97, fazendo com que esses Royalties da MB sejam encaminhados diretamente a uma conta corrente do Comando da Marinha ou, ainda melhor, do Ministério da Defesa, própria para tal, no ato do pagamento realizado na rede bancária para crédito no Banco do Brasil.



Gráfico de Meios Navais da MB

Se a própria Marinha entende que a sua necessidade estratégica é de 145 Meios
Navais, ela não deveria se contentar com menos. Pelo contrário, deveria
procurar negociar muito mais, pois os interesses econômicos do
futuro próximo crescerão em escala geométrica
e País
algum reconstrói uma Marinha da noite para o dia.
.
(Arte Marinha do Brasil)



Esse recolhimento é hoje 100 % feito para a Secretaria do Tesouro Nacional através de DARF - Documento de Arrecadação de Receitas Federais, junto ao BB. Em seguida, deveria haver o repasse diretamente ao Comando da Marinha, sem a verba voltar a circular pelo BB. É este trecho da operação que está errado e precisa sofrer a intervenção do Legislativo.


A introdução de
um código de DARF próprio do MD resolverá o atual problema de uma só vez, pois o Tesouro não terá mais condições de sequer visualizar a verba.


O restante dos recolhimentos continuará a ser feito do modo atual, seguindo pelo Tesouro para divisão pelo Governo. Passará a haver um controle mútuo entre o Tesouro Nacional e o MD, para que não haja erros.



Caso isso não seja possível e continuem a vigorar as práticas atuais do Tesouro, existirá ainda a opção do Congresso Nacional determinar a retirada da MB dessa divisão e instituir-lhe um Royalty próprio, na mesma faixa de valores, porém sob total controle do MD pela arrecadação e cobrança, diretamente junto às companhias exploradoras dos recursos.


REAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


Em maio de 2006, a Secretaria de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Estado do Rio de Janeiro (SEIPE) enviou o ofício Nº 154/2006 ao Ministério da Defesa, acusando os Ministérios da Fazenda e do Planejamento de violarem a Lei Federal que determina o repasse de Royalties do petróleo à Marinha, praticando uma espécie de desvio de recursos que chegaria a R$ 3 bilhões desde 2003.


O ofício pedia ação urgente e sugeria nova estratégia política dos militares e da Petrobras, ambos insatisfeitos com o malabarismo da equipe econômica para cumprir as metas de superávit fiscal.


A imprensa noticiou ainda que o Comando da Marinha estaria estudando formalizar um acordo administrativo com a Petrobras que permitisse o repasse direto dos recursos fora do alcance dos contingenciamentos do Orçamento. A Petrobras possui 42 sondas de perfuração marítima e 102 plataformas de produção, sendo 75 fixas e 27 flutuantes.


Foi dito ainda que o senador Fernando Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defende a proposta, pois considera o contingenciamento ilegal e danoso à segurança nacional. Argumenta que os recursos dos Royalties deveriam ser repassados automaticamente para a Marinha, porque são gerados de arrecadação específica e não da tributação federal indireta.




COMANDOS DA AERONÁUTICA
E DO EXÉRCITO



Será instituído um Royalty especial sobre as exportações de minérios, que atingiu somente com a Companhia Vale do Rio Doce - VALE, a inédita cifra de US$ 27,8 bilhões em 2007.


Toda sorte de minérios são extraídos por empresas de diversos portes a partir de concessões com validade e duração precárias, mas pertencem ao solo da Nação, em nome da União, sendo o Estado seu único e exclusivo detentor.



O Brasil hoje deixa que concessionárias exportem suas commodities sem o necessário beneficiamento que possa sequer gerar renda interna.
 Nem o transporte gera renda, pois é tudo conduzido até os navios de forma automatizada.


Trata-se apenas de matéria-prima que sai de nosso solo para criar empregos e gerar riqueza no mundo inteiro, o que ocorre desde o início da História do Brasil, em um vergonhoso ciclo sem fim.


Debaixo do solo brasileiro há enormes depósitos
minerais que são a matéria prima para o
crescimento chinês de dois dígitos.

(de matéria da The Economist em novembro de 2007)


Além disso, espanta saber que a produção nacional de aço caiu 2,2 % só em 2006, o que pode até ser visto como um símbolo mundial de fracasso para um País que tem minério farto em seu quintal (Carajás).


Em 2007, a brasileira Vale do Rio Doce (34 %), a anglo-australiana Rio Tinto (20 %) e a australiana BHP Billiton (15 %) dominam quase 3/4 do mercado transoceânico mundial de minério de ferro, que já movimenta mais de 800 milhões de toneladas métricas
(mtm) por ano (1 bilhão em 2011).


Para a
VALE, isso significaria mais de 270 mtm anuais em exportações transoceânicas, só em 2007.


O Brasil precisa aprender de vez como incluir cada vez alto valor agregado a tudo aquilo que exporte, gerar renda e empregos aqui, antes de sustentá-los lá fora, somente vendo outros Países, como a China, que de fato seriam nossos dependentes, enriquecerem e conseguirem nos deixar para trás e pior, "como bobos para o mundo inteiro rir".


n


VÍDEO - A AMAZÔNIA NOS PERTENCE (06:58 MIN)


Excelente vídeo do Centro de
Comunicação Social do Exército.



Apenas para uma breve noção do grave problema brasileiro, o planeta produziu mais de 1,2 bilhão de toneladas métricas (btm) de minério de ferro somente em 2007 e a demanda continua pressionando esses números.


Enquanto a China compra minério de ferro no mundo (basicamente de Brasil e Austrália) para produzir boa parte de suas 550 mtm de aço em 2008, o Brasil, produz pouco mais de 30 mtm/ano de aço, que nem chega a 3 % da produção mundial.


O minério de Carajás esvai-se entre os dedos das mãos, saindo de 100 mtm em 2006 para 130 mtm em 2009. E isso se repete com o manganês e, escandalosamente, com o estratégico nióbio, entre muitos outros minerais.


Como autêntico bobo da corte, o Brasil assiste como a China continuará como o principal responsável pelo crescimento da demanda por minerais e metais no mundo.



CONSUMO DA CHINA NO MUNDO
PARTICIPAÇÃO PERCENTUAL
DE 2000 A 2011


MINERAL / METAL
2000
2007
2011
MIN. DE FERRO
15,4
49,0
54,0
NÍQUEL
4,9
24,2
31,0
ALUMÍNIO
14,0
33,0
41,0
COBRE
12,7
26,3
30,0

Fonte : VALE.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante de Carajás)


Vista parcial de Carajás, no Pará, a maior
mina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa VALE - 263)




Já a esperta China com quase 900 plantas de variados portes em operação beira 45 % da produção mundial de aço e já exporta grande parte. Tendo deixado de importar há pouco tempo, em 2006 a China já estava velozmente exportando 200 mtm, dado que seu consumo interno no limite ainda permanecia em 300 mtm ao ano.


A maior produtora mundial de minério de ferro é a brasileira CVRD
, seguida pela Rio Tinto e a BHP Billiton. A VALE faturou US$ 27,8 bilhões com exportações somente em 2007. De tão lucrativa, em outubro de 2006, adquiriu a mineradora canadense INCO, segunda maior produtora mundial de níquel, minério que era então vendido a quase US$ 50 mil cada tonelada.


Como País, a China ainda é o maior produtor mundial de minério de ferro, seguindo-se o Brasil e a Austrália.



PRODUÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO
MILHÕES DE TONELADAS MÉTRICAS
EM 2004


PAÍS
PRODUÇÃO
CHINA
280
BRASIL
220
AUSTRÁLIA
220
ÍNDIA
110
RÚSSIA
95
UCRÂNIA
65
EUA
54
ÁFRICA DO SUL
40
CANADÁ
31
SUÉCIA
22
OUTROS
101
MUNDO
1,250

Fonte U.S. Geological Survey.



Já em 2007, só a VALE quase chegou a 300 mtm ao ano (450 mtm em 2011) em produção de minério de ferro, pois em outubro de 2006, inaugurou o Projeto Brucutu, um complexo com mina e usina de minério de ferro, que é a maior do mundo em termos de capacidade inicial de produção. No curto prazo, a produção de vários produtos pela VALE aumentará consideravelmente.



PRODUÇÃO DA VALE
DE 2007 A 2011


MINERAL
2007
2008
2011
MIN. DE FERRO
295,9
325,0
422,0
PELOTAS
35,8
41,8
55,0
NÍQUEL
247,9
280,0
507,0
COBRE
284,2
300,0
592,0
ALUMINA
4,3
5,3
8,2
CARVÃO
2,2
5,6
15,0

Fonte : VALE.



Deverá estar exportando 260 mtm de minério de ferro em 2008, pois o Brasil significa apenas 20 % de seu mercado, e com percentual de participação em processo de declínio.


Na primeira fase do projeto, Brucutu vai produzir 12,2 mtm de minério de ferro por ano. Na segunda fase, prevista para 2007, deverá atingir 23 mtm anuais. A capacidade instalada é de 30 mtm/ano, que deverá ser atingida em 2008.



O investimento no empreendimento foi de US$ 1,1 bilhão. O Complexo de Brucutu está localizado no município de São Gonçalo do Rio Abaixo, a 93 km de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante de Brucutu)


Vista do Complexo de Brucutu, em Minas Gerais,
com a maior usina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa CVRD - 403)




O Brasil pode estar exportando dezenas e mais dezenas de bilhões de Dólares em minérios a cada ano, mas tem enorme dificuldade de deter a tecnologia para construir o aço especial usado no casco de um submarino nuclear, e nem mesmo aquele usado em modernos caças, como os da família Flanker.


Tecnologias desse tipo são estratégicas para a nossa Defesa e são também cada dia mais necessárias para que nossa cadeia industrial civil possa competir no mundo. Mas não, o Brasil exporta minérios como exporta bananas.



Tal novo
Royalty especial deverá ser cobrado pelo próprio MD, que controlará diretamente suas fontes de receitas sem precisar sofrer e adiar planos longos e caros, permanecendo parado ao aguardar por possíveis repasses do Tesouro.


Uma conseqüência imediata será o MD poder assumir o combate à saída ilegal de toda sorte de minérios do País e armar-se de meios para fechar as fronteiras de vez, o que refletirá no combate à entrada de drogas e armamentos e na saída de outros bens importantes do patrimônio nacional, como os relativos à biodiversidade.


Esse simples royalty especial será capaz de gerar
milhões de vezes mais renda e empregos ao País
do que sem ele, trazer novas tecnologias de uso
militar e civil, e ainda blindar as fronteiras e
boa parte da biodiversidade da Amazônia,
de valor incomensurável.


Como exemplo, pode-se estender a cobertura desse imposto inclusive aos setores madeireiro e de fármacos, evitando o forte e abusivo contrabando de madeira nativa e de muitas espécies importantes para a indústria farmacêutica, cujo descontrole vem causando tantos prejuízos ao meio ambiente, especialmente no universo da Amazônia.


Um
Royalty especial de 5 % sobre minérios exportados estaria arrecadando US$ 1,39 bilhão em 2007 apenas com a VALE, que exportou US$ 27,8 bilhões em minérios no ano.


Simularemos um 
Royalty de 4 % sobre o mercado brasileiro inteiro, que poderia estar faturando por volta de US$ 28,875 bilhões com exportações, o que será mais conveniente para a nossa simulação.


O mercado doméstico será beneficiado com essa medida, pois a demanda mundial de minérios está em constante alta por causa do vigoroso crescimento da China, e agora da Índia. Os preços vêm aumentando bastante, vindo a refletir em repasse desses aumentos externos no mercado interno brasileiro, pressionando a inflação.


Um
Royalty especial de percentual de 4 %, e até mesmo com mecanismo ascendente, ajudará a bloquear tal repasse hoje automático. Como exemplo, a Vale conseguiu aumentar o preço do minério de ferro em Dólares aos seus clientes externos com contrato de fornecimento de longo prazo em incríveis 71,5 % em 2005.


Já em 2006, conseguiu mais 19 % de aumento de preço, até mesmo dos chineses, os clientes que mais resistiram a esse movimento de alta imposto pelo cartel das 3 maiores exportadoras mundiais desse insumo base para a siderurgia, no qual a Vale se inclui. Para 2007, o aumento foi estabelecido entre 9,5 % e 10 % em suas tarifas.


Em 2008, o aumento obtido pela Vale foi de 65 % a 71 % nos preços contratuais, dependendo da qualidade do minério. Ressalte-se que uma tonelada métrica de minério de ferro de Carajás, o melhor do mundo, é vendida aos chineses por apenas US$ 80.00, enquanto que o mercado spot cobraria valores bem superiores aos US$ 200.00 hoje cobrados para minério de qualidade inferior. Os australianos conseguiram depois aumento de 85 %.
 

Em nossa simulação, tal
Royalty virá dessas exportações de minérios (até o nível de pelotas), todos os minérios extraídos do território nacional, que serão taxadas em 4 %, exclusivamente com destino à FAB e ao EB.


Essa taxação terá como efeito colateral conduzir muitas empresas a realmente beneficiarem seus produtos aqui mesmo com grandes investimentos, gerando assim mais riqueza, tecnologia, emprego e renda para o País.


Esses recursos possibilitarão às  2 Forças meios condignos à Defesa e à manutenção da soberania nacionais, com a fundamental preservação da Amazônia, que é o maior leito das ocorrências minerais em todo o território nacional.


Para emprego em 2007, já teriam representado impressionantes recursos de
US$ 1,155 bilhão.



PROJEÇÃO DE ROYALTY ESPECIAL SOBRE
EXPORTAÇÃO DE MINÉRIOS IN NATURA
A 4 % PARA O EB E A FAB
EM MILHÕES DE DÓLARES

 
 
ANO
US$
MILHÕES
2007 1.155,00


2008 1.386,58
2009
1.663,89
2010
1.996,67
2011
2.396,00
2012
2.875,20


2013
3.565,25
2014
4.420,91
2015
5.481,93
2016 6.797,60
2017
8.429,02


2018
10.620,57
2019
13.381,91
2020
16.861,21
2021 21.245,12
2022
26.768,86
2008
a
2022


127.890,73


Supondo incrementos de 20 % ao ano entre 2008 e 2012,
de 24 % entre 2013 e 2017, e de 26 % entre 2018 e 2022.




Pela simulação do DEFESA BR, entre 2008 e 2022, a FAB e o EB demandarão investimentos de US$ 9 bilhões em P&D, US$ 73,5 bilhões em Construção de Meios, e US$ 45,0 bilhões em Operações & Manutenção, totalizando US$ 127,5 bilhões nos 15 anos do Plano.



<
FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL