(Clique na arte abaixo para ampliação)
Mapa da UNASUL.
INTRODUÇÃO
SEGURANÇA REGIONAL
GRANDE MERCADO
FONTES & LINKS
O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
INTRODUÇÃO
A União de Nações Sul-Americanas, UNASUL, anteriormente designada por Comunidade Sul-Americana de Nações (CSN), será uma zona de livre comércio continental que unirá as duas organizações de livre comércio sul-americanas, Mercosul e Comunidade Andina de Nações, além do Chile, Guiana e Suriname, nos moldes da União Européia. Foi estabelecida com este nome pela Declaração de Cuzco em 2004.
A sede da União seria localizada em Quito, capital do Equador, enquanto a localização de seu banco, o Banco do Sul seria em Caracas, capital da Venezuela. Seu parlamento deveria ser localizado em Cochabamba, na Bolívia.
A integração completa entre esses dois blocos foi formalizada durante a reunião dos presidentes de países da América do Sul, no dia 23 de maio de 2008 em Brasília. Seus 12 integrantes são Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.
Bandeiras dos 12 Países Membros da Unasul.
(Arte Wikemedia Commons)
SEGURANÇA REGIONAL
Em 2004, o governo Lula buscava montar uma nova agenda de segurança regional na América do Sul através da UNASUL. Tal união foi criada para aproveitar o vácuo de influência dos EUA, reduzir os conflitos entre os vizinhos, integrar suas políticas de defesa e alavancar a indústria bélica.
Uma doutrina comum pode estimular a cooperação, integrar as políticas de defesa e reduzir as possibilidades de conflitos bilaterais. Estão sendo criados padrões gerais de organização e engajamento das Forças Armadas sul-americanas que ajudem a alavancar a indústria bélica a partir do consumo de materiais e serviços em grande escala.
O Conselho de Defesa Sul-Americano, CDS, órgão da Unasul inaugurado em março de 2009 em reunião ministerial em Santiago do Chile, tornou-se a plataforma para a exportação dos planos militares do Brasil.
No encontro, foi aprovado um plano de ações que prevê o inventário das capacidades militares, um sistema de informação sobre gastos do setor e a consolidação de uma doutrina militar comum.
A prinicpal tática de convencimento contempla a possibilidade de que os países sul-americanos, unidos, se beneficiem de exportações para outros continentes. Para evitar suscetibilidades, a ordem do então ministro Nélson Jobim a seus assessores foi de enfatizar o viés colaborativo, harmonizando as expectativas de todos os países integrantes da Unasul.
Até mesmo o Chile e a Colômbia, que em 2008 estavam resistentes ao CDS, se tornaram entusiastas.
GRANDE MERCADO
Apesar da crise financeira a partir de 2009, analistas afirmam que a região continuará gastando cada vez mais em material bélico.
Em 2008, os 12 países sul-americanos aplicaram em defesa mais de US$ 50 bilhões, dos quais cerca de 30% foram para investimentos novos e manutenção de bens e serviços, sendo que os 70% restantes foram consumidos por salários e pensões. No Brasil, essa relação foi desfavorável, estando em 20% para 80%.
Esse orçamento conjunto de US$ 15 bilhões poderia ser orientado para compra com fornecedores locais. Com o tempo, a Unasul abriria uma grande frente de compras e novos projetos colaborativos entre esses países seriam criados.
Ressalte-se que o seu contingente de militares ultrapassa 1 milhão, que constitui um vasto mercado para um amplo leque de produtos, equipamentos e suprimentos, que vão desde uniformes, capacetes, coletes e rações, até metralhadoras, viaturas, blindados, aviões e navios.
Mapa do Unasul, com seus 12 países, exceto Guiana Francesa.
(Arte Wikemedia Commons)
FONTES & LINKS
Wikipedia - UNASUL
Blog Defesa BR :
Brasil Busca Alinhamento Militar na América do Sul
Brasil Amplia Esforço por Indústria e Cooperação Militar