O DEFESA BR
é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.
INTRODUÇÃO
As atividades
de patrulhamento da Marinha têm o propósito de fiscalizar
as águas sob jurisdição brasileira, aí
entendendo-se o mar, as águas interiores
e as que banham as ilhas oceânicas e fluviais e os rios
navegáveis, nacionais ou fronteiriços.
Em 6 de julho de 2004, entrou em vigor o Decreto Nº
5.129, que mudou as regras de repressão a navios
clandestinos, conhecida como Lei do Abate Naval. Decidiu-se
por essa regulamentação para a Marinha porque as regras
do patrulhamento costeiro eram muito
antigas.
Navio-Auxiliar
Pará (NA
Pará), incorporado à MB em
janeiro de 2005 é um Catamaran que desempenhará
diversas tarefas em convênio com o Estado do Pará.
Um Navio-Patrulha TRIMARAN multifunção terá
semelhança.
(Foto Serviço de
Relações Públicas da Marinha)
Com as novas
regras, navios suspeitos passaram a ser ser interceptados pela Marinha.
Ela hoje tem autorização para dar tiros de
advertência quando eles não atenderem ao chamado das
autoridades.
Depois da advertência, podem ser disparados tiros
diretos com armamento fixo, com carga não explosiva, até
que a
ordem seja atendida. O decreto autorizou o uso de cargas explosivas se
a embarcação clandestina responder com tiros. O objetivo
não é afundar a embarcação, mas
imobilizá-la
para que seja inspecionada.
O novo decreto também mudou o nome da Patrulha
Costeira, que passou a ser chamada de Patrulha
Naval.
Na
simulação do DEFESA BR, os futuros NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN, e seus meios aéreos
orgânicos,
todos meios de PATRULHA NAVAL
dos Distritos Navais da Marinha do Brasil, deverão operar em 2
ambientes distintos:
PATRULHAMENTO OCEÂNICO,
e
PATRULHAMENTO FLUVIAL.
Em ambas as situações, Patrulhamento significa implementar e
fiscalizar o cumprimento de leis e regulamentos, como coibir contrabando, tráfico de drogas
e armas, terrorismo, pirataria, etc.
O Patrulhamento
Oceânico envolve o controle e a proteção da
área costeira
(águas marrons), dos portos e de instalações
especiais,
como as plataformas petrolíferas da Bacia de Campos. Muito mais
que isso, envolve a proteção da AMAZÔNIA
AZUL, respeitando-se
os tratados, convenções e atos internacionais ratificados
pelo Brasil.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vistas do
P-48, NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN projetado
para a MB. Com deslocamento
de 1.000 ton (vazio), seu deque de vôo
permitirá a operação simultânea
de 3 helicópetros médios, como
o Cougar. Terá 60 m de comprimento e 20 m de boca. Sua
velocidade máxima será de 50 nós e a de cruzeiro,
20 nós.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
Já o Patrulhamento Fluvial
envolve o controle e a proteção das áreas internas
do País, em rios e afluentes, em todas as regiões, mas
com muito maior
atenção às áreas fronteiriças, como
na Amazônia e no Pantanal Mato-Grossense.
Cerimônia
de ativação do Comando do 9º Distrito Naval
(Com9ºDN) em Manaus, no dia 03 de maio de 2005.
(Foto Serviço de
Relações Públicas da Marinha)
Tais áreas exigem
atuação redobrada contra ameaças variadas, como as
de guerrilhas e narcotráfico, grupos estranhos atuando em
reservas indígenas, além de
possíveis futuras invasões estrangeiras de origem ora
indeterminada.
Provavelmente, o maior esforço para a MB deva ser direcionado
à construção
específica e inovadora de NAVIOS-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO, e suas LANCHAS
DE PATRULHA, partes essenciais dos Meios Distritais de sua
Força de Superfície para PATRULHA
NAVAL.
Vista frontal do NAVIO-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO TRIMARAN.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
Também eles serão baseados no conceito do TRIMARAN,
porém com dimensões mínimas se comparados aos NAes, NAMs e Escoltas, para que seja
privilegiada a escala, ou seja, a existência e
operação permanente de uma forte quantidade de meios
dispersos pelo País.
Estes NAVIOS-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO TRIMARAN da
nova PATRULHA NAVAL obedecerão aos mesmos padrões
construtivos básicos de cascos, motores e sistemas, tendo peso
máximo único de 1.000 toneladas,
construídos com nano-materiais baseados na AGLOMERAÇÃO
DE NANOTUBOS DE CARBONO, e
serão designados para um desses dois distintos ambientes de
navegação, como :
NAVIO-PATRULHA OCEÂNICO (NPO) - NaPaOc, e
NAVIO-PATRULHA FLUVIAL - NaPaFlu.
(Clique na foto abaixo para
ampliação)
Parada
da Flotilha de Mato Grosso,
do 6º Distrito Naval, com Navio
Monitor Parnaíba, Navio de Transporte Fluvial Paraguassu,
Navio
de Apoio Logístico Fluvial Potengi,
Navio Transporte Fluvial Piraim, Navio Patrulha Poti, Navio
Patrulha Penedo,
Navio Patrulha Piratini, Navio Patrulha Pirajá, Grupo de
Embarcações de
Patrulha e Desembarque, Grupamento de Fuzileiros Navais de
Ladário,
4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral
(Foto MB - 6º DN)
Um aspecto fundamental e inovador
da presente simulação é que tanto os NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN,
NaPaOc e NaPaFlu - quanto as suas LANCHAS DE PATRULHA
TRIMARAN terão como exigência de
concepção - impensável com os meios e materiais
atuais - a fácil
capacidade (própria do TRIMARAN com seus Materiais
Nanoestruturados) de
intercambiarem esses ambientes de navegação -
marítimo e fluvial, com básicas adaptações
e de acordo com as necessidades e ameaças que se imponham ao
País no futuro.
Uma
arte conceitual do futuro Navio "Littoral Surface
Craft - Experimental" (LSC-X) da US Navy.
Ilustração do
X-Craft desenhada pela Nigel Gee do Reino Unido,
posteriormente adquirida pela British Marine Technology (BMT).
Foi
construído para a US Navy pelo Estaleiro Nichols Brothers Boat
Builders.
(Arte Nigel Gee)
O LSC (2
), ou X-Craft, é feito de alumínio, tem 1.000 ton e
capacidade para 2 helicópteros MH-60. Será capaz de
atingir velocidades de
50 nós,
para missões de guerra de minas costeira, guerra anti-submarina no
litoral e águas rasas, e guerra de superfície contra
pequenas ameaças.
Além disso, a ênfase
de tais embarcações estará na sua
multifuncionalidade, na disponibilidade
de lançadores de mísseis e na superestrutura proporcionada pela Nanotecnologia para o emprego de meios aéreos
variados.
Entre estes, contar-se-á com
o emprego de helicópteros
(AS, ASu, EG, do EB, do CFN,
etc.), HELIPLANOS, LANCHAS
VOADORAS HYDRO FOAM (vídeo)
e
aviões (da MB e da FAB)
em VTOL, inclusive aeronaves TILTROTOR
não-tripuladas VUAVs (Vídeo
mudo), e os
formidáveis DIRIGÍVEIS
HÍBRIDOS MULTIMISSÃO (também VTOL) Pesados e
Médios da MB e do EB, com capacidade de carga de 300 e 100 ton,
respectivamente.
Os NAVIOS-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO TRIMARAN poderão carregar em seu interior -
em diferentes
configurações, um avião anfíbio leve, botes
motorizados, dois veículos anfíbios leves, e até
200 combatentes, e funcionando
assim como BASE
MÓVEL AVANÇADA.
NAVIO-PATRULHA - Deque para até 3 helis
médios.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vista superior do NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN
com 3 helicópteros médios no convôo (ou deque de
vôo).
(Arte
DEFESA BR por Edilson Moura
Pinto)
Esses
pequenos, porém ultra-espaçosos, econômicos,
velozes e poderosos NAVIOS-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO TRIMARAN operarão
sempre
em conjunto com seu grupo de 4 (QUATRO) LANCHAS
DE PATRULHA TRIMARAN (e Hydro Foams) que, especialmente no caso fluvial, deverão avançar em dispersão, à
frente de seu Navio-Base, e acompanhá-lo sempre e externamente,
à média distância.
Para as populações ribeirinhas, a agradável
característica desses NAVIOS e LANCHAS TRIMARAN será a de não provocarem
marolas destrutivas quando transitarem, já que os cascos
(Vídeos da M
SHIP Co. de seu M-Hull 1 2 3) fazem com que as
ondas operem intra-cascos, uma também importante
característica de discrição para o perigoso
ambiente navegável amazônico em qualquer tempo.
Acima de tudo e de todos, persistindo por horas ou dias a fio, os DIRIGÍVEIS
HÍBRIDOS MULTIMISSÃO (Vídeo),
Pesados e Médios, farão a vigilância mais completa
e detalhada da região (TO), podendo pousar e permanecer na
água atrás dos NAVIOS, inclusive intercambiando pessoal, suprimentos,
equipamentos e veículos pelas rampas elevadas interligadas de
ambos, conforme seus PROJETOS CONJUNTOS.
O mesmo tipo de apoio estende-se às LANCHAS, quando afastadas e isoladas.
Exemplo
canadense de envolvimento orgânico
entre meios naval e aéreo, como o DHM.
(Arte Leadmark)
Os helicópteros não
precisarão manter-se fixos,
embarcados, mas ajudarão
a fornecer com os dirigíveis uma inigualável COBERTURA AÉREA nos locais mais difíceis da
Amazônia e suas conflituosas fronteiras.
Assim, de acordo com a simulação do DEFESA BR, o NaPaFlu, com suas Lanchas e Helicópteros,
deverá operar em conjunto com o DIRIGÍVEL
HÍBRIDO da MB e
do EB, cuja missão
vital será a de protegê-lo (como privilegiado AEW,
etc), suprí-lo e interconectar as
operações realizadas pelas 3 Forças Armadas na
Amazônia, como
verdadeiras FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS.
FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia.
Eles permitirão às diferentes
Unidades dessas Forças, aos dispersos Pelotões do EB e
aos próprios NaPaFlu's da MB a
fantástica interligação e SINERGIA que
nenhum outro intermodal militar alcançará em tal
região inóspita e extremamente difícil.
Como Base Móvel, o NaPaOc e o NaPaFlu servirão como Porta-Helicópteros,
Plataforma de Assalto e Desembarque
Anfíbio, Infiltração / Exfiltração,
Socorro e Evacuação, etc.
Em tempos normais, os NaPaFlu poderão operar como ASSHOP e com Serviços Estaduais e Federais
em convênio. Fornecerão
suprimentos e auxílio humanitário
para áreas carentes ou devastadas por catástrofes e calamidades diversas. Este é o caso
recente e atual do Catamaran NA Pará.
Cerimônia
de Incorporação do Navio-Auxiliar Pará, Catamaran
que passou
a fazer transporte e desembarque de tropas na Região
Amazônica.
(Foto Serviço de
Relações Públicas da Marinha)
Graças aos materiais
nano-estruturados, terão capacidade para transportar até 200 combatentes, podendo ter
permanentemente um PELOTÃO
MÓVEL (70 tropas), além de até 130 Fuzileiros
Navais (2) (CFN) e/ou Comandos MECs. Sua
tripulação será de 60 homens.
Os discretos e velozes DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS
MULTIMISSÃO
não terão qualquer limitação de ambiente
terrestre, marítimo ou fluvial, servirão também
como BASES MÓVEIS
AVANÇADAS e
possuirão todas as capacidades acima descritas e muitas outras.
Obviamente, tais dirigíveis não permitirão
pouso, mas poderão ser também grandes e
inigualáveis
Porta-Helicópteros em seus espaçosos interiores,
permitindo
até incríveis 300 ton de carga. Diversos
helicópteros
poderão ser facilmente transferidos de / para os NAVIOS-PATRULHA
MULTIFUNÇÃO TRIMARAN
através das rampas conjuntas, que formarão uma
estratégica ponte entre as naves.
(Clique na arte abaixo para
ampliação)
Vista lateral do NAVIO-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN.
(Arte DEFESA
BR por Edilson Moura Pinto)
Tais
dirigíveis multimissão serão muito mais
econômicos que os meios atuais e poderão atuar em busca e resgate, reconhecimento e análise
eletrônica, AEW, comando
e controle, ataque de míssil de precisão, guerra aérea, de superfície,
submarina, anfíbia, OTHT para as embarcações de
patrulha, missões de suporte às FORÇAS
INTEGRADAS ORGÂNICAS e
às Frotas da MB, etc.
Navios-Patrulha e Dirigíveis operando com enlace em redes
terão a vantajosa capacidade interoperacional de C4ISR, processando e coordenando
inteligência (SIGINT) em toda a região fronteiriça e na Área Marítima, ou seja,
nas 2
AMAZÔNIAS.
Os dirigíveis poderão
estar vigiando e designando alvos a centenas de quilômetros a
partir de altitudes acima de 20.000 metros, cobrindo tanto NAVIOS-PATRULHA
como as 3
FROTAS da MB.
Maquete do
Fast Trimaran exposta no
Salão de Le Bourget 2007, em Paris.
(Foto Pierre Bayle)
Basicamente,
para que possam ser atendidas todas as necessidades presentes e futuras, inclusive no apoio quantitativo às 3 FROTAS
da MB, dever-se-á
projetar, construir e operar no
Brasil
esses inovadores meios de combate e apoio da PATRULHA NAVAL dos Distritos Navais.
Serão os NAVIOS-PATRULHA MULTIFUNÇÃO TRIMARAN, próprios do Século XXI, suas
imprescindíveis LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN, e os vitais DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS, operando juntos com o EB e a FAB para a DEFESA do BRASIL e de
suas 2 AMAZÔNIAS.
O Brasil tem 7.491 km de fronteira
marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é
a
soma da Zona
Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma
área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando
destacada em
azul claro e escuro no mapa acima. Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são
indicados.
(Arte MB)
Ilustração do navio de patrulha
e apoio fluvial Nodriza VII
de terceira geração, fabricado pelo estaleiro Cotecmar
para
assalto, vigilância, interdição e patrulha fluvial
para apoiar a
Brigada Fluvial da Infantaria da Marinha da Colômbia.
(Arte Cotecmar)
US COAST GUARD -
INTEGRATED DEEPWATER SYSTEM
Como forte exemplo da
atualidade, utilidade e necessidade dos NAVIOS-PATRULHA TRIMARAN e de sistemas altamente
integrados, verifica-se o prioritário Programa DEEPWATER 2 3
(IDS - Sistema
Integrado Deepwater - Integrated
Deepwater System) da
Guarda Costeira Americana - US COAST GUARD,
avaliado em US$ 17 bilhões.
Este Programa é a maior aquisição de todos
os tempos da USCG e estará em breve substituindo todas as suas
atuais e defasadas 5 classes dc embarcações por 3
modernas
classes multimissão com o IDS (Vídeo).
Todo o contrato será de uma joint-venture
entre Lockheed Martin e Northrop Grumman chamada de ICGS (Integrated Coast Guard Systems).
O sistema interoperacional IDS incluirá essas três
classes com 91
novos navios (e
suas
124 lanchas associadas) e uma combinação de nova frota de aeronaves de
asas
fixas tripuladas, helicópteros novos e modernizados, e aeronaves
TILTROTOR
não-tripuladas VUAVs (Vídeo
mudo) baseadas tanto em terra como nos navios. Será um total
de 244 aeronaves.
Restarão ainda 49 Barcos de Patrulha da frota atual convertidos
de 110 para
123 pés 2,
as tradicionais MATAGORDAS
(Vídeo).
(Clique no desenho
abaixo para ampliação)
Bell
Eagle Eye HV-911.
VUAV - Vertical
Take-Off and Landing Unmanned Aerial Vehicle -
Veículo Aéreo Não-Tripulado de Decolagem e
Pouso Verticais.
(Arte US Coast Guard)
Todos esses meios
representarão um sistema de plataformas terrestres, marítimas e
aéreas altamente interoperacionais como resultado de
avançados sistemas com capacidade de C4ISR, e sendo suportados por um modelo de
logística integrada.
(Clique no desenho
abaixo para ver o esquema do C4ISR do IDS)
Esquema C4ISR do IDS - Sistema Integrado Deepwater.
(Arte US Coast Guard)
A fim de operarem
aeronaves variadas nas duas primeiras classes (vide arte abaixo), a
USCG requer projetos navais com hangares mais espaçosos,
interiores reconfiguráveis e estabilidade superior, como SLICE,
SWATH, catamaran ou TRIMARAN.
Todas as embarcações deverão ser entregues
durante 20 anos, sendo projetadas para um ciclo de vida de 40 anos.
Desenho com meios aéreos e navais do IDS - Sistema Integrado Deepwater.
(Arte US Coast Guard)
O maior navio será o
Maritime Security Cutter, Large - WMSL (antes National
Security
Cutter - NSC
- Vídeo).
Ele
pesará 4.112 ton com carga máxima, medirá 421
pés (128
m) e terá velocidade máxima de 28 nós (52 km/h).
Seu alcance será de 12.000 mn e autonomia de 60 dias.
(Clique no desenho
abaixo para ver detalhes da Ponte)
A Ponte do WMSL terá
visão de 360º com
câmeras e monitores para melhor observação.
(Arte US Coast Guard)
(Clique no desenho
abaixo para ver detalhes do Centro C4ISR)
O WMSL terá
moderno Centro C4ISR, proporcionando
ao IDS vantajosa
capacidade interoperacional.
(Arte US Coast Guard)
O detalhamento deste projeto
vem
sendo conduzido pelo Centro de Excelência em Engenharia da
Northrop
Grumman em New Orleans. A produção do primeiro WMSL, que
será feito em 40 módulos estruturais, ocorrerá em
Pascagoula, Mississipi, custará US$ 140 milhões e
começará ainda em 2004, devendo estar operacional
já em 2007.
O segundo maior
será o Maritime Security Cutter, Medium - WMSM (antes Offshore Patrol Cutter - OPC).
Ele
pesará 3.000 ton com carga máxima, medirá 341
pés (104
m) e terá velocidade máxima de 22 nós (41 km/h).
Seu alcance será de 9.000 mn e autonomia de 45 dias.
O terceiro e menor
deles será o Maritime Patrol Coastal - WPC (antes Fast Response
Cutter - FRC). Ele pesará 500 ton,
medirá 150 pés (46 m) e terá velocidade
máxima de 30 nós (56 km/h). Seu alcance será de
5.000 mn e autonomia de 7 dias.
Em março de 2004, foi anunciado um acordo para
que o Grupo alemão HDW (Howaldtswerke Deutsche Werft AG) e sua
afiliada sueca Cockums AB construíssem um navio para
demonstração de tecnologia do futuro WPC.
LANCHAS
DE PATRULHA TRIMARAN
Pressupõe-se
que as LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN tenham uma autonomia de até
15 dias com relativo conforto, sejam cabinadas para operarem com 4
homens e conduzirem mais 20 tropas e tenham dimensão
básica de 20 toneladas, estando aptas às
condições de navegação fluvial e costeira.
Uma nova e
revolucionária opção perfeita para emprego nas 2 AMAZÔNIAS - em toda a região fronteiriça
amazônica e na
Área Marítima - é a LANCHA VOADORA HYDRO
FOAM (vídeo), que oferece a
indiscutível vantagem de voar a baixas altitudes, pousando e
decolando de rios e terra, em pistas curtas e inclusive VTOL.
Tais Lanchas Voadoras poderão vir a desempenhar uma
formidável operação a partir de NAes, NAMs,
Família de Escoltas, Navios-Patrulha e inclusive Submarinos
(pelos Comandos MECs).
(Cllique na foto abaixo para
ampliação)
MECs em exercício.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
Desde agosto de 2005, a Capitania dos Portos de
São Paulo dispõe de uma lancha de projeto e
construção brasileiros chamada de FLEXBOAT SR 760,
que poderá atender tanto à navegação
interior quanto às áreas costeiras.
A Flexboat em
ação.
(Foto
Serviço de Relações Públicas da Marinha)
Trata-se de embarcação
semi-rígida de 7,5 m de comprimento e 3,15 m de boca. Possui
casco de fibra de vidro super reforçada, com câmaras de ar
independentes.
A FLEXBOAT é uma Lancha de Ação Rápida
(LAR) que permite transportar 15 pessoas e carregar até 2.500
kg. Atingindo 45 nós, é adequada para fiscalizar o
tráfego de
embarcações de alta velocidade e apoiar
operações
de repressão a atividades ilegais. Para tal, está armada
com uma metralhadora Browning .50, que permite inclusive emprego
antiaéreo.
COMBAT BOAT
Como mero exemplo a ser transportado para o
conceito TRIMARAN, a Combat
Boat 90H da Dockstavarvet é construída em
alumínio com casco reforçado, blindagem até
nível 4 (munição de fuzis 7.62 mm), 16,1 m de
comprimento, 3,8 m de boca e calado de 0,90 m, desloca 18 ton aliviada,
e pode transportar até 21 soldados
armados ou 4,5 ton de carga, além de 3 tripulantes.
Combat Boat 90H (CB 90H) da Dockstavarvet.
(Foto de divulgação)
Atua como lancha de patrulha,
operações especiais e ataque rápido, com
até 3 metralhadoras .50,
estabilizadas, operadas por controle remoto com monitor pelo sistema
Lemur,
da Bofors Defense, para a direção de tiro, inclusive
noturno.
Leva dois botes infláveis Zodiac e duas calhas para
lançamento
de minas aquáticas, podendo receber lançadores de
mísseis e morteiros de 120 mm.
(Foto de divulgação)
Tem velocidade superior a 40 nós e alta
manobrabilidade. A tripulação e os soldados transportados
ficam totalmente isolados e protegidos em seu interior, em ambiente
climatizado e, após a abicagem na margem do rio, os soldados
podem sair em pouco mais de 15 segundos, por meio de uma abertura e uma
rampa instalada sobre a proa, diretamente na praia ou margem de rio.
Combat Boat 90H (CB 90H-
à direita) na Operação
Timbó II na
Amazônia, em julho de 2004,
sendo empregada pelo Exército Brasileiro.
(Foto do EB)
FOG-MPM
Tanto
os NAVIOS, as LANCHAS, e os DIRIGÍVEIS terão maior capacidade de combate
com a variação naval do míssil de precisão FOG-MPM da AVIBRAS, que pesa 50 kg e atinge alvos a até 60 km
de distância.
FOG-MPM - Míssil Multipropósito Guiado
por Fibra Ótica.
Extremamente
leves, vários deles podem
ser carregados mesmo nas LANCHAS para a
execução das mais diversas missões com múltiplos
propósitos
contra alvos dos mais leves até veículos e
fortificações,
sempre com grande precisão.
Sua enorme
vantagem inovadora reside na capacidade de transmissão de dados
para o operador que, protegido, pode guiá-lo para o alvo pelas
imagens recebidas através de um cabo de fibra ótica nos
mais adversos ambientes de combate.
M-Hull
da M SHIP Co. - Vídeos 1 2 3