Há
diversos projetos pelo mundo para o advento do Heliplano,
um revolucionário aparelho
que
decola e pousa como
helicóptero,
mas que voa como avião, contando
com excelente economia de combustível.
O heliplano voa a 15.000 m e a
uma
velocidade de 800 km/h.
A grande vantagem além da
econômica ? Ele não precisa de
pistas de pouso e decolagem. Qualquer heliponto ou espaço aberto serve. A utilidade
militar desse aparelho é inquestionável.
2)
SKYCAR
O Skycar.
Algo semelhante ao
heliplano, o Skycar deverá voar em uma
altitude máxima próxima
a 10.000 m, e tem a individualidade
como característica, como os carros de passeio
de nossa época atual.
Pois é o Carro Voador da
Moller International, empresa da
Califórnia. Sua velocidade máxima também é
de 800 km/h.
Será um excelente
veículo de reconhecimento.
3) UCAV
O UCAV X-45.
Os futuros
bombardeiros não-tripulados já estão bastante avançados nos EUA graças aos
investimentos do Departamento
de Defesa.
São baseados nos drones ou
UAVs projetados no início dos
anos 90. O X-45 é um Veículo Aéreo de Combate Não-Tripulado (UCAV) e já
encontra-se em uso desde o
início de 2001. Pode decolar, procurar seus alvos, jogar bombas inteligentes e disparar
mísseis guiados por GPS e
retornar à base. Trata-se de um aparelho de testes, não será operacional. O X-46 será
o UCAV Naval.
Com os UCAVs, os mísseis de cruzeiro
serão coisa do passado (por não
serem
reutilizáveis). Agora, os americanos
querem bombardeiros invisíveis, mas
também baratos e sem problema de
custos com vidas humanas, para
serem
produzidos aos milhares. Será o fim dos
gigantescos
e bilionários bombardeiros americanos ?
4)
HIPERSÔNICOS
O Hipersônico Hyper-X.
Tanto
aviões, tripulados ou não, miltares ou civis, como
mísseis e
foguetes passarão a ser
hipersônicos em menos de 10 anos. Os hipersônicos serão o novo paradigma da
aviação do Século XXI. Terão
velocidades na faixa de 10
vezes superior a do som, ou o
inacreditável Mach 10, com 12.260 km/h.
O Hyper-X, avião
experimental não-tripulado X-43A
da NASA
quebrou o recorde de velocidade para um motor a jato em 16 de novembro
de 2004, aproximando-se de Mach 10. Foi seu terceiro
e último vôo, sobre o Oceano Pacífico.
Efeito do Scramjet
do X-43A.
(Arte NASA)
O primeiro,
em 2001, falhou por problemas
com o foguete, que exigiram o acionamento da
autodestruição do veículo. O segundo, em
março de 2004, foi um sucesso
e estabeleceu o recorde de velocidade para veículos que usam ar
para alimentar a queima de combustível (jatos).
Na ocasião, o X-43A acelerou até perto de Mach 7, e seu
motor funcionou pelo tempo em que foi acionado. O feito foi superado
pelo mesmo veículo, em seu vôo final de apenas 10 segundos.
O
programa de testes da NASA com o veículo tinha por objetivo
verificar a viabilidade do motor SCRAMJET
(contração de Supersonic Combustion Ramjet), para
propulsão ultra-sônica. O motor atual só
começa a funcionar depois que a aeronave já atingiu a
velocidade de Mach 4.
Para levar o X-43A de apenas 4 metros à velocidade
mínima exigida para que seu motor pudesse operar, foi usado
um foguete da série Pegasus, preso ao X-43A, que foi levado
a uma altitude de 40.000 pés por um avião B-52. Com a partida do
Scramjet, o X-43A atingiu uma altitude de 110.000 pés.
O SCRAMJET então "queimou"
por apenas 10 segundos, atingindo quase Mach 10 (9.6), antes de o X-43A
cair no Oceano Pacífico a 800 milhas da Costa da
Califórnia. Nesses 10 segundos, o X-43A viajou a
fantásticas 2 milhas por segundo. A essa velocidade, uma viagem
entre Nova York e Los Angeles levaria apenas 20 minutos.
Imagem da NASA TV com o Scramjet do X-43A em
ação no histórico dia 16 de novembro
de 2004.
(Foto NASA)
O X-43B sendo lançado
por um B-52.
(Arte NASA)
Até
2004, o recorde de velocidade para uma aeronave a jato pertencia ao
avião espião Lockheed SR-71 Blackbird (long-range,
advanced, strategic reconnaissance aircraft), construído em
titânio nos anos 60. Cruzava a estratosfera em Mach 3 (3.678
km/h), o triplo
da Barreira
do
Som. O programa
SR-71 terminou em 1990, junto com a Guerra Fria. Mas 3 aeronaves foram
reativadas para testes e treinamento pela NASA até 1999.
O motor SCRAMJET não leva
qualquer combustível, como o querosene, apenas comprime o ar a
velocidades supersônicas, obtendo uma mistura de
hidrogênio. A substância que faz a sua
ignição é chamada de SILANE, a qual explode na
presença do oxigênio.
Os motores SCRAMJET são
tidos como uma potencial revolução na aeronáutica.
Quando passarem a ser usados por aviões, rotineiramente,
poderão realizar transporte rápido pela Terra, levando
passageiros de um lado a outro do mundo em pouco mais de uma hora.
Os 10
segundos de glória e história do X-43A.
(Foto NASA)
Eles
também poderão ser úteis no desenvolvimento de
naves espaciais, que usariam o oxigênio da atmosfera em sua
trajetória de aceleração, economizando
combustível.
É um enorme passo rumo às
futuras possibilidades de produzir lançadores para enviar cargas
críticas e grandes ao espaço de uma forma segura,
confiável e barata.
Será essa a grande
ameaça do futuro ? Há contrapartidas em projeto hoje ? Sim, há
aeronaves civis e militares sendo projetados,
como o HYPER
SOAR (EUA, Mach 10)
o AVATAR
(Índia, Mach 8), o Tu-2000 (ex-URSS,
Mach 6) e MiG-2000
(Rússia, Mach 5).
O X-43C está previsto
para voar em 2008.
(Arte NASA)
E o Brasil também tem
seu projeto de motor SCRAMJET no DCTA. Ela é tratada aqui em O 14X
HIPERSÔNICO.
5)
SONIC CRUISER
Boeing Sonic Cruiser.
(Arte Boeing)
A Boeing vinha
desenvolvendo uma aeronave revolucionária
chamada de "Boeing Sonic Cruiser". Porém, desistiu
do projeto em 2003, por
considerá-lo muito ousado.
Procurando chegar a um
avião de passageiros e de carga que voe
mais rápido, mais alto e mais longe,
projetaram o Sonic Cruiser,
que atingiria Mach 0.95 ou mais.
Outra visão do Boeing Sonic Cruiser.
(Arte Boeing)
Com capacidade para até 300
passageiros, poderia alcançar uma
distância de quase 17.000 km. O Sonic Cruiser
deveria voar a uma altitude de
13.000 metros e com uma economia de
20 % sobre as aeronaves atuais.
Boeing
News
http://www.boeing.com/news/
Military
Aircraft - Aerospace Guide
http://members.lycos.co.uk/aerospace21/boeing/sonic_cruiser.html
6)
HELIOS - ENERGIA SOLAR
O Helios sendo testado no
Havaí.
O
revolucionário HELIOS (da NASA em conjunto com a empresa AeroVironment, especializada em UAVs - Unmanned Aerial Vehicles) voará
mais alto que qualquer outra
aeronave e poderá ficar
no ar
por durante 6 meses de uma só vez, revolucionando
um amplo leque de setores econômicos.
O avião sem piloto
será movido durante o dia por 66.000 células
de energia solar e à
noite
por um novo sistema que inclui
células
combustíveis.
A revolução esperada
é o novo sistema de armazenamento, que
permitirá ao avião permanecer no ar por
meses, recorde
inimaginável em autonomia de vôo. A longa permanência no ar poderá abrir
uma
série de aplicações, principalmente
nas telecomunicações.
Os aviões ficarão
sobre os principais centros urbanos, tais como
Los Angeles, e cada aparelho proverá o equivalente
a 2.000 linhas para
usuários de Internet em uma
área de cerca de 64 quilômetros de diâmetro. O custo por bit de dados será de um
vigésimo do relativo ao
satélite de baixa órbita e deverá ser mais barato
do que os sistemas terrestres.
A evolução
do Helios de 1975 (esquerda) a 2000 (direita).
O
protótipo acima tem uma asa de mais de oitenta metros, maior do que a do Boeing 747, mas
pesa menos que uma tonelada e
decola a menos de 45 quilômetros por
hora. Ele já
voou a 80.000 pés de altura, acima de qualquer
outra aeronave. Poderá
atingir 100.000 pés, tida como
a maior altitude que qualquer avião pode alcançar. Todos os recordes atuis pertencem ao
avião de espionagem SR71
da Lockheed.
Transformando reflexo em energia -
a transparência das asas
permitirá às células não
só absorver a luz solar de cima como
também transformar em energia os reflexos das
nuvens em baixo.
Testando sua longa autonomia de
vôo, o HELIOS estará voando
durante todo o ano de 2004 em volta do equador, com
a linha movendo-se gradualmente para o
norte na medida em que forem
feitos progressos tecnológicos, possivelmente
sobre o sul dos Estados Unidos em 2005 e em
Nova York entre 2008 e 2010.
Um único HELIOS no ar
poderá fornecer todo um sistema de
telefonia pronto para ser usado em vastas regiões.
Assista ao incrível VÍDEO
da NASA.
7)
NANOTECNOLOGIA
O Futuro com a
Nanotecnologia.
Uma nova
e revolucionária arma do Século XXI é a LANCHA VOADORA HYDRO
FOAM (vídeo), que oferece a
indiscutível vantagem de voar a baixas altitudes, pousando e
decolando de rios
e terra, em pistas curtas e inclusive VTOL. Podem operar a partir de NAes, NAMs,
Família de Escoltas, Navios-Patrulha e Submarinos.
9)
DSC - A CÉLULA SOLAR ORGÂNICA
A conversão da luz do Sol em eletricidade é hoje quase inteiramente
feita por meio de células
fotovoltaicas. Essas células
fotoelétricas são parentes próximas dos
transistores - são
feitas do mesmo material, o silício, e por meio das mesmas
técnicas. Isso as torna caras, ainda que não sejam um
primor de eficiência.
Uma das alternativas mais promissoras em
relação a essas células
fotovoltaicas são as células solares orgânicas,
que utilizam corantes
sintéticos. Seu funcionamento é comumente descrito
como fotossíntese artificial
porque ele imita a forma como
as plantas retiram energia do Sol. Tecnicamente,
elas são chamadas células solares DSC ("Dye-sensitized
Solar Cell", ou célula solar
sensibilizada por corante).
O pesquisador Wayne Campbell, da
Universidade Massey, Nova Zelândia,
anunciou ter conseguido sintetizar o mais eficiente corante jamais
feito. Segundo ele, a nova molécula orgânica é capaz
de converter a luz do Sol em energia
elétrica a um custo de
apenas 1/10 do custo da energia gerada pelas células
fotovoltaicas.
A alta
eficiência do novo corante permitiu a fabricação de
células solares que apresentam excelente rendimento mesmo sem a
incidência direta dos raios solares. Um célula de
demonstração, medindo 10 x 10 cm foi capaz de gerar
energia suficiente para girar um pequeno ventilador de computador.
Campbell diz que o
maior objetivo de se empregar a nanotecnologia para desenvolver uma
célula solar melhor é converter tanta luz solar em
eletricidade quento for possível.
10)
MOTOR DE PLASMA
O Brasil está
desenvolvendo um motor
de plasma que deverá ser
empregado
em satélites e sondas espaciais. Cientistas da
Universidade de Brasília
(UNB)
utilizaram uma técnica inédita para criar um motor de
foguetea
plasma que é mais econômico e pode melhorar o desempenho
de
satélites artificiais. Os motores a plasma estão entre as
principais
apostas das agências espaciais russa, americana e européia
para
novas missões não-tripuladas a Marte.
11)
ELETRICIDADE SEM FIO
Uma grande novidade foi apresentada em uma feira
de tecnologia em Las Vegas, em 2009. A eletricidade
não
necessitará mais de fios para acender luzes e ligar aparelhos
diversos em casa. A
tecnologia da eletricidade sem fio foi criada por americanos e
israelenses.
A eletricidade é transmitida através de
indução magnética, algo próximo de um
imã. Não há necessidade de fios ou contato e as
placas de transmitem energia elétrica sem fio poderão
ficar sobre a escrivaninha ou até embutida no balcão da
cozinha. Além de
luminárias será possível ligar um liquidificador e
uma batedeira de 300 watts sem usar fios elétricos.
O material transmissor no futuro será impresso em um tipo de
papel de parede que poderá ser colocado nas mesas ou paredes
para transmitir eletricidade sem fios. Não há
choques, pois
não é eletricidade que é transmitida, mas outro
tipo de energia.
Este tipo de tecnologia ainda
está na infância, mas logo será possível
estabelecer um padrão para a eletricidade sem fios que
dominará o mercado.
As pessoas entrarão em casa e verão seus celulares serem
automaticamente carregados, além de não precisarem mais
se preocupar com os emaranhados de cabos espalhados por todos os lados.
Ida a PD&I
Ida à AEB
Ida à EEI
Ida aos Simuladores
Ida ao PCS
Ida aos SGB
Ida ao 14X Hipersônico
Ida aos Mísseis Russos
Ida
aos Barcos Voadores
Ida
ao
Submarino-Aeródromo
Ida
à Propulsão a Laser
Ida ao Projeto SARA e Os Hipersônicos
Ida
à
Nanotecnologia
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