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PD&I 

PESQUISA CIENTÍFICA 

E DESENVOLVIMENTO 

TECNOLÓGICO 

COM INOVAÇÃO



OVNI girando


INTRODUÇÃO

CIÊNCIA & TECNOLOGIA

PD&I EM DEFESA

FONTES & LINKS



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


O DEFESA BR simula e propõe um  PLANO ESTRATÉGICO DE DEFESA com Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação, seguido pela Construção de Meios Modernos no País, em que sejam determinados os objetivos, as necessidades e todo o criterioso caminho a ser percorrido em prazos de longa duração, não inferiores a 15 anos.


O primeiro segredo de tal plano será ter prioridades em tecnologias para emprego militar, mas com emprego DUAL ou duplo.


Trata-se de tecnologias desenvolvidas por e/ou para militares, mas cujos benefícios também devem alcançar o setor privado e o cidadão comum, como acontecerá no caso do reator nuclear sendo desenvolvido pela Marinha para um futuro submarino, que também servirá a futuras usinas nucleares, como as de Angra I e II.


Os exemplos modernos
mais conhecidos de sucesso absoluto em tecnologias de emprego DUAL são a internet e o celular. Foram verbas que beneficiaram fortemente os EUA, não apenas a sua Defesa.


O
INPI afirma que os investimentos patenteados que mais agregam valor (US$ / kg de produto desenvolvido) são os seguintes :


INPI


     g  Defesa (foguetes) : US$ 200,00 / kg;

     g  
Aeronáutico comercial : US$ 1.000,00 / kg;

     g  
Defesa (mísseis) : US$ 2.000,00 / kg;

     g  
Aeronáutico militar : US$ 2.000,00 a US$ 8.000,00 / kg; e

     g  E
spacial (satélites) : US$ 50.000,00 / kg.


n


O segundo segredo (vide João Verdi) será evitar as famosas aquisições condicionadas à transferência de tecnologia, pois nenhuma empresa de Defesa do mundo irá transferir tecnologia atualizada e de ponta, para um País dito emergente. Um País que não investe em seu próprio PD&I não vai a lugar algum.


O Brasil não irá a lugar algum apenas pensando
em pequenas aquisições condicionadas à uma
improvável e fantasiosa transferência de
tecnologia.
Somente alcançará seus objetivos
se abrir os olhos para reais parcerias de
desenvolvimento, caminhando aí sim
para obter tecnologia própria no futuro.




CIÊNCIA & TECNOLOGIA


Nos últimos anos, vem aumentando consideravelmente a freqüência com que trabalhos brasileiros de pesquisa científica são aceitos nas mais prestigiosas revistas especializadas do mundo inteiro.


Análises comparativas sobre a produção científica entre os vários Países demonstram isso. De acordo com o Instituto de Informação Científica, o Brasil passou a ocupar em 2006 a 15ª posição mundial no que se refere ao número de artigos científicos publicados.


Para alcançar essa posição, que corresponde à publicação em 2006 de 16.872 artigos, o Brasil conseguiu ultrapassar Países 
com grande tradição na área científica. como a Dinamarca, Israel, Suécia e Suíça.


A produção brasileira corresponde a quase 2 % de tudo o que é publicado no mundo em revistas de circulação internacional. Considerando a taxa atual de crescimento da comunidade científica, em alguns anos o País poderá vir a ultrapassar a Rússia, atualmente ocupando a 14ª posição.


O Brasil conta hoje com uma comunidade de cerca de 200 mil pessoas rotineiramente envolvidas com a prática da pesquisa científica e tecnológica, organizadas em 12 mil grupos, desenvolvendo mais de 40 mil linhas de investigação e vinculadas a mais de 230 instituições de ensino e pesquisa.


A produção científica e a capacidade de formação de pesquisadores dessa comunidade colocam hoje o País entre as 15 Nações que mais contribuem para o acervo universal de conhecimento de qualidade.



Por outro lado, o Brasil ainda ressente-se muito de que o avanço de sua ciência produz poucos efeitos práticos no campo do desenvolvimento tecnológico.


Uma prova disso é que o número de patentes simplesmente não acompanha
esse progresso da ciência nacional. Tanto as patentes registradas localmente quanto as registradas nos EUA são extremamente tímidas para o potencial brasileiro.


As universidades brasileiras concentram-se em desenvolver pesquisas para a dita ciência pura, não voltadas no primeiro momento a aplicações práticas, enquanto que as empresas buscam simplesmente importar tecnologias de outros Países, em um movimento prático e imediatista.


Elas não têm a mínima tradição e cultura em desenvolver tecnologia, o que é um perigo para o futuro de uma Nação que se pretende inserida em um mundo de elevada competição.


Isso é o caminho oposto do que fazem as exigentes empresas estrangeiras do mundo contemporâneo, que  investem local e fortemente dentro de seus quartéis-generais em ciência aplicada com grandes laboratórios e cientistas importados de todo o mundo.


Mesmo com a introdução da
Lei de Inovação (10.793/04), com subvenção econômica, e da Lei do Bem (11.196/05), com incentivos fiscais, ainda demora a haver uma mudança real para o empresariado nacional. A intenção parece ser boa, favorece mesmo a inovação, mas por enquanto, só beneficia na prática as grandes empresas (Ver Financiamento à Inovação, em pdf).


Ocorre que o ganho maior (até 32,9 %) só pode ser alcançado pelas empresas optantes pelo regime de Lucro Real. Ou seja, essas leis só atendem a 6 % das empresas do País. As demais 94 % podem se beneficiar de até 10 %, mas a maioria só vai se beneficiar mesmo de 3 % do investimento em inovação, que é o desconto da alíquota do IPI para equipamentos de laboratórios, por exemplo.


Enquanto o Brasil não
atingir uma verdadeira integração entre a pesquisa pura produzida pelas universidades e a conseqüente aplicação prática voltada às suas empresas, a evolução científica brasileira permanecerá centrada na área acadêmica como um fim, sem repercussão expressiva na produção de desenvolvimento tecnológico. Todos continuarão perdendo com esse descompasso.


Em um mundo competitivo, de pouco adianta a um País ainda atrasado como o Brasil produzir ciência que não possa ser transformada em serviços e produtos percebidos como valiosos pela sua própria sociedade.


Além de sua inerente tradição, esse pífio desempenho brasileiro decorre tanto da escassez de estímulos e de investimentos públicos, quanto da baixa eficácia dos marcos regulatórios necessários para garantir a parceria da iniciativa privada.



O desenvolvimento tecnológico inovador alcançado a partir da ciência deve ser visto como altamente relevante e reconhecido como uma contribuição efetiva a uma determinada área e deve até ter um compromisso com o desenvolvimento do País.


Exige-se cada dia mais uma maior aproximação com toda a sociedade brasileira e a busca da inserção definitiva de ciência e tecnologia na agenda concreta do País, com suas contribuições na geração de bens e serviços e na solução dos grandes problemas nacionais.


É premente apostar nessa integração de
Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação para que o Brasil não deixe de ser em um futuro próximo uma Nação autônoma e independente.




PD&I EM DEFESA


O site DEFESA BR aposta na revolução nacional em Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação  - PD&I, pois o recurso estratégico para o desenvolvimento econômico e social e para a sobrevivência nas Guerras Frias  modernas é o domínio da tecnologia com INOVAÇÃO.



O mais estratégico dos recursos para
a sobrevivência na guerra do Século XXI
é
a tecnologia inovadora, que precisa ser
dominada a todo custo,
evitando-se
dependências de terceiros.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

AF-50

Caça Multipropósito AF-50 proposto no Plano Brasil.
(Arte Edilson Moura Pinto)



O DEFESA BR tenciona proporcionar uma idéia das enormes vantagens de extensa pesquisa científica, do desenvolvimento tecnológico com inovação criativa, de forte competitividade comercial internacional, do crescimento da indústria, agronegócio e serviços, e da geração de milhares de empregos qualificados.


É indispensável enfatizar a coordenação entre as áreas governamentais de Defesa e de Ciência e Tecnologia e, para tanto, há hoje orientação pelo MCT de adotar, como um dos eixos básicos que norteiam sua atuação, a colaboração para os objetivos estratégicos nacionais, com destaque para o programa espacial e o programa nuclear.


Sabe-se ainda que nenhuma outra área pode representar um verdadeiro compromisso com o desenvolvimento do Brasil como a área de DEFESA é capaz, com o desenvolvimento de tecnologias para emprego militar com emprego DUAL ou duplo para o emprego também no mundo civil.


Isso ocorre porque as empresas envolvidas no processo tornam-se extremamente conscientes dessa realidade
que as constrange e as impele ao mesmo tempo e, nesse sentido, fazem tudo para agir e procurar vencer.


Não existe qualquer possibilidade de implementação de uma política de DEFESA eficaz sem uma forte base em ciência e tecnologia. A produção e a difusão do conhecimento constituem, cada vez mais, fonte de poder e, por conseqüência, fator-chave na hierarquia das Nações.


O brasileiro precisa estar ciente que muitos Países vêm apostando pesadamente em novas tecnologias de DEFESA, que deverão revolucionar o mundo como hoje conhecemos.



Nano



Este é o caso do advento da NANOTECNOLOGIA, a qual terá pesada influência no futuro da Construção de Meios de Combate daqueles que estiverem mais avançados. A tecnologia e a inovação a esse nível trazem embutido o risco de que se amplie o desequilíbrio de poder entre as Nações em futuro bastante próximo.


Também precisa saber que nada virá de graça a partir de terceiros e que o Brasil
necessita muito acompanhar e mesmo ultrapassar esses Países, especialmente os outros 3 conhecidos BRICs, a Rússia, a Índia e a China, além dos EUA, ainda hegemônicos em PD&I voltados para DEFESA com fins DUAIS.

OVNI e Globo


A construção de uma base científico-tecnológica condizente com as aspirações e possibilidades brasileiras depende do que seja capaz o País de desenvolver sozinho, sem prejuízo de parcerias internacionais, mas ciente das elevadas restrições existentes para a transferência internacional de tecnologia.


No futuro próximo, o Brasil terá papel fundamental no fornecimento das principais necessidades da humanidade. Poderá levar ao mundo água, alimentos, energia renovável com combustíveis limpos, redução de carbono e até mesmo novas florestas, tudo a custos explosivamente crescentes, pela lei universal da oferta e da demanda.


O Brasil será a melhor aposta de todas
para a humanidade que procura sobreviver
à sua própria armadilha ambiental.



O desenvolvimento internacional da ciência e da tecnologia cria novas vulnerabilidades e ameaças  de toda ordem, para as quais um País que tem cada dia mais a proteger não pode deixar de estar adequada e sofridamente preparado.




FONTES & LINKS


CNPq

Ministério da Ciência e Tecnologia

Financiamento à Inovação (pdf)

Gutenberg.org - Stories of Inventors

INPI

Estadão - Brasil Pode Ganhar  4 bi com Armas









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