POTÊNCIAS DO SÉCULO XXI
Este site trata de FICÇÃO.
Mas seu formato acompanha o caminho natural do País, que
deverá ser uma das 3 maiores potências mundiais em
até 2 décadas, de acordo com diferentes estudos,
inclusive do próprio Pentágono (Defesa dos EUA), ao lado
dos EUA
e da CHINA.
Em abril de 2008, o
bilionário americano do setor imobliário e barão
da mídia
Sam Zell afirmou que apostaria investir no Brasil se tivesse uma
única opção. "Eu compraria Brasil. O País
tem a chance
de ser uma potência econômica maior que a China nos
próximos 30 anos."
Ele disse que a população de 190 milhões,
a força de trabalho qualificada, o poder do setor
agrícola e a abundância de recursos naturais, fez do
País em grande medida auto-suficiente.
Já em 1578, o historiador português Gabriel Soares de
Sousa, deslumbrado pela grandeza e riqueza geográfica do Brasil,
assim marcou sua impressão no livro "Tratado Descritivo do
Brasil":
"Está
capaz para edificar nele um
grande império, o qual, com pouca
despesa destes reinos, se fará tão
soberano que será um dos Estados
do mundo".
Veja os INDICADORES
ECONÔMICOS do Brasil atual.
Um famoso estudo do Banco de Investimentos Goldman Sachs conhecido como
"Sonhando com os BRICs" e divulgado em outubro de 2003 previu que o
Brasil estará entre as 5 maiores potências mundiais em 2050.
Especula-se em todo o mundo atual
que foi formada uma ALIANÇA
ESTRATÉGICA entre estes BRICs desde 2002, a qual nunca foi anunciada
abertamente, nem teriam sido formalizados documentos a respeito.
Coincidentemente, o estudo do Goldman Sachs foi divulgado um ano depois, ocasião
em que estes Países também passaram a ser convidados para
as reuniões do G-8 (com a Rússia), anualmente,
o que passou a ser denominado de G-8 Ampliado.
Em 2006, um estudo elaborado pela
consultoria PricewaterhouseCoopers,
chamado "O Mundo em 2050", previu que a
economia brasileira seria a 4ª maior do mundo em 2050, sendo
superada apenas por China, EUA e Índia.
Essa previsão, que foi calculada com base em taxas de paridade
de poder de compra (PPP), mostra que a economia japonesa
seria a 5ª maior em 2050.
O levantamento fortalece uma crescente aposta da comunidade financeira
internacional de que o mapa econômico mundial será
profundamente alterado nas próximas décadas, com os
grandes Países emergentes se tornando potências
econômicas.
Com isso, os Países BRICs
(Brasil, Rússia, Índia e China) já vêm se
consolidando como uma aposta de longo prazo entre os grandes
investidores mundiais.
(Clique na foto abaixo para
ampliação)
Primeiro
encontro dos 4 governantes do GRUPO BRIC para
conversações em torno
da formalização do grupo, em 9 de julho de 2008,
durante o G-8 realizado em
Sapporo, Hokaido, Japão. Da esquerda para a direita, o
Premiê da Índia,
Manmohan Singh; o Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev; o
Presidente
da China, Hu Jintao; e o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula
da Silva.
(Foto Ricardo Stuckert/PR - 1000RS013)
O estudo prevê que a economia
chinesa deverá se
desacelerar no longo prazo por causa de um substancial declínio
na sua população ativa no período. As
tendências demográficas de
longo prazo sugerem que Países como o México,
Indonésia, Brasil e Turquia terão em 2050
populações jovens e em crescimento se comparadas
às dos Países da Europa Ocidental.
O PIB do Brasil foi
recalculado com a nova metodologia do IBGE anunciada em março de 2007.
Com isso, seu PIB pelo método de Paridade de Poder de Compra de 2005 foi elevado para US$ 1,803
trilhão, passsando o País a ocupar a
posição de 8ª maior economia mundial naquele ano,
ultrapassando a Itália.
Já em 2006, com o
PIB tendo sido
elevado para, aproximadamente, US$
1,880 trilhão, o Brasil passou a ocupar a
posição de 7ª maior
economia
mundial, tendo ultrapassado a França, desta vez.
AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2005 E 2006
PELO BANCO MUNDIAL
PIB (GDP) / PPP
US$ TRILHÕES
LUGAR
|
PAÍS |
2006
|
2005
|
1º
|
Estados Unidos
|
12,980
|
12,409
|
2º
|
China
|
10,000
|
8,573
|
3º
|
Japão
|
4,220
|
3,944
|
4º
|
Índia
|
4,042
|
3,816
|
5º
|
Alemanha
|
2,585
|
2,418
|
6º
|
Reino
Unido
|
1,903
|
1,927
|
7º
|
Brasil
|
1,880
|
1,803
|
8º
|
França
|
1,871
|
1,830
|
9º
|
Itália
|
1,727
|
1,668
|
10º
|
Rússia
|
1,723
|
1,560
|
Tabela baseada em dados do Banco
Mundial.
PIB/PPP
do Brasil já com a nova metodologia
do IBGE anunciada em
março de 2007.
Wikipedia
- List_of_countries_by_GDP - PPP
AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS DE
2003 A 2006
PIB (GDP) /
PPP
US$ TRILHÕES
LUGAR
|
PAÍS |
2006 *
|
2006
|
2005
|
2004
|
2003
|
1º
|
Estados Unidos
|
12,980
|
12,980
|
12,410
|
11,750
|
10,990
|
2º
|
China
|
10,000
|
10,000
|
8,182
|
7,262
|
6,449
|
3º
|
Japão
|
4,220
|
4,220
|
3,914
|
3,745
|
3,582
|
4º
|
Índia
|
4,042
|
4,042
|
3,699
|
3,319
|
3,033
|
5º
|
Alemanha
|
2,585
|
2,585
|
2,454
|
2,362
|
2,271
|
6º
|
Reino
Unido
|
1,903
|
1,903
|
1,869
|
1,782
|
1,666
|
7º
|
Brasil
|
1,880
|
1,616
|
1,568
|
1,492
|
1,375
|
8º
|
França
|
1,871
|
1,871
|
1,822
|
1,737
|
1,661
|
9º
|
Itália
|
1,727
|
1,727
|
1,651
|
1,609
|
1,550
|
10º
|
Rússia
|
1,723
|
1,723
|
1,539
|
1,408
|
1,282
|
PIB
(GDP) / PPP da CIA
- The World Fact Book 2007.
Dados do BRASIL.
(*)
De acordo com a nova metodologia do IBGE anunciada em
março de 2007, o PIB/PPP
do Brasil em 2005 foi de
US$ 1,803 trilhão e deve situar-se próximo a US$ 1,880
trilhão
em 2006, tendo assumido a posição de 7ª maior
economia mundial, e tendo ainda
ultrapassado Rússia, Itália e França, além
de aproximar-se bastante do Reino
Unido, podendo visualizar para breve a 6ª posição
mundial.
Veja mais detalhes do PPP.
Segundo o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Secretário-Geral do
Ministério das Relações Exteriores (MRE), comparando os dez maiores Países
do mundo
em área territorial, PIB e riqueza naturais, só
três conseguem
posição de liderança nesses três quesitos:
China, Estados Unidos e Brasil.
O
próprio Presidente Richard Nixon comentou nos anos 60 :
"NO BRASIL
ESTÁ O FUTURO"
Certamente, esse futuro de
grandeza para o Brasil terá em seu caminho os EUA, a (CHINA) (2), sua AGROENERGIA
e os CRÉDITOS
DE CARBONO do mundo
industrializado e cada dia mais poluidor, produzindo um aquecimento
global mais e mais devastador.
A produção brasileira
do Agronegócio estará dedicada a ALIMENTAR
OS POVOS E MOVER VEÍCULOS COM ENERGIA LIMPA na
China, nos EUA, na União
Européia, no Japão e nos Países Baleias
a preços extremamente elevados, em poucos anos. Este é um
processo que já se iniciou e até disparou.
(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante da
Cerimônia)
Em 24
de maio de 2004, os Presidentes da China, Hu Jintao, e do Brasil, Luiz
Inácio Lula da Silva,
passam em revista
as tropas formadas (PLA / PLA-N) diante do Grande Palácio do
Povo,
em Pequim, onde firmaram uma Aliança Estratégica entre os
dois Países.
(Foto
Antônio Milena - ABr)
O Brasil estará entre as
maiores Nações do futuro próximo e
precisará estar preparado e positivamente dimensionado para
exercer suas responsabilidades em diversas partes do mundo.
Portanto, deve-se ter uma visão de como será o mundo no
ano 2022, um tanto distante do
presente ano de 2008 e com razoável otimismo na capacidade
nacional e nas mudanças vindouras, tanto internas quanto
internacionais.
O mundo em permanente estado de transformação
saíra
há pouco tempo de uma
situação de Guerra Fria
entre dois grandes blocos representados pelos Estados
Unidos e a Europa Ocidental de um lado, e pela então
União Soviética (englobando a Rússia e os
Países da Europa Oriental) de outro, além da
ameaça nuclear representada pela China comunista. Tamanha
é a transformação que a Guerra-Fria voltou com
força em 2008.
Nos próximos anos, crises ambientais (e.g.: Tsunamis),
econômicas, financeiras e políticas continuarão a
acontecer,
intensamente, e todos Países, grupos, alianças e
continentes procurarão seus caminhos, e
novas lideranças surgirão, normalmente, como
antes, como sempre, preenchendo espaços deixados por outros,
muitos deles em ocaso, como em diversos casos
na história da humanidade.
A partir de sua dimensão gigantesca e dos próprios
acontecimentos desse início de Século XXI, o Brasil
começará a ter maior presença internacional em
diversos aspectos, inclusive mostrando liderança em
negociações, e seus interesses econômicos, sociais
e políticos passarão a tornar-se crescentes e
verdadeiramente mundiais, fatos que já passaram a ocorrer
não é de
hoje.
Outrora grandes potências do
Século XX continuarão a decair cada vez mais fortemente,
como Reino Unido, Japão, Alemanha, França e
Itália. São Países exauridos, com
populações em franco decréscimo, em pleno "inverno
demográfico", com raros recursos naturais, os quais serão
mais escassos, mais valorizados e muito, muito disputados.
Esses
Países não serão mais competitivos em muitos
campos, estarão cada vez
mais endividados, e perderão importância, o que
já vem acontecendo aos poucos, inexoravelmente. A este quadro
sombrio deve-se incluir os EUA (e um dia a China e a Índia), pela
excessiva e "literalmente" explosiva alavancagem financeira de toda a
sua economia e pelo esgotamento de seus recursos naturais. A grande
crise dos bancos em 2008 comprova isso.
Ressalte-se que a temida Globalização e as tentativas de
uma Nova Ordem Mundial tendem a conduzir e representar mais e mais um
mundo de polaridades difusas imerso em
novas Guerras Frias e em violentas crises, como as do Iraque,
Irã, Afeganistão e Coréia do Norte, tornando o
ambiente mundial instável, temeroso e perigoso em
todos os continentes, até mesmo para a sobrevivência do
próprio Planeta.
A Venezuela começou a investir em 2006 estimados US$ 60
bilhões no incrível fortalecimento de suas Forças
Armadas, com um projeto de longo prazo. Chávez crê que, por volta de 2020,
será o líder da mais poderosa potência militar da
América do Sul. Sem dúvida, o Brasil é um dos
alvos primários desse esforço por causa da
riqueza de sua Região Amazônica, embora o motivo possa
parecer revolucionário ou bolivariano.
Mas muito pior que isso serão as disputas por
sobrevivência causadas pelo aquecimento global e recursos
escassos (água, combustíveis limpos, petróleo,
alimentos, minérios, etc.), muitos deles vitais, talvez
até muito antes de 2022. E todos esses recursos são
encontrados no Brasil com muita fartura, como em nenhum outro lugar do
mundo. Que o gigantesco Pré-Sal
o diga.
RIQUEZAS SEM FIM
O Brasil dispõe de imensas fontes de recursos naturais de toda
ordem, único povo e idioma, população em franco
crescimento, mercado consumidor fantástico e sempre crescente,
excelentes possibilidades de investimentos em agricultura,
indústria e serviços, e de considerável
proteção a catástrofes naturais.
Ainda
é um País jovem, amadurecendo e procurando agora resolver
seus sérios problemas, basicamente de inclusão social, o
que vem formando dezenas de milhões de novos
consumidores e, consequentemente, uma nova e forte economia em grande
escala.
Trata-se de uma questão de tempo, ética, vontade e
interesse maduro e sincero de uma Nação que ainda se
forma e aprende a se apresentar ao mundo.
As Cataratas do Iguaçu.,
maiores do mundo
O Brasil tem fartura de ÁGUA DOCE em boa parte de seu território,
sendo o mais rico do mundo. Somente a água doce encontrada na
superfície representa 6,2
trilhões de m3, ou 17 % de todo o planeta. Mais isso ainda
não é o total disponível.
Conta
ainda com 71 % da maior reserva subterrânea
de água doce
do mundo, o AQÜÍFERO
GUARANI, com 50 bilhões de m3 úteis
(com recarga das chuvas), que poderia abastecer, indefinidamente, ou
por 2.500 anos, 360 milhões de pessoas. Sua área de 1,2
milhão de km2, é equivalente à Inglaterra,
França e Espanha juntas, e está situada no espaço
transfronteiriço do MERCOSUL, presente em 8 Estados do Brasil.
O gigantesco Aqüífero Guarani
no contexto da América do Sul.
Além disso, somente um dos
reservatórios subterrâneos existentes no NORDESTE, região ameaçada de
desertificação, possui um volume de 18 bilhões de m3 úteis,
volume suficiente para abastecer toda a
atual população brasileira por um período de, no
mínimo, 60 anos.
Bacia
Hidrográfica do Amazonas, a maior do mundo.
Todo o NORTE
dispõe, mais
que tudo, de inesgotável biodiversidade,
de inimagináveis riquezas biológicas e minerais, como o
petróleo, ainda a serem corretamente exploradas, mas já
superficialmente calculadas em mais de US$ 5 trilhões.
O Sistema de Vigilância da Amazônia - SIVAM,
parte
do Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM,
já é uma realidade desde julho de 2002.
O Brasil possui a maior parte da AMAZÔNIA (5,2 milhões de km2), o que significa 1/3 das florestas do
mundo, ar e água doce abundantes. Sua reserva hídrica é a maior de todo o
planeta, o que já lhe confere valor incalculável.
Somente o Rio Amazonas despeja todo dia
mais de 10 % de toda a escassa água doce do planeta no Oceano
Atlântico. Recentemente,
o Inpe provou que o Amazonas é o maior rio do mundo, com
6.992,06
km, contra 6.852,15 do Nilo (140 km a mais).

VÍDEO - A AMAZÔNIA
NOS PERTENCE (06:58
MIN)
Uma futura LIGAÇÃO
NORTE-NORDESTE (LNN),
com ÁGUA, REFLORESTAMENTO, CIVILIZAÇÃO e um
gigantesco POTENCIAL SINÉRGICO,
inigualável no Planeta, fará com que produzam em
menos de uma década mais do que TRÊS CALIFÓRNIAS, a
região mais rica dos Estados Unidos e 5ª economia mundial (e também irrigada). Com
isso, será garantida a
soberania e o futuro promissor do Brasil, definitivamente.
Esta
será a SOLUÇÃO
para o sucesso do
Brasil frente ao mundo em fome, pela
necessidade de energia renovável e pela redução
do aquecimento global no resto do Século XXI.
Transformando a
Amazônia,
o Brasil se transformará.
(Mangabeira Unger)
Presidentes Lula e Bush após discurso
sobre produção de biodiesel e etanol,
no Terminal da Transpetro de Guarulhos, São Paulo, 9 de
março de 2007.
(Foto Ricardo
Stuckert - PR - ABr 09032007G00002)
Somente a redução do
carbono terrestre proporcionada por sua captura pelas novas florestas,
que serão manejadas
dentro de suas características naturais, já
terá valor inestimável para a humanidade. Portanto,
aqui e em seus fantásticos biocombustíveis poderão
ser investidos
os futuros CRÉDITOS DE
CARBONO do mundo poluidor, brevemente muito
superiores a US$ 60 bilhões anuais.
O Brasil deverá
capacitar-se para atrair para si esses Créditos de Carbono em
valores explosivamente crescentes, tanto na geração de
Energia Limpa como na preservação ambiental e até
mesmo no REFLORESTAMENTO e na
ampliação de suas florestas (como na LNN), que absorvem o
CO2 e ajudam a reduzir a temperatura global. Assim, atuará na
prevenção e na limpeza. De outro modo, a região
Nordeste será um enorme deserto bem antes de 2022.
VÍDEO - AQUECIMENTO
GLOBAL -
EFEITO
ESTUFA (06:40 MIN)
FORÇAS INTEGRADAS
ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia.
Todo o TERRITÓRIO BRASILEIRO
de 8.511.965 km2 corresponde, simplesmente, à maior
área habitável - com hoje apenas 22,3 habitantes por km2
- e ainda disposta a ser produtiva em todo o mundo. Isso será de
valor incalculável e sua conquista será muitíssimo
desejada por muitos em breve.
AS MAIORES
DENSIDADES POPULACIONAIS
DAS 10 MAIORES POPULAÇÕES
JULHO 2007
LUGAR
|
PAÍS
|
DENSI
DADE
|
POPULAÇÃO |
LU
GAR
|
ÁREA
KM
|
LU
GAR
|
1º
|
Bangladesh
|
1.044,8
|
150.448.339
|
7º
|
144.000 |
93º
|
2º
|
Índia
|
343,7
|
1.129.866.154
|
2º
|
3.287.590
|
7º
|
3º
|
Japão
|
337,3
|
127.433.494
|
10º
|
377.835 |
61º
|
4º
|
Paquistão
|
204,9
|
164.741.924
|
6º
|
803.940 |
35º
|
5º
|
Nigéria
|
146,2
|
135.031.164
|
9º
|
923.768 |
32º
|
6º
|
China
|
137,7
|
1.321.851.888
|
1º
|
9.596.960 |
4º
|
7º
|
Indonésia
|
122,3
|
234.693.997
|
4º
|
1.919.440 |
16º
|
8º
|
Estados
Unidos |
31,3
|
301.139.947
|
3º
|
9.631.418 |
3º
|
9º
|
Brasil
|
22,3
|
190.010.647
|
5º
|
8.511.965 |
5º
|
10º
|
Rússia
|
8,3
|
141.377.752
|
8º
|
17.075.200 |
1º
|
BIOCOMBUSTÍVEIS E
PRÉ-SAL
Sua Agricultura colhe hoje algo
como 140 milhões de toneladas de grãos ao ano. Para tal, explora pouco mais de 50 milhões de
hectares. Porém, recente relatório do USDA
(Departamento de Agricultura
dos EUA) revela que o País ainda pode agregar outros 170 mh, igual a toda a área plantada dos EUA hoje, sem
contar com a Amazônia e
mesmo um futuro Nordeste irrigado por
grandes canais.
No todo, o potencial é de
mais que o dobro, chegando a 370 mh. Apenas o Mato Grosso possui 90 mh
úteis e explora apenas 5
milhões. A Amazônia tem hoje 70 mh de área
desflorestada e em degradação e mais áreas hoje
plantadas com soja, mas todas ideais para o BIODIESEL.
Junto com seu reflorestamento, poderiam ser utilizados 35 mh.
O mesmo ocorre com 135 mh em todo o vasto Nordeste, incluindo o
semi-árido. A
Agricultura poderá ainda ocupar, por baixo, outros 90
milhões dos 220 mh hoje
usados por pastagens para a pecuária.
NOVAS
ÁREAS PARA
O AGRONEGÓCIO
REGIÃO
|
MH
|
MATO GROSSO
|
85
|
AMAZÔNIA
|
35
|
NORDESTE
|
135
|
OUTROS
|
25
|
PASTAGENS
|
90
|
SUB-TOTAL
|
370
|
ATUAL
|
50
|
TOTAL
|
420
|
Com o uso de 200 mh dessas
áreas novas, a área total utilizada poderá
quintuplicar, chegando talvez a 250
mh, ou 47 % a mais que os EUA (já no seu limite,
além de
amplamente subsidiado e protegido), e podendo atingir uma produção anual de
grãos de hoje
inimagináveis 600
MILHÕES DE TONELADAS.
Por outro lado, pode-se contar com
pequena parte da Amazônia (parte mínima dos 5,2
milhões de km2) e com o Semi-Árido do Nordeste irrigado
pelo desvio de águas do Norte, como dos Rios
Parnaíba e Tocantins, devido
ao advento do LNN, e com o manancial hídrico de seu
subsolo (aqüíferos), totalizando uma área de 170 mh somente para o cultivo
de incríveis 13,8
BILHÕES DE TONELADAS de cana-de-açúcar e de
plantas oleaginosas, com os quais se produzirá BIOCOMBUSTÍVEIS.
Em 2022, serão 3,42 bilhões de barris de
biocombustíveis anuais, ou uma gigantesca produção de algo como 9,4 milhões
de barris diários equivalentes
ao petróleo para exportação, só que
já prontos
para o consumo e muito mais valorizados pela difícil guerra da
humanidade
contra o aquecimento global.
PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO
DE ENERGIA RENOVÁVEL
EM MILHÕES DE BARRIS / DIA
EQUIVALENTES DE PETRÓLEO
COTAÇÃO MÉDIA ENTRE US$
80 E US$ 400
ANO
|
PROD.
DIÁRIA
|
EXP.
DIÁRIA
|
EXP.
ANUAL
|
US$
BI/ANO A US$ 100
|
US$
BI/ANO A US$ 150
|
US$
BI/ANO A US$ 200 |
US$ BI/ANO
A US$ 300
|
US$ BI/ANO A US$ 400
|
2008
|
0,4
|
0,1
|
36,5
|
3,65
|
5,48
|
-
|
-
|
-
|
2009
|
0,6
|
0,2
|
73,0
|
-
|
10,95
|
-
|
-
|
-
|
2010
|
0,9
|
0,4
|
146,0
|
-
|
-
|
29,20
|
-
|
-
|
2015
|
3,0
|
2,0
|
730,0
|
-
|
-
|
146,00
|
219,00 |
-
|
2020
|
6,0
|
4,8
|
1.752,0
|
-
|
-
|
-
|
525,60
|
-
|
2022
|
10,0
|
8,4
|
3.066,0
|
-
|
-
|
-
|
919,80
|
1.226,40
|
Projeção de ECONOMIA BR
com 10 mb diários em 2022, considerando-se
baixa
demanda interna devido às exportações contratuais
de combustíveis limpos.
Atualizado em junho de 2008
com cotações do petróleo a US$ 140 por barril de
159 litros.
Estima-se
que, em 2025, a
demanda mundial por gasolina de veículos leves atinja 2
trilhões de litros, contra 1,2 trilhão, atualmente. O Brasil pode se dispor a alcançar um
patamar de 300 mh de novas áreas disponíveis para
plantações de cana-de-açúcar. Assim,
poderá produzir hoje impensáveis 2
TRILHÕES DE LITROS DE ETANOL, com uma média de
6,67 mil litros por hectare.
Esse volume atenderia às necessidades do mundo. Seriam 12,6
bilhões de barris anuais que, a apenas US$ 200,00, valeriam
espantosos US$ 2,52 trilhões.
NOVAS
ÁREAS PARA O
ETANOL
MILHÕES DE HECTARES
REGIÃO
|
MH
|
MATO GROSSO
|
85
|
AMAZÔNIA
|
5
|
NORDESTE
|
100
|
OUTROS
|
20
|
PASTAGENS
|
90
|
TOTAL
|
300
|
Tirando o
protecionista mercado dos EUA, que poderão representar 41 %
desse total, restará ainda 1,180
trilhão de litros (7,4 bilhões de barris anuais). Para atender a 100 % dessa demanda mundial sem
os EUA, o Brasil terá de manter uma área plantada de 177 milhões de hectares, com
essa mesma média de 6,67 mil litros por hectare.
NOVAS
ÁREAS PARA O
ETANOL
EM 177 MILHÕES
DE HECTARES
REGIÃO
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MH
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MATO GROSSO
|
37
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AMAZÔNIA
|
-
|
NORDESTE
|
70
|
OUTROS
|
10
|
PASTAGENS
|
60
|
TOTAL
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177 |
Em 2007, o Governo Brasileiro passou a
desenvolver um plano de expansão da produção de
etanol para exportação a nível global. O
plano teve início com uma pesquisa da Unicamp, que verificou a
viabilidade de o etanol brasileiro substituir 10 % da gasolina no
mercado mundial, em 20 anos. Tal levantamento indicou que, para o
Brasil chegar a essa posição, será
necessário investir R$ 20 bilhões anuais em
produção e logística.
Tudo isso poderá e
deverá alimentar e mover o mundo com ENERGIA
LIMPA e renovável neste difícil Século
XXI. Uma imensa oportunidade que se apresenta como a SOLUÇÃO
para o sucesso do Brasil e para evitar-se o aumento da
temperatura global e a fome total em um mundo que logo entrará
em crise.
E ainda sequer está sendo considerado o etanol celulósico,
que é obtido a partir da celulose
de resíduos da agricultura. Ele promete render 3
vezes mais etanol que o obtido
com a cana-de-açúcar
e deverá revolucionar o
campo e a energia do futuro.
A produção brasileira
do AGRONEGÓCIO
estará dedicada a ALIMENTAR A
POPULAÇÃO E MOVER VEÍCULOS no Planeta
inteiro a preços mais que elevados, e em poucos anos.
O próprio Worldwatch Institute (WWI-UMA) já argumenta hoje que a futura competição (ou guerra)
mundial pela água provavelmente ocorrerá
nos mercados mundiais de grãos, pois seus exportadores são, efetivamente,
exportadores de água (utiliza-se 1.000 toneladas de água para produzir
1 tonelada de grãos) em
crescente déficit em um mundo a caminho da
desertificação.
Como já
começou a ocorrer com o petróleo e minérios,
haverá uma explosão mundial nos preços dos
alimentos e antes de 2022 a CHINA
deverá estar importando acima de 2 BILHÕES DE
TONELADAS de alimentos ao
ano, igual a todo o montante consumido pelo MUNDO hoje.
"Um 11
de Setembro Ambiental será
um evento catástrófico próximo que
virá na forma de uma alta maciça
no preço dos alimentos, causada
pela queda na produção de grãos
da China, resultado do aquecimento
global e da escassez de água."
Lester
Brown - WWI
O OCEANO ATLÂNTICO
é outra fantástica fonte de riquezas do Brasil. Sua costa
de 7.491 km e sua gigantesca Área
Marítima Jurisdicional de
4.451.766
km2, a AMAZÔNIA AZUL,
também de valores incalculáveis, serão
fundamentais para o futuro do
País. Por sua causa,
o
Brasil já é auto-suficiente
em petróleo e será um grande exportador.