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ABERTURA

DEFESA BR

Este site SIMULA um Planejamento de Longo
Prazo
de DEFESA e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E
SOCIAL no Brasil no período de 15 anos entre 2008 e 2022
com Pesquisa
Científica e Desenvolvimento Tecnológico com
Inovação (PD&I), Integração
Orgânica das 3 Forças e forte Construção + Exportação de Meios de Combate pelo
Brasil, contando
com Orçamento de Defesa Real de
1 % do PIB, com
Alianças Estratégicas de Defesa
Conjunta, e visando a uma
larga multiplicação
de efeitos sobre a economia
e manutenção
da soberania sobre seu imenso
território,
sobre as riquezas da Amazônia

e da Área Marítima
Jurisdicional.





O site DEFESA BR aposta na revolução nacional em Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação - PD&I, pois o recurso estratégico para o desenvolvimento econômico e social e para a sobrevivência nas Guerras Frias  modernas é o domínio da tecnologia com INOVAÇÃO.


Em todas as áreas, uma oportunidade (e ameaça) apresenta-se ao BRASIL, neste início de Século XXI, de dar um salto tecnológico e avançar direta e imediatamente para a nova fronteira do conhecimento : o advento da NANOTECNOLOGIA.



VÍDEO - VANGUARDA TV -
NANOTECNOLOGIA (01:55 MIN)






Com ela, o país deverá combinar a absorção de tecnologias maduras com o nascimento de tecnologias revolucionárias, com inovações em todos os campos de seu futuro Planejamento de Defesa e de nação influente e respeitada.


A partir da forte e criativa perseguição dessas modernas tecnologias, com NOVAS ORIGENS DE RECURSOS, além de novos paradigmas e enormes inovações, o DEFESA BR propõe, em SIMULAÇÃO, PD&I e forte Construção + Exportação de Meios de Combate pelo Brasil, vindo a atingir um nível de excelência em desenvolvimento e qualidade de performance entre 2011 e 2025 (em quinze anos), tendo multiplicado e alavancado seus efeitos por toda sua ECONOMIA.



(Clique na imagem abaixo para ampliação)

Mapa-Mundi (1999)

Mapa-Mundi.



(Clique na imagem abaixo para ampliação)

Brasil

Mapa do Brasil na América do Sul.



A necessidade de Defesa do Brasil no Século XXI prende-se às suas crescentes avaliações e explorações de riquezas em seu território, que são cada dia mais valorizadas, em especial, na AMAZÔNIA VERDE (1) (2) (3) e em toda sua ÁREA MARÍTIMA JURISDICIONAL, a chamada AMAZÔNIA AZUL. Portanto, são DUAS AMAZÔNIAS a serem defendidas prioritária e simultaneamente.



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca
Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma
Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766
km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de
8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte da MB)




VÍDEO - MB - AMAZÔNIA AZUL (00:32 MIN)






Além disso, o país vem passando a ter cada vez mais PROJEÇÃO e INTERESSES MUNDIAIS, podendo ter participação em difíceis operações aliadas (e.g.: como membro permanente de um ampliado e reformulado Conselho de Segurança da ONU) em teatros distantes e bastante hostis.


Isso ocorrerá cada dia mais, em um mundo mais e mais instável
e imprevisível. Para tal, suas Forças Armadas deverão estar sempre preparadas, com organicidade nos modos mais diversos.  


O DEFESA BR é civil e descompromissado com quaisquer interesses políticos, visa dar sua contribuição e é, basicamente, FICTÍCIO. Deve ser lido como um exercício de simulação e planejamento de longo prazo, com capacitação tecnológica para o desenvolvimento do país.


Assim deve ser lido, mesmo com o advento da Estratégia Nacional de Defesa, anunciada em dezembro de 2008.




Estratégia



Objetiva ainda despertar a consciência nacional para o premente desenvolvimento de uma cultura de DEFESA de sua soberania e do inescapável e forte vindouro DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO e SOCIAL (ver A ECONOMIA BRASILEIRA NO FUTURO no site ECONOMIA BR).


O DEFESA BR tenciona proporcionar uma idéia das enormes vantagens de extensa pesquisa científica, do desenvolvimento tecnológico com inovação criativa, de forte competitividade comercial internacional, do crescimento da indústria, agronegócio e serviços, e da geração de milhares de empregos qualificados.


Prevê o forte impulso em comércio exterior de produtos e serviços civis e militares com altíssima AGREGAÇÃO DE TECNOLOGIA E VALOR. Tudo isso poderá ser alcançado pelo país com objetivos definidos, muito esforço, organização, profissionalismo e dura persistência político-social sincera.


“A primeira condição da paz é a respeitabilidade, e a
da respeitabilidade a força. A fragilidade dos meios
de resistência de um povo acorda nos vizinhos mais benévolos veleidades inopinadas, converte, contra
ele, os desinteressados em ambiciosos, os fracos
em fortes, os mansos em agressivos”.
(Rui Barbosa - 1946)



Faz-se necessário um urgente Planejamento Estratégico de Defesa com Desenvolvimento e Construção de Inovadores Meios de Combate no próprio país, com elevados esforços e investimentos em PD&I, para reduzir-se a abissal distância do Brasil frente às Forças de outras nações modernas que só operam hoje seus meios com enlaces em vastas redes.



R 99 A na Amazônia

Embraer EMB-145 SA R 99 A na Amazônia.
(Foto da Embraer)




Some-se uma possível ALIANÇA ESTRATÉGICA DE DEFESA CONJUNTA com os PAÍSES BALEIAS para um audacioso "TRAMPOLIM TECNOLÓGICO" comum, evitando-se dependências estratégicas de tecnologias e culturas de terceiros, que possam vir a resultar em inconvenientes e naturais embargos políticos de armamentos.


O Orçamento do Pentágono no ano fiscal de 2007/2008 já era de impressionantes US$ 624,6 bilhões, servindo como um dos alicerces do desenvolvimento científico, tecnológico e industrial dos EUA.


Trata-se do maior programa de política industrial do mundo, em que 15 %, ou mais de US$ 75 bilhões ao ano, são gastos em PD&I com fins militares. Grande parte das invenções tenderá a ser de uso DUAL, em que enormes benefícios das novas tecnologias também alcançarão o setor privado e o cidadão comum (como ocorreu com internet e celular).


Mostramos o pouco que o Brasil possui hoje em Defesa e o enorme trabalho que poderá ser feito em apenas 15 anos, sendo sempre realisticamente embasado em
NOVAS ORIGENS DE RECURSOS independentes e levando a um ORÇAMENTO FEDERAL FACTÍVEL, perseguindo-se novos Paradigmas e Inovações, como a da NANOTECNOLOGIA.


Persegue-se possibilidades muito superiores às atuais, e tem-se em vista que CADA REAL investido nesse processo representaria a fantástica alavancagem para DOZE REAIS a mais para toda a economia, refletindo no PIB e na geração de milhares de empregos, renda e bem-estar do povo, o que mais importa no final de tudo.


Em resumo, o DEFESA BR quer mostrar tudo o que pode ser feito no país mesmo com poucas verbas, que representam somente 1 % do PIB para Custeio e Investimentos, quando muitos só consideram possível avançar com 3 ou 5%.


Será necessário contar com forte planejamento a longo prazo, com objetivos e metas a seguir, sem mais desvios ou contingências financeiras, políticas e anti-profissionais. Será um projeto de Estado, nunca de governos passageiros.



O Brasil começará em 2011 a percorrer um caminho longamente empregado por todos os países desenvolvidos do mundo atual - Estados Unidos à frente - ou seja, reconhecer que a política de geração de tecnologia nas áreas de ponta - civil e militar juntas - realiza-se, prioritariamente, através de seus ORÇAMENTOS DE DEFESA, em formato mais independente.


Estes darão origem a encomendas para milhares de novas empresas locais, fortalecendo e alavancando o uso civil dessas novas tecnologias, criando novos sistemas econômicos e gerando exportações de dezenas de bilhões de dólares a mais que todos os investimentos iniciais nos esforços de Defesa.



Se demonstras força, todos
querem ser teus aliados.

Ao contrário, se mostras fraqueza,
ninguém te dará importância.

E, se tendo riquezas, não demonstras
força, atrairás sobre tua cabeça
todas as ambições do mundo.
(Ciro, Rei da Pérsia)





POTÊNCIAS DO SÉCULO XXI
                       
                 
Este site trata de FICÇÃO. Mas seu formato acompanha o caminho natural do país, que deverá ser uma das 3 maiores potências mundiais em até 2 décadas, de acordo com diferentes estudos e previsões, inclusive do próprio Pentágono (Defesa dos EUA), ao lado dos EUA e da
CHINA.


P
ara o DEFESA BR, o BRASIL ficará mesmo ao lado dos EUA e da CHINA, e isso ocorrerá antes de 2025.


Em abril de 2008, o bilionário americano do setor imobliário e barão da mídia Sam Zell afirmou que apostaria investir no Brasil se tivesse uma única opção. "Eu compraria Brasil. O país tem a chance de ser uma potência econômica maior que a China nos próximos 30 anos."


Ele disse que a população de 200 milhões, a força de trabalho qualificada, o poder do setor agrícola e a abundância de recursos naturais, fez do país em grande medida auto-suficiente.


Já em 1578, o historiador português Gabriel Soares de Sousa, deslumbrado pela grandeza e riqueza geográfica do Brasil, assim marcou sua impressão no livro "Tratado Descritivo do Brasil":


"Está capaz para edificar nele um
grande império, o qual, com pouca
despesa destes reinos, se fará tão
soberano que será um dos Estados
do mundo".



Veja os INDICADORES ECONÔMICOS do Brasil atual.


Um famoso estudo do Banco de Investimentos Goldman Sachs conhecido como
"Sonhando com os BRICs" e divulgado em outubro de 2003 previu que o Brasil estaria entre as 5 maiores potências mundiais em 2050, o que já é tido em 2010 como projeção conservadora.
 

Especula-se em todo o mundo atual que foi formada uma ALIANÇA ESTRATÉGICA entre estes BRICs desde 2002, a qual nunca foi anunciada abertamente, nem teriam sido formalizados documentos a respeito.


Coincidentemente, o estudo do
Goldman Sachs foi divulgado um ano depois, ocasião em que estes países também passaram a ser convidados para as reuniões do G-8 (com a Rússia), anualmente, o que passou a ser denominado de G-8 Ampliado.


Em 2006, um estudo elaborado pela consultoria PricewaterhouseCoopers, chamado "O Mundo em 2050", previu que a economia brasileira seria a 4ª maior do mundo em 2050, sendo superada apenas por China, EUA e Índia. Essa previsão, que foi calculada com base em taxas de paridade de poder de compra (PPP), mostra que a economia japonesa seria a 5ª maior em 2050.


O levantamento fortalece uma crescente aposta da comunidade financeira internacional de que o mapa econômico mundial será profundamente alterado nas próximas décadas, com os grandes países emergentes se tornando potências econômicas.


Com isso, os países BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) já vêm se consolidando como uma aposta de longo prazo entre os grandes investidores mundiais.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

Lula e o BRIC

Primeiro encontro dos 4 governantes do GRUPO BRIC para conversações em torno
da formalização do grupo, e
m 9 de julho de 2008, durante o G-8 realizado em
Sapporo, Hokaido, Japão. Da esquerda para a direita, o Premiê da Índia,
Manmohan Singh; o Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev; o Presidente
da China, Hu Jintao; e o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
(Foto Ricardo Stuckert/PR -
1000RS013)



O estudo prevê que a economia chinesa deverá se desacelerar no longo prazo por causa de um substancial declínio na sua população ativa no período.


As tendências demográficas de longo prazo sugerem que países como o México, Indonésia, Brasil e Turquia terão em 2050 populações jovens e em crescimento se comparadas às declinantes dos países da Europa Ocidental.



n


Em 2008, o PIB do Brasil pelo método de Paridade de Poder de Compra ficou em US$ 1,977 trilhão, permanecendo na posição de 9ª maior economia mundial, segundo o Banco Mundial.



AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2008
PELO BANCO MUNDIAL
PIB (GDP) / PPP
US$ TRILHÕES


LUGAR
PAÍS 2008

Estados Unidos
14,204

China
7,903

Japão
4,355

Índia
3,388

Alemanha 2,925

Rússia
2,288

Reino Unido
2,176

França
2,112

Brasil
1,977
10º
Itália
1,727

Tabela baseada em dados do Banco Mundial de 2008.
PIB mundial em US$ 69,698 trilhões.

Wikipedia  Lista de Países por PIB - Paridade de Poder de Compra
Wikipedia - List of countries by GDP - PPP



Segundo o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Secretário-Geral do Ministério das Relações Exteriores (MRE), comparando os dez maiores países do mundo em área territorial, PIB e riqueza naturais, só três conseguem posição de liderança nesses três quesitos: China, Estados Unidos e Brasil.


O próprio Presidente Richard Nixon comentou nos anos 60 :


                              "O FUTURO ESTÁ NO BRASIL"


Certamente, esse futuro de grandeza para o Brasil terá em seu caminho os EUA, a (CHINA) (2), sua AGROENERGIA e os CRÉDITOS DE CARBONO do mundo industrializado e cada dia mais poluidor, produzindo um aquecimento global mais e mais devastador.


A produção brasileira do Agronegócio estará dedicada a ALIMENTAR OS POVOS E MOVER VEÍCULOS COM ENERGIA LIMPA na China, nos EUA, na União Européia, no Japão e nos países Baleias a preços extremamente elevados, em poucos anos. Este é um processo que já se iniciou antes da crise mundial de 2008/2009 e até disparou desde então.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante da Cerimônia)


Em 24 de maio de 2004, os Presidentes da China, Hu Jintao, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva,
passam em revista as tropas formadas (PLA / PLA-N) diante do Grande Palácio do Povo,
em Pequim, onde firmaram uma Aliança Estratégica entre os dois Países.

(Foto Antônio Milena - ABr)



O Brasil estará entre as maiores nações do futuro próximo e precisará estar preparado e positivamente dimensionado para exercer suas responsabilidades em diversas partes do mundo.


Portanto, deve-se ter uma visão de como será o mundo no ano 2025, um tanto distante do presente ano de 2009 e com razoável otimismo na capacidade nacional e nas mudanças vindouras, tanto internas quanto internacionais.
     

O mundo em permanente estado de transformação saíra há pouco tempo de uma
situação de Guerra Fria entre dois grandes blocos representados pelos Estados Unidos e a Europa Ocidental de um lado, e pela então União Soviética (englobando a Rússia e os países da Europa Oriental) de outro, além da ameaça nuclear representada pela China comunista.


Tamanha é a transformação que a Guerra Fria entre os EUA e a Rússia voltou com força em 2008, em todos os continentes, inclusive na América Latina, refletindo-se do Paraguai a Honduras e, certamente, passando por Venezuela e Colômbia.


Nos próximos anos, crises ambientais (e.g.: Tsunamis), econômicas, financeiras e políticas continuarão a acontecer, intensamente, e todos países, grupos, alianças e continentes procurarão seus caminhos, e novas lideranças surgirão, normalmente, como antes, como sempre, preenchendo espaços deixados por outros, muitos deles em ocaso, como em diversos casos na história da humanidade.


A partir de sua dimensão gigantesca e dos próprios acontecimentos desse início de Século XXI, o Brasil começa a ter maior presença internacional em diversos aspectos, inclusive mostrando liderança em negociações, e seus interesses econômicos, sociais e políticos passam a tornar-se crescentes e verdadeiramente mundiais, fatos que já passaram a ocorrer não é de hoje. 



Guerra Européia



Outrora grandes potências do Século XX continuarão a decair cada vez mais fortemente, como Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Itália e Rússia. São países exauridos, com populações em franco decréscimo, em pleno "inverno demográfico", com raros recursos naturais, os quais serão mais escassos, mais valorizados e muito, muito disputados.


Esses países não serão mais competitivos em muitos campos,
estarão cada vez mais endividados, e perderão importância, o que já vem acontecendo aos poucos, inexoravelmente. No primeiro trimestre de 2009, os PIBs de Japão e Alemanha já haviam caído 15% em termos anuais.


A este quadro sombrio deve-se incluir os
EUA (além de China e a Índia), pela excessiva e "literalmente" explosiva alavancagem financeira de toda a sua economia e pelo esgotamento de seus recursos naturais. A grande crise financeira americana e mundial iniciada em 2008 comprova isso.


Ressalte-se que a temida Globalização e as tentativas de uma Nova Ordem Mundial tendem a conduzir e representar mais e mais um mundo de polaridades difusas imerso em novas Guerras Frias e em violentas crises, como as do Iraque, Irã, Paquistão, Afeganistão e a nuclearizada Coréia do Norte, tornando o ambiente mundial instável, temeroso e perigoso em todos os continentes, até mesmo para a sobrevivência do próprio Planeta.


A
Venezuela
começou a investir em 2006 estimados US$ 60 bilhões no incrível fortalecimento de suas Forças Armadas, com um projeto de longo prazo. Seu presidente, Hugo Chávez, crê que, por volta de 2020, será o líder da mais poderosa potência militar da América do Sul.


Sem dúvida, o
Brasil é um dos alvos primários desse esforço por causa da riqueza de sua Região Amazônica, ou AMAZÔNIA VERDE, embora o motivo possa parecer revolucionário ou bolivariano, ou até mesmo de uma propalada disputa com os EUA.


Mas muito pior que isso serão as disputas por sobrevivência causadas pelo aquecimento global e recursos escassos (água, combustíveis limpos, petróleo, alimentos, minérios, etc.), muitos deles vitais, provavelmente, até muito antes de 2025.


E todos esses recursos são encontrados no Brasil com muita fartura, como em nenhum outro lugar do mundo. Que o gigantesco Pré-Sal da
AMAZÔNIA AZUL o diga.


Mencione-se que, em 2008, já eram reportados casos de roubo de água do Rio Tapajós por navios estrangeiros.




RIQUEZAS SEM FIM


O Brasil dispõe de imensas fontes de recursos naturais de toda ordem, único povo e idioma, população em franco crescimento, mercado consumidor fantástico e sempre crescente, excelentes possibilidades de investimentos em agricultura, indústria e serviços, e de considerável proteção a catástrofes naturais.



VÍDEO - INTERNACIONALIZAÇÃO
DO MUNDO (1
0:00 MIN)



O senador Cristovam Buarque nos conta pessoalmente
o episódio da pergunta do estudante americano
sobre a internacionalização da Amazônia.



Ainda é um país jovem, amadurecendo e procurando agora resolver seus sérios problemas, basicamente políticos e de inclusão social, o que vem formando dezenas de milhões de novos consumidores e, consequentemente, uma nova e forte economia em grande escala.


Trata-se de uma questão de tempo, ética, vontade e interesse maduro e sincero de uma nação que ainda se forma e aprende a se apresentar ao mundo.



Cataratas do Iguaçu - Brasil

As Cataratas do Iguaçu., maiores do mundo



O Brasil tem fartura de ÁGUA DOCE em boa parte de seu território, sendo o mais rico do mundo. Somente a água doce encontrada na superfície representa 6,2 trilhões de m3, ou 17 % de todo o planeta. Mais isso ainda não é o total disponível.


Conta ainda com 71 % da maior reserva
subterrânea de água doce do mundo, o AQÜÍFERO GUARANI, com 50 bilhões de m3 úteis (com recarga das chuvas), que poderia abastecer, indefinidamente, ou por 2.500 anos, 360 milhões de pessoas.


Sua área de 1,2 milhão de km2, é equivalente à Inglaterra, França e Espanha juntas, e está situada no espaço transfronteiriço do
MERCOSUL, presente em 8 Estados do Brasil.



Aquífero Guarani


O gigantesco Aqüífero Guarani
no contexto da América do Sul.




Além disso, somente um dos reservatórios subterrâneos existentes no NORDESTE, região ameaçada de desertificação, possui um volume de 18 bilhões de m3 úteis, volume suficiente para abastecer toda a atual população brasileira por um período de, no mínimo, 60 anos.



Bacia Amazônica

Bacia Hidrográfica do Amazonas, a maior do mundo.



Todo o NORTE dispõe, mais que tudo, de inesgotável biodiversidade, de inimagináveis riquezas biológicas e minerais, como o petróleo, ainda a serem corretamente exploradas, mas já superficialmente calculadas em mais de US$ 5 trilhões.




O Sistema de Vigilância da Amazônia - SIVAM,
parte do Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM,
 já é uma realidade desde julho de 2002
.



O Brasil possui a maior parte da AMAZÔNIA (5,2 milhões de km2), o que significa 1/3 das florestas do mundo, ar e água doce abundantes. Sua reserva hídrica é a maior de todo o planeta, o que já lhe confere valor incalculável.


Somente o Rio Amazonas despeja todo dia mais de 10 % de toda a escassa água doce do planeta no Oceano Atlântico.
Recentemente, o Inpe provou que o Amazonas é o maior rio do mundo, com 6.992,06 km, contra 6.852,15 do Nilo (140 km a mais).



VÍDEO - A AMAZÔNIA NOS PERTENCE (06:58 MIN)


Excelente vídeo do Centro de
Comunicação Social do Exército.



Uma futura LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE (LNN), com ÁGUA, REFLORESTAMENTO, CIVILIZAÇÃO e um gigantesco POTENCIAL SINÉRGICO, inigualável no planeta, fará com que produzam em menos de uma década mais do que TRÊS CALIFÓRNIAS, a região mais rica dos Estados Unidos e 5ª economia mundial (e também irrigada). Com isso, será garantida a soberania e o futuro promissor do Brasil, definitivamente.


Esta será a SOLUÇÃO para o sucesso do
Brasil frente ao mundo em  fome, pela
necessidade de energia renovável e pela redução
do aquecimento global no resto do Século XXI.




Transformando a Amazônia,
o Brasil se transformará.

(Mangabeira Unger)




Lula, Bush e os Biocombustíveis

Presidentes Lula e Bush após discurso sobre produção de biodiesel e etanol,
no Terminal da Transpetro de Guarulhos, São Paulo, 9 de março de 2007.
(Foto Ricardo Stuckert - PR - ABr 09032007G00002)



Somente a redução do carbono terrestre proporcionada por sua captura pelas novas florestas, que serão manejadas dentro de suas características naturais, já terá valor inestimável para a humanidade. Portanto, aqui e em seus fantásticos biocombustíveis poderão ser investidos os futuros CRÉDITOS DE CARBONO do mundo poluidor, brevemente muito superiores a US$ 60 bilhões anuais.


O Brasil deverá capacitar-se para atrair para si esses Créditos de Carbono em valores explosivamente crescentes, tanto na geração de Energia Limpa como na preservação ambiental e até mesmo no REFLORESTAMENTO e na ampliação de suas florestas (como na LNN), que absorvem o CO2 e ajudam a reduzir a temperatura global. Assim, atuará na prevenção e na limpeza. De outro modo, a região Nordeste será um enorme deserto bem antes de 2025.



VÍDEO - AQUECIMENTO GLOBAL -
EFEITO ESTUFA (06:40 MIN)







Defesa da Amazônia

FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia.




Todo o TERRITÓRIO BRASILEIRO de 8.511.965 km2 corresponde, simplesmente, à maior área habitável - com hoje apenas 22,3 habitantes por km2 - e ainda disposta a ser produtiva em todo o mundo. Isso será de valor incalculável e sua conquista será muitíssimo desejada por muitos em breve.



AS MAIORES
DENSIDADES POPULACIONAIS
DAS 10 MAIORES POPULAÇÕES
JULHO 2007


LUGAR
PAÍS
DENSI
DADE
POPULAÇÃO LU
GAR
ÁREA
KM
LU
GAR

Bangladesh
1.044,8
150.448.339

144.000 93º

Índia
343,7
1.129.866.154

3.287.590


Japão
337,3
127.433.494
10º
377.835 61º

Paquistão
204,9
164.741.924

803.940 35º

Nigéria
146,2
135.031.164

923.768 32º

China
137,7
1.321.851.888

9.596.960

Indonésia 122,3
234.693.997

1.919.440 16º

Estados Unidos 31,3
301.139.947

9.631.418

Brasil
22,3
190.010.647

8.511.965
10º
Rússia
8,3
141.377.752

17.075.200

A densidade da Índia ultrapassou a do Japão em 2007.
Cálculo Baseado em Dados da
CIA - The World Fact Book 2008.




BIOCOMBUSTÍVEIS E PRÉ-SAL


Sua Agricultura colhe hoje algo como 140 milhões de toneladas de grãos ao ano. Para tal,
explora pouco mais de 50 milhões de hectares. Porém, recente relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) revela que o País ainda pode agregar outros 170 mh, igual a toda a área plantada dos EUA hoje, sem contar com a Amazônia e mesmo um futuro Nordeste irrigado por grandes canais.


No todo, o potencial é de mais que o dobro, chegando a 370 mh. Apenas o Mato Grosso possui 90 mh úteis e explora apenas 5 milhões. A Amazônia tem hoje 70 mh de área desflorestada e em degradação e mais áreas hoje plantadas com soja, mas todas ideais para o BIODIESEL. Junto com seu reflorestamento, poderiam ser utilizados 35 mh.


O mesmo ocorre com 135 mh em todo o vasto Nordeste, incluindo o semi-árido.
A Agricultura poderá ainda ocupar, por baixo, outros 90 milhões dos 220 mh hoje usados por pastagens para a pecuária.



NOVAS ÁREAS PARA
O AGRONEGÓCIO


REGIÃO
MH
MATO GROSSO
 85
AMAZÔNIA
35
NORDESTE
135
OUTROS
25
PASTAGENS
90
SUB-TOTAL
370
ATUAL
50
TOTAL
420



Com o uso de 200 mh dessas áreas novas, a área total utilizada poderá quintuplicar, chegando talvez a 250 mh, ou 47 % a mais que os EUA (já no seu limite, além de amplamente subsidiado e protegido), e podendo atingir uma produção anual de grãos de hoje inimagináveis 600 MILHÕES DE TONELADAS.


Por outro lado, pode-se contar com pequena parte da Amazônia (parte mínima dos 5,2 milhões de km2) e com o Semi-Árido do Nordeste irrigado pelo desvio de águas do Norte, como dos Rios Parnaíba e Tocantins, devido ao advento do LNN, e com o manancial hídrico de seu subsolo (aqüíferos), totalizando uma área de 170 mh somente para o cultivo de incríveis 13,8 BILHÕES DE TONELADAS de cana-de-açúcar e de plantas oleaginosas, com os quais se produzirá BIOCOMBUSTÍVEIS.


Em 2022, serão 3,42 bilhões de barris de biocombustíveis anuais, ou uma gigantesca
produção de algo como 9,4 milhões de barris diários equivalentes ao petróleo para exportação, só que já prontos para o consumo e muito mais valorizados pela difícil guerra da humanidade contra o aquecimento global.


Estima-se que, em 2025, a demanda mundial por gasolina de veículos leves atinja 2 trilhões de litros, contra 1,2 trilhão, atualmente. O Brasil pode se dispor a alcançar um patamar de 300 mh de novas áreas disponíveis para plantações de cana-de-açúcar. Assim, poderá produzir hoje impensáveis 2 TRILHÕES DE LITROS DE ETANOL, com uma média de 6,67 mil litros por hectare.


Esse volume atenderia às necessidades do mundo. Seriam 12,6 bilhões de barris anuais que, a apenas US$ 200,00, valeriam espantosos US$ 2,52 trilhões.




NOVAS ÁREAS PARA O ETANOL

MILHÕES DE HECTARES


REGIÃO
MH
MATO GROSSO
 85
AMAZÔNIA
5
NORDESTE
100
OUTROS
20
PASTAGENS
90
TOTAL
300



Tirando o protecionista mercado dos EUA, que poderão representar 41 % desse total, restará ainda 1,180 trilhão de litros (7,4 bilhões de barris anuais). Para atender a 100 % dessa demanda mundial sem os EUA, o Brasil terá de manter uma área plantada de 177 milhões de hectares, com essa mesma média de 6,67 mil litros por hectare.



NOVAS ÁREAS PARA O ETANOL
EM 177
MILHÕES DE HECTARES


REGIÃO
MH
MATO GROSSO
 37
AMAZÔNIA
-
NORDESTE
70
OUTROS
10
PASTAGENS
60
TOTAL
177



Em 2007, o governo brasileiro passou a desenvolver um plano de expansão da produção de etanol  para exportação a nível global. O plano teve início com uma pesquisa da Unicamp, que verificou a viabilidade de o etanol brasileiro substituir 10 % da gasolina no mercado mundial, em 20 anos. Tal levantamento indicou que, para o Brasil chegar a essa posição, será necessário investir R$ 20 bilhões anuais em produção e logística.


Tudo isso poderá e deverá alimentar e mover o mundo com ENERGIA LIMPA e renovável neste difícil Século XXI. Uma imensa oportunidade que se apresenta como a SOLUÇÃO para o sucesso do Brasil e para evitar-se o aumento da temperatura global e a fome total em um mundo que logo entrará em crise.


E ainda sequer está sendo considerado o etanol celulósico, que é obtido a partir da celulose
de resíduos da agricultura. Ele promete render 3
vezes mais etanol que o obtido com a cana-de-açúcar
e deverá revolucionar o campo e a energia do futuro.



A produção brasileira do AGRONEGÓCIO estará dedicada a ALIMENTAR A POPULAÇÃO E MOVER VEÍCULOS no planeta inteiro a preços mais que elevados, e em poucos anos.



O próprio Worldwatch Institute (WWI-UMA) já argumenta hoje que a futura competição (ou guerra) mundial pela água provavelmente ocorrerá nos mercados mundiais de grãos, pois seus exportadores são, efetivamente, exportadores de água (utiliza-se 1.000 toneladas de água para produzir 1 tonelada de grãos) em crescente déficit em um mundo a caminho da desertificação.


Como já começou a ocorrer com o petróleo e minérios, haverá uma explosão mundial nos preços dos alimentos e antes de 2025 a CHINA deverá estar importando acima de 2 BILHÕES DE TONELADAS de alimentos ao ano, igual a todo o montante consumido pelo MUNDO hoje.



"Um 11 de Setembro Ambiental será
um evento catástrófico próximo que
virá na forma de uma alta maciça
no preço dos alimentos, causada
pela queda na produção de grãos
da China, resultado do aquecimento
global e da escassez de água."

Lester Brown - WWI



O OCEANO ATLÂNTICO é outra fantástica fonte de riquezas do Brasil. Sua costa de 7.491 km e sua gigantesca Área Marítima Jurisdicional de 4.451.766 km2, a AMAZÔNIA AZUL, também de valores incalculáveis, serão fundamentais para o futuro do país. Por sua causa, o Brasil já é auto-suficiente em petróleo e será um grande exportador em poucos anos, mas com muito beneficiamento e valor agregado.



P-50

Inauguração da plataforma marítima
P-50 em 21 de abril de 2006.
(Foto Ricardo Stuckert - PR -150.486)




Novas tecnologias permitirão mais e vultosas explorações minerais de toda ordem, junto com as biológicas. E as rotas comerciais no Atlântico Sul serão cada vez mais importantes para o Brasil e o mundo.


Desde novembro de 2007, vêm sendo anunciadas as descobertas de novos campos no Pré-Sal, como Tupi, Iara, Júpter e tantos outros. Só esses 3 poderão ter até 16 bilhões de barris de petróleo e gás - o bastante para mais que dobrar as reservas brasileiras, então calculadas em 14 bilhões.


Nas estimativas da Petrobras, existe uma gigantesca província petrolífera em toda a camada de Pré-Sal, com 800 km de extensão e 200 km de largura, e que iria do Espírito Santo a Santa Catarina. Ela poderá fazer o Brasil superar a marca de 100 bilhões de barris em reservas, um crescimento de 7 vezes e abrindo um novo paradigma.


Com as melhores perspectivas possíveis de futuro, o Brasil estaria produzindo em 2022 algo como 12 milhões de barris diários de petróleo e exportando essa quantidade em 2025.



PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO DE PETRÓLEO
EM MILHÕES DE BARRIS / DIA
COTAÇÃO MÉDIA ENTRE US$ 50 E US$ 250


ANO
PROD.
DIÁRIA
EXP.
DIÁRIA
EXP.
ANUAL
US$ BI/ANO A US$ 50
US$ BI/ANO A US$ 100
US$ BI/ANO A US$ 150 US$ BI/ANO A US$ 200
US$ BI/ANO A US$ 250
2010
2,4
0,5 182,5
9,13 18,25
- -
-
2015
4,5
2,5
912,5
-
91,25
136,88 -
-
2020
10,0
8,5
3.102,5
-
-
465,38
620,50 -
2022
12,0
11,0
4.015,0
-
-
-
803,00
1.003,75
2025
13,0
12,0
4.380,0
-
-
-
-
1.095,00

Projeção de ECONOMIA BR com 12 mb diários exportados em 2025, considerando-se baixa
demanda interna devido ao uso intensivo de combustíveis limpos. Não está sendo
considerado aqui o aproveitamento do petróleo do
Pré-Sal em forma de
derivados, que multiplicará os valores acima por até 40 vezes.
Atualizado em junho de 2009 com cotações do
petróleo a US$ 70 por barril de 159 litros.




Passará a ser grande Player mundial a partir de 2015. Chegará a mais de US$ 1 trilhão de vendas líquidas mundiais anuais, em 2025, a preços (moeda de hoje) sempre explosivamente crescentes, por haver demanda em alta e produção mundial em baixa (ver Energia). Com beneficiamento adequado, a multiplicação agregada de 40 vezes levaria essa cifra a US$ 40 trilhões.



Campo de Namorado

Plataformas no Campo Gigante de Namorado
da Bacia de Campo, litoral do Rio de Janeiro.




No conservador plano de negócios da Petrobras em 2006, a estimativa antes do Pré-Sal era de que a produção total da companhia no Brasil e no exterior chegasse antes de 2015 na casa dos 4,5 milhões de barris diários de petróleo. Porém, há outras companhias produzindo petróleo no Brasil, e com números crescentes. A mega-província do Pré-Sal mudou tudo.



P-43

A Plataforma Marítima P-43 da PETROBRAS produz 150.000
barris de óleo por dia, sendo uma das maiores do mundo.
(Foto Petrobras).




Entretanto, grande parte das riquezas brasileiras, como a produção de petróleo e o comércio externo, está nessa situação no Atlântico :

O Brasil é como um banco cujo cofre forte
está do lado de fora do prédio, e sem ter
sequer noção da situação de risco !





AMEAÇAS E PLANEJAMENTO


O Brasil tem 85 % de sua produção de gás e petróleo baseada no Oceano Atlântico, através dessas grandes plataformas. S
ão transportadas por via marítima 80 % das exportações brasileiras, que remontam a US$ 200 bilhões em 2008. Isso significa expressivos 550 milhões de toneladas de mercadorias.


Das importações, já em US$ 180 bilhões ao ano, 75 % também são transportadas por navios. O comércio total pelo Atlântico Sul representa hoje
1 bilhão de toneladas em mercadorias preciosas, volume em grande crescimento.


Se algum país hostil pretender bloquear o Brasil hoje, terá enorme facilidade, através da interrupção desse fluxo. E isso perdurará porque leva-se mais de 4 anos para se construir navios de guerra e o Brasil planeja levar 12 anos para construir um SNA.
Além do mais, não será possível fazer tudo ao mesmo tempo. Todo esse entrave pode parecer bastante óbvio, mas as chamadas elites locais não enxergam à frente do nariz.


Isso tudo deve ser inserido em um impressionante quadro mundial de crescente escassez em contraposição ao explosivo excesso populacional e brutal acúmulo de riqueza do visivelmente decadente Hemisfério Norte (EUA, UE e Japão).



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante de Carajás)


Vista completa da Mina de Carajás, no Estado do Pará,
considerada a maior mina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa CVRD - 81)




A água e as áreas para agricultura não vêm se renovando, como antes ocorria. E o petróleo vem acabando no planeta a passos largos. A água mesmo já encontra-se no cerne de um número cada vez maior de tensões internacionais.


A ONU calcula que mais de 300 rios são hoje objeto de conflitos fronteiriços e que a desertificação avança fortemente, pois
4 dos 12 bilhões de hectares de um mundo em franco aquecimento já estão ameaçados agora.


E esse será o modelo dos grandes problemas mundiais no Século XXI, com uma mudança radical no paradigma da GUERRA, porque os espaços de terra útil, a água, os alimentos, os combustíveis redutores de carbono e novas florestas tendem a vir a ser recursos ainda mais escassos que o escasso e poluente petróleo, verdadeira causa de todas as guerras no Oriente Médio.


O mais estratégico dos recursos para
a sobrevivência na guerra do Século XXI
é
a tecnologia inovadora, que precisa ser
dominada a todo custo,
evitando-se
dependências de terceiros.


No futuro próximo, o Brasil terá papel fundamental no fornecimento das principais necessidades da humanidade. Poderá levar ao mundo água, alimentos, caros derivados de petróleo do Pré-Sal, energia renovável com combustíveis limpos, redução de carbono e até mesmo novas florestas, tudo a custos explosivamente crescentes, pela lei universal da oferta e da demanda.


O Brasil será a melhor aposta de todas
para a humanidade que procura sobreviver
à sua própria armadilha ambiental.


Nesse ambiente, antes de 2025, ambiciosos e desesperados unidos podem e vão provocar muitas guerras por tais recursos, desde as comerciais e econômicas - as modernas Guerras Frias - até as de uso da força a todo custo, validadas pela ânsia de conquista e, muito além disso, em nome da sobrevivência de povos inteiros, já hoje ameaçados.



Cataratas do Iguaçu

Outro ângulo das Cataratas do Iguaçu.
(Foto de Rose Brasil - Agência Brasil)




Isso tudo é verdadeiro e nosso patrimônio tem que ser PROTEGIDO porque a cobiça foi, é e sempre será inerente à humanidade. Muitos países e grupos, prevendo sua inviabilidade com a crescente falta de recursos naturais mundiais, estão e estarão francamente interessados em conquistar nossas riquezas com base em nossas presentes e tão conhecidas fraquezas.



"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dívidas externos, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas". Margareth Thatcher (Primeira-Ministra do Reino Unido, 1983)

"Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós. Oferecemos o perdão da dívida externa em troca da floresta". Al Gore (Vice-Presidente dos EUA, 1989)

"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia". François Mitterrand (Presidente  da França, 1989)

"O Brasil deve delegar parte dos seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes". Gorbachev (Último Presidente da URSS, 1992)

"Caso o Brasil resolva fazer uso da Amazônia, pondo em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos que estar prontos para interromper este processo imediatamente". General Patrick Hugles (Diretor da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA, 1998)

"A floresta amazônica e as demais florestas tropicais do planeta deveriam ser consideradas “bens públicos mundiais” e submetidas a uma gestão coletiva pela comunidade internacional". Pascal Lamy (Comissário de Comércio da União Européia, 2005).

“Obviamente, existem problemas de soberania, mas o desmatamento é um assunto enorme... e qualquer plano, mesmo que seja radical, é digno de ser avaliado”.
David Miliband (Ministro do Meio Ambiente do Reino Unido, 2006)



VÍDEO -  ALEXANDRE GARCIA FALA
SOBRE CONSTRUÇÃO DE
SUBMARINO NUCLEAR (01:59 MIN)




Alexandre Garcia, no Bom Dia Brasil de 29 de setembro de

2008, falando sobre Ciro, Rei da Pérsia, e o SNA brasileiro.
(Vídeo Globo Vídeo)



No discurso de posse que não houve, o presidente Tancredo Neves resumia o seu pensamento sobre Defesa e nossas Forças Armadas :


“Sua responsabilidade será cada vez maior,
com o esperado crescimento da cobiça
internacional sobre os nossos recursos naturais,
e considerando-se a extensão das nossas lindes.
Ao heroísmo, e à abnegação de nossos soldados, devemos acrescentar os indispensáveis meios de combate. O adestramento militar possibilita a
eficiência da bravura, e os equipamentos
modernos de luta são necessários ao bom
desempenho dos exércitos. Temos de preparar
as nossas Forças Armadas para qualquer
hipótese de agressão externa”.



Embora as Forças Armadas possam vir a ter uma Estratégia de Resistência contra poderes hoje muito superiores, com operações não convencionais e de longa duração, nenhuma opção pode ser mais efetiva e menos custosa até mesmo em vidas que a da dissuasão com real e eficaz poder militar, iniciada por um competente Plano Estratégico de Defesa.


Somente sendo francamente respeitado pelos mais fortes, o Brasil será capaz de defender e preservar suas 2 AMAZÔNIAS (a continental e a marítima, azul), plenamente ricas de futuro.



Brasil e Fronteiras

Área de fronteiras da Amazônia Brasileira com 7 Países.
(Arte 
Correio Braziliense)



Mas, acima e antes de tudo, é necessário PLANEJAMENTO. Mário Henrique Simonsen escreveu um artigo (na "Exame", em 1997) chamado "20 Anos Depois", mostrando com dados estatísticos do Banco Mundial e do FMI que, em apenas 20 anos de gestão política e econômica continuada (de 1964 a 1984), o Brasil dera um seu grande salto - passando do 48º lugar no PIB mundial para a 8ª posição.


ESTE FOI O MILAGRE BRASILEIRO


Esta é a simulação do DEFESA BR para um novo futuro e aqui começa nossa FICÇÃO para até 2025 :

 


DBR
 


Ainda se vocês não quiserem lutar pelo que
é certo quando puderem vencer facilmente sem
derramamento de sangue, e ainda se não
quiserem
lutar quando sua vitória for certa e não
tão
custosa, podem ver chegar o dia em que terão
que lutar com todas as chances contra vocês e
somente uma precária possibilidade
de sobreviverem.

Pode haver uma situação ainda pior. Vocês podem
vir a ter que lutar quando não houver qualquer
chance
de vitória, porque será melhor perecerem
do que viverem como escravos.
Winston Churchill


Tradução livre de :

Still, if you will not fight for the right when you can easily win without bloodshed, and still yet if you will not fight when your victory will be sure and not so costly, you may come to the moment when you will have to fight with all the odds against you, and only a precarious chance for survival.

There may be a worse case. You may have to fight when there is no chance of victory, because it is better to perish than to live as slaves."




Brasil - Bandeira & Mapa


O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.



Sugerimos iniciar por :   Ministério da Defesa




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