Este site SIMULA um Planejamento de Longo
Prazo de DEFESA e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL no Brasil no período de 15 anos entre
2008 e 2022
com Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico
com
Inovação (PD&I), Integração Orgânica das
3
Forças e forte Construção +
Exportação
de Meios de Combate pelo
Brasil, contando com Orçamento de Defesa Real de
1 % do PIB, com Alianças Estratégicas de Defesa
Conjunta, e visando a uma larga multiplicação
de efeitos
sobre a economia e manutenção
da soberania sobre seu imenso território,
sobre as riquezas da Amazônia
e da Área Marítima
Jurisdicional.
O site DEFESA BR aposta na revolução nacional em Pesquisa Científica e Desenvolvimento
Tecnológico com Inovação
- PD&I, pois o recurso estratégico para o desenvolvimento econômico e social e
para a sobrevivência nas
Guerras Frias modernas é o domínio da tecnologia com
INOVAÇÃO.
Em todas as áreas, uma
oportunidade (e ameaça)
apresenta-se ao BRASIL, neste início de Século XXI, de dar um salto
tecnológico e avançar direta e imediatamente para a
nova fronteira do conhecimento : o
advento da NANOTECNOLOGIA.
VÍDEO
- VANGUARDA TV
-
NANOTECNOLOGIA (01:55 MIN)
Com ela, o país
deverá combinar a absorção de tecnologias maduras com o nascimento de
tecnologias revolucionárias,
com inovações em todos os campos de seu futuro Planejamento de Defesa e de
nação influente e respeitada.
A partir da forte e criativa
perseguição dessas modernas tecnologias, com NOVAS
ORIGENS DE RECURSOS,
além de novos paradigmas e enormes inovações, o DEFESA BR propõe, em SIMULAÇÃO,
PD&I e forte Construção
+ Exportação de Meios de Combate pelo Brasil, vindo a atingir um nível de excelência
em desenvolvimento e qualidade
de performance entre 2011 e 2025 (em quinze anos), tendo multiplicado e alavancado seus efeitos por toda sua ECONOMIA.
(Clique na imagem abaixo para ampliação)
Mapa-Mundi.
(Clique
na imagem abaixo para ampliação)
Mapa do Brasil na América do Sul.
A necessidade de Defesa do Brasil
no Século XXI prende-se
às suas crescentes avaliações e
explorações de
riquezas em seu território, que
são cada dia mais
valorizadas, em especial, na AMAZÔNIA
VERDE (1) (2) (3) e em toda sua ÁREA
MARÍTIMA JURISDICIONAL, a chamada AMAZÔNIA AZUL.
Portanto, são DUAS
AMAZÔNIAS a serem defendidas prioritária e
simultaneamente.
O Brasil tem
7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão,
existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é
a soma da Zona
Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma
área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando
destacada em
azul claro e escuro no mapa acima. Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são
indicados.
(Arte da MB)
VÍDEO - MB -
AMAZÔNIA AZUL (00:32
MIN)
Além disso, o país
vem passando a ter cada vez mais PROJEÇÃO
e
INTERESSES MUNDIAIS, podendo ter participação em difíceis operações
aliadas (e.g.: como membro
permanente de um ampliado e reformulado Conselho de Segurança da ONU) em teatros
distantes e bastante hostis.
Isso ocorrerá cada dia mais, em um mundo mais e mais
instável e
imprevisível. Para tal, suas Forças
Armadas deverão estar sempre preparadas, com organicidade nos modos mais diversos.
O DEFESA BR é civil e descompromissado com quaisquer interesses políticos, visa
dar sua
contribuição e é, basicamente, FICTÍCIO.
Deve ser lido como um
exercício de simulação e planejamento de longo prazo, com
capacitação tecnológica
para o desenvolvimento do país.
Assim deve ser lido, mesmo com o advento da Estratégia Nacional
de Defesa, anunciada em dezembro de 2008.
Objetiva ainda despertar a consciência nacional para
o premente desenvolvimento de
uma cultura de DEFESA de sua soberania e do inescapável e
forte vindouro DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO e
SOCIAL (ver A
ECONOMIA BRASILEIRA NO FUTURO
no site ECONOMIA
BR).
O DEFESA BR tenciona proporcionar uma idéia das enormes vantagens de extensa pesquisa científica, do desenvolvimento tecnológico com
inovação criativa, de forte competitividade comercial internacional,
do crescimento da
indústria, agronegócio e serviços, e da
geração de milhares de empregos qualificados.
Prevê o forte impulso em
comércio exterior de produtos e serviços civis e militares com altíssima AGREGAÇÃO DE TECNOLOGIA E
VALOR. Tudo isso
poderá
ser alcançado pelo
país com objetivos definidos, muito esforço, organização, profissionalismo
e dura persistência político-social
sincera.
“A primeira
condição da paz é a respeitabilidade, e a
da respeitabilidade a força. A fragilidade dos meios
de resistência de um povo acorda nos vizinhos mais
benévolos veleidades inopinadas, converte, contra
ele, os desinteressados em ambiciosos, os fracos
em fortes, os mansos em agressivos”.
(Rui Barbosa - 1946)
Faz-se necessário um
urgente Planejamento Estratégico
de Defesa com Desenvolvimento e Construção
de Inovadores Meios de Combate no próprio país, com elevados esforços e investimentos em PD&I, para
reduzir-se a abissal distância do Brasil frente às
Forças de outras nações modernas que só
operam hoje seus meios com enlaces em vastas redes.
Embraer EMB-145 SA R 99
A na Amazônia. (Foto da Embraer)
Some-se uma possível ALIANÇA
ESTRATÉGICA DE DEFESA CONJUNTA com os PAÍSES
BALEIAS para um audacioso
"TRAMPOLIM TECNOLÓGICO"
comum, evitando-se dependências estratégicas de tecnologias e
culturas
de terceiros, que possam vir a
resultar em inconvenientes e naturais embargos políticos de armamentos.
O Orçamento do Pentágono no ano fiscal de 2007/2008
já era de impressionantes US$ 624,6 bilhões, servindo como um dos alicerces do desenvolvimento científico, tecnológico e
industrial dos EUA.
Trata-se do maior programa
de política industrial do mundo, em que 15 %, ou mais de US$
75 bilhões ao ano, são gastos em PD&I com fins
militares. Grande parte das invenções tenderá a
ser de uso DUAL, em que enormes benefícios
das novas tecnologias também alcançarão o setor
privado e o cidadão comum (como
ocorreu com internet e celular).
Mostramos o pouco que o Brasil possui hoje em Defesa e o enorme
trabalho que poderá ser feito em apenas 15
anos, sendo sempre realisticamente embasado em NOVAS ORIGENS DE
RECURSOSindependentes
e levando a um ORÇAMENTO FEDERAL
FACTÍVEL, perseguindo-se novos
Paradigmas e Inovações, como a da NANOTECNOLOGIA.
Persegue-se possibilidades muito superiores às
atuais, e tem-se em vista que CADA REAL
investido nesse processo representaria a fantástica alavancagem para
DOZE REAIS a mais para toda
a economia, refletindo no
PIB e na geração de milhares de empregos, renda e
bem-estar do povo, o que mais importa no final de tudo.
Em resumo, o DEFESA
BR quer mostrar tudo o que pode ser feito no país mesmo
com poucas verbas, que representam somente 1
% do PIB para Custeio e Investimentos, quando muitos
só consideram possível avançar com 3 ou 5%.
Será necessário contar com forte planejamento a longo
prazo,
com objetivos e metas a seguir, sem mais desvios ou contingências
financeiras, políticas e anti-profissionais. Será um
projeto de Estado, nunca de governos passageiros.
O Brasil começará em
2011 a percorrer um caminho longamente empregado por todos os
países desenvolvidos do mundo atual - Estados Unidos à
frente - ou seja, reconhecer que a política de
geração de tecnologia nas áreas de ponta - civil e
militar juntas - realiza-se, prioritariamente, através de seus ORÇAMENTOS DE
DEFESA, em formato mais independente.
Estes
darão origem a encomendas para milhares de novas empresas
locais, fortalecendo e alavancando o uso civil
dessas novas tecnologias, criando novos sistemas econômicos e
gerando exportações de dezenas de bilhões de
dólares a mais que todos os investimentos iniciais nos
esforços de Defesa.
Se demonstras força, todos
querem ser teus aliados.
Ao contrário, se mostras fraqueza,
ninguém te dará importância.
E, se tendo riquezas, não demonstras
força, atrairás sobre tua cabeça
todas as ambições do mundo.
(Ciro, Rei da Pérsia)
POTÊNCIAS DO SÉCULO XXI
Este site trata de FICÇÃO.
Mas seu formato acompanha o caminho natural do país, que
deverá ser uma das 3 maiores potências mundiais em
até 2 décadas, de acordo com diferentes estudos e
previsões,
inclusive do próprio Pentágono (Defesa dos EUA), ao lado
dos EUA
e da CHINA.
Para o DEFESA BR, o BRASIL
ficará mesmo ao lado
dos EUA
e da CHINA, e isso ocorrerá antes de 2025.
Em abril de 2008, o
bilionário americano do setor imobliário e barão
da mídia
Sam Zell afirmou que apostaria investir no Brasil se tivesse uma
única opção. "Eu compraria Brasil. O país
tem a chance
de ser uma potência econômica maior que a China nos
próximos 30 anos."
Ele disse que a população de 200 milhões,
a força de trabalho qualificada, o poder do setor
agrícola e a abundância de recursos naturais, fez do
país em grande medida auto-suficiente.
Já em 1578, o historiador português Gabriel Soares de
Sousa, deslumbrado pela grandeza e riqueza geográfica do Brasil,
assim marcou sua impressão no livro "Tratado Descritivo do
Brasil":
"Está
capaz para edificar nele um
grande império, o qual, com pouca
despesa destes reinos, se fará tão
soberano que será um dos Estados
do mundo".
Um famoso estudo do Banco de Investimentos Goldman Sachs conhecido como
"Sonhando com os BRICs" e divulgado em outubro de 2003 previu que o
Brasil estaria entre as 5 maiores potências mundiais em 2050, o
que já é tido em 2010 como projeção
conservadora.
Especula-se em todo o mundo atual
que foi formada uma ALIANÇA
ESTRATÉGICA entre estes BRICs desde 2002, a qual nunca foi anunciada
abertamente, nem teriam sido formalizados documentos a respeito.
Coincidentemente, o estudo do Goldman Sachs foi divulgado um ano depois, ocasião
em que estes países também passaram a ser convidados para
as reuniões do G-8 (com a Rússia), anualmente,
o que passou a ser denominado de G-8 Ampliado.
Em 2006, um estudo elaborado pela
consultoria PricewaterhouseCoopers,
chamado "O Mundo em 2050", previu que a
economia brasileira seria a 4ª maior do mundo em 2050, sendo
superada apenas por China, EUA e Índia. Essa previsão,
que foi calculada com base em taxas de paridade
de poder de compra (PPP), mostra que a economia japonesa
seria a 5ª maior em 2050.
O levantamento fortalece uma crescente aposta da comunidade financeira
internacional de que o mapa econômico mundial será
profundamente alterado nas próximas décadas, com os
grandes países emergentes se tornando potências
econômicas.
Com isso, os países BRIC
(Brasil, Rússia, Índia e China) já vêm se
consolidando como uma aposta de longo prazo entre os grandes
investidores mundiais.
(Clique na foto abaixo para
ampliação)
Primeiro
encontro dos 4 governantes do GRUPO BRIC para
conversações em torno
da formalização do grupo, em 9 de julho de 2008,
durante o G-8 realizado em
Sapporo, Hokaido, Japão. Da esquerda para a direita, o
Premiê da Índia,
Manmohan Singh; o Presidente da Rússia, Dmitri Medvedev; o
Presidente
da China, Hu Jintao; e o Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula
da Silva.
(Foto Ricardo Stuckert/PR - 1000RS013)
O estudo prevê que a economia
chinesa deverá se
desacelerar no longo prazo por causa de um substancial declínio
na sua população ativa no período.
As
tendências demográficas de
longo prazo sugerem que países como o México,
Indonésia, Brasil e Turquia terão em 2050
populações jovens e em crescimento se comparadas
às declinantes dos países da Europa Ocidental.
Em 2008, o PIB do Brasil pelo método de Paridade de Poder de Compra ficou em US$1,977 trilhão, permanecendo na
posição de 9ª
maior economia mundial, segundo o Banco Mundial.
AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS - 2008
PELO BANCO MUNDIAL
PIB (GDP) / PPP
US$ TRILHÕES
LUGAR
PAÍS
2008
1º
Estados Unidos
14,204
2º
China
7,903
3º
Japão
4,355
4º
Índia
3,388
5º
Alemanha
2,925
6º
Rússia
2,288
7º
Reino
Unido
2,176
8º
França
2,112
9º
Brasil
1,977
10º
Itália
1,727
Tabela baseada em dados do Banco
Mundial de 2008. PIB mundial em US$
69,698 trilhões.
Segundo o Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, Secretário-Geral do
Ministério das Relações Exteriores (MRE), comparando os dez maiores países
do mundo
em área territorial, PIB e riqueza naturais, só
três conseguem
posição de liderança nesses três quesitos:
China, Estados Unidos e Brasil.
O
próprio Presidente Richard Nixon comentou nos anos 60 :
"O FUTURO
ESTÁ NO BRASIL"
Certamente, esse futuro de
grandeza para o Brasil terá em seu caminho os EUA, a (CHINA) (2), sua AGROENERGIA
e os CRÉDITOS
DE CARBONO do mundo
industrializado e cada dia mais poluidor, produzindo um aquecimento
global mais e mais devastador.
A produção brasileira
do Agronegócio estará dedicada a ALIMENTAR
OS POVOS E MOVER VEÍCULOS COM ENERGIA LIMPA na
China, nos EUA, na União
Européia, no Japão e nos países Baleias
a preços extremamente elevados, em poucos anos. Este é um
processo que já se iniciou antes da crise mundial de 2008/2009 e
até
disparou desde então.
(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante da
Cerimônia)
Em 24
de maio de 2004, os Presidentes da China, Hu Jintao, e do Brasil, Luiz
Inácio Lula da Silva,
passam em revista
as tropas formadas (PLA / PLA-N) diante do Grande Palácio do
Povo,
em Pequim, onde firmaram uma Aliança Estratégica entre os
dois Países. (Foto
Antônio Milena - ABr)
O Brasil estará entre as
maiores nações do futuro próximo e
precisará estar preparado e positivamente dimensionado para
exercer suas responsabilidades em diversas partes do mundo.
Portanto, deve-se ter uma visão de como será o mundo no
ano 2025, um tanto distante do
presente ano de 2009 e com razoável otimismo na capacidade
nacional e nas mudanças vindouras, tanto internas quanto
internacionais.
O mundo em permanente estado de transformação
saíra
há pouco tempo de uma
situação de Guerra Fria
entre dois grandes blocos representados pelos Estados
Unidos e a Europa Ocidental de um lado, e pela então
União Soviética (englobando a Rússia e os
países da Europa Oriental) de outro, além da
ameaça nuclear representada pela China comunista.
Tamanha
é a transformação que a Guerra Fria entre os EUA e
a Rússia voltou com
força em 2008, em todos os continentes, inclusive na
América Latina, refletindo-se do Paraguai a Honduras e,
certamente, passando por Venezuela e Colômbia.
Nos próximos anos, crises ambientais (e.g.: Tsunamis),
econômicas, financeiras e políticas continuarão a
acontecer,
intensamente, e todos países, grupos, alianças e
continentes procurarão seus caminhos, e
novas lideranças surgirão, normalmente, como
antes, como sempre, preenchendo espaços deixados por outros,
muitos deles em ocaso, como em diversos casos
na história da humanidade.
A partir de sua dimensão gigantesca e dos próprios
acontecimentos desse início de Século XXI, o Brasil
começa a ter maior presença internacional em
diversos aspectos, inclusive mostrando liderança em
negociações, e seus interesses econômicos, sociais
e políticos passam a tornar-se crescentes e
verdadeiramente mundiais, fatos que já passaram a ocorrer
não é de
hoje.
Outrora grandes potências do
Século XX continuarão a decair cada vez mais fortemente,
como Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Itália
e Rússia. São países exauridos, com
populações em franco decréscimo, em pleno "inverno
demográfico", com raros recursos naturais, os quais serão
mais escassos, mais valorizados e muito, muito disputados.
Esses
países não serão mais competitivos em muitos
campos, estarão cada vez
mais endividados, e perderão importância, o que
já vem acontecendo aos poucos, inexoravelmente. No primeiro
trimestre de 2009, os PIBs de Japão e Alemanha já
haviam caído 15% em termos anuais.
A este quadro
sombrio deve-se incluir os EUA (além de China e a Índia),
pela
excessiva e "literalmente" explosiva alavancagem financeira de toda a
sua economia e pelo esgotamento de seus recursos naturais. A grande
crise financeira americana e mundial iniciada em 2008 comprova isso.
Ressalte-se que a temida Globalização e as tentativas de
uma Nova Ordem Mundial tendem a conduzir e representar mais e mais um
mundo de polaridades difusas imerso em
novas Guerras Frias e em violentas crises, como as do Iraque,
Irã, Paquistão, Afeganistão e a nuclearizada
Coréia do
Norte, tornando o
ambiente mundial instável, temeroso e perigoso em
todos os continentes, até mesmo para a sobrevivência do
próprio Planeta.
A Venezuela começou a investir em 2006 estimados US$ 60
bilhões no incrível fortalecimento de suas Forças
Armadas, com um projeto de longo prazo. Seu presidente, Hugo Chávez, crê que, por
volta de 2020,
será o líder da mais poderosa potência militar da
América do Sul.
Sem dúvida, o Brasil
é um dos
alvos primários desse esforço por causa da
riqueza de sua Região Amazônica, ou
AMAZÔNIA VERDE, embora o
motivo possa
parecer revolucionário ou bolivariano, ou até mesmo de
uma propalada disputa com os EUA.
Mas muito pior que isso serão as disputas por
sobrevivência causadas pelo aquecimento global e recursos
escassos (água, combustíveis limpos, petróleo,
alimentos, minérios, etc.), muitos deles vitais, provavelmente,
até muito antes de 2025.
E todos esses recursos são
encontrados no Brasil com muita fartura, como em nenhum outro lugar do
mundo. Que o gigantesco Pré-Sal
da AMAZÔNIA AZUL o diga.
Mencione-se que, em 2008, já eram reportados casos de roubo de
água do Rio Tapajós por navios estrangeiros.
RIQUEZAS SEM FIM
O Brasil dispõe de imensas fontes de recursos naturais de toda
ordem, único povo e idioma, população em franco
crescimento, mercado consumidor fantástico e sempre crescente,
excelentes possibilidades de investimentos em agricultura,
indústria e serviços, e de considerável
proteção a catástrofes naturais.
VÍDEO
- INTERNACIONALIZAÇÃO
DO MUNDO (10:00
MIN)
O senador
Cristovam Buarque nos conta pessoalmente
o episódio da pergunta do estudante americano
sobre a internacionalização da Amazônia.
Ainda
é um país jovem, amadurecendo e procurando agora resolver
seus sérios problemas, basicamente políticos e de
inclusão social, o
que vem formando dezenas de milhões de novos
consumidores e, consequentemente, uma nova e forte economia em grande
escala.
Trata-se de uma questão de tempo, ética, vontade e
interesse maduro e sincero de uma nação que ainda se
forma e aprende a se apresentar ao mundo.
As Cataratas do Iguaçu.,
maiores do mundo
O Brasil tem fartura de ÁGUA DOCE em boa parte de seu território,
sendo o mais rico do mundo. Somente a água doce encontrada na
superfície representa 6,2
trilhões de m3, ou 17 % de todo o planeta. Mais isso ainda
não é o total disponível.
Conta
ainda com 71 % da maior reserva subterrânea
de água doce
do mundo, o AQÜÍFERO
GUARANI, com 50 bilhões de m3 úteis
(com recarga das chuvas), que poderia abastecer, indefinidamente, ou
por 2.500 anos, 360 milhões de pessoas.
Sua área de 1,2
milhão de km2, é equivalente à Inglaterra,
França e Espanha juntas, e está situada no espaço
transfronteiriço do MERCOSUL, presente em 8 Estados do Brasil.
O gigantesco Aqüífero Guarani
no contexto da América do Sul.
Além disso, somente um dos
reservatórios subterrâneos existentes no NORDESTE, região ameaçada de
desertificação, possui um volume de 18 bilhões de m3 úteis,
volume suficiente para abastecer toda a
atual população brasileira por um período de, no
mínimo, 60 anos.
Bacia
Hidrográfica do Amazonas, a maior do mundo.
Todo o NORTE
dispõe, mais
que tudo, de inesgotável biodiversidade,
de inimagináveis riquezas biológicas e minerais, como o
petróleo, ainda a serem corretamente exploradas, mas já
superficialmente calculadas em mais de US$ 5 trilhões.
O Sistema de Vigilância da Amazônia - SIVAM,
parte
do Sistema de Proteção da Amazônia - SIPAM,
já é uma realidade desde julho de 2002.
O Brasil possui a maior parte da AMAZÔNIA (5,2 milhões de km2), o que significa 1/3 das florestas do
mundo, ar e água doce abundantes. Sua reserva hídrica é a maior de todo o
planeta, o que já lhe confere valor incalculável.
Somente o Rio Amazonas despeja todo dia
mais de 10 % de toda a escassa água doce do planeta no Oceano
Atlântico. Recentemente,
o Inpe provou que o Amazonas é o maior rio do mundo, com
6.992,06
km, contra 6.852,15 do Nilo (140 km a mais).
VÍDEO - A AMAZÔNIA
NOS PERTENCE (06:58
MIN)
Uma futura LIGAÇÃO
NORTE-NORDESTE (LNN),
com ÁGUA, REFLORESTAMENTO, CIVILIZAÇÃO e um
gigantesco POTENCIAL SINÉRGICO,
inigualável no planeta, fará com que produzam em
menos de uma década mais do que TRÊS CALIFÓRNIAS, a
região mais rica dos Estados Unidos e 5ª economia mundial (e também irrigada). Com
isso, será garantida a
soberania e o futuro promissor do Brasil, definitivamente.
Esta
será a SOLUÇÃO
para o sucesso do
Brasil frente ao mundo em fome, pela
necessidade de energia renovável e pela redução
do aquecimento global no resto do Século XXI.
Transformando a
Amazônia,
o Brasil se transformará.
(Mangabeira Unger)
Presidentes Lula e Bush após discurso
sobre produção de biodiesel e etanol,
no Terminal da Transpetro de Guarulhos, São Paulo, 9 de
março de 2007. (Foto Ricardo
Stuckert - PR - ABr 09032007G00002)
Somente a redução do
carbono terrestre proporcionada por sua captura pelas novas florestas,
que serão manejadas
dentro de suas características naturais, já
terá valor inestimável para a humanidade. Portanto,
aqui e em seus fantásticos biocombustíveis poderão
ser investidos
os futuros CRÉDITOS DE
CARBONO do mundo poluidor, brevemente muito
superiores a US$ 60 bilhões anuais.
O Brasil deverá
capacitar-se para atrair para si esses Créditos de Carbono em
valores explosivamente crescentes, tanto na geração de
Energia Limpa como na preservação ambiental e até
mesmo no REFLORESTAMENTO e na
ampliação de suas florestas (como na LNN), que absorvem o
CO2 e ajudam a reduzir a temperatura global. Assim, atuará na
prevenção e na limpeza. De outro modo, a região
Nordeste será um enorme deserto bem antes de 2025.
VÍDEO - AQUECIMENTO
GLOBAL -
EFEITO
ESTUFA (06:40 MIN)
FORÇAS INTEGRADAS
ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia.
Todo o TERRITÓRIO BRASILEIRO
de 8.511.965 km2 corresponde, simplesmente, à maior
área habitável - com hoje apenas 22,3 habitantes por km2
- e ainda disposta a ser produtiva em todo o mundo. Isso será de
valor incalculável e sua conquista será muitíssimo
desejada por muitos em breve.
AS MAIORES
DENSIDADES POPULACIONAIS
DAS 10 MAIORES POPULAÇÕES
JULHO 2007
Sua Agricultura colhe hoje algo
como 140 milhões de toneladas de grãos ao ano. Para tal, explora pouco mais de 50 milhões de
hectares. Porém, recente relatório do USDA
(Departamento de Agricultura
dos EUA) revela que o País ainda pode agregar outros 170 mh, igual a toda a área plantada dos EUA hoje, sem
contar com a Amazônia e
mesmo um futuro Nordeste irrigado por
grandes canais.
No todo, o potencial é de
mais que o dobro, chegando a 370 mh. Apenas o Mato Grosso possui 90 mh
úteis e explora apenas 5
milhões. A Amazônia tem hoje 70 mh de área
desflorestada e em degradação e mais áreas hoje
plantadas com soja, mas todas ideais para o BIODIESEL.
Junto com seu reflorestamento, poderiam ser utilizados 35 mh.
O mesmo ocorre com 135 mh em todo o vasto Nordeste, incluindo o
semi-árido. A
Agricultura poderá ainda ocupar, por baixo, outros 90
milhões dos 220 mh hoje
usados por pastagens para a pecuária.
NOVAS
ÁREAS PARA O AGRONEGÓCIO
REGIÃO
MH
MATO GROSSO
85
AMAZÔNIA
35
NORDESTE
135
OUTROS
25
PASTAGENS
90
SUB-TOTAL
370
ATUAL
50
TOTAL
420
Com o uso de 200 mh dessas
áreas novas, a área total utilizada poderá
quintuplicar, chegando talvez a 250
mh, ou 47 % a mais que os EUA (já no seu limite,
além de
amplamente subsidiado e protegido), e podendo atingir uma produção anual de
grãos de hoje
inimagináveis 600
MILHÕES DE TONELADAS.
Por outro lado, pode-se contar com
pequena parte da Amazônia (parte mínima dos 5,2
milhões de km2) e com o Semi-Árido do Nordeste irrigado
pelo desvio de águas do Norte, como dos Rios
Parnaíba e Tocantins, devido
ao advento do LNN, e com o manancial hídrico de seu
subsolo (aqüíferos), totalizando uma área de 170 mh somente para o cultivo
de incríveis 13,8
BILHÕES DE TONELADAS de cana-de-açúcar e de
plantas oleaginosas, com os quais se produzirá BIOCOMBUSTÍVEIS.
Em 2022, serão 3,42 bilhões de barris de
biocombustíveis anuais, ou uma gigantesca produção de algo como 9,4 milhões
de barris diários equivalentes
ao petróleo para exportação, só que
já prontos
para o consumo e muito mais valorizados pela difícil guerra da
humanidade
contra o aquecimento global.
Estima-se
que, em 2025, a
demanda mundial por gasolina de veículos leves atinja 2
trilhões de litros, contra 1,2 trilhão, atualmente. O Brasil pode se dispor a alcançar um
patamar de 300 mh de novas áreas disponíveis para
plantações de cana-de-açúcar. Assim,
poderá produzir hoje impensáveis 2
TRILHÕES DE LITROS DE ETANOL, com uma média de
6,67 mil litros por hectare.
Esse volume atenderia às necessidades do mundo. Seriam 12,6
bilhões de barris anuais que, a apenas US$ 200,00, valeriam
espantosos US$ 2,52 trilhões.
NOVAS
ÁREAS PARA O
ETANOL MILHÕES DE HECTARES
REGIÃO
MH
MATO GROSSO
85
AMAZÔNIA
5
NORDESTE
100
OUTROS
20
PASTAGENS
90
TOTAL
300
Tirando o
protecionista mercado dos EUA, que poderão representar 41 %
desse total, restará ainda 1,180
trilhão de litros (7,4 bilhões de barris anuais). Para atender a 100 % dessa demanda mundial sem
os EUA, o Brasil terá de manter uma área plantada de 177 milhões de hectares, com
essa mesma média de 6,67 mil litros por hectare.
NOVAS
ÁREAS PARA O
ETANOL
EM 177 MILHÕES
DE HECTARES
REGIÃO
MH
MATO GROSSO
37
AMAZÔNIA
-
NORDESTE
70
OUTROS
10
PASTAGENS
60
TOTAL
177
Em 2007, o governo brasileiro passou a
desenvolver um plano de expansão da produção de
etanol para exportação a nível global. O
plano teve início com uma pesquisa da Unicamp, que verificou a
viabilidade de o etanol brasileiro substituir 10 % da gasolina no
mercado mundial, em 20 anos. Tal levantamento indicou que, para o
Brasil chegar a essa posição, será
necessário investir R$ 20 bilhões anuais em
produção e logística.
Tudo isso poderá e
deverá alimentar e mover o mundo com ENERGIA
LIMPA e renovável neste difícil Século
XXI. Uma imensa oportunidade que se apresenta como a SOLUÇÃO
para o sucesso do Brasil e para evitar-se o aumento da
temperatura global e a fome total em um mundo que logo entrará
em crise.
E ainda sequer está sendo considerado o etanol celulósico,
que é obtido a partir da celulose
de resíduos da agricultura. Ele promete render 3
vezes mais etanol que o obtido
com a cana-de-açúcar
e deverá revolucionar o
campo e a energia do futuro.
A produção brasileira
do AGRONEGÓCIO
estará dedicada a ALIMENTAR A
POPULAÇÃO E MOVER VEÍCULOS no planeta
inteiro a preços mais que elevados, e em poucos anos.
O próprio Worldwatch Institute (WWI-UMA) já argumenta hoje que a futura competição (ou guerra)
mundial pela água provavelmente ocorrerá
nos mercados mundiais de grãos, pois seus exportadores são, efetivamente,
exportadores de água (utiliza-se 1.000 toneladas de água para produzir
1 tonelada de grãos) em
crescente déficit em um mundo a caminho da
desertificação.
Como já
começou a ocorrer com o petróleo e minérios,
haverá uma explosão mundial nos preços dos
alimentos e antes de 2025 a CHINA
deverá estar importando acima de 2 BILHÕES DE
TONELADAS de alimentos ao
ano, igual a todo o montante consumido pelo MUNDO hoje.
"Um
11
de Setembro Ambiental será
um evento catástrófico próximo que
virá na forma de uma alta maciça
no preço dos alimentos, causada
pela queda na produção de grãos
da China, resultado do aquecimento
global e da escassez de água." Lester
Brown - WWI
O OCEANO ATLÂNTICO
é outra fantástica fonte de riquezas do Brasil. Sua costa
de 7.491 km e sua gigantesca Área
Marítima Jurisdicional de
4.451.766
km2, a AMAZÔNIA AZUL,
também de valores incalculáveis, serão
fundamentais para o futuro do país. Por sua causa,
o
Brasil já é auto-suficiente
em petróleo e será um grande exportador em poucos anos,
mas com muito beneficiamento e valor agregado.
Inauguração
da plataforma marítima
P-50 em 21 de abril de 2006.
(Foto
Ricardo Stuckert - PR -150.486)
Novas
tecnologias permitirão mais e vultosas explorações
minerais de toda ordem, junto com as biológicas. E as rotas
comerciais no Atlântico
Sul serão cada vez mais
importantes para o Brasil e o mundo.
Desde novembro de 2007, vêm sendo
anunciadas as
descobertas de novos campos no Pré-Sal, como Tupi, Iara, Júpter e tantos outros.
Só
esses 3 poderão ter até 16
bilhões de barris de petróleo e gás - o bastante
para mais que dobrar as reservas brasileiras, então
calculadas
em 14 bilhões.
Nas estimativas da
Petrobras, existe
uma gigantesca província petrolífera em toda a camada de Pré-Sal, com 800 km
de
extensão e 200 km de largura, e que iria do Espírito
Santo
a
Santa Catarina. Ela poderá fazer o Brasil superar a marca de 100 bilhões de barris em
reservas, um crescimento de 7 vezes e abrindo um novo paradigma.
Com as melhores perspectivas possíveis de futuro, o
Brasil estaria produzindo em 2022 algo como 12 milhões de
barris diários de petróleo e exportando essa quantidade em 2025.
PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO DE
PETRÓLEO
EM MILHÕES DE BARRIS / DIA
COTAÇÃO MÉDIA ENTRE US$
50 E US$ 250
ANO
PROD.
DIÁRIA
EXP.
DIÁRIA
EXP.
ANUAL
US$
BI/ANO A US$ 50
US$
BI/ANO A US$ 100
US$
BI/ANO A US$ 150
US$ BI/ANO
A US$ 200
US$ BI/ANO A US$ 250
2010
2,4
0,5
182,5
9,13
18,25
-
-
-
2015
4,5
2,5
912,5
-
91,25
136,88
-
-
2020
10,0
8,5
3.102,5
-
-
465,38
620,50
-
2022
12,0
11,0
4.015,0
-
-
-
803,00
1.003,75
2025
13,0
12,0
4.380,0
-
-
-
-
1.095,00
Projeção de ECONOMIA BR
com 12 mb diários exportados em 2025, considerando-se baixa
demanda interna devido ao uso intensivo de combustíveis
limpos. Não está sendo
considerado aqui o aproveitamento do petróleo do Pré-Sal em forma de
derivados, que multiplicará os valores acima por até 40
vezes.
Atualizado em junho de 2009
com cotações do
petróleo a US$ 70 por
barril de
159 litros.
Passará a ser grande Player
mundial a partir de 2015. Chegará a mais de US$ 1
trilhão de vendas líquidas mundiais anuais, em 2025,
a preços (moeda de hoje) sempre explosivamente crescentes, por
haver demanda em alta e produção mundial em baixa (ver Energia). Com
beneficiamento adequado, a
multiplicação
agregada de 40 vezes levaria
essa cifra a US$
40 trilhões.
Plataformas no Campo Gigante
de Namorado
da Bacia de Campo, litoral do Rio de Janeiro.
No conservador plano de
negócios da Petrobras em 2006, a estimativa antes do
Pré-Sal era de que a produção total da companhia
no Brasil e
no exterior chegasse antes de 2015 na casa dos 4,5 milhões de
barris diários de petróleo.Porém, há outras
companhias produzindo petróleo no Brasil, e com números
crescentes. A mega-província do Pré-Sal mudou tudo.
A
Plataforma Marítima P-43 da PETROBRAS
produz 150.000
barris de
óleo por dia, sendo uma das maiores do mundo.
(Foto
Petrobras).
Entretanto, grande parte das riquezas
brasileiras, como a produção de petróleo e o
comércio externo, está nessa situação
no Atlântico :
O
Brasil é como um banco cujo cofre forte
está do lado de fora do prédio, e sem ter
sequer noção da situação de risco !
AMEAÇAS E
PLANEJAMENTO
O Brasil tem 85 % de sua
produção de gás e petróleo baseada no
Oceano Atlântico, através dessas grandes plataformas. São transportadas por via marítima 80 % das exportações brasileiras, que
remontam a US$ 200 bilhões em 2008. Isso significa expressivos
550
milhões de toneladas de mercadorias.
Das importações, já em US$ 180
bilhões ao ano, 75 % também são transportadas por
navios. O comércio total pelo Atlântico Sul representa
hoje 1
bilhão de
toneladas em mercadorias preciosas, volume em grande crescimento.
Se algum país hostil pretender bloquear o Brasil hoje,
terá enorme facilidade, através da
interrupção desse fluxo. E isso
perdurará porque leva-se mais de 4 anos para se construir navios
de guerra e o Brasil planeja levar 12 anos para construir um SNA. Além do mais, não será
possível fazer tudo ao mesmo
tempo. Todo esse entrave pode
parecer bastante óbvio,
mas as chamadas elites
locais não enxergam à frente do nariz.
Isso tudo deve ser inserido em um impressionante quadro mundial de
crescente escassez em contraposição ao explosivo excesso
populacional e brutal acúmulo de riqueza do visivelmente
decadente
Hemisfério Norte (EUA, UE e Japão).
(Clique na foto abaixo para
ver imagem gigante de Carajás)
Vista completa da Mina de Carajás, no
Estado do Pará,
considerada a maior mina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa CVRD - 81)
A água e as áreas
para agricultura não vêm se renovando, como antes ocorria.
E o petróleo vem acabando no planeta a passos largos. A água mesmo já encontra-se no
cerne de um número cada vez maior de tensões
internacionais.
A ONU calcula que mais de 300 rios são hoje objeto de conflitos
fronteiriços e que a desertificação avança
fortemente, pois 4 dos
12 bilhões de hectares de um mundo em franco aquecimento
já estão ameaçados agora.
E esse será o modelo dos
grandes problemas mundiais no Século XXI, com uma mudança radical no paradigma da GUERRA,
porque os espaços de terra útil, a água, os
alimentos, os combustíveis redutores de carbono e novas
florestas tendem a vir a ser recursos ainda mais escassos que o escasso
e poluente petróleo, verdadeira causa de todas as guerras no
Oriente Médio.
O
mais estratégico dos recursos para
a sobrevivência na guerra do Século XXI
é a
tecnologia inovadora, que precisa ser
dominada a todo custo, evitando-se
dependências de
terceiros.
No futuro próximo, o Brasil terá papel
fundamental no fornecimento das principais necessidades da humanidade.
Poderá levar ao mundo água, alimentos, caros derivados de
petróleo do Pré-Sal, energia
renovável com combustíveis limpos, redução
de carbono e até mesmo novas florestas, tudo a custos
explosivamente crescentes, pela lei universal da oferta e da demanda.
O
Brasil será a melhor aposta de todas
para a humanidade que procura sobreviver
à sua própria armadilha ambiental.
Nesse ambiente, antes de 2025, ambiciosos e desesperados unidos podem e
vão provocar muitas guerras por tais recursos, desde as
comerciais e econômicas - as modernas Guerras Frias - até
as de uso da força a todo custo, validadas pela ânsia de
conquista e, muito além disso, em nome da sobrevivência de
povos inteiros, já hoje ameaçados.
Outro ângulo das Cataratas do Iguaçu.
(Foto
de Rose Brasil - Agência Brasil)
Isso tudo é verdadeiro e
nosso patrimônio tem que ser PROTEGIDO porque a cobiça foi, é e
sempre será inerente à humanidade. Muitos países e
grupos, prevendo sua inviabilidade com a crescente falta de recursos
naturais mundiais, estão e estarão francamente
interessados em conquistar nossas riquezas com base em nossas presentes
e tão conhecidas fraquezas.
"Se os
países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas
dívidas externos, que vendam suas riquezas, seus
territórios e suas fábricas". Margareth Thatcher
(Primeira-Ministra do Reino Unido, 1983)
"Ao
contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia
não é deles, mas de todos nós. Oferecemos o
perdão da dívida externa em troca da floresta". Al
Gore (Vice-Presidente dos EUA, 1989)
"O Brasil precisa aceitar uma
soberania relativa sobre a Amazônia". François
Mitterrand
(Presidente da França, 1989)
"O Brasil deve delegar parte dos seus
direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais
competentes". Gorbachev (Último Presidente da URSS, 1992)
"Caso o Brasil resolva fazer uso da
Amazônia, pondo em risco o meio ambiente nos Estados Unidos,
temos que estar prontos para interromper este processo imediatamente". General
Patrick Hugles (Diretor da Agência de Inteligência de
Defesa dos EUA, 1998)
"A floresta amazônica
e as demais florestas tropicais do planeta deveriam ser consideradas
“bens públicos mundiais” e submetidas a uma gestão
coletiva pela comunidade internacional". Pascal Lamy (Comissário de Comércio da União
Européia, 2005).
“Obviamente, existem problemas de soberania,
mas o desmatamento é um assunto enorme... e qualquer plano,
mesmo
que seja radical, é digno de ser avaliado”. David Miliband (Ministro do Meio Ambiente do Reino Unido,
2006)
VÍDEO
- ALEXANDRE GARCIA FALA
SOBRE CONSTRUÇÃO DE
SUBMARINO NUCLEAR (01:59 MIN)
Alexandre Garcia, no Bom Dia Brasil de 29 de setembro de 2008, falando sobre Ciro, Rei
da Pérsia, e o SNA brasileiro. (Vídeo Globo
Vídeo)
No discurso de posse que não houve, o presidente
Tancredo Neves resumia o seu pensamento sobre Defesa e nossas
Forças Armadas :
“Sua
responsabilidade será cada vez maior, com o esperado
crescimento da cobiça
internacional sobre os nossos recursos naturais,
e considerando-se a extensão das nossas lindes.
Ao heroísmo, e à abnegação de nossos
soldados, devemos acrescentar os indispensáveis meios de
combate. O adestramento militar possibilita a
eficiência da bravura, e os equipamentos
modernos de luta são necessários ao bom
desempenho dos exércitos. Temos de preparar
as nossas Forças Armadas para qualquer
hipótese de agressão externa”.
Embora as Forças
Armadas possam vir a ter uma Estratégia de Resistência contra poderes hoje muito
superiores, com operações não convencionais e de
longa duração, nenhuma opção pode ser mais
efetiva e menos custosa até mesmo em vidas que a da
dissuasão com real e eficaz poder militar, iniciada por um competente Plano
Estratégico de Defesa.
Somente sendo francamente respeitado pelos mais fortes, o Brasil
será capaz de defender e preservar suas 2 AMAZÔNIAS
(a continental e a marítima, azul), plenamente ricas de futuro.
Área de fronteiras da Amazônia
Brasileira com 7 Países.
(Arte Correio
Braziliense)
Mas, acima e antes
de tudo, é necessário PLANEJAMENTO.
Mário Henrique Simonsen escreveu um artigo (na "Exame", em 1997)
chamado "20 Anos Depois", mostrando com dados estatísticos do
Banco Mundial e do FMI que, em apenas 20 anos de gestão
política e econômica continuada (de 1964 a 1984), o Brasil
dera um seu grande salto - passando do 48º lugar no PIB mundial
para a 8ª posição.
ESTE FOI O MILAGRE
BRASILEIRO
Esta é a
simulação do DEFESA BR para um novo futuro e aqui
começa
nossa FICÇÃOpara
até 2025 :
Ainda
se vocês não quiserem lutar pelo que
é
certo quando puderem vencer facilmente sem
derramamento
de sangue, e ainda se não
quiserem lutar
quando sua vitória for certa e não
tão custosa,
podem ver chegar o dia em
que terão
que
lutar com todas as chances contra vocês e
somente
uma precária possibilidade
de
sobreviverem.
Pode
haver uma situação ainda pior. Vocês podem
vir a
ter que lutar quando não houver qualquer
chance de
vitória, porque será melhor perecerem
do que
viverem como escravos. Winston Churchill
Tradução livre de :
Still, if you will not fight for the right when you
can
easily win without bloodshed, and still yet if you will not fight
when
your victory will be sure and not so costly,
you
may come to the moment when you will have to fight with all the odds
against
you, and only a precarious chance for survival.
There may be a worse case. You may have to fight when there is no chance of
victory, because it is better to perish than to live as slaves."
O DEFESA BR
é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer para manter
a soberania sobre suas
riquezas
das Amazônias Verde e Azul com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB.