- INTRODUÇÃO
- POTÊNCIAS DO SÉCULO XXI
- RIQUEZAS SEM FIM
- A ESQUECIDA RIQUEZA DO NIÓBIO
- BIOCOMBUSTÍVEIS E PRÉ-SAL
- AMEAÇAS E PLANEJAMENTO
INTRODUÇÃO
O site DEFESA BR aposta desde 2001 na revolução nacional em Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação – PD&I, pois o recurso estratégico para o desenvolvimento econômico e social e para a sobrevivência nas Guerras Frias modernas é o domínio da tecnologia com INOVAÇÃO.
Em todas as áreas, uma oportunidade (e ameaça) apresenta-se ao Brasil, neste Século XXI, de dar um salto tecnológico e avançar direta e imediatamente para a nova fronteira do conhecimento : o advento da NANOTECNOLOGIA.
Com ela, o país deverá combinar a absorção de tecnologias maduras com o nascimento de tecnologias revolucionárias, com inovações em todos os campos de seu futuro Planejamento de Defesa e de nação influente e respeitada.
A partir da forte e criativa perseguição dessas modernas tecnologias, com NOVAS ORIGENS DE RECURSOS, além de novos paradigmas e enormes inovações, o DEFESA BR propõe, em SIMULAÇÃO, PD&I e forte Construção + Exportação de Meios de Combate pelo Brasil, vindo a atingir um nível de excelência em desenvolvimento e qualidade de performance entre 2013 e 2027 (em quinze anos), tendo multiplicado e alavancado seus efeitos por toda sua ECONOMIA.
(Clique nas imagens abaixo para ampliação)
A necessidade de Defesa do Brasil no Século XXI prende-se às suas crescentes avaliações e explorações de riquezas em seu território, que são abundantes e cada dia mais valorizadas, em especial, na AMAZÔNIA VERDE e em toda sua ÁREA MARÍTIMA JURISDICIONAL, a chamada AMAZÔNIA AZUL.
Portanto, são DUAS AMAZÔNIAS a serem defendidas prioritária e simultaneamente.

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade (52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em azul claro e escuro no mapa acima. Os rios da AMAZÔNIA VERDE (região continental amazônica) também são indicados. (Arte da MB)
Além disso, o país vem passando a ter cada vez mais PROJEÇÃO e INTERESSES MUNDIAIS, podendo ter participação em difíceis operações aliadas (e.g.: como membro permanente de um ampliado e reformulado Conselho de Segurança da ONU) em teatros distantes e bastante hostis.
Isso ocorrerá cada dia mais, em um mundo mais e mais instável e imprevisível. Para tal, suas Forças Armadas deverão ser ampliadas e estar sempre preparadas, com organicidade nos modos mais diversos.
O DEFESA BR é civil e descompromissado com quaisquer interesses políticos, visa dar sua contribuição e é, basicamente, FICTÍCIO. Deve ser lido como um exercício de simulação e planejamento de longo prazo, com capacitação tecnológica para o desenvolvimento do país.
Assim deve ser lido e objetiva ainda despertar a consciência nacional para o premente desenvolvimento de uma cultura de DEFESA de sua soberania e do inescapável e forte vindouro DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO e SOCIAL (ver A ECONOMIA BRASILEIRA NO FUTURO no site ECONOMIA BR).
O DEFESA BR tenciona proporcionar uma idéia das enormes vantagens de extensa pesquisa científica, do desenvolvimento tecnológico com inovação criativa, de forte competitividade comercial internacional, do crescimento da indústria, agronegócio e serviços, e da geração de dezenas de milhares de empregos qualificados.
Prevê o forte impulso em comércio exterior de produtos e serviços civis e militares com altíssima AGREGAÇÃO DE TECNOLOGIA E VALOR.
Tudo isso poderá ser alcançado pelo país com objetivos definidos, muito esforço, organização, profissionalismo e dura persistência político-social sincera.
A primeira condição da paz é a respeitabilidade, e a da respeitabilidade a força. A fragilidade dos meios de resistência de um povo acorda nos vizinhos mais benévolos veleidades inopinadas, converte, contra ele, os desinteressados em ambiciosos, os fracos em fortes, os mansos em agressivos.
(Rui Barbosa – 1946)
Faz-se necessário um urgente e realista Planejamento Estratégico de Defesa com Desenvolvimento e Construção de Inovadores Meios de Combate no próprio país, com elevados esforços e investimentos em PD&I, para reduzir-se a abissal distância do Brasil frente às Forças de outras nações modernas que só operam hoje seus meios com enlaces em vastas redes.

Embraer EMB-145 SA R 99 A na Amazônia.
(Foto da Embraer)
Some-se uma possível ALIANÇA ESTRATÉGICA DE DEFESA CONJUNTA com países semelhantes para um audacioso “TRAMPOLIM TECNOLÓGICO” comum, evitando-se dependências estratégicas de tecnologias que possam vir a resultar em inconvenientes e naturais embargos políticos de armamentos.
O Orçamento do Pentágono no ano fiscal de 2010/2011 já foi de impressionantes US$ 680 bilhões, servindo como um dos alicerces do desenvolvimento científico, tecnológico e industrial dos EUA.
Trata-se do maior programa de política industrial do mundo, em que 15 %, ou mais de US$ 100 bilhões ao ano, são gastos em PD&I com fins militares.
Grande parte das invenções tenderá a ser de uso DUAL, em que enormes benefícios das novas tecnologias também alcançarão o setor privado e o cidadão comum (como ocorreu com internet e celular).
Mostramos o pouco que o Brasil possui hoje em Defesa e o enorme trabalho que poderá ser feito em apenas 15 anos, sendo sempre realisticamente embasado em NOVAS ORIGENS DE RECURSOS independentes e levando a um ORÇAMENTO FEDERAL FACTÍVEL, perseguindo-se novos Paradigmas e Inovações, como a da NANOTECNOLOGIA.
Persegue-se possibilidades muito superiores às atuais, e tem-se em vista que CADA REAL investido nesse processo representaria a fantástica alavancagem para DOZE REAIS a mais para toda a economia, refletindo no PIB e na geração de milhares de empregos, renda e bem-estar do povo, o que mais importa no final de tudo.
Em resumo, o DEFESA BR quer mostrar tudo o que pode ser feito no país mesmo com poucas verbas em acréscimo, que representam somente 1 % do PIB para Custeio e Investimentos, quando muitos só consideram possível avançar com 3 ou 5%.
Será necessário contar com forte planejamento a longo prazo, com objetivos e metas a seguir, sem mais desvios ou contingências financeiras, políticas e anti-profissionais. Deverá ser sempre um projeto de Estado, nunca de governos passageiros.
O Brasil começará em 2013 a percorrer um caminho longamente empregado por todos os países desenvolvidos do mundo atual – Estados Unidos à frente – ou seja, reconhecer que a política de geração de tecnologia nas áreas de ponta – civil e militar juntas – realiza-se, prioritariamente, através de seus ORÇAMENTOS DE DEFESA, em formato mais independente.
Estes darão origem a encomendas para milhares de novas empresas locais, fortalecendo e alavancando o uso civil dessas novas tecnologias, criando novos sistemas econômicos e gerando exportações de dezenas de bilhões de dólares a mais que todos os investimentos iniciais nos esforços de Defesa.
Se demonstras força, todos
querem ser teus aliados.
Ao contrário, se mostras fraqueza,
ninguém te dará importância.
E, se tendo riquezas, não demonstras
força, atrairás sobre tua cabeça
todas as ambições do mundo.
(Ciro, Rei da Pérsia)
Continua…




