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Exército Brasileiro  -  EB

Meios Disponíveis e Futuros



Batalha dos Guararapes

"Batalha dos Guararapes" - Invasão Holandesa.
Marco do nascimento do Exército Brasileiro.
Quadro com 45 m2 de Victor Meirelles (1832-1903).


O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


O Exército Brasileiro, ou EB, vem assistindo a uma
forte redução de seus quadros, capacidade operacional e investimentos nos últimos anos, situação que procurou aproveitoar com oportunidade e eficácia para profissionalizar-se.


De acordo com nossa página de simulação referente ao Ministério da Defesa (MD), tendo-se um Planejamento Estratégico de Longo Prazo nesse período de Transição, o EB passará a ter disponíveis entre 2008 e 2022 os seguintes recursos, em Dólares (US$) médios anuais, visualizados no quadro abaixo :       

         
FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
EB
0,2
1,7
1,9
3,8



Serão US$ 200 milhões para Pesquisa & Desenvolvimento com Inovação - PD&I, US$ 1,7 bilhão para Construção de Meios e US$ 1,9 bilhão para todas as operações e manutenção habituais da Força, totalizando US$ 3,8 bilhões, anualmente. As verbas úteis atuais são bem menores.
         

No período de 15 anos entre 2008 a 2022, os investimentos somarão :


FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
EB
3,0
25,5
28,5
57,0
%
5,3 %
44,7 %
50,0 %
100 %


n


VÍDEO - FEB 1944 - PRACINHAS
CANTAM HINO NACIONAL SOB
FORTE BOMBARDEIO (01:29 MIN)








MEIOS ATUAIS


O EB, como as outra Forças, vem enfrentando a desatualização e a carência de recursos para o desenvolvimento, construção e aquisição de novos meios de combate.


Entretanto, novas perspectivas surgiram com
o advento da AvEx, Aviação do Exército e com novos mísseis e foguetes, alguns de origem russa e uma nova família de mísseis da AVIBRAS.


Também é interessante a recente disposição sobre seus EFETIVOS, agora estipulados em 202.995 homens.
Destes, o Exército manterá mais de 30 mil na AMAZÔNIA, efetivo considerado insuficente para  área coberta.



Brasil e Fronteiras

Área de fronteiras da Amazônia Brasileira com 7 Países.
(Arte 
Correio Braziliense)



O EB participou de todas as missões de paz da ONU no Timor Leste desde 1999. O Brasil foi o País com o maior número de militares no Timor e o único a aumentar seu efetivo. Tendo saído em 2005, há em 2006, um pedido das Forças de Defesa do Timor Leste (FDTL) para seu retorno em meio a grave crise institucional.


Em 28 de maio de 2004, partiram os primeiros efetivos do EB para o Haiti, onde ainda comanda em 2006 com 1.200 homens a Força de Paz de 6.000 homens composta por diversos Países da América do Sul.



Brigada Haiti

A Brigada Haiti em Porto Príncipe, em 9 de julho de 2004.
(Foto Ana Nascimento - Agência Brasil - 41639)



Merece registro ainda a criação da Brigada de Operações Especiais (BOE), com sede na cidade de Goiânia.




AMAZÔNIA


O EB pode possuir hoje uma Estratégia de Resistência contra poderes superiores, que estaria alicerçada em operações não convencionais e de longa duração. Teria dois pilares: um moral e outro material. O moral é a vontade do povo brasileiro. O material é o poder militar de ar, de mar, e de terra, com capacidade de durar.


Entretanto, essa poderia ser uma luta impossível e extremamente custosa em vidas, pois somente sendo respeitado pelos mais fortes como forte o Brasil será capaz de preservar a Amazônia. Disso trata a presente simulação do DEFESA BR.



Pelotão Especial de Fonteira - Operação Timbó II

Pelotão Especial de Fronteira em ação.
Operação Timbó II - Julho de 2004.
(Foto do EB)




O PROGRAMA CALHA NORTE (PCN) foi criado em 1985 pelo Governo Federal para promover a ocupação e o desenvolvimento ordenado da Amazônia Setentrional e já esteve vinculado a diversos órgãos do Governo Federal. Agora, está subordinado ao Ministério da Defesa.


A região do Calha Norte abrange 70 municípios, 38 dos quais ao longo dos 5.993 km da Faixa de Fronteira, em 4 Estados da Federação (AM, PA, RR e AP)e faz fronteira com a Colômbia, a Venezuela, a Guiana e o Suriname. Os centros urbanos brasileiros mais próximos são Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Macapá (AP).



Nos tempos atuais, tropas vêm sendo deslocadas de outras regiões para formarem um cinturão
nas fronteiras norte e noroeste do País. Pequenos postos garantem uma presença militar em pontos chaves. Ao mesmo tempo, bases de retaguarda equipadas com pistas de pouso funcionam como áreas de reforço e de aprovisionamento.



PCN



Como exemplo, o Exército conclui em 2005 a instalação da Brigada de Selva de São Gabriel da Cachoeira, na Amazônia. Planeja ainda construir uma unidade especial em Querari, por causa das preocupações que exigem uma vigilância constante e completa em relação à fronteira com a Colômbia


Com as transferências, o Exército ampliou a presença na área para 30 mil soldados em 2005. Há ainda planos de mais três Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) no Acre e em Rondônia, as novas áreas do Calha Norte. Ao criar um Pelotão de Fronteira em áreas inóspitas e remotas, o EB cria também um núcleo de povoamento, com toda a infra-estrutura para a sua população. Com o passar do tempo, transforma-se em uma nova cidade.


O Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), em Manaus é a Casa do Guerreiro de Selva, sendo reconhecida como a melhor escola do tipo  no mundo.
Nas 5 bases do CIGS, soldados e oficiais treinam por 12 semanas e aprendem a sobreviver na floresta com duros exercícios em que caminham dias carregando 50 kg de equipamentos, bebendo água das plantas e comendo o que puderem apanhar, inclusive cobras e insetos.


n


VÍDEO - A AMAZÔNIA NOS PERTENCE (06:58 MIN)


Excelente vídeo do Centro de
Comunicação Social do Exército.



Nas aulas teóricas, lêem os trabalhos de Ho Chi Minh, do general Giap, e de Che Guevara. As muitas ações sociais que desenvolvem, tratando da população civil nos seus hospitais,  e difundindo o ensino do português nas escolas, são parte da preparação militar, pois é o povo quem sustenta uma guerrilha, como descobriu-se no Vietnã. A Selva não pertence ao mais forte, mas ao sóbrio, habilidoso e resistente.
 



SELVA !
A Amazônia é prioridade nacional.



Na Estratégia da Resistência (Lassidão) em uma região difícil como a Amazônia,  em que o GPS simplesmente não funciona sob a densa cobertura vegetal da floresta, torna-se necessário encontrar uma área aberta, limitando o seu emprego. Do mesmo modo, toda a tecnologia e armas sofisticadas têm seu uso degradado pelo intenso calor e umidade da região.


n


VÍDEO - O EXÉRCITO NA AMAZÔNIA -
COMBATE DE RESISTÊNCIA
(05:02 MIN)



O Brasil tem a Estratégia da Lassidão para emprego na Amazônia.



Nesse caso, valerá mais o conhecimento do combatente de selva sobre a floresta e no uso de seus recursos, contra o oponente militar ou tecnologicamente mais forte. Diferentemente de uma força militar dependente do GPS e de outros recursos de navegação, os soldados indígenas ou caboclos se orientam na mata sem nenhum recurso tecnológico.



Operação Timbó II - Jjulho de 2004

SELVA !
Operação Timbó II - Julho de 2004.
(Foto do EB)




Desde julho de 2004, o Programa Calha Norte conta com mais uma Brigada de Infantaria Motorizada, passando a ser a 3ª na região:

     g   16ª Brigada de Santo Ângelo (RS) para Tefé (AM);
           
     g   1ª Brigada de Petrópolis (RJ) para Boa Vista (RR); e

     g   2ª Brigada de Niterói (RJ) para São Gabriel da Cachoeira (AM).


O efetivo normal de uma brigada é de aproximadamente três mil homens. Na área amazônica, ela é constituída por três batalhões de infantaria de selva (cada um com cerca de 600 homens), e o restante da Brigada se divide entre as tropas de apoio (Artilharia, Engenharia, Comunicações e Logística) e o Comando do efetivo.




AVIAÇÃO DO EXÉRCITO


Em 1986, foi criada a AvEx, Aviação do Exército, que está amadurecendo e sendo preparada para desempenhar um papel muito sofisticado nas futuras operações do Exército.



Operação Timbó II - AvEx

Dois Panteras da AvEx na Operação Timbó II - Julho de 2004.
(Foto EB)




A AvEx dispõe hoje de somente 73 helicópteros, sendo 16 HB 350L Esquilo, 19 AS 550A2 Fennec, 34 AS 565K Pantera, e 4 S-70A-36 Black Hawk (transporte de tropas).


Esses
Black Hawks foram adquiridos pelo EB como condição para participar da Missão de Observadores Militares no Equador e no Peru (MOMEP), uma operação de pacificação, entre 1995 e 1999, tendo voado lá por dois anos.



Pantera do EB

  Helicóptero Pantera do Exército Brasileiro  - AvEx.
(Foto do EB)




Foram recebidos ainda 8 novos Cougars AS 532 UE, que também integram o 1º Batalhão de Transporte Logístico, em Taubaté. Em futuro próximo, a AvEx precisará ampliar sua frota para algo superior a 300 helicópteros e passar a operacionalizar sua própria frota de aeronaves de asas fixas, basicamente para transporte (o que hoje é feito pela FAB).


A missão da AvEx será bastante ampliada com o advento dos
DHMs - DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO, um VTOL.




MÍSSEIS E FOGUETES 


Outros meios de combate que ganham cada vez mais importância para o EB são os Mísseis e os Foguetes, de todos os tipos, dimensões e utilizações.


O Míssil Tático MATADOR, ou AV/MT 300, da AVIBRAS, surgiu a público em agosto de 2001 como uma resposta mais econômica brasileira ao Tomahawk, graças à sua capacidade tática de atingir alvos a 300 km de distância, em seu modelo básico e limitado de exportação. Seu sistema digital de navegação é o que há de mais moderno, atualmente, no mundo.



AV/MT 300   O MATADOR

O MATADOR AV/MT 300 da AVIBRAS é capaz de atingir alvos a 300 km de
distância com grande precisão. Dotado de inteligência eletrônica, é guiado
por um sistema digital de navegação (GPS), que permite procurar e localizar
eletronicamente o objeto do ataque, virtualmente sem  índice de erro.
É disparado pelo sistema ASTROS.



Brevemente, o EB disporá de versões de cruzeiro para emprego estratégico com alcances superiores a 1.000 km, que também serão de enorme utilidade para a FAB e para a MB. 

     
Como o MATADOR, uma inovação começa a destacar-se no mercado exportador, tendo sido o Brasil o primeiro a desenvolvê-lo no mundo. Trata-se da família de mísseis guiados por fibra ótica de múltiplo emprego FOG-MPM, que recebeu em 2001 uma versão com raio de ação de 60 km, dirigido pelo artilheiro até o alvo por imagens de televisão.



FOG-MPM

Míssil ótico FOG-MPM.



Tanto o AV/MT MATADOR como o FOG-MPM podem ser disparados através do novo sistema ASTROS II. O sistema ASTROS é mundialmente conhecido por ser um lançador múltiplo de foguetes, como os SS-30, SS-40 e SS-60 e SS-80, com alcances variando de 9 a 90 km, sendo exportado para diversas nações amigas, justamente por essa fabulosa diversidade de empregos e de munições a partir de uma única plataforma móvel.


Com o advento do Acordo de Cooperação Militar Brasil-Rússia, em abril de 2002 (só promulgado em 2005), a Avibras passou a desenvolver em conjunto com o escritório Sukhoi a nova família do sistema ASTROS III.


Será fundamental para a Defesa do território brasileiro o emprego e até desenvolvimento conjunto de novas versões do míssil russo S-400, capaz de derrubar um F-117 (como na Sérvia em 1999) e até um F-22, com alcance de 400 km. Esta será a base de nosso sistema de SAM.


Será desenvolvido com a Força Aérea um SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS - SIDM / ASAT. As defesas nesse sistema contra ameaças aéreas e de mísseis estão baseadas na ligação e apoio mútuo do arsenal de caças, mísseis antiaéreos e anti-mísseis, sensores terrestres, aéreos e orbitais. Incluem-se Armas Anti-Satélite no sistema, conhecidas como ASAT. Terá um custo de construção de US$ 3 bilhões para o EB, em um total de US$ 6 bilhões (US$ 3 bilhões da FAB). 


As defesas antiaéreas e anti-mísseis (basicamente com SAMs) deverão proteger bases, estações de radar, alvos de importância política e econômica, como concentrações urbanas, indústrias, represas, hidrelétricas, usinas nucleares, etc.


O EB implantou em 2006 o Radar de Vigilância SABER X-M60, que integra o sistema de defesa antiaérea de baixa altitude. SABER significa Sistema de Acompanhamento de Alvos Aéreos Baseado em Emissão de Radiofreqüência. Trata-se de um sistema de radar de defesa antiaérea desenvolvido pelo EB em parceria com universidades e a OrbiSat.


n


VÍDEO - ORAÇÃO DO GUERREIRO
DE SELVA
(01:38 MIN)



Formatura do 54º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), em São
Gabriel da Cachoeira (AM), com a Oração do Guerreiro
de Selva sendo entoada pelos seus integrantes. 



Utilizado para defesa de instalações estratégicas, como centrais de energia elétrica, acompanha os alvos e rastreia vários deles simultaneamente a distância de 60 km e a altitude de 5 mil metros. Os dados são enviados em tempo real para um Centro Integrado de Operações Aéreas. A reação pode envolver o envio de aviões de caça, lançamento de mísseis ou artilharia rápida.


Leve e portátil, o radar pode ser transportado para qualquer ponto do território nacional. Até 2008, deverá chegar o SABER M200, versão com alcance de 200 km.
Ambos serão operados pelo EB e a FAB.


Mísseis portáteis MANPADS, como o IGLA-S russo (vídeo) serão cada vez mais desenvolvidos. O FOG-MPM, e seus veículos lançadores, como os ASTROS II e III, também terão importância crescente em futuros cenários.


Também será possível contar com os revolucionários armamentos DEW, à velocidade da luz, KEW, MIRACL e a temível E-Bomb.


A tecnologia em todos estes campos está ainda no início. Aqui, P&D INOVADORES em conjunto serão prementes, fundamentais.     



Astros Lançando AV/MT

O Astros é um lançador múltiplo de foguetes 
baseado no veículo AV-LMU e pode lançar
até o Míssil Tático AV/MT e o FOG-MPM.




BLINDADOS


Uma família de blindados de 10 a 20 toneladas vem sendo desenvolvida também pela AVIBRAS para o EB e outros clientes. Ela foi desenhada de acordo com conceitos revolucionários de engenharia, como a propulsão híbrida - diesel - elétrica, que é simples e silenciosa, com baterias feitas com nova geração de materiais.


O blindado é modular, baseado em um veículo padrão com tração 6 x 6 ou meia-lagarta e disporá de variados sistemas de armas, tornando-se um verdadeiro multimissão.


De acordo com a situação, podem ser aplicadas blindagens móveis de diferentes especificações e peso. Dependendo do emprego, seu tubo do canhão de 120 milímetros tem capacidade para disparar também mísseis e condições para ceder o espaço na torre para um sistema de artilharia rápida antiaérea com 1.700 tiros por minuto.



Tank



Os Exércitos brasileiro e argentino iniciaram em 2004 o desenvolvimento de um novo veículo leve de reconhecimento (dispondo de armamento), comando e controle, transporte de material, e evacuação de feridos.


Será semelhante ao Hummer americano, de emprego geral, 4x4, para qualquer terreno, com 4 homens e com capacidade de carga de até 800 kg. Deverá ser construído e exportado em grande quantidade com componentes disponíveis comercialmente na zona de influência brasileiro-argentina, objetivando-se obter um produto econômico e de fácil manutenção.


Em maio de 2006, foi noticiado a aquisição de 240 Carros de Combate MBT alemães Leopard 1 A5 usados. Com isso, a frota passou a constar de 450 veículos, tendo ainda 90 M-60 e 120 Leopard 1 A1.




MEIOS FUTUROS

      

Há algum tempo, voltou a ser discutida a construção de nova versão do MBT OSÓRIO através da IMBEL, que herdou todo o projeto e os maquinários de produção da extinta ENGESA.


Com o advento da NANOTECNOLOGIA, ele e outros meios e equipamentos INOVADORES serão projetados para o emprego de Materiais NANO-ESTRUTURADOS, que poderão ser 100 vezes mais fortes, enquanto mais leves, e mais resistentes a altas temperaturas e explosões que o aço e outros materiais conhecidos.


Em nossa simulação, esses materiais terão sua força e resistência aumentada em 3 vezes, do mesmo modo que seu NANO-COMBUSTÍVEL e as NANO-BATERIAS.


Entretanto, na presente simulação, um Plano de Construção de 15 anos até 2022, com verbas médias anuais de US$ 1,7 bilhão, poderá contemplar os seguintes Meios e Sistemas de Armas :  
       
     g   400 Helicópteros diversos para a AvEx;

     g   50 Aviões de Transporte;
           
     g   50 Dirigíveis Híbridos Multimissão (DHMs)
           Pesados (20) e Médios (30);

     g   200 Lanchas de Patrulha Fluvial; e

     g  Meios e Sistemas de Armas Terrestres.


Haverá uma definição do efetivo total do EB em 200.000 homens. Serão somente 150.000 combatentes MODERNOS. Desse quadro, serão selecionados 15.000 integrantes profissionais permanentes para a nova Força de Ação Rápida Estratégica Integrada - FAREI, a ser desenvolvida em conjunto com a FAB e a MB. O uso de recrutas nessa Força Especial será proibido por ser um desperdício de treinamento. Será formulado a partir do atual BOE.


n


VW Worker

Depois de 50 anos, a Volkswagen conseguiu invadir um mercado considerado
exclusivo da Mercedes-Benz, com a entrega em abril de 2007 dos primeiros
14 caminhões Worker 15.210 4x4 para o EB. Ele pertence à categoria VOP2 5QT,
de veículo operacional capaz de transportar até 5 ton em qualquer tipo de terreno.
Trata-se do único caminhão nacional que pode ser lançado pelos pára-quedistas
de aviões de menor porte e servirá para transporte de equipamentos e tropas.




Com isso, serão introduzidos pelo EB 3 Campos de Treinamento para 5.000 tropas cada para a FAREI, no RJ, RN e AM, com facilidades das 3 Forças (EB/MB/FAB) para exercícios aromóveis com suporte naval constantes, além de acessos variados e ágeis a diferentes regiões do mundo, objetivando promover ações decisivas das FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS.



Defesa da Amazônia

FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS
pela Defesa da Amazônia



Esses 3 Campos custarão ao EB US$ 300 milhões cada um em investimentos ao longo do plano. Entretanto, os 3 somados terão um alto, porém, necessário custo de operação anual de US$ 150 milhões, incluindo-se todas as despesas com treinamento, deslocamentos e manutenção de operações fora do País.


Cada Campo comportará, entre outras, 2 Brigadas Aeromóveis. Serão destinados 20 helicópteros médios para o transporte de cada Brigada, além de revolucionários DHMs - DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO.


Esses quadros terão abrangente e inovador treinamento, aliado à aquisição de rica experiência em diversos cenários, níveis de dificuldade e intensidade, funções, culturas e idiomas. Dadas tais características únicas, demandarão serem considerados efetivados na Força, para que possam vir a transmitir o longo caminho de seu caro aprendizado para novas gerações em todo o efetivo geral da Força no futuro, motivando-os e realimentando o processo de seleção.


As FAREI do RJ e do RN, além da AM, serão exaustivamente treinadas com o Curso de Operações na Selva, a ser realizado nas 5 bases do Centro de Instrução de Guerra na Selva.


Como Meio Futuro, o TRANSPORTE POR DIRIGÍVEIS DHMs virá para ajudar a resolver de forma econômica e em grande estilo o grave problema logístico da ocupação e transporte civil e da operação militar na região Amazônica, principalmente através do PROGRAMA CALHA NORTE.



DHM CD-300

DHM Pesado, de 300 ton.



Na atual simulação do DEFESA BR, será utilizada somente a nova tecnologia dos DHMs - DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO VTOL (Vertical Take-Off and Landing), que poderão operar com enlace em redes e em conjunto com os Futuros NAVIOS e LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN da MB. O EB também contará com suas LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN Fluviais próprias, iguais às da MB.


Uma novidade que responderá com eficácia aos problemas de logística na Amazônia será a dos BARCOS VOADORES MULTIMISSÃO.


Navios e Dirigíveis Médios (100 ton de carga) terão a capacidade de transportar
um PELOTÃO MÓVEL (70 tropas) e seus equipamentos, podendo funcionar até mesmo como BASES MÓVEIS AVANÇADAS.




INVESTIMENTOS DO EB


O Custo Total de Construção de Meios e Sistemas de Armas no Exército Brasileiro em 15 anos (2008 a 2022) é estimado em US$ 25,5 bilhões, dividindo-se em US$ 12 bilhões para Meios Aéreos, US$ 300 milhões em Meios Fluviais e também US$ 13,2 bilhões para Meios Terrestres :       



MEIOS
PREÇO 
US$ MI
QUANT
TOTAL 
US$ BI
1) AÉREO




A) HELICÓPTEROS 
   (400)



ATAQUE
30
150
4,50
TRANSPORTE PESADO
 30
50
1,50
TRANSPORTE MÉDIO
15
200
3,00
Sub-Total

(22.5)
400
9,00
B) AVIÕES
(50)



TRANSPORTE PESADO
35
15
0,52
TRANSPORTE MÉDIO
25
35
0,88
Sub-Total

(28)
50
1,40
C) DIRIGÍVEIS DHM
(50)



PESADO 50
20
1,00
MÉDIO 20
30
0,60
Sub-Total (32)
50
1,60
2) FLUVIAL




LANCHAS DE PATRULHA
1,5
200
0,30
Sub-Total (1.5)
200
0,30
3) TERRESTRE
         



         
CARROS DE COMBATE (CC)     
2,0
1.500  
3,00
VEÍCULOS BLINDADOS
DE INFANTARIA (VBI)          
0,2
4.000
0,80
TRANSPORTE
-
-
2,80
SIDM - SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS / ASAT
-
-
3,00
ARMAMENTOS E MUNIÇÕES
0,018   
150.000
2,70
CAMPOS DA FORÇA DE AÇÃO RÁPIDA
300
3
0,90
Sub-Total


13,20
 
 




TOTAL



25,50
   


Nesta simulação, fica clara a inédita ênfase dada à AvEx, com US$ 9 bilhões investidos em helicópteros, US$ 1,4 bilhão em aviões, e US$ 1,6 bilhão em dirigíveis, totalizando US$ 12 bilhões de US$ 25,5 bilhões disponíveis (47 %). 



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