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Força Aérea Brasileira  -  FAB

Meios Disponíveis e Futuros




  14-bis Voando em Paris -1906

Santos Dumont em seu famoso 14-bis, no Campo de Bagatelle, Paris, em 12
de novembro de 1906, há um século, e tornando-se o Pai da Aviação
por
ter sido o primeiro a voar com um aeroplano que, levantando-se por
seus próprios meios, cobrisse um percurso de 100 metros.



SANTOS DUMONT

O INVENTOR DO AVIÃO



(Clique na foto para conhecer  mais detalhes sobre estes aviões)

Aeronaves da Embraer para o SIVAM

Aeronaves do Século XXI para o SIVAM produzidas para a FAB pela EMBRAER.
Em primeiro plano, 2 ALX A-29. Em segundo plano, 2 R  99 (A&B) de Reconhecimento.     
(Foto Divulgação da Embraer)
 

O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


A Força Aérea Brasileira - FAB, tem longa
tradição e lhe é dado enorme valor por ter conseguido manter-se ativa após tanta carência de recursos, que lhe faltaram até mesmo para combustível e peças de reposição de seus quase 800 aviões, boa parte próxima do fim de vida útil.


Por isso, seu incipiente Plano de Reaparelhamento recebeu o
nome de FÊNIX, a pomba que renasce das cinzas. Somente o Programa FX-2 para 36 caças levou quase 10 anos para chegar a uma conclusão. Certamente, esse triste quadro será ultrapassado em poucos anos, pois o seu papel no futuro já precisa começar a ser escrito com novos paradigmas.


A FAB será nossa principal garantia de Defesa do país e da AMAZÔNIA VERDE e precisará estar à altura de enfrentar, em quantidade e qualidade, quem tente alienar o "pulmão" e qualquer riqueza do território nacional, inclusive os da outra Amazônia, chamada de AMAZÔNIA AZUL, a Área Marítima Jurisdicional, com as vastas riquezas petrolíferas do Pré-Sal.


Deverá estar capacitada a defender as  DUAS AMAZÔNIAS, simultaneamente. Precisará ainda estar preparada para enfrentar missões ultramar. Isso tudo pressupõe o emprego de aeronaves de grande alcance.



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte da MB)



VÍDEO - GUERREIROS DO BRASIL - 10/08/2009
JORNAL DA RECORD
(07:28 MIN)



Matéria apresentada pela Rede Record em 10 de agosto de 2009.



Para início da urgente missão de reaparelhamento desta Força, com modernização e aquisição, foram tratados os ALX, F-5, AMX e seus aviões de patrulha marítima e transporte.


No todo,
o Plano Fênix englobava todas as ações para diferentes tipos de aeronaves, e deveria ter tido investimentos de US$ 3,5 bilhões em 5 anos, o que ainda teria sido pouquíssimo frente ao longo e contínuo descaso de seguidos governos.


O aspecto mais conhecido no Plano Fênix foi o PROJETO FX BR, que visava adquirir pequeno número de caças de interceptação, mas com capacidade multimissão, para início de operações em 2006.


Essa aquisição inicial culminou em contemplar um contrato "meia-sola", em 15 de julho de 2005, de compra de 12 caças Mirage 2000 B & C - de interceptação - usados da Armée de L'Air francesa.


Em uma nova seqüência, existiu o FX-2, que parecia concluído em 7 de Setembro de 2009 para o Rafale, mas que acabou postergado por Dilma para 2012.


A nova fase deveria
significar um quantitativo de 120 a 150 caças multimissão de 4ª e 5ª Gerações aqui produzidos, que começaria com os 36 caças de 4ª Geração e podendo até culminar em um de 5ª.


Mesmo assim, esse quantitativo ainda é muito pouco para as dimensões continentais do Brasil, tendo em vista as extensões da Amazônia, do Litoral, dos Mares Jurisdicionais e até mesmo do Atlântico Sul (Aliança Estratégica com a África do Sul).


É muito pouco para um país que detém a 3ª maior frota aérea atual, contando com mais de 11.000 aeronaves e 32.000 pilotos em atividade.



VÍDEO - DEMONSTRAÇÃO DA FAB (05:16 MIN)





Tem ainda a 2ª maior frota de aeronaves executivas do mundo, com mais de 2.000 aeronaves, só perdendo para a dos EUA. Além disso, hoje São Paulo já possui a 2ª maior frota urbana de helicópteros do planeta, havendo uma frota de mais de 1.000 aparelhos em todo o país.



Dirigível  N-6 de Santos Dumont

Em 31 de outubro de 1901, às 18 h, os canhões da Torre Eiffel
anunciaram que o brasileiro Santos Dumont havia ganho
um prêmio de 100 mil francos com seu dirigível N-6.



De acordo com nossa página de simulação referente ao Ministério da Defesa (MD), tendo-se um Planejamento a Longo Prazo, a FAB passará a ter disponíveis entre 2011 e 2025 os seguintes recursos, em Dólares (US$) médios anuais, visualizados no quadro abaixo :


FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
FAB
  1,8
7,0
1,5
10,3



Serão US$ 1,8 bilhão para PD&I, US$ 7 bilhões para Construção de Meios e US$ 1,5 bilhão para todas as operações habituais da Força e sua manutenção, totalizando esplêndidos US$ 10,3 bilhões. As verbas atuais são muito, muito inferiores a esse patamar.


No período total de 15 anos entre 2011 e 2025, os investimentos somarão :


FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
FAB
27,0
105,0
22,5
154,5
%
17,5%
68,0%
14,5%
100 %




MEIOS ATUAIS E FUTUROS


1) CAÇAS



Tendo em vista que as ameaças potenciais não são nossos vizinhos, mas possíveis potências com crescente interesse pelas duas AMAZÔNIAS, o país não poderá sequer tentar proteger-se desses invasores com menos de 1.200 aparelhos de superioridade aérea de Longo Alcance (5.000 km ou superior) e de Médio Alcance (3.000 km ou superior), para emprego em cenários de alta intensidade e sempre com enlace em redes.


Eles terão seu efeito bastante ampliado e multiplicado com o apoio permanente de grande quantidade de aeronaves inteligentes operando em rede
como C4ISR, processando e coordenando inteligência. Outra inovadora realidade será a do maciço emprego de UCAVs brasileiros já incluídos no cômputo acima.


1A) O ETERNO FX-2


Em 7 de Setembro de 2009, os governos Lula e Sarkozy divulgaram nota conjunta dos dois países finalmente confirmando que o Brasil iria adquirir 36 caças Rafale F3.


O anúncio oficial significou na prática o encerramento do Projeto
FX-2 de seleção feito pela FAB. Já Dilma, postergou a escolha para 2012, mas entrou 201 com a velha promessa e nada de decisão.


A nova fase deveria significar um quantitativo entre 120 e 150 caças multimissão de 4ª e 5ª Gerações aqui produzidos, que começaria com os 36 caças de 4ª Geração e culminar em um caça de 5ª.


Houve apenas 3 finalistas entre 4 de fevereiro e 7 de setembro de 2009 :


    g   Dassault da França - Rafale F3,

    g   SaaB-BAE (Suécia-UK) - JAS-39 Gripen NG, e

    g   Boeing dos EUA - F/A-18 E/F Super Hornet.


Os caças preteridos na short list foram o
Su-35BM Super Flanker da russa Sukhoi, antes tido como favorito, e o EF-2000 Typhoon, do Consórcio Eurofighter europeu (Alemanha, Itália, Espanha e Inglaterra).


Na presente simulação, serão encomendados e produzidos no Brasil pela EMBRAER 210 aparelhos RAFALE F3, sendo 60 para a MB e 150 para a FAB. Os 60 da MB terão capacidade CATOBAR, para operarem embarcados. Os da FAB também serão empregado com CATOBAR, pois deverão operar tanto embarcados quanto de terra, para entregas a partir de 2014. 


1B) CAÇA AVANÇADO


O Brasil, através do CTA, da indústria nacional, e com ALIANÇAS ESTRATÉGICAS para atuação em escala, poderá, a partir de 2012, acompanhando e perseguindo os desenvolvimentos científicos e tecnológicos mundiais da atualidade no campo da NANOTECNOLOGIA, dar início ao Projeto Brasileiro de família de CAÇAS AVANÇADOS HIPERSÔNICOS de 6ª Geração.


Esses MEIOS FUTUROS serão
desenvolvidos em 2 níveis de alcance :

     g   LA - LONGO ALCANCE (F-1)Alcance de 10.000 km +. Velocidade máxima de Mach 10. Altitude máxima de 45.000 m. Emprego Estratégico / Tático.

    
g   MA - MÉDIO ALCANCE (F-2) - Alcance de 5.000 km +. Velocidade máxima de Mach 6. Altitude máxima de 40.000 m. Emprego Tático.


A produção em série começará até 2019, para atender à encomenda de 400 unidades do LA, sendo 100 para a MB e 300 para a FAB, e encomenda de 650 unidades do MA, sendo 200 para a MB e 450 para a FAB.


Será
um total de 1.050 aeronaves encomendadas, as quais farão parte das FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS por uma causa e esforço únicos, a Defesa do Brasil.



O Aurora ou o Caça Avançado ?



1C) OUTROS CAÇAS


Uma importante modernização para F-5M vinha sendo realizada com 46 aeronaves F-5E (43 monopostos) e F-5F (3 bipostos) pela EMBRAER em Gavião Peixoto.


Tal modernização foi contratada no ano 2000 a um custo de US$ 285 milhões,
com conclusão inicial prevista para 2006, mas que se estendeu até março de 2013, quando só então começaram os trabalhos com as 11 unidades adquiridas depois.


Foram adquiridas em 2007
mais 11 unidades da Jordânia a US$ 1,9 milhão cada, sendo 8 F-5E e 3 F-5F. O Brasil passou a contar com 57 caças F-5, sendo 51 E monopostos e 6 F bipostos para treinamento.


A modernização do F-5 objetivou atualizar seus sistemas, em particular os de navegação e ataque, aprimorando o desempenho operacional e incrementando o poder letal em cenários de emprego ar-ar e ar-solo.


Nesse sentido, Brasil e África do Sul uniram-se em 2006 no desenvolvimento contínuo do míssil ar-ar de curto alcance, ou WVR, A-Darter. Em seguida, a FAB escolheu operar o míssil ar-ar de longo alcance, ou BVR, Derby. Ambos são considerados de 5ª geração.


A partir da CRUZEX 2006, a FAB passou a operar oficialmente o quarteto: F-5M + Míssil BVR Derby + R 99 A + Enlace de Dados. Este evento incluiu a FAB no seleto grupo de até 5 Forças Aéreas no mundo que dominam o ambiente BVR e operam aviões de controle e vigilância aérea como o R 99 A.


O Brasil dispõe hoje de 53 caças de ataque  AMX A-1/B, muitos d
os quais também estão sendo modernizados desde 2009.


Em 2001, foram encomendados 76 caças leves de ataque ALX A-29 por US$ 420 milhões. Além de treinamento, os A-29 também passaram a complementar a estrutura operacional do SIVAM em missões de interdição de fronteira e combate ao narcotráfico na Amazônia.


Em outubro de 2005, foi confirmada a opção de compra de mais 23 unidades por US$ 120 milhões, totalizando 99 ALX para a FAB operar.


O modelo é um turbo-hélice de ataque leve e treinamento avançado, projetado para decolar de pistas em condições precárias, inclusive em missões noturnas, pois conta com um avançado sistema de navegação e ataque, com instrumentação de vôo compatível com o uso de
NVG.


Em nosso
Plano, será necessário o desenvolvimento do ALX-II, com características de um multimissão a jato, que receberá encomenda inicial de 301 unidades, totalizando 400 aparelhos ALX I & II.


Serão utilizados em cenários de baixa
intensidade por todo o país. A novidade é que os ALX II serão navalizados, a fim de embarcarem em navios que atuem em operações dos Fuzileiros Navais.



2) SUPORTE - TRANSPORTE E REVO


Aeronaves empregadas em Transporte, Revo e Patrulhamento também merecem prioridade.


A FAB emprega hoje 24 aviões Hercules C-130 de Transporte Médio,
sendo que 10 foram adquiridos da Itália mais recentemente, tendo passado por um Programa de Modernização Aviônica. Foi feita a troca dos sistemas de comunicação, navegação, controle automático de vôo e radar. E foram incluídos sistemas de autodefesa, e de alerta de colisão com o solo e em vôo.


Os outros 14 são antigos, sendo 10 C-130H (4 C-130E tiveram upgrade para C-130H) e 4 KC-130H. A versão atual é a "J", com um alto preço de US$ 85 milhões a unidade. Em 2009, 8 unidades com problemas de manutenção estavam sendo recuperadas.    


Em abril de 2007, foi noticiado que a Embraer iria construir no Brasil um novo cargueiro militar, o KC-390, para atender ao programa de modernização da FAB, o qual prevê a compra de 30 (podendo chegar a 60) dessas aeronaves ao preço unitário de US$ 50 milhões.


Em 2009, a Embraer e a FAB passaram a tratar o projeto C-390 pela nova designação de KC-390. Isso ocorre porque todos os EMB-390 adiquiridos pela FAB sairão de fábrica preparados para efetuar o reabastecimento em vôo, inclusive os cargueiros.


Para tal, todos os aviões virão equipados com tanques subalares capazes de prover o reabastecimento aéreo. No entanto, para certas missões que exijam grande volume de combustível, estes receberão o tanque interno de maior capacidade, o qual será modular e poderá ser instalado em quaisquer aeronaves da família.




C-390 - Novo

Segundo conceito do futuro KC-390, com cauda em "T", capacidade nata
de prover REVO e capacidade de carga aumentada de 19 para 27 ton.
(Arte Embraer)



O grande sucesso comercial a ser desenvolvido no Plano do DEFESA BR é justamente esse avião de Transporte e Revo Médio Tático, que receberá uma encomenda total de 225 aparelhos (90 FAB / 100 MB / 35 EB).


Fica claro agora que esta aeronave de apoio será o KC-390 da Embraer, exceto no caso da Marinha. Na simulação, a
FAB encomendará 60 aviões C-390 de Transporte e 30 de Revo Médios (mantendo-os aqui separados).



AERONAVES DE APOIO
MÉDIO KC-390 E OUTRAS


 AERONAVES
FAB
MB
EB
TOTAIS
Transporte
60
60
35
155
Revo
30
40
-
70
Totais
90
100
35
225



Vem sendo dito que a FAB está à procura de um reabastecedor maior na categoria do 767 ou do A-330, sendo o primeiro o favorito dadas as disponibilidades de células civis e a capacidade da reconversão para tanque ser feita no Brasil pela VEM.


A FAB teria então dois programas de reabastecedores em movimento: o KC-390, com mínimo 22 e máximo de 30 unidades (com pretensão não confirmada de até 60 unidades). Já o KC-X do porte do 767 viria substituir os KC-137 (707) e seriam adquiridos entre 4 e 8 aviões. A ideia é ter um reabastecedor de longo alcance (superior ao KC-390) e com maior capacidade de combustível.



KC-137 realizando REVO com 11 caças da FAB

Magnífica visão de operação de REVO realizada por um KC-137 da FAB.
(Foto FAB) 



Já o programa de um Cargueiro Militar Estratégico, para o advento dos Supercargueiros na FAB, foi levantado no fim de 2008. A FAB teria dado início à análise de viabilidade técnico-operacional e a estudo de mercado para sua aquisição.


A capacidade de carga
do avião cargueiro superpesado deverá ser superior a 40 ton, ter capacidade de voar carregado sem revo por 4 mil km, e ainda tendo capacidade de pousar em pistas rudimentares.


Tal Cargueiro Militar Estratégico comporá a força de transportadores pesados que, juntamente com o
Cargueiro Militar Tático KC-390, deverão ser a futura espinha dorsal dos cargueiros da Força Aérea Brasileira. Alguns candidatos são previsíveis : C-17 Globemaster (muito caro), IL-76 (muito bom), e o antológico ucraniano Antonov ANT-124.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

ANT-124

Gigantesco Antonov ANT-124 em processo de carregamento.
(Foto NASA)



Em nosso Plano, serão encomendados ainda 45 aviões de Transporte   e Revo Pesados, necessariamente com um novo modelo desenvolvido no Brasil pela EMBRAER, próprio para as nossas necessidades e características de emprego e de meio-ambiente (principalmente na Amazônia), no mesmo caminho do Projeto KC-390.


Além disso, tanto o Exército (15) quanto a Marinha
(20) precisarão ter suas frotas próprias, tornando-se independentes e liberando a FAB para o cumprimento de suas próprias missões de Defesa. Com isso, já haverá uma encomenda inicial garantida de 80 aviões de Transporte e Revo Pesados.


Para o reabastecimento de combustível em vôo, ou Revo, temos hoje disponíveis os tradicionais  4 KC-130H (Hercules C-130H) e 4 KC-137 (Boeing 707), empregados para grandes distâncias e caças mais velozes.


Ressalte-se que em 2005 a FAB comprou da EADS 12 aeronaves de transporte leve C-295, com capacidade de 9,2 ton. Elas foram batizadas de "C-105 Amazonas" e substituíram os velhos C-115 Búfalo nas missões de transporte aéreo logístico, aeroterrestre, lançamento aéreo, evacuação aeromédica, busca e salvamento.


O C-295 possui sistemas como Enlace de Dados, RWR, Chaff & Flare, ETCAS e EGPWS e a cabine pode receber blindagem especial. Com o C-295, a FAB passou a empregar tripulação dupla nas missões, o que permite operações diuturnas, ao contrário do C-115 que, no fim de tarde, tinha que pousar por causa do escurecer. Foi adquirido ainda um simulador nível D, que será o primeiro do mundo a ser usado com C-295. 



C-105 Amazonas

Cerimônia de entrega do primeiro C-105A Amazonas,
matrícula da FAB 2800, em 16 de outubro de 2006,
na EADS-CASA, em Sevilha, Espanha.

(Foto FAB 2006-1810)



O Amazonas é empregado por 2 esquadrões, tendo 8 unidades no 1º/9º GAv - Esquadrão Arara, da Base Aérea de Manaus, e 4 unidades no 1º/15º GAv - Esquadrão Onça, da Base Aérea de Campo Grande (MS).


Em outubro de 2008, foi noticiado que, d
ado o sucesso no emprego do C-105 Amazonas, a FAB estaria preparando a aquisição de mais 8 unidades para entregas a partir de 2010. O Total na FAB alcançaria 20 unidades.


Fala-se que alguns iriam para a Base Aérea de Belém, outros para completar o Esquadrão Onça, e mais alguns para o
2º/10º GAv - Esquadrão Pelicano, sendo ambos da Base Aérea de Campo Grande. Sabe-se que 4 serão empregados na função SAR, nas áreas das fronteiras Norte e Oeste.


3) PATRULHAMENTO


Em abril de 2009, a FAB anunciou que seriam modernizados 54 Bandeirantes, sendo 10 dos 12 P-95 Bandeirulhas, de patrulha marítima. O custo total será de US$ 35 milhões, o que daria US$ 650 mil por unidade, sendo que os trabalhos com os P-95 custarão bem mais. Novamente, entrará em campo a dupla Embraer / Aeroeletrônica.


Os 9 P-3 Orion recém-modernizados pela Airbus serão usados em missões de patrulha marítima na Amazônia Azul, na proteção de fronteiras e narcotráfico na Região Amazônica, além de missões de Busca e Salvamento (SAR).



(Clique na foto abaixo para ampliação)

P-3BR - Primeiro Voo

Primeiro voo de um P-3BR em 29 de abril de 2009, em Madri, Espanha.
(Foto FAB)



4) HELICÓPTEROS


Com o crescente interesse internacional pelas duas AMAZÔNIAS, o Brasil vem negociando diversas aquisições e emprendimentos de produção local de HELICÓPTEROS de todos os tipos e tamanhos, especificamente os de C-SAR, Transporte e Ataque.


Trata-se agora de negociações visando o emprego nas 3 Forças Armadas. Alguns caminhos para a FAB já são conhecidos, e outros ainda estarão sendo revelados em mais algum tempo à frente.


É dito que a FAB pretende operar no futuro algo como 40 UH-60L Black Hawk e 20 EC-725 Super Cougar.


4A) HELICÓPTEROS - CSAR


Em 2007, a FAB recebeu 6 UH-60L Black Hawk (S-70) da Sikorsky empregados em ambientes de alta intensidade, como missões de C-SAR na região amazônica, em substituição aos antigos UH-1H Huey. Eles estão hoje no 7º/8º GAv, Esquadrão Hárpia, de Manaus.


Trata-se de um helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto, armado e com blindagem de fábrica.




VÍDEO - UH-60L BLACK HAWK (02:17 MIN)



Filme do 7º/8º GAv, Esquadrão Hárpia, da Amazônia,
com imagens originadas no US Army, retratando
as operações do Black Hawk.



VÍDEO - RESGATE NA SELVA (06:34 MIN)



Filme do 7º/8º GAv, Esquadrão Hárpia, da
Amazônia, com imagens de um resgate de
sobreviventes de queda de avião na selva.



O UH-1H, conhecido como Sapão, usado em guerras como as do Vietnã, Malvinas e Irã-Iraque, esteve em uso na FAB por quase 40 anos, sobretudo em operações de busca e salvamento. Ele tinham capacidade para 8 pessoas, contra 16 do Black Hawk.


Esses primeiros 6 UH-60L vieram por causa de uma desistência da Arábia Saudita. Só para comparar a mudança, os UH-1H, com os tanque principais e um tanque auxiliar interno cheios, podiam transportar além da tripulação 3 passageiros a até 360 mn de distância. Já os UH-60L transportam 20 passageiros a até 475 mn, nas mesmas condições de tanques.


Em junho de 2007, houve a compra de mais 6 UH-60L para emprego em Campo Grande. Em 26 de setembro de 2008, foi assinada uma nova aquisição de mais 15 UH-60L Black Hawk, da Sikorsky, que vêm acompanhados de equipamentos e serviços, a um custo total estimado de US$ 525 milhões.


Houve ainda uma nova compra de mais 4 unidades do UH-60L em 11 de junho de 2009. O custo total é de US$ 60 milhões (unitário de US$ 15 milhões) e a entrega deverá ser concluída até 30 de novembro de 2012.



AQUISIÇÕES DE
UH-60L BLACK HAWK
PARA A FAB

DATA
QUANT.
TOTAL
7 SET 2004
06
06
29 JUN 2007
06
12
26 SET 2008
15
27
11 JUN 2009
04
31



A FAB precisará dos então 31 Black Hawk para emprego em manobras de todo tipo. Mas eles estarão, primordilamente, promovendo as capacidades da Força em busca e salvamento, mobilidade aérea, defesa de instalações vitais, e apoio a tropas no solo.


O projeto poderia ser de até 40 unidades, e o ideal seria que fosse adquirida também a nova versão UH-60M, já utlizada pelo US Army há algum tempo.



Black Hawk - Cockpit Digital

Um UH-60M Black Hawk do US Army com Cockpit Digital.
(Foto US Army)



4B) HELICÓPTEROS - TRANSPORTE


Em 2 de setembro de 2008, a Eurocopter, empresa do grupo franco-alemão EADS, anunciou que iria fabricar no Brasil, na Helibrás, e vender ao Ministério da Defesa helicópteros militares de transporte de tropas EC-725 Super Cougar.



EC-725

O EC-725 é a versão militar do EC-225.
(Foto Eurocopter)



Finalmente, no anúncio do contrato, em 23 de dezembro de 2008, foram revelados quais serão os usuários dos 50 EC-725 :

     g   FAB - 18 unidades (sendo 2 para o GTE);

     g   EB - 16 unidades; e

     g   MB - 16 unidades.


4C) HELICÓPTEROS - ATAQUE


Em 23 de novembro de 2008, foi assinado o contrato de aquisição de 12 helicópteros de assalto Mil Mi-35 M HUND, de fabricação russa, uma transação avaliada entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões. O valor maior dever-se-ia à uma requisição de inclusão de aviônicos israelenses, da Elbit.



Mil Mi-35

O Mi-35 P é a versão de exportação do Mi-24 P.
(Foto Sukhoi)



A aproximação do Brasil com Empresa Federal Estatal Unitária Rosoboronexport, a fabricante HUND e o governo russo havia sido confirmada pelo ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, em setembro. As negociações remontam a 2006.


O Mi-35 M é a versão mais avançada e é uma espécie de tanque voador, blindado, equipado com avançados recursos eletrônicos. Trata-se da versão russa do Apache americano.


A especificação da FAB para o equipamento exige sistemas que permitam o combate noturno, redutor de ruído e de emissão de calor em ambas as turbinas de 2.200 shp.


A tripulação - 2 pilotos - ocupa cabines independentes cobertas por 2 globos blindados. O compartimento traseiro pode acomodar até 8 soldados equipados. Os cabides externos levam até 1.500 quilos de armas - mísseis, foguetes, bombas de até 500 kg - ou 2,5 toneladas de cargas.


Toda a seção inferior é revestida com placa bimetálica resistente a tiros e impacto equivalente ao calibre .50 ou granadas. Sob a fuselagem, na seção dianteira, uma torre abriga um canhão de alta velocidade, que pode ser o russo GsH de 23 mm, o Gatling americano de 20 mm ou um rotativo de 30 mm.



VÍDEO - MIL MI-35 HIND (01:04 MIN)




Mi-35

Um Mil Mi-35 da FAB.
(Foto FAB)




5) INTELIGÊNCIA - C4ISR


Para patrulhamento marítimo, a FAB
tem 9 P-3C Orion (baseados no Electra e ainda considerada a melhor plataforma do mundo) sendo modernizados 9 de 12 adquiridos, com capacidade ASW.


Os 2 primeiros P-3C modernizados serão entregues à FAB em 2008 e o último em 2010. O contrato de modernização está avaliado em US$ 298,7 milhões.


A FAB dispõe também de 8 Aeronaves de Inteligência de Combate R 99 na Amazônia desde 2002, sendo 5 A e 3 B.



VÍDEO - R 99 A + R 99 B + A-29 (03:47 MIN)





Os R 99 foram criados com o objetivo de emprego em missões de inteligência ISR no SIPAM - Sistema de Proteção da Amazônia, juntamente com o ALX-29, Super Tucano. Operam com Enlace de Dados (Data Link), para transmissão e recepção de dados entre eles e as Bases.


Seu principal equipamento é o radar Ericsson OS-890 ERIEYE, um compacto sistema de missão no estado-da-arte, capaz de detectar um grande número de alvos a até 500 km de distância em uma abertura de 360º.


Com o advento do Link-BR2 em 2009, a FAB passou a dispor de um protocolo de enlace de dados de alta qualidade, equiparável aos mais modernos protocolos de sistemas táticos de conexão em rede utilizados no mundo.


Desenvolvido pela Embraer, este protocolo permitirá a viabilização de um moderno sistema de intercâmbio de dados durante operações da FAB, e com a interoperabilidade junto à MB e o EB, em operações conjuntas.



VÍDEO - FAB EMBRAER R-99A (01:31 MIN)






Já o alcance dos radares das aeronaves de caça costuma ser bastante inferior, o que demonstra a importância vital de ter-se aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle no ambiente moderno de combate aéreo.



ALCANCE DE RADAR
PARA RCS PADRÃO DE 5 M2:


 AERONAVES
KM
R 99 A
500
F-5 M
74
Su-35
190
Rafale
130
F-16 C
120
F/A-18 E/F
210



R 99 A

Embraer EMB-145 SA R 99 A na Amazônia.
(Foto Embraer)
 


A FAB necessita ampliar as encomendas, porém, com o derivado do EMBRAER 195 para todo o território nacional para operarem com enlace em redes como C4ISR.


Em julho de 2005, o Comando da Aeronáutica encomendou à Embraer um estudo sobre a possibilidade de desenvolvimento de um novo avião de patrulhamento marítimo baseado nos jatos Embraer 190 e 195. Ele poderá complementar a frota a partir de 2012.


Os estudos iniciais para o desenvolvimento da nova aeronave de patrulha foram coordenados pelo Estado Maior da Aeronáutica que, junto com a Embraer, criou um grupo de trabalho encarregado de elaborar as especificações técnicas necessárias.


As aeronaves da nova família poderão ser desenvolvidas com a finalidade de exercerem elevado nível de proteção e vigilância aérea e terrestre, além do patrulhamento marítimo. Serão os R e P 195, ou será um único modelo multimissão.


Na presente simulação, elas passarão a processar e coordenar inteligência (SIGINT). em toda a região fronteiriça nacional e Área Marítima, em trabalho conjunto com EB + MB e seus futuros DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS.


Os Dirigíveis Híbridos do EB e da MB serão a plataforma ideal e vantajosa para participarem com as aeronaves da FAB em um esquema intermodal com larga vigilância aérea (AEW), fluvial e marítima (ASW), patrulhamento geral, transporte ultra-pesado e capacidade C4ISR para a proteção das 2 AMAZÔNIAS.


Deverão ser somadas 60 unidades de EMBRAER 195 com C4ISR, sendo 40 para as fronteiras e 20 para o litoral, em substituição aos 19 P 95 Bandeirulhas e aos 9 P-3C Orion. Cada R 195 poderia apoiar até 40 caças.


Porém, para maior eficácia, cada um deverá apoiar somente 20 da Força de 1.200 caças de ALTA INTENSIDADE do quadro abaixo. Tal configuração poderá representar uma enorme multiplicação de valores desta Força.


As plataformas dos EMBRAER 195, configurados para terem autonomia de 7.700 km (superior à extensão costeira do Brasil), já estão disponíveis desde 2006. Assim, a autonomia da versão comercial, de 4.260 km, será expandida em 80 %, como no caso do P 99 (um ERJ 145).


Para uma ideal distribuição destes aviões pelo país, serão utilizadas 8 Bases Aéreas (Canoas, Santa Cruz, Fortaleza, Anápolis, Cuiabá, Belém, Manaus e Porto Velho).



EMB 145 AEW&C - Arte

EMB 145 AEW&C da EMBRAER.
(Arte Divulgação da Embraer)



QUADRO PREVISTO DE
AERONAVES C4ISR

DA FAB EM 2025


AERONAVE 
MISSÃO
QUANT
ACUM
R 195 da Embraer
C4ISR
AMAZÔNIA
40
40
P 195 da Embraer
C4ISR
LITORAL
20
60




QUADRO ATUAL DE CAÇAS DA FAB


AERONAVE 
MISSÃO
QUANT
ACUM
F-5 E/F Tiger II da Northrop sendo modernizados pela Embraer e Elbit
Ataque
55
55
AMX A-1/B da Embraer a serem modernizados
Ataque
53
108
Mirage 2000 C/D a
serem recebidos entre 2006 e 2008
Interceptação
12
  120
ALX A-29 (caças leves) sendo entregues pela Embraer
Reconhecimento e Ataque
99
219

Confirmar sempre a atualidade em Military Power.



QUADRO FUTURO DE CAÇAS DA FAB EM 2025


CENÁRIO / AERONAVE

MISSÃO
QUANT
ACUM
CAÇA AVANÇADO LONGO ALCANCE (2019)
Multimisão em
Alta Intensidade
300
300
CAÇA RAFALE F3(2014)
Multimisão em
Alta Intensidade
150
450
CAÇA AVANÇADO MÉDIO  ALCANCE (2019)  Multimisão em
Alta Intensidade
450
900
UCAV (2016) Multimisão em
Alta Intensidade
300
1.200
SUPER TUCANO  I E  II  (II - 2012)       Reconhecimento, Ataque e 
Treinamento
(Multimissão em Baixa Intensidade)
300
1.500

Estão incluídos os 99 ALX I já encomendados mais 301 ALX II.




INVESTIMENTOS DA FAB


Os investimentos necessários entre 2011 e 2025 para a FAB atingir tal nível de excelência operacional, referem-se a US$ 1,8 bilhão ao ano em Pesquisa e Desenvolvimento com Inovação - PD&I, totalizando US$ 27 bilhões em 15 anos, e mais US$ 7 bilhões ao ano em Construção de Meios, totalizando US$ 105 bilhões em 2025. Juntos representarão US$ 132 bilhões no período.


De acordo com nossa página de simulação referente ao Ministério da Defesa (MD), tendo-se um Planejamento Estratégico de Longo Prazo nesse período de Transição, a FAB passará a ter disponíveis entre 2011 e 2025 os seguintes recursos, em Dólares (US$) médios anuais, visualizados no quadro abaixo :



FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
MB
1,8
7,0
1,5
10,3



Serão US$ 1,8 bilhão para Pesquisa e Desenvolvimento com Inovação - PD&I, US$ 7 bilhões para Construção de Meios, e US$ 1,5 bilhão para todas as Operações & Manutenção habituais da Força, totalizando fortes US$ 10,3 bilhões médios anuais.


É um
revolucionário e esplêndido crescimento para uma FAB do Século XXI, e situado em patamar bem acima de nossa simulação anterior, de US$ 3,2 bilhões anuais.


No período total de 15 anos, entre 2011 a 2025, os investimentos
somarão :



FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
MB
27,0
105,0
22,5
154,5
%
17,5%
68,0%
14,5%
100 %



Veja como será a divisão dessa Construção no quadro a
seguir : 



1) AERONAVES TRIPULADAS
E NÃO TRIPULADAS

                                    
MEIOS
PREÇO
US$ MI
QUANT
TOTAL
US$ BI
A) CAÇAS MULTIMISSÃO
    (1.500) 



CAÇA AVANÇADO LA
90
300
27,00 
CAÇA AVANÇADO MA
60
450
27,00
RAFALE F3
60
150
9,00
UCAV
25
300
7,50
SUPER TUCANO ALX I e II  -  Caça Leve
15
300
4,50
Sub-Total
  (50)
1.500

75,00
B) AERONAVES DE INTELIGÊNCIA
DE COMBATE
    (90) 



C4ISR
80
90
7,20 
Sub-Total

  (80)
90
7,20 
C) AVIÕES DE APOIO
    (135) 



Transporte Pesado
80
30
2,40
Transporte Médio
50
60
3,00
Revo Pesado    
80
15
1,20
Revo Médio
50
30
1,50
Sub-Total

(49)
135
6,60
D) HELICÓPTEROS
    (275)



Ataque
30
150
4,50
Transporte Pesado
40
35
1,40
Transporte Médio
30
90
2,70
Sub-Total

(31.3)
275
8,60
TOTAL (1.500 + 90 + 135 + 275)
(48.7)
2.000
97,40




Obs: Veja a distribuição dos caças pelo Brasil em 2025.


          
2) TOTAIS


      MEIOS
  PREÇO US$ MI
QUANT  
TOTAL
US$ BI
AERONAVES TRIPULADAS E NÃO TRIPULADAS
(48.7)
2.000
97,40
SIDM - SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS / ASAT
-
-
3,00
FOGUETES
-
-
4,60
TOTAL
-
-
105,00



Obs: nos valores acima, não são considerados os custos de desenvolvimento, pois há verba específica para tal; para as aeronaves, as despesas com os sistemas de armas e munições são cobertas com verbas de Operações.       



SIDM / ASAT


Na simulação, será desenvolvido com o Exército um SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS - SIDM para a Defesa do Território Nacional e sua Área Marítima contra ameaças aeroespaciais, de aeronaves, mísseis e satélites. Contará ainda com ARMAS ANTI-SATÉLITE (ASAT).


O
SIDM / ASAT será o sucessor nacional aperfeiçoado do Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), fruto de projeto de cooperação Brasil-Índia (em andamento).


As defesas nesse sistema estarão baseadas no comando & controle, e na ligação com enlace em redes e apoio mútuo do arsenal de caças, mísseis antiaéreos como o russo S-400, anti-mísseis, anti-satélites, sensores terrestres, aéreos e orbitais.


Além disso, serão desenvolvidas e amplamente utilizadas novas tecnologias de ARMAS ANTI-SATÉLITE (ASAT) com ênfase nos revolucionários armamentos DEW, à velocidade da luz, KEW, MIRACL e a temível E-Bomb.


Exemplos de armamentos DEW à velocidade da luz, bastante poderosos, a serem desenvolvidos, são o laser de raios X, com plasma em alta temperatura, e o canhão de micro-ondas, ambos sendo disparados de terra e até com satélites refletores, altamente capazes de destruir satélites e aeronaves, alvos terrestres e marítimos, como uma frota naval, ou inúmeros alvos pré determinados, em poucos minutos.



ISIS

Dirigível estratosférico não tripulado ISIS.
(Arte Lockheed Martin)



Há alguns anos, encontra-se em desenvolvimento o SISCOMIS - Sistema Brasileiro de Comunicação Militar por Satélite, que será responsável pelas comunicações governamentais, militares e estratégicas, tornando o País independente da empresa Star One (Brasilsat). Ele será também uma plataforma para um GPS nacional.


Já um novo sistema de controle do tráfego aéreo civil será implantado a partir de 2012 e é conhecido como CNS/ATM. Ele utiliza dados de sistema satélite e tecnologia GPS para as comunicações e navegação do tráfego aéreo.


O sistema GPS pertence aos EUA,  e é largamente utilizado nos meios civil e militar em todo o mundo. Já encontra-se
em desenvolvimento a próxima geração, o GPS III. O propósito militar do GPS é permitir comando e controle aperfeiçoado de Forças através de realçada  habilidade de especificar acuradamente as localizações de alvos para mísseis de cruzeiro ou tropas.


Em setembro de 2005, foi lançado um processo de consultas de preços a diversos fornecedores para o Sistema de Satélites de Múltiplas Missões (SSMM), que também tem o nome de Satélite Geoestacionário Brasileiro (SGB). Serão construídos e lançados 3 satélites a um custo total estimado de US$ 1,5 bilhão, envolvendo também os foguetes lançadores, centros de controle e estações terrestres. Mais detalhes em AEB.


A simples ameaça de uma arma ASAT obrigaria um inimigo a fazer constantes manobras de seus satélites espiões, levando-os a mudar de órbitas pré-estabelecidas e, assim, anulando sua eficácia. Teriam ainda grave redução de vida útil, dada pela enorme quantidade de combustível utilizado para constantes manobras.


Todo o Sistema SIDM / ASAT terá um custo de construção de US$ 3 bilhões para a FAB, em um total de US$ 7 bilhões (US$ 4 bilhões do EB). 



VÍDEO - 62º FPB - TECNOLOGIA MILITAR (43:44 MIN)



62º FPB - Tecnologia Militar - A Defesa e o Novo
Plano da Política Industrial - 17/12/2008. Relato
da infinita série de embargos americanos ao Brasil.




VÍDEOS


Vídeo do PAMA GALEÃO

Videos do You Tube




Marinha do Brasil  -  MB

Exército Brasileiro  -  EB

Ministério da Defesa  -  MinDef