Força Aérea Brasileira – FAB

  1. INTRODUÇÃO
  2. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 1
  3. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 2 E 3
  4. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 4
  5. MEIOS ATUAIS E FUTUROS - 5
  6. INVESTIMENTOS DA FAB
  7. SIDM / ASAT




MEIOS ATUAIS E FUTUROS

5) INTELIGÊNCIA – C4ISR

Para patrulhamento marítimo, a FAB tem 9 P-3C Orion (baseados no Electra e ainda considerada a melhor plataforma do mundo) sendo modernizados 9 de 12 adquiridos, com capacidade ASW.

Os 2 primeiros P-3C modernizados serão entregues à FAB em 2008 e o último em 2010. O contrato de modernização está avaliado em US$ 298,7 milhões.

A FAB dispõe também de 8 Aeronaves de Inteligência de Combate R 99 na Amazônia desde 2002, sendo 5 A e 3 B.

VÍDEO – R 99 A + R 99 B + A-29 (03:47 MIN)

 

Os R 99 foram criados com o objetivo de emprego em missões de inteligência ISR no SIVAM / SIPAM – Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia, juntamente com o ALX-29, Super Tucano. Operam com Data Link (Enlace de Dados), para transmissão e recepção de dados entre eles e as Bases.

Seu principal equipamento é o radar Ericsson OS-890 ERIEYE, um compacto sistema de missão no estado-da-arte, capaz de detectar um grande número de alvos a até 500 km de distância em uma abertura de 360º.

Com o advento do Link-BR2 em 2009, a FAB passou a dispor de um protocolo de enlace de dados de alta qualidade, equiparável aos mais modernos protocolos de sistemas táticos de conexão em rede utilizados no mundo.

Desenvolvido pela Embraer, este protocolo permitirá a viabilização de um moderno sistema de intercâmbio de dados durante operações da FAB, e com a interoperabilidade junto à MB e o EB, em operações conjuntas.

VÍDEO – FAB EMBRAER R-99A (01:31 MIN)

 

Já o alcance dos radares das aeronaves de caça costuma ser bastante inferior, o que demonstra a importância vital de ter-se aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle no ambiente moderno de combate aéreo.

ALCANCE DE RADAR

AERONAVES
KM
R 99 A
500
F-5 M
74
Su-35
190
Rafale
130
F-16 C
120
F/A-18 E/F
210

 

Embraer EMB-145 SA R 99 A na Amazônia (Foto Embraer)





A FAB necessita ampliar as encomendas, porém, com o derivado do EMBRAER 195 para todo o território nacional para operarem com enlace em redes como C4ISR.

Em julho de 2005, o Comando da Aeronáutica encomendou à Embraer um estudo sobre a possibilidade de desenvolvimento de um novo avião de patrulhamento marítimo baseado nos jatos Embraer 190 e 195. Ele poderá complementar a frota a partir de 2012.

Os estudos iniciais para o desenvolvimento da nova aeronave de patrulha foram coordenados pelo Estado Maior da Aeronáutica que, junto com a Embraer, criou um grupo de trabalho encarregado de elaborar as especificações técnicas necessárias.

As aeronaves da nova família poderão ser desenvolvidas com a finalidade de exercerem elevado nível de proteção e vigilância aérea e terrestre, além do patrulhamento marítimo. Serão os R e P 195, ou será um único modelo multimissão.

Na presente simulação, elas passarão a processar e coordenar inteligência (SIGINT – pdf). em toda a região fronteiriça nacional e Área Marítima, em trabalho conjunto com EB + MB e seus futuros DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS.

Os Dirigíveis Híbridos do EB e da MB serão a plataforma ideal e vantajosa para participarem com as aeronaves da FAB em um esquema intermodal com larga vigilância aérea (AEW), fluvial e marítima (ASW), patrulhamento geral, transporte ultra-pesado e capacidade C4ISR para a proteção das 2 AMAZÔNIAS.

Deverão ser somadas 90 unidades de EMBRAER 195 com C4ISR, sendo 60 para as fronteiras e 30 para o litoral, em substituição aos 19 P 95 Bandeirulhas e aos 9 P-3C Orion. Cada R 195 poderia apoiar até 40 caças.

Porém, para maior eficácia, cada um deverá apoiar somente 20 da Força de 1.320 caças de ALTA INTENSIDADE do quadro abaixo. Tal configuração poderá representar uma enorme multiplicação de valores desta Força.

As plataformas dos EMBRAER 195, configurados para terem autonomia de 7.700 km (superior à extensão costeira do Brasil), já estão disponíveis desde 2006. Assim, a autonomia da versão comercial, de 4.260 km, será expandida em 80 %, como no caso do P 99 (um ERJ 145).

Para uma ideal distribuição destes aviões pelo país, serão utilizadas 8 Bases Aéreas (Canoas, Santa Cruz, Fortaleza, Anápolis, Cuiabá, Belém, Manaus e Porto Velho). 

EMB 145 AEW&C da EMBRAER. (Arte Divulgação da Embraer)

 QUADRO PREVISTO DE AERONAVES C4ISR DA FAB EM 2027

AERONAVE
MISSÃO
QUANT
ACUM
R 195 da Embraer
C4ISR
AMAZÔNIA
60
60
P 195 da Embraer
C4ISR
LITORAL
30
90

QUADRO ATUAL DE CAÇAS DA FAB

AERONAVE
MISSÃO
QUANT
ACUM
F-5 E/F Tiger II da Northrop sendo modernizados pela Embraer e Elbit
Ataque
55
55
AMX A-1/B da Embraer a serem modernizados
Ataque
53
108
Mirage 2000 C/D a
serem recebidos entre 2006 e 2008
Interceptação
12
  120
ALX A-29 (caças leves) sendo entregues pela Embraer
Reconhecimento e Ataque
99
219

 Confirmar sempre a atualidade em Military Power.

 QUADRO FUTURO DE CAÇAS DA FAB EM 2027

CENÁRIO / AERONAVE
MISSÃO
QUANT
ACUM
CAÇA AVANÇADO LONGO ALCANCE (2021)
Multimisão em 
Alta Intensidade
250
250
CAÇA FX-3 (2016)
Multimisão em 
Alta Intensidade
120
370
CAÇA AVANÇADO MÉDIO  ALCANCE (2019)  Multimisão em 
Alta Intensidade
450
820
UCAV (2018) Multimisão em 
Alta Intensidade
200 1.020
SUPER TUCANO  I E  II  (II – 2014)       Reconhecimento, Ataque e  
Treinamento 
(Multimissão em Baixa Intensidade)
300
1.320

Estão incluídos os 99 ALX I mais 201 ALX II.

Continua…

 





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