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Marinha do Brasil  -  MB

Meios Disponíveis e Futuros



Batalha Naval do Riachuelo

"Batalha Naval do Riachuelo" - Guerra do Paraguai - Em 11 de junho de 1865.
(Quadro de Victor Meirelles - 1832-1903 - acervo
do Museu de História Nacional do Rio de Janeiro)



Os flancos dos navios brasileiros, despedaçados pelos canhonaços
das chatas a lume d'agua, tornam iminente a submersão total da
esquadra. Bombas metralhas esfuziam do alto dos barrancos:
não é possível descrever o que se passa a bordo dos navios
ao alcance das balas, que sibilam em chuveiros.


Entretanto, alguma coisa de providencial se passava, que
cumpre não esquecer: quando o oficial-escrivão da Parnaíba,
depois de haver tragado, para atiçá-lo, algumas fumaças do
fatídico morrão que deveria comunicar o fogo ao paiol, pensa
cumprir a sinistra ordem ouvem-se alvissareiros vivas que,
irrompendo dos navios brasileiros em delírio, o detém
estupefato. E  de pé, sobre a caixa das rodas, destaca-se
afina, por entre densas nuvens de fumo, o vulto imponente
de Barroso, que é o primeiro a bradar - Vitória!


E este triunfo naval, que tão diretamente influíra nos
destinos de toda a campanha, mudou também, e
inteiramente, a sorte dos adversários.

(Batalha Naval do Riachuelo)



Nae São Paulo chegando ao Rio de Janeiro  
   
O Navio-Aeródromo A-12  São Paulo em sua chegada ao Rio de Janeiro 
  nas primeiras horas de uma manhã ensolarada de 17 de fevereiro de 2001.
À esquerda, vista parcial de Copacabana. À direita, o Pão-de-Açúcar.
(Foto do Serviço de Relações Públicas da Marinha)



INTRODUÇÃO

QUATRO FROTAS DA MB

MEIOS ATUAIS

MEIOS FUTUROS

PLANOS DE CONSTRUÇÃO

INVESTIMENTOS DA MB

O FUTURO DA MB - 2025

FORÇA AERONAVAL DA MB

SISTEMA DE PROTEÇÃO



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


A primeira grande mudança de caminho da MB na simulação do DEFESA
BR será o revolucionário aumento do orçamento destinado à MARINHA DO BRASIL para atender a todas suas reais e inadiáveis necessidades de crescimento como Marinha Oceânica (Águas Azuis) e Distrital (Águas Marrons e Fluviais) e sempre com real capacidade de Projeção Estratégica.


No Século XXI, a atuação da MB terá de crescer em duas frentes, ao mesmo tempo, na defesa da AMAZÔNIA VERDE e na da também gigantesca ÁREA MARÍTIMA JURISDICIONAL de 4.451.766 km2, a chamada AMAZÔNIA AZUL. Serão 2 AMAZÔNIAS a serem defendidas, simultaneamente.



Area Marítima da Amazônia Azul

O Brasil tem 7.491 km de fronteira marítima. Em toda essa extensão, existe
a gigantesca Área Marítima Jurisdicional que é a soma da Zona Econômica
Exclusiva (ZEE) com a Plataforma Continental. Juntas representam uma área
econômica brasileira de 4.451.766 km2, que vem a ser maior que a metade
(52 %) do território continental, de 8.511.965 km2. Essa fabulosa Área é
conhecida hoje como a AMAZÔNIA AZUL, estando destacada em
azul claro e escuro no mapa acima.
Os rios da AMAZÔNIA VERDE
(região continental amazônica) também são indicados.

(Arte da MB)



MB - AMAZÔNIA AZUL (00:32 MIN)






Além disso, um país que almeja ter um papel econômico e político importante no mundo precisa possuir um Poder Naval à altura, como aconteceu na história com gregos, fenícios, romanos e, mais recentemente, Portugal, Espanha, Inglaterra e, hoje, com os EUA.  


O fortalecimento da MB de forma abrangente e para múltiplo emprego é fundamental para a nação, já que nossas águas jurisdicionais, com todos seus tesouros minerais, como o petróleo, eqüivalem a 52% do território continental, e os interesses marítimos crescem, geometricamente.



(Clique na foto para ampliação)

Cerimônia de Incorporação do A-12  
 
A Cerimônia de Incorporação do NAe A-12 São Paulo à Marinha do Brasil.
 (Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Hoje, a Plataforma Continental fornece mais de 80% da crescente produção nacional de petróleo. Além disso, 95% de produtos importados e exportadosem seu comércio são transportados por via marítima e em 2008 opPaís desperdiçou mais de US$ 12 bilhões pagando fretes a terceiros, por não dispor mais de uma Marinha Mercante.


A retomada da produção  de navios mercantes também é de alta importância estratégica, tanto econômica como para Defesa.



(Clique na foto para ver imagem gigante do A-12)


Veja em detalhes o NAe São Paulo - A-12 - da Marinha do Brasil.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Será fundamental dar à Marinha do Brasil todos os meios necessários para dissuadir os inimigos, negar-lhes a utilização do mar, projetar poder sobre terra e exercer real controle sobre qualquer área marítima ou fluvial.    



VÍDEO - MB - ENTREVISTA COM
O COMANDANTE (09:56 MIN)




Entrevista com o comandante da Marinha, almirante-de-esquadra
Julio Soares de Moura Neto, no dia 28 de abril de 2008,
no programa "Cidadania Entrevista" da TV Senado.



VÍDEO - GUERREIROS DO BRASIL -
JORNAL DA RECORD
- 11/08/2009 (07:16 MIN)



Matéria apresentada pela Rede Record em 11 de agosto de 2009.



Dissuadir, negar, controlar e projetar. Projeta-se uma Marinha com reais capacidades para Dissuasão & Negação, Controle de Área Marítima (CAM) e Projeção de Poder em resposta a ataques ou em crises internacionais. O contínuo treinamento e a presteza em todas as intercambiáveis variáveis acima de uma Marinha moderna e equilibrada será fundamental para a sua eficácia.


O reaparelhamento e o fortalecimento de meios deve ser acompanhado pelo desejo político e a habilidade financeira de usá-los quando necessário, quer seja junto ao território nacional, ou até mesmo pelo mundo em um esforço para ajudar a guiar os eventos em uma crise ou área de conflito.



Gráfico de Meios Navais da MB

Se a própria Marinha entende que a sua necessidade estratégica é de 145 Meios
Navais, ela não deveria se contentar com menos. Pelo contrário, deveria
procurar negociar muito mais, pois os interesses econômicos do
futuro próximo crescerão em escala geométrica e País
algum reconstrói uma Marinha da noite para o dia.
(Arte Marinha do Brasil)



É chegada a hora de o Brasil desenvolver e construir uma boa variedade de MEIOS NAVAIS próprios para o Século XXI, com NAes (Navios-Aeródromo), NAMs (Navios de Assalto Multipropósito), Família de Escoltas Lança-Mísseis (VLS) com ampla FORÇA AERONAVAL, Submarinos, Navios e Lanchas de Patrulha, e uma frota de Navios de Apoio.



Lançamento do Tikuna

Presidente Lula e D. Marisa conhecendo o Tikuna.
(Foto Ricardo Stuckert / PR - ABr 87.177)



Para isso, poderá contar com o intercâmbio advindo de Acordos de Cooperação Militar assinados com diferentes países como Índia, Rússia e França e de parcerias da EMGEPRON com grandes estaleiros como o DCNS (francês).


O Brasil está destinado a ter uma das 5 (CINCO) PRINCIPAIS MARINHAS nas próximas décadas, por decorrência natural da evolução de sua importância como nação e do crescimento das riquezas a serem exploradas e protegidas, em terra e no mar, como o Pré-Sal.


Este será o
paradigma perseguido na presente SIMULAÇÃO, que buscará o máximo dentro das verbas aqui apresentadas, com NOVAS ORIGENS DE RECURSOS PARA DEFESA, além do Orçamento Federal de Defesa.


Será dada ênfase tanto aos Submarinos Nucleares e Convencionais equipados com mísseis de cruzeiro, quanto ao poder visível, com capacidade de mostrar grande poder de fogo, como os NAes, os NAMs, e a revolucionária Família de Escoltas, todos operando com cobertura mútua via enlace em redes, tornando-se fundamentais para as percepções política e estratégica de eventuais oponentes.                 



Enduring Freedom Operation  

O NAe Nuclear Francês R-91 Charles de Gaulle (2001) participando da
"Enduring Freedom Operation" no Mar de Omã em 2002 (frente/centro).
No lado esquerdo da foto, o CVN 74 USS John C. Stennis da Classe Nimitz  (1995).
No lado direito da foto, o CV 67 USS John F. Kennedy (1968).




A base da Força de Superfície será composta exclusivamente de navios baseados no conceito revolucionário do TRIMARAN: NAes, NAMs e a Família de Escoltas Multifunção.


Todos eles terão capacidade Lança-Mísseis de Cruzeiro com VLS e disporão de excelente FORÇA AERONAVAL, o que é revolucionário em conceito, porém primordial e básico para sobrevivência naval no Século XXI.


Navios de variados portes, do NAe até a menor Escolta, serão capazes de transportar aeronaves variadas, na forma mais dispersa já concebida desde a criação da Aviação Naval em todo o mundo. O poderio conjugado dessas inovadoras belonaves poderá ser único, devido mais à eficaz organicidade do conjunto do que à quantidade.


Já a Força de Submarinos terá como base o projeto nuclear do SNBR, com a construção de forte quantidade de submarinos de capacidade dissuasória indiscutível.


O Brasil deverá contar com o auxílio da França na construção do SNBR, graças ao recente acordo de cooperação na área de Tecnologias Avançadas.



(Clique na arte abaixo para ampliação)

SNB - Esquema

Este esquema com o corte do Submarino Nuclear Brasileiro de Ataque - SNB,
que a MB estaria se preparando para construir
, segundo a Isto É de 28 de
agosto de 2007,
com capacidade de mísseis de cruzeiro, é feito sobre
um trabalho referente à Classe Los Angeles disponível na Internet.

(Arte Revista Isto É )



Com todo esse inovador poderio, dificilmente o Brasil precisará defender-se de inimigos atacantes. Mesmo com um ataque, a falha, os custos humanos e econômicos da aventura, e suas conseqüências, serão de difíceis explicações no país de origem. Para o Brasil, poderá bastar o poder da dissuasão e, se necessário, o contra-ataque.




QUATRO FROTAS DA MB


Nesta simulação do DEFESA BR preparada desde 2001, haverá uma Marinha do Brasil Oceânica, forte e equilibrada, dotada agora não mais de TRÊS FROTAS, mas sim de QUATRO FROTAS, com fortes possibilidades estratégicas, fundamentadas inteiramente em conceitos de disponibilidade e eficácia.


Veja quais serão as Frotas da MB.



AS QUATRO FROTAS DA MB
                                                         
                                                                     
FROTA
BASE
ESTADO
1ª Frota  -  Sudeste
Sepetiba, Itaguaí
RJ
2ª Frota  -  Norte/Amazônia
São Luís
MA
3ª Frota  -  Nordeste
Salvador
BA
4ª Frota - Costa da África
-
-



(Clique na foto abaixo para imagem gigante do A-12)

A-12 com 6 A4K

O NAe A-12 São Paulo da Marinha do Brasil,
com 6 caças AF-1 A-4 Skyhawk no convôo.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



MEIOS  ATUAIS


Veja quantos e quais são os Meios Atuais da MB.



GT da MB - Haiti 2004
  
Partida do primeiro Grupo-Tarefa de Paz
da MB para o Haiti em 8 de maio de 2004.
(Foto Paulo Jares - ABr)




Sir Galahad

O NDCC G29 Garcia D'Ávila, aquisição de
oportunidade da MB em abril de 2007
.
(Foto Royal Navy)




MEIOS FUTUROS


Veja a descrição dos MEIOS FUTUROS da MB.

     g   Força de Superfície; e

     g   Força de Submarinos.


Veja a
seqüência dos Meios Futuros da Força de Superfície em CAPACITAÇÃO E PODERIO.



(Clique na foto abaixo para ampliação)

PLA Navy 60 Anos

Comandante da Marinha do Brasil, almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto
(na primeira fila, segundo à direita do almirante de branco), nas comemorações do 60º aniversário da PLA Navy, em 23 de abril de 2009, em Qingdao, China.




PLANOS DE CONSTRUÇÃO    


De acordo com nossa página de simulação referente ao Ministério da Defesa (MD), tendo-se um Planejamento Estratégico de Longo Prazo nesse período de Transição, a MB passará a ter disponíveis entre 2011 e 2025 os seguintes recursos, em Dólares (US$) médios anuais, visualizados no quadro abaixo :



FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
MB
2,0
9,6
3,6
15,2



Serão US$ 2 bilhões para Pesquisa e Desenvolvimento com Inovação - PD&I, US$ 9,6 bilhões para Construção de Meios, e US$ 3,6 bilhões para todas as Operações & Manutenção habituais da Força, totalizando fortes US$ 15,2 bilhões médios anuais.


É um
revolucionário e esplêndido crescimento para uma MB do Século XXI, e situado em patamar bem acima de nossa simulação anterior, de US$ 7,5 bilhões anuais.


No período total de 15 anos, entre 2011 a 2025, os investimentos
somarão :



FORÇA
PD&I
CONS
OP & MT
TOTAL
MB
30,0
144,0
54,0
228,0
%
13,1 %
63,2 %
23,7 %
100 %



(Clique na arte para link)

NAe - Vista Superior


Vista Superior de Navio-Aeródromo Trimaran da MB, de 50.000 ton.
Observar a proa (frente) da embarcação à esquerda.
(Arte DEFESA BR por Edilson Moura Pinto)



Um primeiro e principal Plano de Construção de 15 anos até 2025 poderá contemplar os seguintes Meios de Combate para as Forças de Superfície e de Submarinos : 

     g  4 Navios-Aeródromos - NAes multifunção TRIMARAN de 50.000 ton, com emprego máximo de 80 aeronaves, sendo 60 caças e 20 aeronaves diversas (padrão real com menos de 72 aeronaves a 52/20);
                            
     g   8 Navios de Assalto Multipropósito - NAMs TRIMARAN de 30.000 ton, com emprego máximo de 50 aeronaves, sendo 25 caças e 25 aeronaves diversas (padrão real com 40 aeronaves a 21/19);
              
     g   10 Escoltas (E-18) multifunção TRIMARAN de 18.000 ton, com emprego máximo de 35 aeronaves,           sendo 15 caças e 20 aeronaves diversas (padrão real com 25 aeronaves a 11/14);

     g   18 Escoltas (E-12) multifunção TRIMARAN de 12.000 ton, com emprego máximo de 25 aeronaves, sendo 8 caças e 17 aeronaves diversas (padrão real com a 16 aeronaves a 4/12);              

     g   30 Escoltas (E-6) multifunção TRIMARAN de 6.000 ton, com emprego máximo de 10 helicópteros, sendo 4 de ataque e 6 diversos (padrão real com 6 helicópteros a 2/4);
                                    
     g   5 Submarinos Nucleares Brasileiros de Ataque multifunção (SNBR) de 6.000 ton;   
                      
     g   25 Submarinos Convencionais com AIP de até 2.000 ton;   

     g   500 Caças Multimissão embarcáveis, sendo 300 Caças Avançados de Longo e Médio Alcances;           

     g   210 Aviões diversos (AEW, AAW, ASW, ASuW, REVO, EG e Transporte Pesado); e
   
     g   640 Helicópteros diversos para todos os navios acima (Ataque a Terra e de ASuW, AEW, ASW, EG e Transporte Pesado). 


Um segundo e paralelo Plano de Construção de 15 anos até 2025 poderá contemplar os seguintes Meios de Combate para a nova PATRULHA NAVAL dos Meios Distritais das Forças de Superfície :

     g   100 Navios-Patrulha TRIMARAN Multifunção de 1.000 ton, com emprego máximo de 3 helicópteros;

     g   300 Lanchas de Patrulha TRIMARAN de 50 ton;

     g   20 Dirigíveis Híbridos Pesados Multimissão para 300 ton de carga; e

     g   30 Dirigíveis Híbridos Médios Multimissão para 100 ton de carga.



Grumec

MECs em exercício.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)




INVESTIMENTOS DA MB


O Custo Total de Construção de Meios na Marinha do Brasil em 15 anos (2011 a 2025) é estimado em US$ 144 bilhões, sendo US$ 82,55 bilhões para Meio Navais e US$ 61,45 bilhões para Meios Aéreos :



                

MEIOS NAVAIS FUTUROS

FORÇAS DE SUPERFÍCIE E DE SUBMARINOS
        
     
     MEIOS NAVAIS
TON
CUSTO US$ BI
QUANT   
TOTAL  US$ BI
A) FORÇA DE SUPERFÍCIE
(70)
         


NAVIO-AERÓDROMO - NAe MULTIFUNÇÃO TRIMARAN
50.000 
2,10
4
   
8,40
NAVIO DE ASSALTO MÚLTIPLO PROPÓSITO - NAM TRIMARAN
30.000 
1,40
8
11,20
ESCOLTA (E-18) TRIMARAN
18.000
0,80
10
8,00
ESCOLTA (E-12) TRIMARAN
12.000
0,65
18
11,70
ESCOLTA (E-6) TRIMARAN
6.000
0,45
30
13,50
B) FORÇA DE SUBMARINOS
(30)

 
 
 
SUBMARINO  NUCLEAR BRASILEIRO DE ATAQUE MULTIFUNÇÃO - SNBR  
6.000    
1,20
5
6,00
SMB-10  -  SUBMARINO
CONVENCIONAL SBR
2.000
0,70
25
17,50
C) PATRULHA NAVAL
MEIOS DISTRITAIS
(400)




NAVIOS-PATRULHA TRIMARAN
1.000
0,04
100
4,00
LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN
20
0,0015
300
0,45
D) OUTROS (ANFÍBIO / APOIO)
(100)
?
(0,18)
100
1,80
TOTAL  (70+30+400+100)


600
82,55





MEIOS AÉREOS FUTUROS

FORÇA AERONAVAL


MEIOS AÉREOS
CUSTO
US$ MI
QUANT
TOTAL
US$ BI
A) CAÇAS MULTIMISSÃO
(560)



1) CAÇA AVANÇADO LA   
90
100
9,00
2) CAÇA AVANÇADO MA
60
200
12,00
3) RAFALE M
  60 
60
3,60
4) UCAV
25
100
2,50
5) SUPER TUCANO NAVALIZADO
15
100
1,50
B) AVIÕES DIVERSOS
(210)



1) AEW
60
45
2,70
2) ASW
60
45
2,70
3) TRANSPORTE PESADO
80
20
1,60
4) EMPREGO GERAL
50
60
3,00
5) REVO MÉDIO
50
40
2,00
  C) HELICÓPTEROS
  (580)



1) ATAQUE 
30
190
5,70
2) AEW
30
85
2,55
3) ASW
30
140
4,20
4) TRANSPORTE PESADO
40
35
1,40
5) EMPREGO GERAL   
20
130
2,60
D) DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS
  (50)



1) PESADO 80
20
1,60
2) MÉDIO 50
30
1,50
TOTAL (560 + 210 + 580 + 50)

(43.0)
1.400
60,15



Observe-se que nos valores das 2 tabelas acima, não são considerados os custos de desenvolvimento, pois  há verba específica para tal em PD&I; os meios navais e aéreos só incluem os custos dos sistemas de armas, sendo as munições despesas de Operações.


Ressalte-se ainda que o quantitativo total de aeronaves e helicópteros
dependerá sempre de ser completado por aparelhos da FAB e do EB, com pilotos qualificados através do Comando Conjunto de Aviação.


Aos meios navais a serem construídos, some-se os atuais 5 Submarinos convencionais - incluindo o S-34 SB Tikuna, um Improved Tupi com 1.600 ton lançado incorporado em 2005 - os quais ainda poderão estar em operação em 2025. Todos passarão por modernizações.


Em setembro de 2008, foi noticiada a construção no Brasil pelo AMRJ de 4 submarinos SCORPÈNE de 1.800 ton e características de navegação oceânica. Cada unidade deverá custar US$ 600 milhões, mas aqui previstos em US$ 700 milhões.


Há um estaleiro dedicado aos submarinos sendo construído na área de Itaguaí, Região Metropolitana do Rio. Ele ficará na área da Baía de Sepetiba, que fica perto dos pólos industriais de Rio e São Paulo, da Nuclep, das usinas de Angra 1 e 2 e do porto de Itaguaí. Esse estaleiro ficará ao lado da nova Base de Submarinos da MB.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante do Lançamento do Tikuna)


Lançamento do S-34 SB Tikuna no AMRJ do Rio de Janeiro.
(Foto Ricardo Stuckert / PR - ABr 87.279)



Quanto às 9 Fragatas atuais, 6 da Classe Niterói Modernizada (F40/F41/F42/F43/F44/F45) e 3 da Classe Greenhalgh (F46/F48/F49), não será aconselhável mantê-las em serviço até sequer 2015.   



Míssil Albatros Aspide - Fragata Defensora

Teste de míssil AAW guiado semi-ativo Aspide com o
Sistema Albatroz pela Fragata F-41 Defensora
(Classe Niterói Modernizada) em 2004.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)




O FUTURO DA MB - 2025

        
COMPOSIÇÃO DAS QUATRO FROTAS

BRASILEIRAS EM 2025
            
     
FROTA
BASE
NAE
NAM
E-18
E-12
 E-6    
SNBR
SBR
IKL
TOTAL
1ª FROTA
SUDESTE
RJ
1
2

4
8
1

27
2ª FROTA
NORDESTE
PE
1
2
3
4
8
1
6
2
27
3ª FROTA
NORTE
PA
1
2

5
7
2
7
1
27
4ª FROTA
ÁFRICA
AF
1
2
2
5
7
1
6
-
24
TOTAL
4
4
8
10 
18
30

25
5
105



Finalmente, em 2025, a MB estará muito bem equipada, com 4 FROTAS, 4 modernos Navios-Aeródromos Multifunção, 8 Navios de Assalto Multipropósito, e 35 Submarinos, sendo 5 SNBR Multifunção de 6.000 ton e 30 SNK.


Terão sido construídos 100 navios de guerra, totalizando 105 com os 5 Submarinos convencionais atuais.


As 4 FROTAS possuirão 58 Escoltas Lança-Mísseis Multimissão TRIMARAN com a AVIAÇÃO NAVAL, sendo 10 de 18.000 ton (E-18), 18 de 12.000 ton (E-12) e 30 de 6.000 ton (E-6).


Na prática, todas essas Escoltas poderiam ser, pelas elevadas dimensões e complexidades, também classificadas de Cruzadores (ver em Opinião o Artigo "Reclassificação de Meios Navais de Superfície", de Guilherme Poggio - no site
Poder Naval).



Escola Naval

Vista parcial das instalações da Escola Naval, na Ilha de
Villegagnon, Baía de Guanabara, Rio de Janeiro.

(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Assim, cada Frota terá a disponibilidade média de 15 Escoltas, sendo que todos utilizáveis em deslocamentos por qualquer Estado de Mar. Será estimada uma disponibilidade permanente de 5 desses navios por Frota, enquanto os outros poderão estar fora de serviço (em diferentes fases).


Para tal, poder-se-á contar com o emprego inter-frotas. Mesmo com a manutenção de 4 FROTAS diferentes, é essencial manter-se o conceito de Força Pronta Global, em que diferentes meios destas podem formar um só Grupo Tarefa em uma comissão, vindo a serviço os que estiverem melhor preparados no momento necessário.



Escola Naval - Espadins

Cerimônia de Juramento à Bandeira e Entrega de Espadins a
203 Aspirantes na Escola Naval em maio de 2005.

(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Essa será a maior vantagem de utilizar-se as 4 FROTAS com NAes, NAMs e as grandes Escoltas E-18, todos capazes de Comando, pois as 4 estarão programadas para estarem sempre preparadas, sendo que seus elementos poderão interagir e conjugar-se à medida da necessidade e do imprevisto, objeto de permanente processo de simulações e exercícios.



MEC

MECs em exercício.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Serão pesadamente investidos US$ 4 bilhões para a construção de 100 NAVIOS-PATRULHA TRIMARAN de 1.000 ton. - tanto os NAVIOS-PATRULHA OCEÂNICO - NaPaOc, como os NAVIOS-PATRULHA FLUVIAL - NaPaFlu


Serão investidos ainda US$ 450 milhões para 300 LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN. Os Navios e Lanchas serão comissionados basicamente para a PATRULHA NAVAL da Amazônia e dos Distritos Navais, juntamente e apoiados pelos DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO.



(Cllique na foto abaixo para ampliação)

Flotilha do Mato Grosso

Parada da Flotilha de Mato Grosso, do 6º Distrito Naval, com Navio Monitor Parnaíba,
Navio de Transporte  Fluvial Paraguassu, Navio de Apoio Logístico Fluvial Potengi,
Navio Transporte Fluvial Piraim, Navio Patrulha Poti, Navio Patrulha Penedo,
Navio Patrulha Piratini, Navio Patrulha Pirajá, Grupo de Embarcações de
Patrulha e Desembarque, Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário,
4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral
(Foto MB - 6º DN)



Note-se que há uma verba de US$ 1,8 bilhão para a construção à parte de todo o tipo de navios de apoio. Tal verba significará a construção de 100 navios, com mais de 500 ton para os auxiliares, a um custo médio de US$ 18 milhões por unidade.      


Assim, o Plano define a construção de 600 navios e lanchas, sendo 100 navios de guerra para as 4 Frotas, 100 navios diversos, 100 NAVIOS- PATRULHA TRIMARAN, e 300 LANCHAS DE PATRULHA TRIMARAN.


Em tempos normais, os
NaPaFlu MULTIFUNÇÃO fornecerão apoio civil total ao desenvolvimento das populações ribeirinhas, com convênios Federais e Estaduais.



Escola Naval

Vista aérea da Escola Naval.
(Foto Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Após 2025, a ênfase estará em modernizações e reposições - totais e  de módulos, em menor ritmo, especialmente de Submarinos convencionais para nucleares, com possível redução nas verbas de Construção e conseqüente acréscimo em PD&I e em Operações.


Outra ênfase após 2025 deverá ser a construção de navios de apoio. A opção pelo aumento de NAes, NAMs, Escoltas, além de Navios e Lanchas de Patrulha terá de ser avaliada a partir de 2020.



LAR

Lancha de Ação Rápida da Marinha do Brasil.Em 2009, o governo encomendava
3,3 mil lanchas adaptadas da LAR para transporte estudantil no Brasil. A LAR
é uma lancha de alta velocidade projetada para missões de patrulhamento,
permitindo o desembarque de tropas na beira dos rios.
(Foto Emgepron)

 


FORÇA AERONAVAL DA MB




Asas



A AVIAÇÃO NAVAL atual da MB ainda é limitada e em fase de amadurecimento. Porém, a futura Aviação Naval Embarcada terá 560 caças multimissão próprios à sua disposição, embarcáveis e embarcados. Incluem-se 100 UCAVs e 100 Super Tucanos Navalizados para apoio às operações dos Fuzileiros Navais.


Terá mais 210 aviões diversos, 190 helicópteros de ataque (à Terra e ASuW) e mais 390 diversos (configurações para AEW, ASW, EG e Transporte Pesado) ou multitarefa, somando-se 580 helicópteros.


Serão construídos 50 DIRIGÍVEIS HÍBRIDOS MULTIMISSÃO (o EB terá outros 50), sendo 20 Grandes e 30 Médios.


Essas aeronaves,
operados pela MB e pelo EB, serão basicamente utilizados em grupos com os NAVIOS-PATRULHA TRIMARAN na Amazônia, e também deverão executar diversos serviços no âmbito das 4 FROTAS, fornecendo-lhes uma inigualável COBERTURA AÉREA, com vigilância e alertas como AEW, transporte pesado e outros.


O total da Frota Aérea própria da MB será de 1.400 aeronaves, sendo 770 de asas fixas, 580 de asas rotativas e 50 dirigíveis híbridos (55% / 41% / 4%), evidenciando menos uma pequena supremacia da asa fixa, e mais uma excelente distribuição de meios aéreos.


Mesmo com essas quantidades, haverá a disponibilidade de receber a bordo, completando os esquadrões, até possíveis 1.050 CAÇAS AVANÇADOS LA/MA e UCAVs da FAB e até 690 Helicópteros de Ataque e EG da FAB (240) e do EB (450). Os 300 Super Tucanos da FAB poderão também ser "navalizados", com o mesmo fim.


Todos estarão absolutamente qualificados
e sempre aptos a operar organicamente, sendo embarcados com a MB e vice-versa, através do Comando Conjunto de Aviação, reduzindo fortemente todos os tipos possíveis de custos e criando fortes SINERGIAS entre as 3 Forças.


Essas serão as FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS operando com enlace em redes por uma causa única, a Defesa do Brasil.




SISTEMA DE PROTEÇÃO


A MB desenvolverá o
Sistema de Sensoriamento Remoto e Proteção Marítima, que estará totalmente integrado ao SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS - SIDM / ASAT, operado em conjunto pelo Exército e a Força Aérea para a Defesa do Território Nacional contra ameaças ameaças aeroespaciais, de aeronaves, mísseis e satélites.


Esse Sistema Marítimo será equivalente ao SIDM / ASAT. Suas defesas estarão baseadas no comando & controle, e na ligação com enlace em redes e apoio mútuo das 4 FROTAS e das 3 FORÇAS, com o arsenal de caças, mísseis antiaéreos, anti-satélites, antinavios e anti-mísseis, sensores terrestres, aéreos e orbitais.



ISIS

Dirigível estratosférico não tripulado ISIS.
(Arte Lockheed Martin)



Contará com larga rede integrada de radares e sensores remotos dispostos pela costa, em ilhas e plataformas, além de vigilância aérea, de superfície e submarina.







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