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Ministério da Defesa - MD

Integração e Sinergia de Esforços


DEFESA

PARTE 1

  Monumento aos Pracinhas Mortos na 2GM - Rio de Janeiro

     Esta monumental escultura pode perfeitamente representar o que se espera  
do Ministério da Defesa do Brasil, a união de esforços de nossas
  3 Armas pela paz, integridade  e soberania do território nacional.


DEFESA ESTÁ
DIVIDIDO EM 3 PARTES :



PARTE
1
2
3


PARTE 1


O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




INTRODUÇÃO


O Ministério da Defesa foi instituído em 10 de junho de 1999. Surgiu em um momento difícil, com o intuito de seguir novos caminhos de INTEGRAÇÃO ORGÂNICA e gerar SINERGIA multiplicadora de esforços.


Em 1º de julho de 2005 entrou em vigor uma nova Política de Defesa Nacional - PDN. No atual Governo, até tentou se posicionar no início, tendo promovido interessante Ciclo de Debates


Agora, no Século XXI, sua missão precisará ser
ambiciosa, até mesmo para provar sua UTILIDADE. Os desafios serão enormes, a começar pelos domésticos, como a conscientização de variadas elites políticas quanto à necessidade de serem feitos investimentos em Defesa, em um novo momento com crescentes desafios e ameaças globais.

                              
Quanto à falta de necessidade de Defesa por uma aparente ausência de ameaças externas, serve muito bem a comparação de que jamais sequer imaginou-se que um 11 de setembro de 2001 ocorresse nos EUA ou o Brasil veria-se frente à uma crise com uma Bolívia claramente acompanhada da Venezuela em 2006.


O
interesse de qualquer Nação ou Grupo amanhã poderá ser por Água, Alimentos, Energia Renovável e por tudo mais que a Amazônia e o próprio País representam.


As ameaças existem, são totalmente imprevisíveis (ex: Guerra Cibernética) e é dever do Governo Federal estar preparado com enorme antecedência para dissuadí-las ao máximo e enfrentá-las, com completa LIBERDADE TECNOLÓGICA e ampla INOVAÇÃO CRIATIVA.


"O mais estratégico dos recursos para
a sobrevivência na guerra do Século XXI
é a tecnologia inovadora, que precisa ser
dominada a todo custo, evitando-se
dependências de terceiros."



Dito isso, o DEFESA BR propõe, em SIMULAÇÃO, um Planejamento de Defesa com revolução de Inovação Tecnológica, levando o País a uma grande evolução em Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação (PD&I).


Nesse campo, a NANOTECNOLOGIA, representará uma gigantesca oportunidade (e ameaça) ao Brasil, neste início de Século XXI, de dar um salto tecnológico com Inovação Criativa e avançar direta e imediatamente para as novas fronteiras (paradigmas) do conhecimento.


Com ela, o País deverá combinar a absorção de tecnologias maduras com o advento de tecnologias revolucionárias, em todos os campos de seu Planejamento de Defesa.


n


Se demonstras força, todos
querem ser teus aliados.

Ao contrário, se mostras fraqueza,
ninguém te dará importância.

E, se tendo riquezas, não demonstras
força, atrairás sobre tua cabeça
todas as ambições do mundo.
(Ciro, Rei da Pérsia)





OS MINISTROS


O primeiro Ministro da Defesa foi  Élcio Álvares (JUN 1999 a JAN 2000), tendo sido seguido por Geraldo Magela da Cruz Quintão (JAN 2000 a DEZ 2002).


O Presidente Lula já está em seu quarto Ministro da Defesa. Teve primeiro o Embaixador José Viegas Filho (JAN 2003 a NOV 2004), o único que tentou fazer algo de concreto na pasta.


Depois veio o Vice-Presidente, José Alencar (NOV 2004 a MAR 2006), apenas um apagado passageiro. Em seguida, surgiu Waldir Pires (MAR 2006 a JUL 2007), um ex-ministro de João Goulart, que teve
triste passagem pelo MD.


Em julho de 2007, chegou Nelson Jobim, a quem Lula prometeu mais que autonomia (que nenhum outro teve antes), mas uma verdadeira carta branca e muitos recursos para promover uma revolução no setor aéreo e na pasta.



Posse de Nelson Jobim

Cerimônia de posse do Ministro Nelson Jobim.
(Foto Antônio Cruz - ABr -
2007/07/26/1320AC0178)


 
Nelson Jobim é tido como extremamente competente e organizado e conhece profundamente a máquina pública e o setor privado. Trata-se de um admirador de estadistas como Winston Churchill e Franklin Roosevelt.


Nelson Azevedo Jobim, gaúcho de Santa Maria, é formado em ciências jurídicas e sociais, tendo exercido a advocacia entre os anos de 1969 e 1994. Ingressou no Legislativo em 1987, eleito deputado federal pelo estado do Rio Grande do Sul, atividade que exerceu por 2 mandatos, até janeiro de 1995, quando assumiu o cargo de Ministro da Justiça no Governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 1997, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, chegando à Presidência e se aposentando.


Ele f
oi professor universitário nas cadeiras de Filosofia Analítica e Lógica Matemática. Quando Deputado Federal, foi o principal redator da Constituição de 1988.


Do mesmo jeito que FHC usou o Ministério da Fazenda para acabar com a inflação ao introduzir o Plano Real em 1994 e assim guindar-se à Presidência, Jobim pretende conseguir o mesmo através  da solução do Caos Aéreo 2006-2007 e das já eternas deficiências do Ministério da Defesa.


Em seu discurso na posse de 26 de julho de 2007, ele afirmou : “Nossas ações não são julgadas pelas intenções, mas pelos resultados. A História não registra boas intenções. Nunca se queixe, nunca se explique, nunca se desculpe. Aja ou saia. Faça ou vá embora”.


Jobim citava uma frase do Primeiro-Ministro britânico Benjamim Disraeli (1884-1881), que  torna-se agora um símbolo em sua tentativa de recuperar a imagem de um governo desastrado e acalentar seu sonho com uma candidatura presidencial.



Jobim é tão ligado a Lula que chegou a ser cotado para ser seu Vice nas eleições de 2006, tendo sido barrado por opositores em seu próprio partido. É ainda muito ligado aos Tucanos, sendo amigo pessoal do Governador José Serra.



Embora o Ministro Jobim seja do tipo que fale duro e parta para o ataque, por outro lado tem decisão, força política, grande influência junto ao Presidente e trabalha pela reformulação da Defesa. Conseguiu um aumento de 50 % no de Orçamento para 2008 e vai investir não só no rearmamento, mas na indústria de material de Defesa e na exportação para a América Latina.


Em 6 de setembro de 2007, ele formalizou a formação de um
grupo de trabalho de alto nível para reformular a área de Defesa através de um inovador Plano Estratégico de Defesa Nacional.


O Ministro Jobim visitou em outubro de 2007 diversos postos de fronteira com Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia, com o objetivo de alcançar uma visão mais concreta da realidade da região, facilitando a tomada de decisões envolvendo questões que tenham relação com a Amazônia.



Jobim e a Onça

O Ministro Jobim posa com a onça do 8º Batalhão de
Infantária de Selva, localizado em Tabatinga, AM.
(Foto Antonio Cruz - ABr - 2145ac438)


n


Parece que Jobim tomou gosto por voar com os caçadores. Até agosto de 2008, ele já tinha realizado 4 vôos em aviões de caça, já tendo estado no segundo posto do AMX e do Mirage 2000 no Brasil, e nos EUA, dos F-16 Falcon e F-18 Super Hornet. Em setembro de 2008, Jobim teve seu 4º vôo, desta vez em um A-29 Super Tucano do Esquadrão Flecha, da base Aérea de Campo Grande (MS).




SINERGIA


Desde sua criação, em 1999, o Ministério da Defesa passou a aglutinar no seu organograma os antigos Ministérios da Aeronáutica, do Exército e da Marinha. Apresentava-se com a função de formular a política de defesa integral e a criação de um centro de reflexão, estudos e pesquisa sobre Defesa.


No entanto, carece ainda da estrutura de quadros, de carreira e de regulamentação. A junção, pura e simples, das Forças não contemplou doutrina específica e o tratamento das tarefas do Ministério.


Ao serem tomadas como referência as diretrizes para as 3 Armas, verifica-se que elas não oferecem objetivos verdadeiros e inovadores de política integradora das Forças.


O caso mais conhecido e explícito é o da Aeronáutica, atuando hoje sob elevada dispersão dos seus objetivos de Defesa, e sem ter sequer uma
política de defesa aeroespacial nacional definida.


Sua missão encontra-se hoje bem mais voltada para a aviação civil, área onde trata desde os aeroportos até o controle do tráfego aéreo, responsabilizando-se e desgastando-se com toda a malha de serviços e problemas civis que acompanham a
conturbada situação aeroportuária nacional.


Um outro quadro grave atual é o do massivo transporte
de autoridades civis pelo GTE, embora a criação de um núcleo civil de transporte aéreo dentro do Governo fosse o correto. A única exceção aberta aqui seria a do transporte presidencial.


O mesmo quadro se repete tanto na Marinha quanto no Exército, o qual está se transformando em um construtor de estradas e canais de transposição, contando com centenas de máquinas de uso civil novinhas em folha, enquanto emprega poucos blindados e sempre de segunda mão.


Enquanto isso, não existe sequer um processo que um dia leve o País a experimentar uma política integrada de Defesa.


O que o Brasil espera do Ministério da Defesa nos próximos anos é muito mais que a simples união de 3 Armas, mas imensa integração orgânica, racionalização e SINERGIA entre elas.
 

Dependerá de grande desenvolvimento
tecnológico e industrial para atendê-las, isto é, que 1+1+1 possa representar não 3, mas o peso e o poderio relativo a 5 FORÇAS INTEGRADAS COMO ÚNICA, sempre operando com enlace em redes, parte da nova ESTRATÉGIA DA CONECTIVIDADE.



MD & Sinergia

SINERGIA



Desde já, deve-se promover um incremento cada vez maior em operações combinadas em que o poder de combate das Forças seja maior que a soma de suas partes escassas, com planejamento, comando e controle compartilhados.


Mas é no processo do dia-a-dia das atividades básicas que parece residir o segredo de conseguir-se vencer as resistências naturais, quando nenhum membro detém sozinho o poder de decisão, já que todos perseguem objetivos comuns, como os de EFICÁCIA, redução de custos e, principalmente, de vantajosa razão custo x benefício.


Trata-se de remodelar as atuais ilhas de competência, remodelando-as e envolvendo-as em um novo arquipélago de excelência.



Necessidades Básicas e Exemplos de Organicidade e Sinergia :


     g   Formulação de um Orçamento de Defesa integrado a cargo
           do Ministério da Defesa, ficando em segundo plano as
          
necessidades individuais de cada Força, para que não sejam
           mais obrigadas a executarem funções e tarefas estranhas aos
           seus objetivos constitucionais.


     g   Integração e Uniformização das 3 Forças em direção às
           FORÇAS INTEGRADAS com aproveitamento para
           todas da melhor performance individual em Planejamento,
           Administração, Compras (com uso de registro de preços e
           de mais transparência  nos processos de aquisição),

           Logística, Treinamento, Simulações, Manutenção, etc.


     g   Criação de um Comando Conjunto de Aviação,  passo
           além do JHC (Joint Helicopter Command) inglês, pois
           englobará asas fixas, asas rotativas e novidades como
           os dirigíveis híbridos.


     g   Criação do FAREI (Força de Ação Rápida Estratégica
           Integrada) para EB/MB/FAB.


     g   Padronização de meios de combate e sistemas de armas,
           com escala de produção (como aviões, helicópteros,
           sistemas de mísseis, sistemas informatizados, etc.),
           como na proposição do PLANO BRASIL


     g  Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com
          Inovação - PD&I, em comum e com INOVAÇÃO
          CRIATIVA, em conjunto com a sociedade civil e com
          alianças externas estratégicas de cooperação de Defesa,
          dando-se ênfase à REVOLUÇÃO DA NANOTECNO-
          LOGIA, com fortes investimentos a curto, médio e longo
          prazos.    



(Clique na arte abaixo para ampliação)

AF-50

Caça Multipropósito com características de interceptação e ataque - AF-50
Faz parte do PROJETO AQUILES do PLANO BRASIL.

(Arte Edilson Moura Pinto)




A ONU E O G-8


O CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU (CS/ONU) é uma antiga aspiração da diplomacia brasileira. Ela chega a ser mesmo anterior à existência da ONU, fundada em 1948.


O Brasil foi a primeira Nação a ter um representante permanente na Liga das Nações, entre 1924 e 1926. E dela retirou-se, justamente por lhe ter sido negado o reivindicado lugar no Conselho de Segurança.


O CS/ONU possui
Membros Permanentes e Rotativos. Os 5 Membros Permanentes seguem um modelo da época da criação da ONU, o pós-guerra (WWII) de 1948, com Estados Unidos, Rússia, França, Reino Unido e mais a China (outra potência nuclear).


Esse Conselho vem fortemente necessitando ser ampliado para um modelo coerente com a real representatividade das Nações nesse início do Século XXI. A partir de 2003, tal necessidade passou a ser vital. A invasão do Iraque pelos Estados Unidos foi realizada após ruptura das negociações de desarmamento do País Muçulmano no âmbito do CS/ONU.


Assim, o Conselho de Segurança terá de ser ampliado e remodelado, se for para continuar sua existência e a da própria Organização das Nações Unidas, com a provável entrada como Membros Permanentes de Brasil, Alemanha, Índia e Japão. Em Outubro de 2003, durante reunião do CS/ONU, França e Rússia defenderam sua ampliação, especificando esses Países como "candidatos de peso". Porém, EUA e China são contra.


Há tempos, o Brasil vem incorrendo em todos os esforços diplomáticos para ser eleito. Tem recebido apoio de Rússia, China, França e Reino Unido (Membros Permanentes), de Alemanha, Espanha, Austrália, e de Países da América do Sul : Bolívia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela. Além do Brasil, são candidatos locais e seus adversários a Argentina e o México.


Destaque-se que, de um Membro Permanente do CS/ONU é exigida capacidade militar (contínuas missões de paz) e liderança à altura do papel a ser desempenhado diante do mundo. A esse respeito, leia artigo "Quantas Divisões Tem o Brasil ?".


Pela primeira vez na história, o Brasil foi convidado a participar de um encontro do G-8 ampliado, com a presença de Países em Desenvolvimento, em Evian, na França, em junho de 2003. Em seu DISCURSO, o Presidente Lula pareceu propor a entrada do Brasil no G-8 e no CS/ONU.


Em junho de 2004, surgiram indícios na imprensa internacional de um possível convite do G-8 para o Brasil, a China e a Índia tornarem-se novos membros do Grupo, que seria então chamado de G-11. Em 2005, somou-se a África do Sul, sabidamente como representante do Continente Africano, passando a existir a referência G-12.


Por este quadro abaixo, em que o Brasil já consta como a 7ª maior economia em 2006, entende-se melhor porque China, Índia e Brasil são hoje expoentes necessários a uma real e justa representação da riqueza mundial junto ao G-8, do qual já são membros de fato e de direito. O mesmo aplica-se ao Conselho de Segurança da ONU no caso de Índia e Brasil.


No dia 21 de setembro de 2004, na cerimônia de abertura dos trabalhos da Organização das Nações Unidas, apresentaram-se em um grupo unido como candidatos a Membros Permanentes o Brasil, Alemanha, Índia e Japão. Chamaram-se de um novo G-4 e passaram a trabalhar juntos pelo mesmo objetivo. O Japão saiu do grupo, posteriormente.



AS 10 MAIORES ECONOMIAS
MUNDIAIS EM 2006
PELO BANCO MUNDIAL
PIB (GDP) / PPP
US$ TRILHÕES


LUGAR
PAÍS 2006

Estados Unidos
12,980

China
10,000

Japão
4,220

Índia
4,042

Alemanha 2,585

Reino Unido
1,903

Brasil
1,880

França
1,871

Itália
1,727
10º
Rússia
1,723

Tabela baseada em dados do Banco Mundial.
PIB/PPP do Brasil já com a nova metodologia
do 
IBGE anunciada em março de 2007.
Ver PIB/PPP.





ALIANÇAS ESTRATÉGICAS



Frase de Colin Powell, ex-Secretário de Estado dos EUA, em entrevista publicada em O GLOBO em 16 de dezembro de 2001 :


" Olhando além do Afeganistão e do Iraque,
estamos olhando para enormes oportunidades
com Rússia e China, nossos maiores parceiros. "


Os EUA querem ver Rússia e China como seus maiores parceiros porque não querem perder o bonde da história do Século XXI e porque precisam conquistar seus gigantescos mercados para manterem-se à frente.



(Clique na foto abaixo para ver imagem gigante da Cerimônia)


 Em 24 de maio de 2004, os Presidentes da China, Hu Jintao, e do
Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, passam em revista as tropas formadas
(PLA / PLA-N) diante do Grande Palácio do Povo, em Pequim,
onde firmaram Aliança Estratégica entre os dois Países.

(Foto Antônio Milena - ABr)



VP Alencar na China em 2006

Recepção ao Vice-Presidente José Alencar em Xangai, China, em 21
de março de 2006, para a instalação da Comissão Sino-Brasileira de
Alto Nível de Coordenação e Cooperação (COSBAN).
(Foto Aluizio Gomes de Assis - VPR -146.898)



Diferentemente, esses Países de enormes extensões territoriais são complementares em sua grandeza e os parceiros ideais para uma grande ALIANÇA ESTRATÉGICA DE DEFESA CONJUNTA DOS PAÍSES BALEIAS (G-5), para o futuro do Brasil: China, Índia, Rússia e África do Sul. Por quatro simples motivos :

   
     b   Necessidades e economias semelhantes,

     b   Gigantesco mercado único,

     b   Possibilidades de forte crescimento conjunto, e
  
     b   Interesses comuns com confiança e compreensão
          mútuas.

    
Como exemplo, o Acordo de Cooperação Militar assinado com a Rússia poderia representar uma promissora revolução em TECNOLOGIA INOVADORA, com Pesquisa & Desenvolvimento conjuntos. Seria o advento de um formidável e único "TRAMPOLIM TECNOLÓGICO" para o Brasil em diversas áreas.


Após reunião com o Presidente Putin no Encontro do G-8 ampliado de Evian, em junho, o Presidente Lula afirmou :

"Nem o Brasil nem a Rússia podem pensar
pequeno, a relação deve ser estratégica."


Em 18 de outubro de 2005, os Presidentes Lula e Putin fecharam em Moscou um amplo acordo para a área espacial e abriram caminho para outras áreas. A Declaração Conjunta destaca a formação de uma "ALIANÇA ESTRATÉGICA" bilateral.


Uma semana depois, em 24 de outubro, o Governo brasileiro anunciava seu ambicioso PROGRAMA CRUZEIRO DO SUL (PCS), que será conduzido conjuntamente pelo CTA e AEB em parceria com os russos e contará com o desenvolvimento de 5 novos foguetes lançadores de satélites até 2022.


Tudo isso poderia significar a construção de meios inovadores e mais sofisticados pelo Brasil, como submarinos convencionais com AIP e nucleares (SNB), além de consultoria em inovadora família de escoltas com capacidade lança-mísseis multifunção (AAW, ASW e ASuW), aviões, helicópteros, blindados, etc.


Além disso, o desempenho estratégico de todos esses meios seria bastante ampliado por poderem contar com a indiscutível superioridade tecnológica mundial mantida pelos diversos tipos de MÍSSEIS, TORPEDOS E FOGUETES RUSSOS.


Também será possível contar com os revolucionários armamentos
DEW, à velocidade da luz, KEW e MIRACLOutra forte ameaça é a E-Bomb.


Enfim, há um enorme espaço no mundo atual para as novas e estimulantes ALIANÇAS ESTRATÉGICAS DE COOPERAÇÃO DE DEFESA.




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