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Ministério da Defesa - MD

Integração e Sinergia de Esforços


DEFESA

PARTE 2


  Monumento aos Pracinhas Mortos na 2GM - Rio de Janeiro

     Esta monumental escultura pode perfeitamente representar o que se espera  
do Ministério da Defesa do Brasil, a união de esforços de nossas
  3 Armas pela paz, integridade  e soberania do território nacional.


DEFESA ESTÁ
DIVIDIDO EM 3 PARTES :



PARTE
1
2
3


PARTE 2



O DEFESA BR é uma SIMULAÇÃO de tudo que o Brasil
poderia fazer
para manter a soberania sobre suas riquezas
das Amazônias Verde e Azul
com um conservador
Orçamento de Defesa de 1 % do PIB
.




PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE DEFESA     


Faz-se necessário que o Ministério da Defesa realize um grande e detalhado PLANO ESTRATÉGICO DE DEFESA com Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico com Inovação, seguido pela Construção de Meios Modernos no país, em que sejam determinados os objetivos, as necessidades e todo o criterioso caminho a ser percorrido em prazos de longa duração, não inferiores a 15 anos.


O primeiro segredo de tal plano será ter prioridades em tecnologias para emprego militar, mas com emprego DUAL ou duplo.


Trata-se de tecnologias desenvolvidas por e/ou para militares, mas cujos benefícios
também alcançam o setor privado e o cidadão comum, como acontecerá no caso do reator nuclear sendo desenvolvido pela Marinha para um futuro submarino, que também servirá a futuras usinas nucleares.


Os exemplos modernos mais conhecidos de sucesso absoluto em tecnologias de emprego DUAL são a internet e o celular. Foram verbas que beneficiaram fortemente os EUA, não apenas a sua Defesa.


Para tanto, a prioridade no planejamento será a de conceder incentivo absoluto a PD&I
, ou seja, Pesquisa Científica combinada com Desenvolvimento Tecnológico Inovador, em um nível inédito e multiplicador de 15% das verbas totais do plano.


O segundo segredo será uma espécie de reviravolta na mentalidade brasileira imediatista, em que quase tudo é planejado até mesmo no dia da execução. Não existe aqui
sequer de longe uma estratégia permanente de país conhecida pelo povo e discutida nas universidades, e voltada para os grandes objetivos nacionais em áreas fundamentais como as de defesa, segurança pública, educação, saúde, transportes, etc.


Para crescer de fato, o Brasil precisa aprender a planejar com abrangência, com antecedência e, constantemente, controlar e conduzir a ação planejada em todas as contingências possíveis e imagináveis, com base em objetivos direcionados para as áreas de atuação das quais dependa a qualidade do futuro da nação em um horizonte de várias décadas à frente. Seria algo como o presidente Lula propôs para o aproveitamento do Pré-Sal.


n


Uma novidade bastante interessante foi a introdução do incentivo à Base Industrial de Defesa (BID) no dia 1º de abril de 2013, com a regulamentação da Lei 12.598/2012, marco legal para as compras, as contratações e o desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa no país. Essa lei assinalou um ponto de inflexão no modo como o Brasil cuida da indústria de Defesa.




BID



O DEFESA BR traz para a sua simulação o advento de uma mentalidade que possa um dia prestigiar de forma natural e contínua uma grande estratégia nacional concebida à luz das reais potencialidades do país e de objetivos bem definidos, porém passíveis de mudanças ao longo do tempo, tanto em termos de DEFESA como no da evolução da ECONOMIA (Ver ECONOMIA BR).


Para efeito da presente SIMULAÇÃO na área de Defesa, será considerado o potencial dos Acordos de Cooperação Militar do Brasil com França e Rússia, além dos demais PAÍSES BALEIAS, tanto no campo da PD&I, estudos experimentais e apoio técnico, como no campo de construção conjunta de novos meios, armamentos e materiais, para uso próprio e para o mercado internacional de Defesa.


Com isso, espera-se que, em um período mediano, o Brasil possa chegar a ter uma FAREI (Força de Ação Rápida Estratégica Integrada - proposta do DEFESA BR para EB/MB/FAB) bem equipada, adestrada e dissuasiva, de acordo com as crescentes incertezas do futuro.   


As ameaças (econômicas) mais prováveis para um futuro próximo são as referentes à ÁGUA + ALIMENTOS, à AMAZÔNIA (5,2 milhões de km2) e aos nossos formidáveis INTERESSES MARÍTIMOS, ou seja, a ZEE (200 milhas) e a Plataforma Continental (150 milhas), com uma extensão total de 350 milhas e uma ÁREA MARÍTIMA JURISDICIONAL total superior a magníficos 4.451.766 km2, a AMAZÔNIA AZUL.




SELVA !

A Amazônia Ameaçada é prioridade nacional.



Nesta grande área, crescerá bastante o valor das extrações de petróleo e gás, e gigantescas reservas minerais serão largamente exploradas. Para a sua adequada proteção, será criado o Sistema de Sensoriamento Remoto e Proteção Marítima. Atuará ainda em parceria regional sobre a Costa e a Plataforma Continental do Leste da América do Sul e chegando ao Oeste da África.


Em seu TERRITÓRIO de dimensões continentais, com 8.511.965 km2, o país dispõe de magníficas riquezas minerais, algumas no Norte do porte das de Carajás. Some-se ainda as bacias petrolíferas do Amazonas, Solimões, Parnaíba e Paraná, ainda bem pouco exploradas.



Mina de Carajás

Vista completa da Mina de Carajás, no Estado do Pará,
considerada a maior mina de minério de ferro do mundo.
(Foto Sala de Imprensa CVRD - 81)



A prospecção e a exploração desses tesouros farão parte do PROGRAMA CALHA NORTE (PCN) para o desenvolvimento econômico da região e a sua conseqüente integração ao restante do país.


O PROGRAMA CALHA NORTE (PCN) foi criado em 1985 pelo governo federal para promover a ocupação e o desenvolvimento ordenado da Amazônia Setentrional e já esteve vinculado a diversos órgãos do governo. Agora, está subordinado ao Ministério da Defesa.


A região do Calha Norte abrange 70 municípios, 38 dos quais ao longo dos 5.993 km da Faixa de Fronteira, em 4 Estados da Federação (AM, PA, RR e AP)e faz fronteira com a Colômbia, a Venezuela, a Guiana e o Suriname. Os centros urbanos brasileiros mais próximos são Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Macapá (AP).


Além disso, o mundo é cada vez mais carente de espaços e o Brasil é o maior país em áreas disponíveis habitáveis e agricultáveis.           

       
Não se pode esquecer ainda a crescente necessidade da participação do país em operações internacionais de paz e em possíveis e nunca previsíveis a longo prazo conflitos e operações de interesse próprio, com o mesmo objetivo, obedecida a Constituição Federal de 1988.                     


Embora o ideal seja um Plano de 30 anos (vida útil de um caça ou navio de guerra), dado o descaso da era FHC com Defesa no Brasil, o DEFESA BR desenhou um período de transição até 2025, de 15 anos, contando-se a partir de 2011.


Cada uma das 3 Forças, Exército (EB), Força Aérea (FAB) e Marinha (MB) deverá ser reestruturada e ampliada com ênfase em qualidade, com grande desenvolvimento, construção e introdução de meios e sistemas inéditos de combate a serem utilizados conjunta e inteligentemente, desviando-se de ilhas de competência egoístas, e buscando-se um sinérgico e orgânico arquipélago de excelência.


Trata-se de mísseis, tanques, helicópteros, aviões, submarinos nucleares e convencionais, navios-aeródromos (NAe), navios de assalto multipropósito (NAM), família de escoltas lança-mísseis multifuncionais, todas de elevadas dimensões.


Serão baseados em conceitos básicos ao Século XXI, sendo extremamente inovadores, tais como os de NANO-MATERIAIS, CAÇAS AVANÇADOS e NAVIOS TRIMARAN, que poderão receber uma fundamental FORÇA AERONAVAL, bastante DISPERSA entre todos eles (novo trunfo), mas sempre operando em conjunto com enlace em redes de forma INOVADORA e sempre OUSADA.


Quem não é o Maior, tem
que ser o Mais Ousado
.
(Roberto Mangabeira Unger)


Com os NANO-MATERIAIS, advindos da NANOTECNOLOGIA, serão construídos aeronaves, navios, submarinos e veículos terrestres de elevado tamanho e potência, de ultra-alta resistência e extrema leveza, com ampla redução de custos de construção e operação, além de potencial velocidade na construção e reparação. Os nano-materiais serão baseados na revolucionária AGLOMERAÇÃO DE NANOTUBOS DE CARBONO.


Até a energia será manipulada, o que já será uma enorme revolução. Pode-se modificar as propriedades de óleos e combustíveis a fim de proporcionar mais resistência ao calor, mais energia e até mais flexibilidade. Pode-se criar baterias elétricas muitíssimo menores - nano-baterias, e com muito mais energia a longo termo, o que será vital para novos meios acima mencionados. 


Tais projetos de aeronaves, navios e submarinos passarão por extensivo trabalho em SIMULADORES e serão multipropósito, furtivos, maiores, mais poderosos e moduláveis, muito mais aptos a modernizações, por disporem de projetos maleáveis, novos e revolucionários materiais e combustíveis nanoestruturados e de mais espaços para a introdução de NOVAS TECNOLOGIAS em ritmo cada vez mais veloz.


Esses investimentos são muito altos, mas, com um Orçamento factível de Defesa e novas fontes de recursos, aliado a um Planejamento sério e cuidadoso, pode-se distribuí-los de forma crescente pelos 15 anos de forma até confortável e com surpreendente abrangência e eficácia, ajudando a provocar e alavancar o forte desenvolvimento da economia como um todo.


Com planejamento, quantidade (escala de alianças) e longo prazo, os custos tornam-se menores e muito mais competitivos no mercado internacional de armamentos (superior a US$ 350 bilhões/ano), abrindo as portas do mundo para exportações realmente inovadoras e de altíssimo valor agregado, com baixa competição. 


E escala de produção torna-se fundamental em todos os campos, como no caso de motores e radares para 4.000 aeronaves (asas fixas, rotativas e dirigíveis híbridos), e no caso de turbinas e motores para 600 navios e lanchas (incluindo os de apoio e os Meios Distritais - de patrulha oceânica e fluvial), a serem produzidos na extensão dos 15 anos.


Além disso, todo o investimento em PD&I e em Construção para Defesa reverterá em mais crescimento do PIB, em empregos e na conquista de novos mercados externos, para as empresas com produtos e serviços militares e civis, atuais e futuras.


Um grande exemplo brasileiro é o que
aconteceu com a EMBRAER, cuja prioridade inicial era militar, mas apostou em tecnologias de uso DUAL ou duplo, aquelas desenvolvidas por e/ou para militares, mas que também podem servir a fins civis.


Aqui é proposto o que pode vir a ser feito com os recursos possíveis e factíveis da atualidade e dentro das probabilidades futuras de desenvolvimento econômico e social.


Com seu crescimento, o Brasil virá a ter sempre
melhores possibilidades em PD&I e nas Operações de suas Forças de Defesa. Repetindo, PD&I passará a um nível inédito e multiplicador de 15% das verbas totais do plano.


Os resultados alcançados com os cruciais investimentos em Pesquisa & Desenvolvimento serão distribuídos entre universidades, institutos, incubadoras, e indústrias civis e militares, alimentando um extenso CICLO VIRTUOSO de :

     b   Pesquisa Científica,

     b   Desenvolvimento Tecnológico,

     b   Produção Industrial,

     b   Emprego,

     b   Renda,

     b   Consumo,

     b   Desenvolvimento Econômico e Social,

     b   Educação, e

     b   Riqueza e Bem-Estar.


A formação de oficiais na AFA, na EN e AMAN, passará a ter um forte sentido de interação em seus currículos.



Escola Naval

Vista parcial das instalações da Escola Naval, na Ilha de
Villegagnon, Baía de Guanabara, Rio de Janeiro.

(Foto do Serviço de Relações Públicas da Marinha)



Escola Naval

Vista aérea da Escola Naval.
(Foto do Serviço de Relações Públicas da Marinha)



A criação de futuros cursos de mestrado e doutorado de Defesa também será valiosa para disseminar o fundamental pensamento político estratégico na formação e necessária seleção - exclusivamente baseada em capacidade - de seus líderes e estrategistas, com crescente uso de ferramentas de simulação, em todos os níveis.


As 3 Forças passarão a dar ênfase à excelência e ao permanente desenvolvimento e integração para Ação Rápida de suas Forças Regulares Profissionais, com crescente investimento em Forças Especiais à sua Logística unificada.


Será criada a nova FAREI, com a introdução pelo EB de 3 Campos de Treinamento no RJ, RN e AM com facilidades, meios e pessoal de EB + MB (e CFN) + FAB para exercícios aeromóveis com suporte naval constante, além de acessos variados e ágeis à AMAZÔNIA e a diferentes regiões do mundo.


Será criado o estratégico COMANDO CONJUNTO DE AVIAÇÃO, que visará unificar todo o treinamento básico e CONJUGAR orgânica e inteligentemente o dispendioso treinamento e emprego de aeronaves de asas rotativas, asas fixas e dirigíveis híbridos multimissão (DHM) das 3 Forças em terra e embarcadas no mar.



DHM CD-300

DHM Pesado, de 300 ton.



A Aviação será bastante beneficiada em termos de eficácia e de redução de custos operacionais gerais, permitindo melhor direcionamento de verbas escassas para as melhores aquisições, aquelas que atendam 100 % das necessidades, normalmente bastante caras.


Como exemplo, Aviões, Caças e Helicópteros da FAB e do EB realizarão constantes treinamentos conjuntos embarcados e estarão aptos a operar com a MB sempre que houver demanda, criando SINERGIAS, além de reduzir e otimizar inevitáveis despesas.


"Se desejas a paz, prepara-te para a guerra",
(Estrategista romano Flavius Vegetius Renatus)



No mesmo sentido, Navios-Patrulha da nova PATRULHA NAVAL da MB transportarão os Pelotões Móveis do EB (70 tropas), com o apoio de DHMs Médios e Pesados da MB e do EB, que também terão fortíssima capacidade de transporte. Tudo isso representa um exemplo do advento das FORÇAS INTEGRADAS ORGÂNICAS.


Para alcançar-se organicidade, será dada ênfase aos estudos para padronização de meios, tendo como exemplo de futuro projeto nacional o caso do helicóptero militar EC-725 Super Cougar, da Eurocopter, que já está sendo produzido no Brasil pela Helibrás.



EC-725

O EC-725 é a versão militar do EC-225.
(Foto Eurocopter)



Trata-se da versão mais moderna de todas, com capacidade para até 31 pessoas. Ele tem grande autonomia e dispõe das configurações de AEW, ASW e ASuW, Transporte, Emprego Geral, SAR, C-SAR e REVO, podendo atender às 3 Forças com significativa superioridade e redução de custos. Este é o espirito a ser alcançado


Esse incrível desafio de "CUSTO X BENEFÍCIO", em que todos os envolvidos terão que perseguir objetivos comuns em planejamento de longo prazo e em seu processo do dia-a-dia, poderá vir a significar a premiação aos esforços de integração no futuro, com excelência, absoluta eficácia e forte economia nos gastos.



SIDM / ASAT


Será desenvolvido em conjunto pelo Exército e a Força Aérea um SISTEMA INTEGRADO DE DEFESA DE MÍSSEIS - SIDM (Sistema Integrado de Defesa de Mísseis - proposta do DEFESA BR para FAB e EB), para a Defesa do Território Nacional e sua Área Marítima contra ameaças aeroespaciais, de aeronaves, mísseis e satélites. Contará ainda com ARMAS ANTI-SATÉLITE (ASAT).


O SIDM / ASAT será o sucessor nacional aperfeiçoado do SIPAM (Sistema de Proteção da Amazônia), fruto de projeto de cooperação Brasil-Índia (em andamento).


No mundo atual, somente os EUA e o Brasil dispõem de um sistema operacional de alerta aéreo antecipado e de um sistema de vigilância terrestre. O SIPAM fornece ao país projeção estratégica dominante na Região Amazônica e merece ser largamente estendido.



  (Clique na foto para ver imagem gigante)
    
EMBRAER EMB145 - R 99 A & B
     
Os R 99 A & B da FAB no SIVAM. A plataforma ideal para SIGINT
(Signals Intelligence - Espionagem de Sinais de Segurança - disciplina
que engloba COMINT, ELINT e FISINT).
(Foto Embraer)



As defesas no SIDM estarão baseadas no comando & controle, e na ligação com enlace em redes e apoio mútuo do arsenal de caças, mísseis antiaéreos como o russo S-400, anti-mísseis, anti-satélites, sensores terrestres, aéreos e orbitais. Serão criadas ainda ARMAS ASAT no sistema, com os já mencionados armamentos DEW e KEW.


Exemplos de armamentos DEW à velocidade da luz, bastante poderosos, a serem desenvolvidos são o laser de raios X, com plasma em alta temperatura, e o canhão de micro-ondas, ambos sendo disparados de terra e até com satélites refletores, altamente capazes de destruir uma frota naval ou milhares de alvos pré determinados, em poucos minutos.


A Marinha desenvolverá o Sistema de Sensoriamento Remoto e Proteção Marítima, que estará totalmente integrado ao SIDM / ASAT. Suas defesas terão bases semelhantes, com ligação e apoio mútuo das 3 FROTAS e do arsenal de caças, mísseis antiaéreos, antinavios e anti-mísseis.


Contará
com largo enlace em rede integrada de radares e sensores remotos dispostos pela costa, em ilhas e plataformas, além de vigilância aérea, de superfície e submarina.


O Brasil vem procurando fazer Acordos de Cooperação Espacial com diferentes países através da Agência Espacial Brasileira (AEB) em benefício do Programa Espacial. A AEB também participa do esforço internacional pela EEI.


Há alguns anos, encontra-se em desenvolvimento o SISCOMIS - Sistema Brasileiro de Comunicação Militar por Satélite, que será responsável pelas comunicações governamentais, militares e estratégicas, tornando o país independente da empresa Star One (Brasilsat). Ele será também uma plataforma para um GPS nacional.


Em setembro de 2005, foi lançado um processo de consultas de preços a diversos fornecedores para o Sistema de Satélites de Múltiplas Missões (SSMM), que também tem o nome de Satélite Geoestacionário Brasileiro - SGB. Este processo teve atrasos indesculpáveis e parecia ter sido retomado.


Seriam construídos e lançados 3 satélites a um custo total estimado de US$ 1,5 bilhão, envolvendo também foguetes lançadores no novo Programa Cruzeiro do Sul - PCS, além de centros de controle e estações terrestres.


 Clique abaixo para PCS

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